Traga um pouco de cor e natureza para dentro de casa

Gostava de trazer mais cor e natureza para dentro de casa e não sabe bem como? Acredite que é mais fácil do que imagina e uma das grandes armas passa pela pintura de interiores. Seja pela pintura de paredes, remodelação de mobiliário ou até mesmo aplicação de papel de parede, qualquer uma destas soluções o vai ajudar a transformar a sua casa num oásis natural! 

Pinte a casa com cores que remetem ao contacto com a mãe natureza

Comecemos então pela dica mais óbvia, mas sempre muito eficaz: a pintura de paredes. Com este truque simples é possível tornar a sua casa num espaço onde se sente verdadeiramente uma inspiração da natureza. E não, não precisa pintar a casa toda de verde ou castanho; muito pelo contrário! Existem várias tonalidades de branco que pela luminosidade que deixam entrar e que, quando combinadas nos restantes elementos decorativos com outras cores, podem resultar muito bem. Depois, tem sempre os tons mais neutros e pastéis, que cumprem muito bem o objetivo.

Experimente grafismos ou ilustrações na parede

Para as pessoas mais arrojadas, esta pode também ser uma boa solução para trazer a natureza para dentro de casa: escolha uma parede de destaque de sua casa – na sala ou quarto, por exemplo, e experimente contratar um profissional para fazer uma ilustração à base de pintura manual. Refira que a ideia passa por transmitir energias de elementos naturais e de tornar a casa mais colorida e com boa vibe. Temos a certeza que vai ficar agradavelmente surpreendido com o resultado! 

Painel de parede alusivo à natureza

Uma outra solução interessante e bem prática passa por aplicar um painel ou papel de parede, solução esta que pode ser mais óbvia – existem vários motivos alusivos à natureza e no caso dos painéis de parede existem imagens que nos remetem para locais verdadeiramente verdejantes e com muitos elementos naturais – mas também pode optar por determinadas cores e padrões que de alguma forma façam remeter para esse imaginário da fauna e flora. Faça sempre uma pesquisa exaustiva e, na dúvida, peça amostras para perceber como poderá ficar o resultado final. 

Remodele os seus móveis com uma pintura 

Vamos deixar-lhe um desafio de bricolage: arregace as mangas, compre o material necessário e dedique-se à remodelação de um ou outro móvel que tenha lá por casa. Quantas vezes já olhou para determinada peça e pensou que está um pouco farto da mesma ou acha que já está bastante danificada? Nada que uma boa lixadela, pintura e eventual alteração de pormenores (ex: maçanetas) não consiga resolver! Olhe bem à sua volta nessa divisória e pense de que forma esse móvel ficaria bem enquadrado em termos de cor e ao mesmo tempo fosse alusivo às cores da natureza. 

Aposte em jardins verticais

Os jardins verticais são uma tendência relativamente recente, mas não há qualquer dúvida de que vieram mesmo para ficar. E há tantas soluções diferentes! Seja para uma pequena área exterior ou até mesmo para uma zona onde haja uma boa exposição solar direta e indireta (normalmente a cozinha é um bom exemplo), este tipo de instalação funciona muito bem para tornar os espaços mais harmoniosos e naturais. Aposte em plantas de fácil manutenção e delicie-se com o resultado.

Horta de aromáticas calha sempre bem

Na onda também do jardim vertical, pode sempre apostar numa bela hortinha de aromáticas. Escolha as suas ervas favoritas, compre um conjunto de vasos que pode depois sempre personalizar e pintar com cores do seu gosto e que remetam à natureza e exponha esse cantinho das aromáticas orgulhosamente em sua casa. Além de tornar o seu lar mais agradável, acolhedor e esteticamente apelativo, vai conseguir caprichar ainda mais nas suas criações culinárias! 

Este conteúdo é uma reprodução do Habiríssimo.“Traga um pouco de cor e natureza para dentro de casa”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/traga-um-pouco-de-cor-e-natureza-para-dentro-de-casa

Banca aperta concessão de crédito ao imobiliário e construção devido à pandemia

No crédito à habitação, bancos aumentam a restritividade no rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia.

A atual pandemia Covid-19 está a ter “um impacto de elevada magnitude na atividade económica”, ainda que o impacto não tenha sido homogéneo entre os vários setores. Tendo como pano de fundo a perspetiva de que esta venha a ser a maior recessão económica dos últimos 100 anos, os bancos estão a apertar os critérios de concessão de crédito, tanto a empresas como particulares. E pretendem reforçar ainda mais esta tendência de uma forma global. O imobiliário e construção – apesar de serem os que mais têm ajudado a evitar que a crise seja mais grave a nível nacional – fazem parte do lote de setores empresariais em que as instituições antecipam ser mais restritivas, atendendo que foram dos que mais pesaram com carga negativa no sistema financeiro nacional, na última crise, deixando um lastro de malparado nos balanços da banca portuguesa.

Este cenário é traçado a partir da análise do ultimo inquérito trimestral à banca sobre o mercado de crédito divulgado, esta terça-feira (dia 14 de julho de 2020), pelo Banco de Portugal e no qual é referido que os critérios de concessão de crédito a empresas e particulares tornaram-se mais restritivos no segundo trimestre, face aos três meses anteriores e que “os bancos antecipam critérios mais restritivos no crédito a empresas, sobretudo PME” para o terceiro trimestre deste ano.

“A contribuir para esta evolução terão estado a tolerância face aos riscos e a perceção de riscos associada à situação e perspetivas económicas gerais, à qualidade creditícia do mutuário e, ainda, os riscos associados às garantias exigidas, no caso do crédito a empresas”.

Registou-se “um aumento da restritividade nas garantias exigidas a empresas e no ‘spread’ aplicado a empréstimos a PME (pequenas e médias empresas] de maior risco, e um ligeiro aumento da restritividade no rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia, no crédito à habitação”, pode ler-se, na análise do inquérito enviado aos bancos no dia 05 de junho de 2020 e o envio das respostas ocorreu até 23 de junho de 2020.

“A proporção de pedidos de empréstimo rejeitados aumentou, em ambos os segmentos de crédito, mas especialmente no caso dos particulares, tanto para habitação como para consumo”, acrescenta.

Como vai ser dado financiamento a partir de agora

Em concreto, as instituições indicam ao Banco de Portugal que, a partir de agora, haverá maior restritividade no que respeita aos critérios de concessão de crédito e condições a adotar nos novos empréstimos ao longo da segunda metade do ano, reforçando os procedimentos que se estavam a aplicar no primeiro semestre de 2020.

“As instituições esperam aplicar critérios ligeiramente mais restritivos nos setores dos serviços e construção de edifícios e atividades imobiliárias, assim como termos e condições ligeiramente mais restritivos na generalidade do setor da construção.”

De acordo com as respostas dos bancos, os critérios tornaram-se já mais apertados em todos os setores considerados pelo Banco de Portugal, mas “a restritividade aumentou mais no setor da construção, seguindo-se os setores dos serviços (exceto serviços financeiros e imobiliários) e do comércio por grosso e a retalho”, pode ler-se no documento de análise divulgado pelo regulador.

Já para os próximos seis meses, o inquérito revela que “as instituições esperam aplicar critérios ligeiramente mais restritivos nos setores dos serviços e construção de edifícios e atividades imobiliárias, assim como termos e condições ligeiramente mais restritivos na generalidade do setor da construção“.

Um dos cinco bancos inquiridos antevê seguir critérios “consideravelmente mais restritivos” na concessão de crédito ao segmento de construção de edifícios e atividades imobiliárias, havendo ainda um outro banco a prever seguir critérios “ligeiramente mais restritivos” no financiamento em concreto da construção de imobiliário comercial.

No que respeita a novos empréstimos, há dois bancos que indicam pretender tornar-se “ligeiramente mais restritivos” no financiamento ao setor da construção (excluindo construção de edifícios). Já para a construção de edifícios e atividades imobiliárias, há uma instituição financeira a revelar que vai aplicar termos e condições “consideravelmente mais restritivos” e outra admite critérios “ligeiramente mais restritivos”.

Procura subiu por parte de empresas e caiu nos particulares

No segundo trimestre, a procura de empréstimos por parte das empresas “aumentou fortemente”, nomeadamente nas PME e em empréstimos de longo prazo. No sentido inverso, assistiu-se a uma forte diminuição no caso dos particulares, em todos os tipos de crédito, com especial destaque no crédito ao consumo.

“O aumento da procura por parte das empresas terá sido motivado pelo financiamento de existências e de necessidades de fundo de maneio e, em menor grau, pelo refinanciamento ou renegociação da dívida e pela necessidade de financiamento criada pela situação atual quanto à geração interna de fundos”, refere o inquérito do BdP.

“Por sua vez, o financiamento do investimento terá contribuído para uma redução da procura”, salienta.

No caso dos particulares, “a confiança dos consumidores foi o principal fator indicado para a redução da procura, além de despesas de consumo relativas a bens duradouros, no caso do crédito ao consumo, e as perspetivas do mercado da habitação, no caso do crédito à habitação”.

No terceiro trimestre, que arrancou em julho, “os bancos anteveem um aumento da procura de crédito por parte das empresas, transversal ao tipo de empresa e maturidade do empréstimo, e uma virtual estabilização, no caso dos particulares”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Banca aperta concessão de crédito ao imobiliário e construção devido à pandemia”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/14/43964-banca-aperta-criterios-de-concessao-de-credito-devido-a-pandemia

O que é uma hipoteca? E uma garantia hipotecária num crédito habitação?

Especialistas explicam a importância destes termos na hora de pedir um empréstimo para a compra de casa.

Uma hipoteca é a garantia que o proprietário do imóvel apresenta como um compromisso da sua obrigação de reembolsar o empréstimo. Desta forma, quando nos dirigimos a uma entidade bancária, o que pedimos não é uma hipoteca, mas sim um empréstimo. E, quando recebemos o dinheiro, o que pagamos todos os meses são as prestações de reembolso do empréstimo, e não da hipoteca.

A hipoteca é a garantia que o banco recebe da nossa parte e que é constituída com a escritura pública. Quando hipotecamos os nossos bens continuamos a ser os seus proprietários, razão pela qual podemos vendê-los, arrendá-los ou hipotecá-los novamente, embora na maioria dos casos a entidade nos imponha o dever de consultá-la antes de realizarmos estes atos. 

O crédito hipotecário para pessoas singulares é comummente designado como crédito habitação.

O que é uma garantia hipotecária num crédito habitação?

A garantia hipotecária é a caução apresentada pelo proprietário do imóvel como compromisso com a sua obrigação de reembolsar o empréstimo. Assim sendo, o que pedimos quando vamos a uma entidade não é uma hipoteca, mas sim um empréstimo. E uma vez que o dinheiro é recebido, todos os meses pagamos as parcelas de reembolso do empréstimo, e não a hipoteca. A hipoteca é a garantia que o banco recebe da nossa parte, enquanto proprietários, constituída com a escritura pública.

Quando hipotecamos os nossos ativos, ainda os possuímos, pelo que os podemos vender, arrendar ou hipotecar novamente. No entanto, na maioria dos casos a entidade impõe a obrigação de ser consultada antes de realizar qualquer uma dessas ações.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“O que é uma hipoteca? E uma garantia hipotecária num crédito habitação?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/14/43966-o-que-e-uma-hipoteca-e-uma-garantia-hipotecaria-num-credito-habitacao

Férias em casa: Um guia para aproveitar cada espaço

Agora que estamos quase a entrar no verão, e com ele vem o bom tempo, os dias maiores e o calor, vêm também as férias por que tanto ansiamos durante o ano todo. Porém, e dada a pandemia muitas são as férias que tiveram de ser canceladas ou ajustadas de modo a cumprir todas as normas e indicações dadas pelas entidades de saúde. 

Para que não desanime, vamos deixar-te 5 ideias que pode fazer em casa de modo a aproveitar cada espaço ao máximo. Vamos a isto?

Aproveita para relaxar

Ao longo de todo o ano, e com a azáfama do dia-a-dia desejamos muitas vezes descansar e relaxar ao máximo. Quer seja um dia intenso de spa com massagem ou apenas colocar em dia todos os episódios da nossa série favorita. 

Por isso mesmo, sugerimos que comece as tuas férias a cuidar de ti. Como?! Tira algumas horas do teu dia para mimar-te… Com alguns truques caseiros, pode facilmente fazer uma máscara para o cabelo, corpo e rosto, relaxar na banheira e por fim sentar confortavelmente no teu sofá e desfrutar da tua série ou filme favorito. No fim do dia, certamente que te vai sentir muito melhor e mais relaxada.

Churrasco em casa

O tempo quente, combina na perfeição com grelhados e mais tempo na varanda ou quintal, por isso mesmo sugerimos que incluas esta prática durante as tuas férias em casa. 

Com os dias maiores e a impossibilidade de reunir com amigos fora de casa ou grupos grandes. Junta a tua família e com faz um churrasco em casa. Esta é uma solução que não precisa de um alto investimento e que será um bom serão em família, temos a certeza que muito divertido!

Bricolage

Este é o momento que pode aproveitar para fazer algumas melhorias que tem vindo a adiar já há muito tempo… Lembra dos puxadores das portas que queria mudar? As paredes que gostava de pintar ou até os móveis da cozinha que queria dar uma vida nova?

Existem muitas melhorias que podemos fazer dentro de casa, sem ter necessariamente de comprar novos artigos ou peças, pode facilmente melhorar algumas divisões na tua casa com apenas alguns detalhes como puxadores, pintura de paredes ou móveis ou até mudar a disposição dos móveis na tua casa.

Aprende mais

Durante o tempo que está em casa de férias e com mais tempo livre, pode aproveitar para aprender e desenvolver novas competências… Pode fazer um curso online de vários temas como jardinagem ou cozinha e até mesmo aprender a fazer alguns DIY que vão entreter-te e ocupar durante as tuas férias. 

Existem várias opções de DIY que pode fazer como decorar molduras, peças em macramé, costura… E quem sabe se os teus DIY não se tornam no teu hobbie favorito?!

Acampamento sem sair de casa

Sabemos que os miúdos adoram acampar, mas agora esta é uma das práticas que temos que evitar. Porque não acampar em casa?! Caso tenha um quintal ou até uma varanda, reúne a família e juntos montem a tenda. Pode seleccionar uma série de actividades para fazer com os miúdos, como observar o céu durante a noite ou uma caça ao tesouro com várias etapas para os desafiar e terem a experiência completa e um acampamento verdadeiro… Sem sair de casa!

Com toda a certeza que será uma experiência diferente e que os mais novos vão querer repetir mais vezes.

Estas são algumas sugestões que pode fazer durante as tuas férias em tempos de pandemia e sem sair de casa. Uma solução económica, que faz com que possas aproveitar e desfrutar de cada espaço da tua casa.

Qual a tua dica favorita?

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Quanto custa comprar casa em Portugal? Rx aos preços em todo o país

Lisboa é o município mais caro: 3.333 euros por metro quadrado. Análise nacional com base nos dados do INE.

Comprar casa em Portugal continua a ser cada vez mais caro. No primeiro trimestre de 2020, o preço mediano de alojamentos familiares foi 1.117 euros por metro quadrado (€/m2), mais 3,3% que no trimestre anterior e mais 10,5% que no mesmo período do ano passado, revelou esta quinta-feira (9 de julho de 2020) o Instituto Nacional de Estatístia (INE), frisando que os números não traduzem ainda o impacto da pandemia da Covid-19 no mercado habitacional, pelo que podem “distanciar-se das condições e tendências mais atuais do mercado”.

Segundo o INE, o preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional – os referidos 1.117 €/m2 – nas regiões do Algarve (1.668 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1.515 €/m2), Região Autónoma da Madeira (1.250 €/m2) e a Área Metropolitana do Porto (1.136 €/m2). 
 
“No período em análise, 46 municípios apresentaram um preço mediano superior ao valor nacional, localizados maioritariamente nas sub-regiões Algarve (14 em 16 municípios) e Área Metropolitana de Lisboa (15 em 18)”, conclui o INE, acrescentando que o município de Lisboa registou o preço mais elevado do país (3.333 €/m2), ou seja, uma casa com 100 m2 custará cerca de 333.000 euros.

“Verificaram-se também valores superiores a 1.500 €/m2 em Cascais (2.681 €/m2), Oeiras (2.257 €/m2), Loulé (2.221 €/m2), Lagos (1.967 €/m2), Albufeira (1.939 €/m2), Porto (1.873 €/m2), Tavira (1.864 €/m2), Odivelas (1.847 €/m2), Loures (1.672 €/m2), Faro (1.663 €/m2), Funchal (1.621 €/m2), Vila Real de Santo António (1.594 €/m2), Aljezur (1.592 €/m2), Lagoa (1.591 €/m2), Almada (1.576 €/m2), Amadora (1.563 €/m2), Silves (1.528 €/m2) e Matosinhos (1.520 €/m2), mais dois municípios que no trimestre anterior”, acrescenta o INE.

De realçar o facto da maior subida homóloga se ter verificado na cidade de Vila Nova de Gaia, que viu os preços medianos das casas acelerarem 20,1% (10,5% a nível nacional), para 1.125 €/m2. Já o Funchal (Madeira) registou o maior crescimento face ao trimestre anterior (+5% face a +3,3% em Portugal), para 1.621 €/m2.

Preços de casas novas Vs usadas

Os dados divulgados pelo INE mostram que, entre janeiro e março de 2020, o preço mediano de alojamentos novos no país foi 1.209 €/m2, um valor ligeiramente superior ao verificado nos alojamentos existentes: 1.102 €/m2.

“A Área Metropolitana de Lisboa (1.950 €/m2), o Algarve (1.877 €/m2), a Região Autónoma da Madeira (1.377 €/m2) e a Área Metropolitana do Porto (1.336 €/m2) apresentaram um preço mediano de alojamentos novos acima do valor nacional. No caso dos alojamentos existentes as mesmas sub-regiões superaram o referencial nacional: o preço mais elevado registou-se no Algarve (1.627 €/m2), seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa (1.473 €/m2), a Região Autónoma da Madeira (1.211 €/m2), e a Área Metropolitana do Porto (1.111 €/m2)”, concluiu o instituto, acrescentando que à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores, a Área Metropolitana de Lisboa apresentou a maior diferença entre o preço de alojamentos novos e o de alojamentos existentes (477 €/m2).

De referir ainda que a cidade de Lisboa registou a maior diferença entre os preços de alojamentos novos (4.379 €/m2) e de alojamentos existentes (3.231 €/m2), ou seja, 1.148 €/m2.

Freguesias de Lisboa à lupa

Três das 24 freguesias de Lisboa registaram preços medianos de venda de alojamentos superiores a 4.500 €/m2, bem acima, portanto, da mediana nacional (1.117 €/m2) e da própria cidade de Lisboa (3.333 €/m2). São elas Santo António (5.340 €/m2), que inclui a Avenida da Liberdade e áreas adjacentes, Misericórdia (5.112 €/m2), que inclui a área do Bairro Alto e do Cais do Sodré, e Santa Maria Maior (4.807 €/m2), que inclui a área do Castelo e Baixa/Chiado, conta o INE.

“As freguesias Parque das Nações, Misericórdia, Estrela, Santo António, São Domingos de Benfica, Alvalade, Santa Maria Maior e Campo de Ourique registaram, simultaneamente, um preço mediano acima do valor da cidade de Lisboa (3.333 €/m2) e taxas de variação, face ao período homólogo, mais expressivas que a verificada na cidade (+7,1%). As freguesias de Marvila, Carnide, Campolide, Alcântara, Ajuda e Arroios registaram preços e taxas de variação inferiores aos da cidade de Lisboa. As freguesias de Santa Clara (2.393 €/m2) e Olivais (2.463 €/m2) apresentaram valores inferiores a 2.500 €/m2. As freguesias de São Vicente, Carnide e Campolide foram as únicas com uma evolução negativa do preço”, lê-se no documento.

Freguesias do Porto à lupa

No caso do Porto, destaque para as freguesias do Bonfim, União de freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos e União de freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, que apresentaram um preço mediano acima do valor da cidade do Porto (1.873 €/m2): 1.934 €/m2, 2.241 €/m2 e 2.593 €/m2, respetivamente. Trata-se, também, de uma taxa de variação homóloga (+16,9%, +16,2% e +11,6%, respetivamente) superior à observada na cidade (+11,4%). 

“A União de freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória destacou-se por apresentar, simultaneamente, um preço mediano de alojamentos vendidos (2.169 €/m2) acima do valor da cidade do Porto e taxa de variação, face ao período homólogo (+9,8%), inferior à registada na cidade do Porto. As freguesias de Ramalde e Campanhã registaram, simultaneamente, um preço mediano (1.637 €/m2 e 1.208 €/m2, respetivamente) e uma variação homóloga (+4,6% e +9%, respetivamente) inferiores aos valores verificados na cidade do Porto”, refere o INE, concluindo que a freguesia da Campanhã registou o menor preço mediano (1.208 €/m2) e a freguesia de Paranhos a maior taxa de variação face ao período homólogo (+19,3%).

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Feng shui em casa: como aplicá-lo em 10 passos simples

Saber como aplicar o feng shui em casa obriga ao cumprimento de alguns pressupostos. Identificamos quais para que o possa fazer em sua casa.

Se quer descobrir como aplicar o feng shui em casa de forma simples e objetiva, nós reunimos especialmente para si algumas ideias e diretrizes que o vão ajudar a colocar em prática esta filosofia, especialista em captar as melhores energias.

Portanto, aprenda connosco como aplicar o feng shui em casa e atraia para sua casa saúde, bem-estar e prosperidade que são, afinal, 3 dos pilares principais da vida de todos nós.

Como aplicar o Feng Shui em casa? Nós ensinamos

1. Cama

No quarto, a cama deve ficar junto a uma parede que não tenha janelas, nem portas. Ela pode ficar voltada para a porta, desde que não com os pés da cama.

Apesar de haver muitas camas que já não a têm, segundo o feng shui é importante que a cama tenha cabeceira, pois ela simboliza segurança.

2. Harmonia

O feng shui defende a harmonia e, para tal, há elementos que esta filosofia julga essenciais, sobretudo num quarto dividido por 2 pessoas. Decore o espaço com 2 mesas de cabeceira iguais, cada uma das quais colocada de um dos lados da cama.

As cortinas compridas, que vão até ao chão, são também uma forma de tornar o quarto acolhedor e contribuir para esse sentimento de harmonia, aconchego e carinho entre as pessoas que dormem naquela divisão.

3. Espelhos

Mais do que usar ou não espelhos, aquilo que o feng shui toma em atenção é o posicionamento dos mesmos. Ou seja, de acordo com esta filosofia, os espelhos não devem refletir a cama e devem ser amplos. Isto, porque o reflexo da cama pode provocar insónias.

No hall de entrada, pode colocar um espelho ao lado da porta, já que tal dá a sensação de ampliar o espaço. Na sala, deve pendurar um espelho frente à mesa de jantar, pois isso ajuda a trazer prosperidade para a casa. Se tiver um corredor muito extenso que termina numa porta, então aí também pode preencher uma parede com um espelho, o qual ajuda a captar energia.

4. Cores

Todos sabemos que cada cor acarreta alguns significados e provoca outras tantas sensações, pelo que o feng shui também tem uma palavra a dizer sobre esta matéria. No quarto, por exemplo, é preferível usar cores claras, que convidem ao repouso e ao relaxamento.

Em espaços pequenos, devem evitar-se tons escuros, porque eles podem tornar o ambiente depressivo e fazer a divisão parecer ainda menor. Em áreas maiores ou para pintar apenas uma parede, pode optar por cores fortes e vibrantes como o vermelho ou o laranja, por exemplo, o qual transmite ação e movimento.

Se toda a casa for pequena, aposte em paredes de tons claros e deixe as cores mais vivas para os objetos decorativos.

5. Organização

Para o feng shui, arrumação é a palavra de ordem. Portanto, recorra a muitas caixas de arrumação que permitam manter tudo no devido lugar. Tal contribui para a clareza mental.

Portanto, trate de separar as contas para pagar dos exames médicos e evite amontoados de papel.

6. Sala de estar

A zona de receber e de estar com os convidados deve ser confortável. Coloque o sofá, as poltronas e as cadeiras voltadas para a porta, para que nunca esteja de costas para quem entra.

Modelos em L ou em U cumprem bem este pressuposto e devem ser preenchidos com almofadas de cores alegres, estampadas e com tecidos bem macios.

7. Armários da cozinha

Para o feng shui, os armários da cozinha são o reflexo da sua carteira. Portanto, trate de os manter bem organizados e sem produtos com a validade expirada.

Recipientes sem tampas ou partidos também devem ser descartados. Itens cortantes como facas e tesouras devem ser bem guardadas e nunca estarem expostas.

8. Fogão

Esta filosofia oriental defende que o fogão é símbolo de saúde e prosperidade. Por essa razão, ele deve estar sempre limpo, a funcionar a 100% e a ser utilizado com alguma regularidade.

9. Plantas

As flores, como seres vivos que são, têm impacto no nosso dia a dia. Elas fazem-nos sentir bem, além de darem uma graça especial à decoração da nossa casa. Prefira espécies práticas e fáceis de cuidar, para que tenha sempre plantas frescas e viçosas. Combine, ainda, flores brancas com verduras e capte as melhores energias.

Alguns exemplos de boas espécies para ter por perto são os lírios, pois renovam o ar, a espada-de-São-Jorge, porque é protetora e indicada para colocar em varandas e nos WC, ou a árvore-da-felicidade, propiciadora de bons relacionamentos.

10. Iluminação

Não descure na iluminação, evitando por tudo ter zonas escuras em casa. Coloque candeeiros de mesa nas áreas menos iluminadas e privilegie sempre a iluminação natural, deixando entrar a luz solar pelas janelas e portas. Para isso, prefira também cortinas leves e transparentes e paredes e tetos claros para refletirem essa mesma luz.

Existem, já, muitos mitos e preconceitos relativos a esta filosofia oriental. Por essa razão, é tão importante saber como aplicar o feng shui em casa, sem cair em fundamentalismos ou medidas inconcebíveis.

Siga as sugestões que lhe deixámos e descubra como aplicar o feng shui em casa pode ser fácil e trazer muitos benefícios para o ambiente da sua habitação, tornando-a mais bem energizada e cheia de vitalidade.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Feng shui em casa: como aplicá-lo em 10 passos simples”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/como-aplicar-o-feng-shui-em-casa/

Comprar ou arrendar? Casas próprias mais caras 40% em Portugal desde 2007 – o dobro de na UE

Entre 2007 e o primeiro trimestre de 2020, o preço para arrendar casa em Portugal também disparou, na ordem dos 30%.

Comprar ou arrendar casa? Esta é uma pergunta que muitas pessoas colocam e que é de difícil resposta. Uma coisa é certa: nos últimos anos, entre 2007 e o primeiro trimestre de 2020 – já abrange o mês de março deste ano, marcado pelo início da pandemia de Covid-19 –, muita coisa mudou nos preços na União Europeia (UE), onde subiram 20,5% no mercado de compra e venda de casas e 20,8% no mercado de arrendamento. E em Portugal as subidas foram ainda mais altas neste período, analisado pelo Eurostat.

Segundo dados revelados esta quarta-feira (8 de julho de 2020) pelo Eurostat, entre 2007 e o primeiro trimestre de 2020, os preços das casas próprias aumentaram em 21 Estados-Membros da UE e diminuíram em seis, sendo que os maiores aumentos verificaram-se no Luxemburgo (91,4%), Áustria (91,3%) e Suécia (82,8%). De referir que Portugal surge na oitava posição do ranking, tendo registado um crescimento nos preços das casas à venda superior a 40%. 

Por outro lado, os países onde se verificaram as maiores descidas nos preços durante o período em causa são, por esta ordem, Grécia (-35,6%), Roménia (-23,6%) e Irlanda (-17,5%).

Relativamente ao mercado de arrendamento, os preços aumentaram em 26 Estados-Membros da UE e diminuíram apenas num, a Grécia (-17,5%). De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, os maiores aumentos ocorreram na Lituânia (101,8%), República Checa (82,2%) e Hungria (75,1%), sendo que em Portugal a subida rondou os 30%.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Comprar ou arrendar? Casas próprias mais caras 40% em Portugal desde 2007 – o dobro de na UE”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/07/08/43903-comprar-ou-arrendar-casa

CPCV: o que significa esta sigla e a sua importância para a compra de casas

O contrato promessa compra e venda garante uma futura compra/venda de um imóvel. Explicamos como funciona e a relevância que tem para ambas as partes.

O contrato promessa compra e venda (CPCV), tal como o nome indica, é um contrato que garante uma futura compra/venda. De carácter facultativo, estabelece os direitos e deveres dos intervenientes. Neste artigo, explicamos a sua relevância e como se deve proceder.

A celebração de um CPCV é essencial caso queiras garantir a compra do imóvel, mas ainda não tenhas o crédito aprovado ou o imóvel ainda esteja em obras, caso tenha que aguardar pela venda da casa atual ou o proprietário atual ainda aguarde a licença de utilização, entre outros.

O CPCV identifica os intervenientes, o imóvel, o valor e forma de pagamento, as sanções em caso de incumprimento do contrato, o valor de sinal e outras cláusulas aplicáveis a cada caso específico. 

Por norma, em caso de incumprimento do CPCV por parte do promitente vendedor, este terá que devolver o sinal em dobro ao promitente comprador. Por sua vez, se o incumprimento surgir por parte do promitente comprador, este perde o sinal dado aquando da celebração do CPCV. 

Caso esteja a aguardar aprovação de crédito habitação, se ambas as partes acordarem, podem estabelecer a anulação do CPCV na eventualidade de recusa do crédito. Contudo, é aconselhável que garanta que tem condições para te concederem um empréstimo, nomeadamente ao nível da taxa de esforço e capitais próprios a alocar à aquisição do imóvel. 

Outra salvaguarda a ter no momento de elaboração do CPCV é o prazo para realização da escritura. Mesmo que tenha previsto efetuar a escritura em pouco tempo, o ideal é dar alguma margem para eventuais imprevistos e consequentemente correr o risco de perder o montante de sinal. 

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“CPCV: o que significa esta sigla e a sua importância para a compra de casas”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/07/43889-cpcv-o-que-significa-esta-sigla-e-a-sua-importancia

Preços das casas disparam: Portugal é o país da UE onde mais subiram no primeiro trimestre

No primeiro trimestre de 2020, comprar casa ficou 10,3% face ao período homólogo e 4,9% face aos últimos três meses do ano passado.

Os preços das casas em Portugal dispararam no primeiro trimestre do ano, tendo aumentado 10,3% em termos homólogos e 4,9% em termos trimestrais. A subida verificada face aos três meses anteriores foi, de resto, a maior entre os países da União Europeia (UE). Em causa estão dados revelados esta quarta-feira (8 de julho de 2020) pelo Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da UE, a subida verificada em termos trimestrais (4,9%) – os dados já abrangem o mês de março, marcado pelo início da pandemia de Covid-19 – é bem superior à registada na média dos países da UE (1,2%) e da Zona Euro (0,9%). Estónia (4,8%) e Eslováquia (4%), por esta ordem, completam o pódio das maiores subidas trimestrais. 

O mesmo acontece em termos homólogos, com o crescimento a nível nacional (10,3%) a superar de longe o verificado na média dos países da UE (5,5%) e da Zona Euro (5%). A maior subida anual – no primeiro trimestre de 2020 face ao mesmo período do ano passado – ocorreu, no entanto, no Luxemburgo (14%). Seguem-se Eslováquia (13,1%), Estónia (11,5%) e Polónia (11,3%). De referir que o único país que registou uma diminuição dos preços foi a Hungria, com uma queda de 1,2%.  

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Preços das casas disparam: Portugal é o país da UE onde mais subiram no primeiro trimestre”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/07/08/43905-precos-das-casas

6 truques para transformar facilmente um quarto de bebé num quarto de criança

À medida que vão crescendo, as crianças vão também desenvolvendo novos gostos. E é fácil transformar os espaços com apenas algumas mudanças.

Todos nós sabemos a dedicação e o tempo que é investido na montagem de um quarto de bebé, ainda assim, este tem um prazo de validade muito curto. Os bebés crescem de dia para dia, começam a andar, a falar, ganham uma certa independência, passam pela fase de introdução de alimentos e, de repente, a poltrona de dar de mamar já não faz sentido.

À medida que vão crescendo, as crianças vão também desenvolvendo o seu gosto e começam a preferir cores mais vivas, ao contrário das cores mais suaves de um quarto de bebé. Mostramos-te alguns truques que te ajudarão, seguramente, a transformar um quarto de bebé num quarto de criança.

1. Substituir o berço por uma cama de criança

Caso o berço do bebé tenha grades de proteção removíveis, podemos simplesmente retirar uma proteção lateral, permitindo à criança ter liberdade para sair e entrar na cama quando quiser e assim conseguimos que o berço tenha uma maior durabilidade. Caso não seja este o caso, recomendamos que compres uma cama própria para crianças, que se carateriza por ser baixa e em que podemos usar o colchão e a roupa de cama que já tínhamos.

Se quisermos fazer um investimento a longo prazo, pensando já na fase adolescente, aconselhamos a comprar uma cama de tamanho normal. Neste caso, convém adicionarmos uma proteção nas laterais e um banco para ajudar a criança a entrar e sair da cama por conta própria.

2. Adaptar o trocador/muda-fraldas

À medida que o bebé vai crescendo vai deixando as fraldas de lado, pelo que o trocador deixa de fazer sentido. Desta forma, podemos aproveitar da melhor maneira este espaço. Sugerimos que utilizes este espaço como arrumação para os livros e brinquedos da criança. É importante utilizar um móvel baixo ou caixas, de modo a que a criança tenha acesso fácil e não dependa de ninguém de cada vez que queira brincar com o seu brinquedo preferido.

Levar também em conta que agora temos de ter os cremes, loções, pomadas, tesouras, fora do alcance da criança. Recomendamos que os guardes fora do quarto da criança, assim tens a certeza de que a criança fica em segurança no seu quarto.

3. Criar espaço para muita diversão

Ter espaço suficiente para brincar é incrível. E existir espaço disponível no quarto da criança também ajuda a manter o resto da casa mais arrumada e com menos brinquedos espalhados.

Este é o lugar perfeito para uma tenda, uma casa de bonecas, mini cozinhas ou uma mini mesa e cadeiras. Pergunta à tua criança de que é que ela gosta. É importante que elas também tenham um papel ativo na reformulação do seu quarto, permitindo-nos, assim, conhecer mais a fundo quais são os seus gostos e preferências.

4. Reorganizar

Nesta fase de crescimento, as crianças começam a ficar muito orgulhosas de tudo e do que conseguem fazer por conta própria. Por isso, temos de ter em consideração onde e como guardamos as coisas, nomeadamente a roupa.

Quando a criança começa a ficar mais independente, provavelmente vai querer vestir-se sozinha e abdicar da ajuda de um adulto. De modo a que a criança comece a criar os próprios conjuntos, reorganiza as roupas para que estas sejam apropriadas à estação atual e de modo a que estejam nas prateleiras inferiores e nas gavetas de baixo, ficando assim de fácil acesso.

5. Decoração

A tendência nos dias de hoje é ter um quarto de bebé o mais neutro possível em relação ao género, permitindo que não surja a necessidade de ter de alterar a decoração muito cedo.

Mas se tiveres algum orçamento reservado para alterar alguns detalhes, ótimo. Pode ser um bom momento para alegrar o quarto das crianças e pintar as paredes (ou apenas uma parede) com uma cor mais alegre. Basta escolher uma que acrescente alguma personalidade ao quarto. Não esquecer de perguntar qual a cor de que elas mais gostam e se estão de acordo com a cor que escolherem.

As paredes escuras deixam o quarto muito pesado, sendo que a criança precisa de um quarto luminoso pois é mais relaxante e reconfortante. A madeira clara, a cor branca ou os tons pastel são excelentes alternativas. Também existe a possibilidade de utilizarmos papel de parede, tornando o quarto mais divertido. Ter em atenção para não utilizarmos nenhum que tenha padrões ou desenhos muito grandes, pois isto não facilita a concentração da criança nas diversas atividades, comprometendo o seu desenvolvimento.

É importante referir que a decoração do quarto deve ser modificada de acordo com a idade da criança, adaptando-se sempre à mesma. Muda os quadros para outros com temas mais maduros/adultos. Adiciona mais texturas e padrões ao quarto, ao adquirir almofadas de tamanhos diferentes, tapetes e mantas coloridos.

Ter um espelho adequado à sua altura é muito importante para a sua interação e para reconhecerem a sua própria imagem, fundamental no seu correto desenvolvimento. Acrescenta também um gráfico de crescimento para que os teus filhos possam acompanhar a sua altura.

O principal ponto a ter em conta no momento de fazer um investimento na decoração é considerar a longevidade das peças decorativas. Adquire peças neutras e clássicas de modo a que não seja necessário substituir por outras num curto espaço de tempo e que possam ter mais que um propósito.

Faz o mesmo para os itens de banho, como por exemplo, as toalhas com capuz. Deixe que a criança seja responsável por recolher o que precisa para a hora de banho, fazendo com que a se torne mais autónoma, algo muito importante para o seu desenvolvimento.

6. Segurança

Num ambiente com elementos ao alcance da criança, não nos podemos descurar com a segurança. Por isso, é importante ter em consideração o seguinte:

  • Evitar móveis ou outros elementos com quinas;
  • Não usar quadros com vidro, preferir o acrílico:
  • Fixar os objetos e móveis à parede com fita dupla face (evitar os pregos);
  • Esconder e proteger as tomadas.

No geral, uma transformação de sucesso de um quarto de bebé para um quarto de criança passa por permitir à criança independência num lugar que seja seguro e que lhe permita um correto desenvolvimento da personalidade e competências. Portanto, tem a certeza de que o quarto novo permite à criança brincar à vontade, sem ser necessário pedir ajuda a um adulto. Além disso, confirma também que se sente confortável em deixar a criança sozinha, o que significa colocar os riscos fora de alcance, removendo qualquer tentação de trepar móveis ou objetos.

As crianças normalmente são muito curiosas e destemidas, portanto permite que elas usufruam de um espaço em que se sintam seguras e, em seguida, respira fundo e aproveita. Esta fase passa num instante.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“6 truques para transformar facilmente um quarto de bebé num quarto de criança”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/espacos/2020/07/06/43866-truques-para-transformar-facilmente-um-quarto-de-bebe-num-quarto-de-de-crianca