Preço das casas e do arrendamento em Portugal dispara 40% e 20% numa década

Aumento é muito superior ao verificado na média dos países da UE e da Zona Euro, segundo dados divulgados pelo Eurostat.

O preço das casas e do arrendamento em Portugal disparou nos últimos dez anos, tendo aumentado mais de 40% e de 20%, respetivamente, entre 2010 e o terceiro trimestre de 2020, um período já marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19. Trata-se de um crescimento superior ao verificado na média dos países da União Europeia (UE) e da Zona Euro, que registaram subidas superiores a 20% e 10% no preço e nas rendas das casas, respetivamente. Em causa estão dados divulgados pelo Eurostat esta quinta-feira (14 de janeiro de 2021).

Segundo o gabinete de estatísticas europeu, no período e causa, o preço das casas aumentou mais que o do arrendamento em 16 Estados-membros da UE. E mais: cresceu em 23 Estados-membros e caiu apenas em quatro, tendo as maiores subidas ocorrido na Estónia (105,1%), Hungria (92,2%), Luxemburgo (90,5%), Letónia (83,6%) e Áustria (81,3%). Já as maiores quedas da década ocorreram na Grécia (-31%), Itália (-15,5%), Chipre (-7,7%) e Espanha (-4,5%).

No caso do mercado de arrendamento, o valor pedido pelos senhorios aumentou – entre 2010 e o terceiro trimestre de 2020 – em 25 Estados-membros da UE e diminuiu em dois. De referir que os maiores crescimentos aconteceram na Estónia (136,6%), Lituânia (106,9%) e Irlanda (62,2%) e que as principais quedas tiveram lugar na Grécia (-25,2%) e Chipre (-4,5%).

Preços das casas crescem 7,1% em Portugal num ano

Em termos homólogos, ou seja, no terceiro trimestre de 2020 face ao mesmo período de 2019, os preços das casas aumentaram 4,9% na Zona Euro e 5,2% na UE, com Portugal a registar uma subida acima da média (7,1%).

Os dados divulgados pelo Eurostat confirmam ainda que na variação em cadeia – no terceiro trimestre de 2020 face ao anterior – os preços das casas cresceram 1,3% na Zona Euro e 1,4% na UE. Portugal apresentou, neste caso, um aumento abaixo da média (0,5%).

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Preço das casas e do arrendamento em Portugal dispara 40% e 20% numa década”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/01/14/45898-preco-das-casas-e-do-arrendamento-em-portugal-dispara-40-e-20-na-ultima-decada

Quais as casas mais procuradas na pandemia?

Para comprar, querem-se mais moradias. Mas para arrendar há mais interesse por apartamentos. Estudo do idealista analisa tipologias, áreas e preços em todo o país.

Que tipo de casa se quer comprar agora em Portugal? E para arrendar casa quais são as preferências do momento? Com que áreas e características? E onde se registam os preços mais altos e mais baixos? Um estudo responde a tudo isto, tendo por base a procura de moradias e apartamentos no mercado nacional. Analisámos as preferências de pesquisa dos utilizadores e mostramos quais são os imóveis mais procurados em plena pandemia, com dados detalhados.

As casas à venda que geram mais interesse 

Em termos gerais, a procura por moradias é maior do que por apartamentos. As cidades de Lisboa, Porto, Faro, Aveiro, Braga e os distritos de Lisboa, Porto e Setúbal, são onde os compradores têm preferência por apartamentos. A esmagadora maioria dos anúncios de apartamentos são de tipologia T2, com excepção da cidade de Braga, onde a preferência são apartamentos de tipologia T3. Nas restantes zonas do país as moradias são o tipo de imóvel mais procurado.

Em concreto, os compradores na cidade do Funchal são os que preferem as moradias com maior área (254 m2), seguidos da cidade de Vila Real (250 m2), cidade de Viseu (243m2), cidade de Leiria (241 m2), distrito de Braga (239 m2), cidade de Coimbra (230m2), distrito de Aveiro (229 m2), cidade de Viana do Castelo (228 m2) e o distrito de Faro (220 m2).

Em sentido contrário, no distrito de Setúbal verifica-se que os utilizadores concentram a sua pesquisa em apartamentos com áreas menores (79 m2), enquanto na cidade e no distrito de Lisboa sobe ligeiramente para 82m2 e 85m2 respetivamente. Seguem-se a cidade e o distrito do Porto com procura por apartamentos com áreas entre 88m2 e 91m2 respetivamente, a cidade de Aveiro (93 m2), cidade de Faro (102 m2) e a cidade de Braga (127 m2), a única cidade onde a procura é maior por apartamentos de tipologia T3.

O distrito de Faro é onde os compradores estão dispostos a pagar os valores mais altos, nomeadamente as moradias com áreas mínimas de 220m2, a atingir preços máximos de 642.501 euros. Segue-se a cidade de Lisboa, com a procura mais concentrada em apartamentos de tipologia T2 com valores máximos de 481.478 euros, e na cidade do Funchal com verifica-se uma preferência por moradias com preços máximos até 476.596 euros.

Em Portalegre, é onde os compradores preferem pagar menos, tanto na cidade de Portalegre (96.050 euros) como no distrito (101.739 euros), sendo as moradias o tipo de imóvel mais pretendido com áreas mínimas de 143m2. Seguem-se o distrito de Castelo Branco (moradias até 112.466 euros com área mínima de 149 m2), distrito de Beja (moradias até 116.261 euros com área mínima de 132 m2), cidade de Beja (moradias até 125.929 euros com área mínima de 133 m2) e o distrito da Guarda (moradias até 136.674 euros com área mínima de 173 m2). Estas são as cidades e distritos onde o orçamento máximo é inferior a 140.000 euros.

As casas para arrendar mais atraentes

Verifica-se que, no geral, para arrendamento a procura por apartamentos é maior do que para moradias, sendo a maioria dos anúncios de apartamentos visitados de tipologia T2, depois T1 e por último T3. A preferência de moradias é maior na cidade e no distrito de Beja, nos distritos de Évora, Portalegre e Guarda e na cidade de Vila Real.

Os utilizadores na cidade e no distrito de Viseu preferem apartamentos com as maiores áreas (140m2 e 137m2 respetivamente). Seguem-se o distrito e a cidade de Braga (129 m2 e 127 m2), distrito de Vila Real (121 m2), cidade e distrito de Castelo Branco (118 m2 e 117 m2), distrito de Santarém (112 m2), cidade e distrito de Faro (102 m2). Estas são as zonas onde os utilizadores têm preferência por casas maiores e, nomeadamente, são todos apartamentos de tipologia T3.

Pelo contrário, as zonas onde os utilizadores concentram a sua pesquisa em apartamentos com áreas menores são: cidade de Évora (42 m2), cidade do Porto (51 m2), cidade de Leiria (52 m2), distrito do Porto (53 m2), cidade de Aveiro (56 m2), distrito e cidade de Coimbra (57 m2 e 58 m2 respetivamente). Estas são as zonas onde há mais procura por apartamentos mais pequenos, sendo todos de tipologia T1 e abaixo dos 60m2.

O distrito de Beja é onde os interessados estão dispostos a pagar os valores mais altos, mais concretamente por moradias com preços máximos a atingir os 2393 euros com área mínima de 132 m2. Segue-se a cidade e o distrito de Lisboa, com a procura concentrada em apartamentos de tipologia T2 com áreas mínimas de 82 m2 e 85 m2 correspondente a valores máximos de 1312 euros e 1286 euros respetivamente. Estas são as zonas onde os utilizadores estão dispostos a pagar valores de rendas mensais acima dos 1000 euros.

Contrariamente, a zona onde os futuros inquilinos preferem pagar menos de renda mensal é na cidade Portalegre, onde a preferência é pagar um máximo de 299 euros/mês para apartamentos de tipologia T1 com área mínima de 61 m2. Segue-se a cidade de Guarda, com valores máximos pretendidos de 330 euros/mês para apartamentos de tipologia T2 com áreas mínimas de 81 m2 e ainda abaixo do orçamento de 400 euros mensais, tem-se o distrito de Bragança onde, os compradores preferem pagar até um máximo de 363 euros/mês por apartamentos de tipologia T2 com um mínimo de 91 m2.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Quais as casas mais procuradas na pandemia?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/01/07/45816-os-imoveis-mais-procurados-em-plena-pandemia

Vender a casa? Antes de mais, avaliar e definir um preço de mercado – explicamos como

Para se garantir um negócio de sucesso, vendendo bem e rápido, há que preparar a operação. Especialista de dados indica como proceder.

A pensar em vender a casa? Antes de mais, convém avaliar e definir um preço de mercado, para garantir uma operação de sucesso. Os ingleses usam muito a frase “location, location, location”, exatamente, porque um dos fatores mais significativo para a calcular o valor de uma casa é a sua localização. A área do imóvel e o seu estado de conservação também são critérios essenciais para a avaliação e determinação do preço. Mas há outros fatores que também pesam nesta equação e podem ajudar a fazer melhor negócio. Explicamos tudo neste artigo, com a ajuda de uma especialista. 

Sendo a localização, a área do imóvel e o seu estado de conservação fatores essenciais, há outras características que podem ser fundamentais para um ajuste de preço mais refinado face a outros imóveis comparáveis na zona, tais como equipamentos (ar condicionado, aquecimento central, etc) ou outras características como elevador, parque de estacionamento incluído, arrecadações, e espaços exteriores.

“O mercado imobiliário, como qualquer atividade económica, é regulada pela oferta e a procura e, consequentemente, os preços sofrem impactos de acordo com a quantidade de imóveis em oferta e o nível da procura na zona”, explica Inês Campaniço, head of idealista/data em Portugal, considerando que “ter acesso a dados de qualidade do mercado imobiliário é vital para fazer uma análise correta da zona, e chegar ao valor de mercado do imóvel”.

Atualmente, existem no mercado bastantes modelos de avaliação automática, como alternativa à avaliação manual, sendo que “a grande maioria é baseada em cálculos demasiado simplificados e pouco confiáveis, por serem desenvolvidos por empresas com pouco ou nenhum conhecimento da dinâmica do mercado imobiliário”, alerta a especialista.

A avaliação de imóveis deve sempre ser feita por profissionais experientes e com recurso a modelos desenvolvidos por empresas especializadas. “Os modelos automáticos, quando bem desenvolvidos, são uma ótima base de trabalho para os peritos avaliadores, ajudando no processo de homogeneização e prospeção de imóveis, mas não substituem o parecer de um profissional credenciado”, indica ainda.

Por outro lado, no caso de ser necessário pedir ao banco um crédito à habitação, aqui a avaliação de imóveis tem de ser realizada por Peritos Avaliadores e seguir procedimentos específicos, determinados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e as instituições financeiras, segundo a Lei 153/2015, que regula o acesso e o exercício da atividade dos peritos avaliadores de imóveis que prestem serviços a entidades do sistema financeiro (Lei dos PAI), que regula o acesso e exercício da atividade, a supervisão e o regime sancionatório aplicável ao Perito Avaliador de Imóveis.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Vender a casa? Antes de mais, avaliar e definir um preço de mercado – explicamos como”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/01/07/45813-vender-a-casa-antes-que-nada-avaliar-e-definir-um-preco-de-mercado

2021 traz novas regras para o Alojamento Local. Saiba quais.

Tem um estabelecimento de Alojamento Local ou estava a pensar inserir uma propriedade neste regime? Conheça as novas regras para o Alojamento Local.

Quem já é detentor de um estabelecimento registado em regime de Alojamento Local (AL) e principalmente quem está a pensar abrir um negócio deste género é importante estar a par das novas regras para o Alojamento Local. Publicada a 6 de novembro, em Diário da República, a portaria nº 262/2020 apresenta as novas condições de funcionamento e identificação dos estabelecimentos de AL.

O diploma apresenta os requisitos que dizem ser essenciais para o bom funcionamento e desenvolvimento deste produto turístico. No entanto, sublinha que houve o cuidado de não apertar as condições “de um segmento turístico que se pretende cada vez mais competitivo e com qualidade”.

No documento é também previsto um conjunto de medidas ligadas à sustentabilidade, que os estabelecimentos de AL devem adotar. O objetivo é garantir que na próxima década 90% das empresas de turismo adotam medidas de utilização eficiente de energia e água, além de desenvolverem ações de gestão ambiental dos resíduos.

As novas regras entram em vigor a partir do dia 4 de fevereiro, no entanto os estabelecimentos de AL registados até à data terão 12 meses para se adaptarem.

Quais as novas regras para o alojamento local?

São estabelecidas condições comuns a todas as modalidades de estabelecimentos de AL e outras que são específicas ao funcionamento de cada uma delas.

Regras gerais comuns a todos os estabelecimentos

Entre as novas regras de Alojamento Local as que são comuns a todas as modalidades (moradias, apartamentos, estabelecimentos de hospedagens e hostels) são:

  • Apresentar um serviço de receção e informação (check-in e check-out) presencial, online ou por telefone;
  • Dispor de equipamentos apropriados, em bom estado de conservação e reunir as condições de higiene e de limpeza adequadas;
  • Realizar todo o serviço de limpeza e higiene, incluindo mudança de toalhas e roupa de cama, sempre que entre um novo utente, ou no mínimo, uma vez por semana, sempre que a estadia seja superior a sete noites seguidas;
  • Cumprimento por parte dos estabelecimentos de alojamento local que disponibilizam pequenos-almoços das regras de higiene e segurança alimentar nos termos da legislação aplicável;
  • Obrigação de comunicar o alojamento de estrangeiros ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (incluindo oriundos da União Europeia);
  • Dispor de uma placa identificativa junto à entrada do estabelecimento. Nos estabelecimentos cuja entrada é no interior de um edifício deve optar-se por uma placa de modelo idêntico e menor dimensão.

Condições de sustentabilidade para todos os AL

De acordo com as novas regras para o Alojamento Local foi definido um conjunto de condições de sustentabilidade a adotar:

  • Adotar e implementar práticas que promovam o consumo eficiente de água e de energia; bem como uma política de informação sobre práticas de turismo sustentável por parte dos utentes;
  • Usar exclusivamente detergentes e produtos biodegradáveis;
  • Disponibilizar equipamentos e adotar procedimentos para a separação de resíduos sólidos urbanos;
  • Garantir a formação contínua dos colaboradores sobre boas práticas ambientais e standards de trabalho;
  • Possuir certificação ambiental ou selo de qualidade ambiental atribuído por entidade nacional ou internacional de reconhecido mérito.

Condições específicas dos Estabelecimentos de Hospedagem

As novas regras do Alojamento Local apresentam requisitos específicos para os estabelecimentos de hospedagem entre as quais:

  • Disponibilizar um meio de comunicação com o serviço de receção, bem como a indicação do número nacional de emergência e o contacto da entidade exploradora;
  • Apresentar uma retrete, um lavatório e um chuveiro por cada seis utentes que estejam a partilhar instalações sanitárias comuns. Além disso, as instalações sanitárias comuns a vários quartos, e que não sejam separadas por género, devem ter retretes autonomizadas separadas por portas com sistemas de segurança que permitam privacidade;
  • Oferecer, de acordo com o Regulamento Geral das Edificações Urbanas, as seguintes áreas mínimas:
  • 6,50 m2 para o quarto individual;
  • 9 m2 para o quarto duplo;
  • 12 m2 para o quarto triplo;
  • Para cada cama convertível a instalar nos quartos, acrescem 3m2 às áreas mínimas previstas nas alíneas anteriores;
  • Os edifícios que não estão abrangidos pelo Regulamento Geral das Edificações Urbanas devem ter uma área mínima de 5,50m2 para o quarto individual, de 7m2 para o quarto duplo e de 10m2 para o quarto triplo;
  • Possibilidade de existirem zonas comuns de acolhimento ou receção e de estar e ou lazer, destinadas aos utentes, podendo estas funções coexistir no mesmo espaço.

Condições específicas do Hostel

Relativamente ao Hostel, no que diz respeito às áreas mínimas, são aplicadas as mesmas dos estabelecimentos de hospedagem. No entanto, relativamente às zonas comuns de acolhimento ou receção e de estar e ou lazer, é estabelecida uma área mínima de 3m2, que acresce de acordo com a capacidade de utentes. Além disso, estas zonas podem incluir cozinha, zona de refeições e de bebidas e de tratamento de roupa.

Para este tipo de estabelecimento as novas regras de Alojamento Local definem que nos dormitórios existe uma área mínima de 2,50m2, acrescida de 2,50m2 por cama ou beliche e de 1m2 por utente, com a seguinte fórmula: 2,50m2 + (2,50m2 x número de camas ou beliche) + (1m2 x número de utentes). Os dormitórios devem ter um número mínimo de 4 camas, e cada cama deve ter um compartimento individual com sistema de fecho, com dimensão mínima de 55 cm × 40 cm × 20 cm, e um ponto de iluminação;

É permitida a existência de quartos no hostel, desde que o número de utentes nos dormitórios seja superior. Acresce também a condição de que um hostel com mais de 50 camas deve ter um quarto e uma instalação sanitária para utentes com mobilidade condicionada.

Condições específicas para as Moradias e Apartamentos

As novas regras de Alojamento Local definem que nos apartamentos, moradias e quartos deve existir, no mínimo, uma instalação sanitária por cada quatro quartos e cumulativamente o máximo de 10 utentes. Além disso, as moradias e os apartamentos com mais de 10 utentes devem cumprir as regras de segurança contra riscos de incêndio.

Voltamos a sublinhar que estas novas regras para o Alojamento Local apenas entram em vigor no dia 4 de fevereiro e só são aplicadas aos novos estabelecimentos registados neste modelo turístico. Todos os que já estavam registados, até à data, no Registo Nacional de Alojamento Local têm um ano (até fevereiro de 2022) para se adaptarem.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“2021 traz novas regras para o Alojamento Local. Saiba quais.”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/novas-regras-para-o-alojamento-local/

Cinco resoluções para se ter a casa perfeita em 2021

Ser previdente e apostar na manutenção contínua podem ser bons aliados para viver melhor dentro do lar e evitar chatices.

Ter um espaço confortável que permita viver melhor dentro da própria casa tornou-se algo determinante na vida das pessoas, desde o confinamento por causa da pandemia da Covid-19. Muitos dias fechados em casa mostraram que é preciso cuidar dela e, principalmente, mantê-la em bom estado, fazendo disto mesmo uma resolução de ano novo.

Para ajudar a ter um 2021 mais ameno, os especialistas em reparações domésticas apresentam uma lista de objetivos a cumprir no lar.

  1. Poupar nas contas de luz e água. A eletricidade, a água e o gás representam um custo doméstico mensal significativo. Para evitar surpresas no final do mês, é aconselhável verificar se não há avaria. Eletrodomésticos que não funcionam em plena capacidade, torneiras com perdas, vazamentos de água em canos ou caldeira em mau estado podem causar uma despesa extra.
  2. Garantir que o aquecimento funciona bem, principalmente quando chega o frio. Com a chegada do inverno e o uso intensivo das caldeiras, caso não tenha sido feita uma boa manutenção ou revisão prévia, é possível que surja um problema no seu funcionamento. A queda de pressão, o entupimento na saída dos fumos ou a avaria da bomba de recirculação do aquecimento, são alguns incidentes que não só reduzem o rendimento no valor calorífico, mas também aumentam o consumo de gás e a fatura mensal. Por isso, deixar a caldeira a ponto é uma operação necessária para passar um inverno tranquilo e confortável em casa.
  3. Aproveitar melhor a luz natural da casa. As poucas horas de sol revelam os espaços interiores que carecem de iluminação, pelo que este ano pode ser uma boa ideia aproveitar ao máximo a casa para tirar partido da luz natural ou colocar novos pontos de luz para tornar a divisão mais confortável. As áreas que foram habilitadas para trabalhar em casa também precisam de uma revisão para garantir que temos a luz adequada e necessária para evitar fadiga visual.
  4. Para quem tem visão de longo prazo, é um bom momento para preparar o ar condicionado. O tempo passa rápido e a chegada do calor não avisa. O melhor é que quando as altas temperaturas surjam, os aparelhos de ar condicionado estejam instalados e prontos. Embora possa parecer loucura, preparar o ar condicionado durante os primeiros meses do ano é uma boa opção, pois os preços desses aparelhos tendem a cair e a disponibilidade de profissionais especializados é maior.
  5. Ter a casa sempre confortável e a nosso gosto. A realização de reformas domiciliares ou pequenos reparos costuma gerar preocupação, não só de custo e tempo, mas também de satisfação com o resultado final. Ir tratando de tudo a pouco e pouco é uma boa solução.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Cinco resoluções para se ter a casa perfeita em 2021″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/01/05/45799-cinco-resolucoes-para-ter-a-tua-casa-perfeita-em-2021

Dicas para decorar o hall de entrada de casa e torná-lo mais acolhedor

A entrada da casa não é unicamente um espaço de passagem, mas um cartão de visita e que permite dar asas à nossa criatividade

Todos os espaços da casa devem merecer a nossa atenção e o hall de entrada tem especial importância. A entrada da casa não é unicamente um espaço de passagem, mas um cartão de visita e que permite dar asas à nossa criatividade. A decoração não é difícil, é preciso prestar atenção a alguns detalhes para que fique um espaço funcional, mas também acolhedor.

A questão principal que se coloca é: o que deve ter um hall de entrada? Deixamos-te algumas dicas de inspiração.

Paredes decoradas

A utilização de pormenores nas paredes ajuda o hall a parecer convidativo. Podemos assim ver como algo muito simples pode fazer a diferença, como por exemplo papel de parede ou parede colorida. A colocação de pequenos apontamentos é muito importante na decoração e permitem tornar o hall num espaço muito próprio e personalizado. Podes fazê-lo com decorações ou caixas de arrumação, que são muito práticas e decorativas.

Utilização de espelhos

A utilização de espelhos serve para criar um efeito visual que amplia o local e tem especial importância num hall de entrada pequeno. Se adicionarmos um pequeno móvel de apoio, torna-se numa opção muito prática e decorativa.

Organização e aproveitamento de espaço

A entrada da casa também pode ser um espaço privilegiado para guardar algumas coisas. Quando temos espaço, um armário é uma boa ideia porque, além de ser útil, é também decorativo e torna-se muito prático na utilização diária. Quando falamos em aproveitar o espaço, nada melhor do que ter ganchos nas paredes. É sempre conveniente fazer das paredes as nossas melhores amigas. Procura várias alternativas de ganchos.

Nunca é conveniente abarrotar os espaços, pelo que seguir a regra de menos é mais parece ser o melhor. Para deixar o seu hall minimalista, aconchegante e bonito devemos escolher alguns móveis que combinem com o ambiente, juntamente com alguns objetos de decoração.

Cores e retoques florais

As cores são muito importantes na decoração do hall, principalmente se quisermos que nos chame a atenção e não seja apenas um local de passagem. Podemos escolher vários tons, tendo a regra básica de que para espaços pequenos devemos utilizar tons mais claros e neutros para ganharmos luminosidade.

O toque verde nunca pode faltar, principalmente no hall. Impregnar a casa de boas vibrações e cores é importante e os retoques florais ajudam a sentir-se confortável, desde que entra em casa. Pode fazer isso com mini vasos sobre uma mesa ou pendurados nas paredes.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Dicas para decorar o hall de entrada de casa e torná-lo mais acolhedor”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/espacos/2021/01/08/45827-dicas-para-decorar-o-hall-de-entrada-de-casa-e-torna-lo-mais-acolhedor

Taxa de juro média dos novos créditos à habitação cai para 0,84% – um novo mínimo histórico

Bancos mostram-se “disponíveis” para financiar a compra de casa, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19.

A taxa de juro média dos novos créditos à habitação – empréstimos para a compra da casa concedidos pelos bancos a clientes particulares – fixou-se em 0,84% em novembro, menos três pontos base face a outubro. Estabeleceu-se, desta forma, “um novo mínimo histórico pelo quarto mês consecutivo”, segundo dados divulgados esta terça-feira (5 de janeiro de 2021) pelo Banco de Portugal (BdP).

Depois de um ano de 2019 atribulado, devido à Covid-19, o negócio do crédito à habitação parece estar, no entanto, a resistir à crise pandémica. Os números/dados mais recentes mostram isso mesmo: 

  • O total de empréstimos concedidos às famílias continuou a subir em novembro de 2020, atingindo máximos desde setembro de 2015, com os créditos à habitação a somarem o valor mais elevado desde outubro de 2016 (94.749,7 milhões de euros);
  • Em novembro de 2020, os novos financiamentos bancários para a compra de casa totalizaram 1.113 milhões de euros, mais que no mês anterior (976 milhões de euros) e no período homólogo (978 milhões de euros). Trata-se, de resto, do valor mais elevado desde dezembro de 2019, que já tinha sido o mais alto desde julho de 2008. 

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Taxa de juro média dos novos créditos à habitação cai para 0,84% – um novo mínimo histórico”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2021/01/07/45818-taxa-de-juro-media-dos-novos-creditos-a-habitacao-cai-para-0-84-em-novembro-um

Tudo o que é preciso para vender uma casa em Portugal

A venda de um imóvel pode ser um processo complicado, com muitos passos e documentos envolvidos. Apresentamos um guia para ajudar.

Vender uma casa em Portugal é um processo que poderá, em muitos casos, revestir-se de alguma complexidade (documentação disponível, proprietários, registos efetuados junto da conservatória do registo predial, etc). Para ajudar, esclarecemos sobre alguns dos passos e documentos que serão necessários para todos aqueles que tenham interesse em vender um imóvel localizado em algum ponto do país. Um guia com tudo o que é preciso para vender uma casa em Portugal, com fundamento jurídico.

Embora cada processo de venda de um imóvel exija uma análise casuística e levante questões próprias, há alguns passos que são necessariamente obrigatórios.

Definir o preço do imóvel

Por forma a fixar um preço adequado, importa ter uma ideia do valor de mercado do imóvel que será vendido. Nesse sentido poderá fazer um estudo de mercado, comparando com outros imóveis com a mesma tipologia, estado de conservação, áreas e localização. As melhorias que tenham sido efetuadas, a disponibilidade de lugares de garagem, a exposição solar e outras características como varandas e arrecadação também são características relevantes.

Em função das conclusões que forem retiradas poderá definir um preço realista que lhe permita vender o imóvel num horizonte temporal razoável.

Decidir se venderá o imóvel sozinho ou irá contratar uma imobiliária

Existem várias ferramentas à disposição que permitem divulgar e anunciar a venda de um imóvel. Além da tradicional placa com a palavra “vende-se” e um contacto telefónico, é possível alcançar um grande número de potenciais compradores mediante o uso das redes sociais e dos vários sites dedicados à publicitação de imóveis e que permitem que as características destes sejam divulgadas.

No caso de optar por contratar uma imobiliária, esta irá anunciar e promover o imóvel, gerir os contactos com potenciais compradores, agendar e realizar as visitas, negociar o preço, informar sobre a documentação a reunir, etc… Contudo, deverá considerar o custo da comissão da imobiliária que será cobrada aquando da venda e que, regra geral, varia entre os 3% e 8% sobre o valor da venda do imóvel.

Reunir a documentação necessária

Serão necessários diversos documentos para as várias fases do processo de venda do imóvel – anúncio do imóvel, celebração do CPCV, pedido de crédito por parte do comprador, escritura pública – pelo que a melhor forma de agilizar o processo será reunir todos os documentos necessários com a maior antecedência possível.

Alguns dos documentos mais relevantes serão:

Certidão de Registo Predial

Este documento pode ser obtido na Conservatória do Registo Predial, permitindo consultar o historial do imóvel, os registos feitos sobre este, incluindo os que se encontram pendentes, e atestar a titularidade deste. A certidão do registo predial possui validade de 6 meses e pode ser solicitado na plataforma Predial Online, com custo de €.15.

Caderneta Predial

A Caderneta Predial também é conhecida como certidão matricial. Este documento relata a situação fiscal do imóvel assim como outras informações relevantes como a localização, a descrição, identificação dos proprietários e valor patrimonial do imóvel, que permitirá calcular o Imposto Municipal sobre o Imóvel (IMI).

Licença de utilização

Trata-se do documento que descreve o tipo de utilização a que se destina o imóvel, ou seja, se o mesmo tem finalidade habitacional ou não habitacional. Para emiti-lo, é necessário dirigir-se à Câmara Municipal da região do imóvel.

Planta do imóvel

A planta do imóvel é o documento que atesta a distribuição exata do imóvel, com áreas brutas e úteis, além de conter informações informar sobre o tamanho e localização da garagem, arrecadação, etc. É possível consultar a planta do imóvel também junto da Câmara Municipal.

Certificação energética

O Certificado Energético é um documento que avalia a eficácia energética de um imóvel numa escala de A+ (muito eficiente) a F (pouco eficiente), emitido por técnicos autorizados pela Agência para a Energia (ADENE). Este documento é obrigatório desde 2013 para quem pretende vender ou arrendar um imóvel.

Ficha Técnica da Habitação (FTH)

Este documento contém as informações do projeto arquitetónico, características da obra e descreve alterações realizadas na construção do imóvel. Se o imóvel tiver sido construído antes de março de 2004 este documento poderá não ser necessário. Caso necessite de uma segunda via, deverá solicitar a mesma junto da Câmara Municipal mediante o pagamento de uma taxa.

Celebrar um contrato-promessa

Após ser alcançado um acordo com o comprador relativamente ao preço e forma de pagamento, antes da assinatura da escritura pública de compra e venda, e com o propósito de vincular as partes ao negócio futuro, é recomendável a celebração de um acordo denominado contrato promessa de compra e venda, por via do qual cada uma das partes irá estabelecer os termos e as condições para a compra e venda, comprometendo-se, nos termos do mesmo, à celebração do futuro negócio, no qual a propriedade será transferida para o comprador.

Num contrato promessa de compra e venda dever-se-ão estabelecer as condições do negócio, como por exemplo:

  1. Identificação do vendedor e do comprador
  2. Identificação do Imóvel
  3. Preço da compra e venda
  4. Descrição dos termos e condições de pagamento
  5. Prazo para a realização da escritura pública

Este tipo de acordo não é obrigatório; contudo, este é um procedimento comum quando o comprador tem necessidade de recorrer ao crédito bancário ou, por qualquer outro motivo, o contrato definitivo não possa ser imediatamente outorgado.

O contrato promessa de compra e venda deverá ser sempre cuidadosamente revisto por um profissional habilitado já que na nossa prática profissional por vezes encontramos situações em que a redação desadequada deste tipo de contrato resultou na perda do valor do sinal dado pelo comprador, o qual, em alguns casos, poderá chegar aos 30% do valor total do imóvel.

Escritura Pública / (notário / casa pronta)

A escritura de compra e venda poderá ser realizada em Cartório Notarial, Conservatória do Registo Predial ou até através do serviço Casa Pronta, um conjunto de balcões únicos criado pelo Estado para que, nos mesmos, se possa tratar de todas as formalidades inerentes à compra e venda de uma casa.

Importa lembrar que a liquidação do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis), imposto de selo e custos de aquisição são responsabilidade do adquirente.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Tudo o que é preciso para vender uma casa em Portugal”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/12/23/45715-tudo-o-que-e-preciso-para-vender-uma-casa-em-portugal

Prestação da casa desce em janeiro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses

Valor a pagar ao banco pelo crédito à habitação baixa este mês. Taxas que servem de base aos empréstimos estão negativas desde 2015.

A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em janeiro de 2021 nos contratos indexados à Euribor a três e seis meses face às últimas revisões, segundo a simulação Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e, em dezembro de 2020, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,519% e a média da taxa a três meses de -0,538%.

Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses e com um spread (a margem de lucro do banco) de 1%, paga a partir deste mês 447,54 euros, o que traduz uma descida de 19,71 euros face à última revisão em julho.

Já no caso de um empréstimo nas mesmas condições, mas indexado à Euribor a três meses, o cliente passa a pagar 446,29 euros, menos 3,09 euros do que começou a pagar na última revisão, em outubro.

Desde abril que milhares de famílias não estão a pagar o crédito à habitação, fazendo uso do decreto-lei do Governo que permite moratórias nos créditos à habitação por seis meses, com suspensão dos pagamentos das prestações (juros e capital) até 30 de setembro, prazo que, entretanto, foi estendido até 31 de março de 2021.

Um diploma entretanto publicado e com produção de efeitos a 01 de janeiro de 2021 veio permitir a adesão às moratórias até 31 de março, não podendo o período de aplicação das medidas exceder os nove meses contados da data de comunicação da adesão.

Este limite dos nove meses contempla eventuais períodos que já tenham estado cobertos por moratória.

As Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e a expectativa é que se mantenham negativas ou perto de 0% nos próximos anos devido sobretudo à política de estímulos monetários do Banco Central Europeu (BCE), o que tem impacto positivo nos créditos bancários, que estão mais baratos.

Estas taxas de juro são o principal indexante em Portugal nos contratos bancários que financiam a compra de casa. A Euribor a seis meses é a mais usada, seguida da taxa a três meses.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Prestação da casa desce em janeiro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2021/01/05/45791-prestacao-da-casa-desce-em-janeiro-para-contratos-com-euribor-a-3-e-6-meses

Como decorar uma casa para vender (e fechar negócio mais rápido)

Na hora de fazer uma transação, todos os detalhes contam. E a decoração é uma arma que pode dar uma ajuda na venda de um imóvel..

Como decorar uma casa para vender (e fechar negócio mais rápido) é o que te vamos ensinar hoje. Se fizeres um pequeno investimento na casa antes de colocá-la no mercado, poderás obter entre 7 a 15 por cento a mais da venda do imóvel. Quer com isto dizer que, na hora de fechar negócio, todos os detalhes contam. Se queres vender um imóvel, fica atento a estas dicas importantes. 

Começa por destralhar

Antes de começares a decorar, retira todas as coisas que não são necessárias em casa, como móveis mais volumosos e objetos. O objetivo de uma visita de comprador é perceber qual é o potencial da casa e o que pode ou não ser feito nesta. Por isso, adota a técnica do minimalismo e mantém apenas as coisas mais essenciais. A ideia é que os potenciais compradores possam circular à vontade e conseguirem-se imaginar naquele espaço. Retira também todos os objetos pessoais.

Dar atenção à cozinha

Se a sua cozinha já está datada, trocados armários e eletrodomésticos para lhe dar um ar novo e assim valorizar o imóvel. Uma boa cozinha, prática e funcional, valoriza em muito o imóvel e desperta o interesse dos compradores. Se os armários ainda estão em boas condições, podes apenas pintá-los e trocar puxadores, para dar um ar moderno à decoração sem gastar muito. Pias antigas e pouco funcionais também devem ser substituídas, bem como azulejos partidos. Presta atenção à bancada: no caso de ter muitas manchas, o melhor mesmo é trocar.

Uma nova vida à casa de banho

Esta é uma daquelas divisões que acusa bastante o uso com o passar do tempo, e por isso, é importante que seja atualizada. Se o espaço for muito antigo ou datado, moderniza-o, alterando alguns pontos-chave. Troca a sanita e a banheira (ou duche) e cria espaço de arrumação, através de nichos na parede ou apostando em armários mais versáteis. Se os azulejos são mais antiquados, troca-os por modelos mais atuais, e têm o cuidado de branquear as juntas e renovar o silicone onde for necessário.

Aproveitar o sótão

Ao criar uma nova divisão totalmente funcional no sótão da casa, estás a aumentar o valor do imóvel. Podes criar um quarto extra, uma sala de estar, um escritório em casa ou até uma pequena biblioteca no local do sótão. Junta algumas janelas para trazer mais luz à divisão e assim torná-la mais acolhedora. Elementos em madeira também nunca são demais para um espaço confortável. Este será um daqueles elementos diferenciadores em relação a outros imóveis e que te garantirá certamente um maior lucro na venda da casa.

Torna a entrada mais confortável

Um hall de entrada organizado e convidativo pode fazer uma grande diferença na hora de vender a casa. Coloca um bengaleiro na entrada e, se tiveres espaço, um banco onde as pessoas podem descalçar os sapatos. O espaço deve ser prático e permitir a passagem, mas ao mesmo tempo, deve dar o mote à restante casa no que toca à limpeza e decoração. Pensa também na fachada e no exterior da casa, e se necessário, retoca pinturas e maçanetas desgastadas. Completa o conjunto com algumas plantas à entrada e está feito.

Criar um closet

Se tens um pequeno espaço que é menos utilizado, como um quarto de arrumação, converte-o num closet. Desse modo, quem comprar o imóvel vai contar com mais espaço de arrumação para as suas roupas e todo o espaço fica mais bem aproveitado. Um closet com arrumação é algo muito valorizado nos dias de hoje e muitas famílias procuram esse tipo de espaço, pelo que a criação de um irá ajudar na valorização da casa e despertar um maior interesse nos compradores.

Valorizar o exterior da casa

Se a casa conta com áreas exteriores, sejam elas uma varanda ou um jardim, valoriza-as recorrendo à decoração. Algumas cadeiras confortáveis, uma pequena mesa de apoio e muitas plantas vão dar mais vida a qualquer varanda. Um jardim bem cuidado e mantido faz também a diferença na hora de optar ou não por um imóvel, por isso dá atenção ao relvado e às plantas do exterior e garante que tudo está em condições. Um bom paisagismo pode fazer o valor da casa aumentar até 25%, pelo que deverás ter isto em conta.

Pequenos detalhes fazem a diferença

Existem pequenas coisas que podes fazer antes de abrir a tua casa ao público e que podem ajudar-te a vender o imóvel mais depressa e com lucro.

  • Um pavimento novo ajuda a dar uma nova vida a um espaço mais antigo e é sempre um bom investimento.
  • Caixilhos velhos devem ser substituídos por novos, para melhorar a eficiência energética e o isolamento da casa.
  • Uma casa com eletrodomésticos eficientes e até com sistemas de segurança e fechaduras inteligentes são sempre mais atrativas, bem como um portão de garagem automático.
  • Depois, a limpeza e decoração do espaço deve estar sempre excelente. Limpa as tomadas e maçanetas, esconde os pequenos defeitos que existirem, e não te esqueças de limpar os vidros.
  • A decoração deve ser preferencialmente em tons neutros, para dar mais luz à casa e deixar que a imaginação dos interessados fazer o resto.
  • Por último, um cheiro agradável em toda a casa faz toda a diferença e cria ambiente.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Como decorar uma casa para vender (e fechar negócio mais rápido)”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/12/29/45750-como-decorar-uma-casa-para-vender