O que é uma hipoteca? E uma garantia hipotecária num crédito habitação?

Especialistas explicam a importância destes termos na hora de pedir um empréstimo para a compra de casa.

Uma hipoteca é a garantia que o proprietário do imóvel apresenta como um compromisso da sua obrigação de reembolsar o empréstimo. Desta forma, quando nos dirigimos a uma entidade bancária, o que pedimos não é uma hipoteca, mas sim um empréstimo. E, quando recebemos o dinheiro, o que pagamos todos os meses são as prestações de reembolso do empréstimo, e não da hipoteca.

A hipoteca é a garantia que o banco recebe da nossa parte e que é constituída com a escritura pública. Quando hipotecamos os nossos bens continuamos a ser os seus proprietários, razão pela qual podemos vendê-los, arrendá-los ou hipotecá-los novamente, embora na maioria dos casos a entidade nos imponha o dever de consultá-la antes de realizarmos estes atos. 

O crédito hipotecário para pessoas singulares é comummente designado como crédito habitação.

O que é uma garantia hipotecária num crédito habitação?

A garantia hipotecária é a caução apresentada pelo proprietário do imóvel como compromisso com a sua obrigação de reembolsar o empréstimo. Assim sendo, o que pedimos quando vamos a uma entidade não é uma hipoteca, mas sim um empréstimo. E uma vez que o dinheiro é recebido, todos os meses pagamos as parcelas de reembolso do empréstimo, e não a hipoteca. A hipoteca é a garantia que o banco recebe da nossa parte, enquanto proprietários, constituída com a escritura pública.

Quando hipotecamos os nossos ativos, ainda os possuímos, pelo que os podemos vender, arrendar ou hipotecar novamente. No entanto, na maioria dos casos a entidade impõe a obrigação de ser consultada antes de realizar qualquer uma dessas ações.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“O que é uma hipoteca? E uma garantia hipotecária num crédito habitação?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/14/43966-o-que-e-uma-hipoteca-e-uma-garantia-hipotecaria-num-credito-habitacao

Conheça as 5 grandes tendências do mercado imobiliário 2020

Está a pensar comprar ou vender casa este ano? Então atente ao que temos para partilhar: aqui vai encontrar as 5 tendências do mercado imobiliário 2020.

Não se assuste porque não precisa ser vendedor imobiliário para conseguir ler este artigo que preparamos para si. Muito pelo contrário! Vamos partilhar consigo as cinco principais tendências do mercado imobiliário 2020, que podem ser bastante úteis para si no caso de estar a pensar investir, comprar ou vender um imóvel.

Quem o diz é a prestigiada plataforma de crowdfunding Housers, que com a já larga experiência no mercado imobiliário, partilhou as principais mudanças, tendências e desafios que vão marcar o mercado neste novo ano. E sim, a plataforma garante que com um mínimo de 50 euros já é possível tornar-se investidor num negócio com retorno! Quer saber como? Fique connosco.

Tendências do mercado imobiliário: 5 factos a não perder

Temos boas notícias para si: as perspetivas para 2020 no que concerne o mercado imobiliário são bastante positivas e animadoras! De acordo com o próprio Diretor da Housers em Portugal, David Diogo, nos últimos dois anos temos assistido a um desenvolvimento saudável do setor imobiliário.

1. Novos formatos de gestão dos imóveis

O modelo do mercado imobiliário como o conhecíamos vai começar a modificar bastante. Hoje em dia, este setor não se limita a quem vende casas, quem compra e aos agentes imobiliários. Além de começarem a surgir cada vez mais tipos de negócio, que vão além do arrendamento, venda e compra, também as figuras em volta dos mesmos vão aumentando.

Cada vez são mais comuns as figuras de gestor de ativos de imóveis (asset management), uma figura muito presente nos setores financeiros que surgem agora no mercado, o que contribui para uma maior profissionalização e inovação no setor.

Também a figura de concierge é cada vez mais uma presença assídua, sobretudo nos negócios de alojamento local. Esta é, essencialmente, uma figura que assegura toda a gestão logística de um determinado espaço e que é responsável por acolher os hóspedes que vão chegando.

2. Medidas regulatórias vão apertar o cerco

O mercado imobiliário é dos mercados que mais flutuações vive. E se há cerca de uma década atrás estávamos a iniciar a famosa crise imobiliária com dificuldade de acesso ao crédito, em 2018/2019 viveram-se períodos mais otimistas.

No entanto, a meio do ano de 2019, o Banco de Portugal decidiu colocar um travão à concessão de crédito de habitação, como medida de prevenção e evitar que se repetissem os erros da crise de 2009. Os requisitos e condições obrigatórias para obter um crédito habitação vão, assim, voltar a ser mais rígidas.

3. Massificação da utilização de Big Data

Antes de entrarmos em mais uma das tendências do mercado imobiliário 2020 convém desmistificar este palavão: Big Data. Essencialmente, este termo significa que cada vez mais os sistemas e tecnologias estão otimizados e pensados de forma a utilizar a informação sobre o consumidor e o processo de negócio da forma mais inteligente possível e mais à medida de cada um dos envolvidos.

A utilização de Big Data tem crescido imenso no setor, mas ainda se acredita que existe um grande espaço para inovar e desenvolver.

4. Maior equilíbrio entre oferta e procura

Acredita-se que a procura por imóveis vai continuar a crescer, o que é um claro sinal de que o setor está de boa saúde e se recomenda. O grande desafio neste ponto está antes em conseguir responder a toda esta procura.

Como assim, pergunta? Nós respondemos com um exemplo: não poucas vezes existe a vontade e a possibilidade de adquirir terrenos para construção, mas as administrações públicas bloqueiam a possibilidade de se efetuar o negócio.

No entanto, uma das previsões das tendências do mercado imobiliário 2020 é precisamente um maior equilíbrio entre a procura, cada vez mais alta, e a oferta, com as administrações locais a desbloquearam um maior número de processos.

5. Saber enfrentar as diferenças geográficas

Terminamos com um dos grandes desafios em termos de tendências do mercado imobiliário 2020: pese embora seja verdade que a procura no setor imobiliário é cada vez maior e por todo o país, o que acontece é que a mesma não é igual de região para região.

A plataforma Housers refere até que o mercado imobiliário em Portugal se move a duas velocidades distintas: enquanto que as rendas de uma forma geral aumentaram o ano passado cerca de 10%, em zonas específicas como a Área Metropolitana de Lisboa, Área Metropolitana do Porto, Algarve e Madeira, os valores ultrapassaram largamente a média de aumento nacional.

Quer isto dizer que em 2020 é necessário saber como enfrentar e tentar apaziguar este desequilíbrio que se torna um verdadeiro problema estrutural, para o qual é preciso uma articulação das entidades públicas e privadas do setor.

Algumas das medidas que podem ajudar neste desafio passam pela obtenção de financiamento alternativo, um mercado com bastante margem para crescer e que pode ajudar ao desenvolvimento de projetos em locais estratégicos que permitam também a migração de vários habitantes dos grandes centros urbanos para zonas um pouco mais afastadas.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Conheça as 5 grandes tendências do mercado imobiliário 2020″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/tendencias-do-mercado-imobiliario-2020/

Tributação de imóveis: consulte aqui o guia completo

Em caso de venda ou arrendamento de uma casa quanto terá de pagar? Tudo o que precisa de saber sobre a tributação de imóveis.

Ser proprietário de um imóvel e obter rendimentos com o mesmo implica tomar uma decisão sobre o que fazer e ter consciência de que há obrigações fiscais a ter, nomeadamente com a tributação de imóveis.

Assim, seja para vender ou arrendar o imóvel, todos os rendimentos obtidos são tributados em sede de IRS, havendo, todavia, algumas exceções, bem como formas de diminuir o valor do imposto a pagar.

Fique a par de todas as obrigações relacionadas com a tributação de imóveis.

Tributação de imóveis em caso de venda

Sempre que vende uma casa deve declarar esse valor em IRS, mesmo que não haja lugar para o pagamento de imposto. Essa transação deve ser feita no ano da declaração do IRS respeitante aos rendimentos do ano em que esta se concretizou.

Geralmente quando se vende um imóvel é por um valor superior ao que se pagou no momento da compra, logo está perante um caso de pagamento de mais-valias. Isto quer dizer, concretamente, a diferença positiva entre o valor da venda e o valor de comprar, corrigido pela aplicação de coeficientes monetários e adicionado de certos encargos e despesas. Uma obrigação que pode ser representada pela seguinte equação:

Mais-valias = Valor da venda – (Valor da aquisição x Coeficiente de desvalorização da moeda) – Encargos com aquisição e venda – Despesas com valorização

Veja alguns exemplos para perceber mais concretamente o valor a pagar em caso de existência de mais-valias.

Exemplo 1

  • Valor de aquisição: 100.000 euros
  • Ano de aquisição: 2000
  • Valor de venda: 160.000 euros
  • Ano de venda: 2018
  • Despesas com venda e aquisição: 500 euros
  • Encargos com valorização: 5.000 euros
  • Mais-valias: 160.000 euros – (100.000 euros x 1,41*) – 5.000 euros – 500 euros = 13.500 euros

* Aplicação do coeficiente de desvalorização da moeda de 2000 (ano de aquisição do imóvel vendido) da tabela aplicável aos bens vendidos em 2018 (ano de venda).

Exemplo 2

  • Valor de aquisição: 200.000 euros
  • Ano de aquisição: 2015
  • Valor de venda: 220.000 euros
  • Ano de venda: 2018
  • Despesas com venda e aquisição: 6.000 euros
  • Encargos com valorização: 10.000 euros
  • Mais-valias: 220.000 euros – (200.000 euros x 1,02*) – 10.000 euros – 6.000 euros = 0 euros

* Aplicação do coeficiente de desvalorização da moeda de 2015 (ano de aquisição) da tabela aplicável aos bens vendidos em 2018 (ano de venda).

Como declarar a venda de casa em IRS?

A venda de casa deve ser feita através do preenchimento dos anexos G ou G1 ou em ambos: se a compra do imóvel for anterior a 1 de janeiro de 1989, deve ser preenchido o anexo G1; se a compra do imóvel for posterior a essa data, então deve preencher o anexo G; se o imóvel tiver sido adquirido em parcelas (heranças sucessivas) e em datas distintas dos períodos indicados, então, deve preencher os dois anexos.

Quando é que não paga mais-valias?

Existem duas situações em que as mais-valias se encontram isentas de tributação. Saiba quais são:

  • Se a compra da casa tiver sido anterior a 01 de janeiro de 1989;
  • Se se tratar da venda de habitação própria permanente, desde que:
    • O dinheiro obtido com a venda seja reinvestido na aquisição de uma nova casa com a mesma finalidade e que tal aconteça entre os 24 meses anteriores ou 36 meses seguintes à venda;
    • O dinheiro obtido com a venda seja utilizado para amortizar um crédito à habitação contraído antes de 2015 (possibilidade que irá terminar no final de 2020);
    • O dinheiro obtido com a venda seja reinvestido na compra de um contrato de seguro, adesão individual a um fundo de pensões aberto que garanta uma prestação regular e periódica de valor máximo equivalente a 7,5% do valor investido ou adesão ao regime público de capitalização, desde que o vendedor seja pensionista ou tenha mais de 65 anos de idade.

Tributação de imóveis em caso de arrendamento

Qualquer pessoa deve comunicar à Autoridade Tributária todos os contratos próprios de arrendamento, subarrendamento e promessas, e quaisquer alterações ou cessação dos mesmos.

Em situação de arrendamento, deverá pagar imposto sobre o valor das rendas, quer pelo regime do englobamento ou não dos rendimentos provenientes dessa fonte.

Explicamos melhor: se optar pelo não englobamento, será tributado autonomamente a uma taxa de imposto de 28%, em caso de pessoa singular (enquadrado na categoria F de rendimentos), ou de 25% em caso de pessoa coletiva (enquadrado na categoria B). A taxa incide sobre o rendimento anual obtido com o arrendamento, depois de excluídas as despesas dedutíveis.

Por outro lado, se optar pelo englobamento, situação recomendada para contribuintes com taxas de imposto em sede de IRS inferiores a 28%, “genericamente poderá valer a pena englobar quando os rendimentos vão até ao primeiro escalão de IRS (isto é, até 7.000 euros), onde a taxa é de 14,5%, e em alguns casos até ao segundo, desde que a taxa efetiva seja inferior à taxa marginal do segundo escalão”.

Nesta situação, os rendimentos globais são taxados à taxa de IRS referente ao escalão referente.

Tributação de imóveis em caso de subarrendamento

Em caso de subarrendamento, o inquilino passa a ser o senhorio e o sublocatário o inquilino. Nesse caso, apenas existe a possibilidade de disponibilização do espaço e a prestação de espaços comuns, não havendo lugar a prestação de serviços como muitas vezes acontece com o arrendamento.

Contudo, como deve imaginar, o subarrendamento deve ser autorizado pelo senhorio e comunicado no prazo de 15 dias assim que admita ou saia o sublocatário.

Nesta situação, existirá uma renda sobre uma renda já existente, sendo necessário declarar ambas. A tributação deverá incidir sobre a diferença positiva entre o que se recebe e o que se paga ao senhorio.

Saiba quais são as despesas dedutíveis na tributação de imóveis

Todas as despesas dedutíveis devem ter o respetivo documento que as comprovem e devem ser declaradas até 24 meses após terem ocorrido.

Estas são as despesas que poderá deduzir em sede de IRS:

  • Despesas de reparação e conservação:
    • Pinturas interiores e exteriores;
    • Reparação ou substituição do sistema de canalização ou elétrico;
    • Energia para iluminação, aquecimento ou climatização central.
  • Condomínio e manutenção:
    • Quotas do condomínio;
    • Energia e manutenção dos elevadores;
    • Despesas gerais com o prédio, como porteiros, limpezas ou obras.
  • Impostos:
    • Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI);
    • Taxas autárquicas, como taxas de saneamento ou de esgotos.
  • Seguro de incêndio ou seguro multirriscos;
  • Mediação Imobiliária.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Tributação de imóveis: consulte aqui o guia completo”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/tributacao-de-imoveis/

Vender uma casa e comprar outra ao mesmo tempo – explicamos como

Vender e comprar uma casa ao mesmo tempo é o sonho de muitas pessoas. O processo não é tão complicado como se pensa, mas exige alguma paciência. Uma das regras de ouro passa por não tomar, em nenhum momento, decisões precipitadas, e avaliar bem os termos de cada negócio.

Apresentamos-te algumas dicas que deves ter em conta durante o processo.

Vender para comprar

O principal entrave será a separação dos dois passos, segundo a empresa. Isto é, enquanto se procura pela nova casa, é necessário que também se procure pelo comprador. O primeiro conselho é não realizar a compra do novo imóvel até que o contrato de promessa compra e venda do atual esteja assinado.

Tendo em conta que esta primeira fase poderá ser demorada e levar a decisões impulsivas, “é pertinente a elaboração de uma lista com todas as etapas e documentação, de forma a facilitar a organização e o foco ao longo de todo o processo”. A lista deverá ter em conta:

  • A mudança
  • Os impostos e documentação necessária à venda de uma casa
  • Os impostos e documentação necessária à compra de uma casa
  • Despesas da hipoteca
  • Possível compra de novo mobiliário
  • Possíveis gastos em obras/reparações

Tempo

Será importante salvaguardar o tempo, sobretudo se a venda acontecer antes da compra é recomendável, por isso, fazer um acordo de 6 meses com o comprador entre a venda e a entrega definitiva da chave.

A hipoteca

O cenário ideal e mais fácil será para quem já tiver a atual casa paga, visto que apenas terá de realizar uma nova hipoteca para a nova. Ainda assim, uma vez que por norma os empréstimos são de 30/40 anos, a situação normal será que ainda existam prestações por liquidar. Neste caso, diz a agência, existem três opções a ter em conta:

  • Cancelamento da hipoteca atual: implica pagar a totalidade do remanescente do empréstimo e a respetiva comissão de cancelamento;
  • Sub-rogação da hipoteca: a dívida passa para o novo proprietário, ao substituir o credor na titularidade;
  • “Hipoteca Ponte”: junção da hipoteca da casa por vender e da nova, até que a primeira seja vendida. “Esta opção ainda não é prática comum em Portugal, mas já se encontra disponível em bancos estrangeiros que operam no país. A mesma foi pensada precisamente para os casos de quem quer vender e comprar ao mesmo tempo”.

Permuta

A permuta permite uma poupança no crédito e consequente hipoteca. Ao fazer troca por troca, o valor do imóvel é abatido no outro e vice-versa, reduzindo significativamente a taxa de esforço. Ainda assim, há forte probabilidade de o banco aumentar o spread ou obrigar a liquidação do empréstimo anterior e contratação de um novo.

No que diz respeito ao IMT, e caso exista uma diferença no preço dos imóveis, este imposto só irá incidir na diferença declarada de valores. Se o valor for igual, os proprietários ficam livres deste encargo.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Vender uma casa e comprar outra ao mesmo tempo – explicamos como”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/01/24/42207-vender-uma-casa-e-comprar-outra-ao-mesmo-tempo-explicamos-como

Comprar ou vender casa em 2020: seis aspectos a ter em conta

Comprar ou vender uma casa pode ser um grande desafio. Para quem compra, porque se trata de um investimento a longo prazo, e para quem vende, que não quer fazer um “mau negócio”. O processo não é fácil, e envolve várias questões burocráticas pelo meio, que exigem tempo, o domínio de alguns conhecimentos na área, mas também (alguma) paciência.

Com base em algumas tendências e previsões, o Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares, apresenta 6 aspetos a ter em conta em 2020 se decidir dar algum destes passos, que agora reproduzimos na íntegra.

Beneficiar dos juros baixos

As perspetivas apontam para que as taxas Euribor se mantenham em níveis muito baixos, o que aliado a um ambiente de estabilidade económica e de concorrência na banca deve garantir spreads atrativos. O Doutor Finanças diz que “o momento é positivo para a contratação de crédito habitação devido aos custos mais baixos de financiamento”.

Aproveitar o dinamismo do mercado imobiliário

A recuperação do mercado da construção de casas e a potencial aprovação de novos licenciamentos deverão munir o mercado de maior dinamismo, o que criará oportunidades para quem quer comprar casa, pois existirá um aumento da oferta de imóveis para aquisição, segundo a previsão da empresa.

Considerar outras localizações

“Apesar da envolvente ser positiva, há algumas limitações. Nomeadamente no que se refere a encontrar a “casa” dos nossos sonhos”. Os últimos anos têm sido marcados por uma procura de imóveis por parte de estrangeiros, especialmente nas zonas mais centrais de Lisboa, Porto e do Algarve, fator que fez subir os preços das casas nessas localizações. Como a oferta é escassa, não é expectável que os preços venham a diminuir nestas cidades.

Se o sonho é mesmo morar nos grandes centros, deverá tentar comprar casa agora, de acordo com o Doutor Finanças. Para quem não consegue acompanhar a subida dos preços, a solução poderá passar por alargar as possibilidades geográficas, procurando em zonas mais periféricas onde os pedidos de licenciamento já aumentaram, uma vez que ainda existe espaço para nova construção.

Avaliar os riscos externos

A economia nacional dá sinais de crescimento e estabilidade. E ainda que as previsões sejam otimistas, diz a empresa que “há sempre algumas nuvens a pairar”, nomeadamente a conjuntura internacional, que passa por questões geopolíticas, como os ataques entre o Irão e os EUA, ou a saída do Reino Unido da União Europeia, que podem “contaminar o resto do mundo”.

Ouvir o agente imobiliário e procurar um intermediário de crédito

O mercado imobiliário é sempre desafiante seja para quem vende seja para quem compra: quem vende quer fazê-lo ao preço mais elevado e quem compra quer o preço mais baixo.

 “Ouve o teu agente imobiliário, que tem conhecimento sobre a realidade do mercado e que pode aconselhar-te a fazer o melhor negócio”, diz o Doutor Finanças.

Poupar é fundamental

Numa altura em que os bancos só financiam até 90% da compra do imóvel (ou da avaliação do mesmo) é essencial ter poupanças. Deverá começar por avaliar os teus encargos mensais com créditos e considerar juntar os créditos num só ou renegociar o seu crédito à habitação. “Com estas soluções poderá conseguir poupar dinheiro que poderá aproveitar para constituir um “pé-de-meia”, conclui a empresa especializada em finanças pessoais e familiares.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Comprar ou vender casa em 2020: seis aspetos a ter em conta”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/01/20/42149-comprar-ou-vender-casa-em-2020-os-6-aspetos-a-ter-em-conta

Melhor altura para vender a casa: saiba qual é para vender a sua

Conhecer qual a melhor altura para vender a casa vai facilitar todo o processo e permitir uma venda mais rápida. Saiba mais.

“O ideal é comprar quando todos querem vender e vender quando todos querem comprar” já dizia Warren Buffet, o multimilionário americano, tal fator também se aplica ao mercado imobiliário. Por isso, se pretende saber qual a melhor altura para vender a casa, prepare-se para tomar as devidas notas.

Vender a casa é uma decisão importante e a altura para o fazer é um dos fatores a ter em conta para que todo o processo corra da forma mais rápida e tranquila possível.

Pode parecer um detalhe irrelevante, mas a verdade é que anunciar uma casa no momento certo pode mesmo ser crucial para fechar uma negociação ou experienciar um flop.

Em Portugal, todas as semanas o preço das casas é notícia, dado que o mercado imobiliário no país é, atualmente, muito atrativo para quem deseja vender imóveis, principalmente nas cidades de Lisboa e Porto.

De tal forma que a procura é superior à oferta. No que aos preços diz respeito, e de acordo com o Barómetro Habitação de Out of the Box, portal português de Finanças Imobiliárias, em 2019, “os preços na habitação em Portugal vão continuar a subir, assim como o aumento na venda de casas que deverá caminhar para um novo recorde. “

Se tem uma casa para vender, este assunto interessa-lhe.

Como a época do ano pode influenciar a venda da casa

De acordo com um estudo organizado pelo Grupo Zillow, a maior empresa de anúncios online para imóveis que atua principalmente nos EUA, é na primeira quinzena de maio que há mais volume da oferta de casas para vender.

Quem anuncia neste período, consegue vender a sua casa 18,5 dias mais rápido do que noutra altura. Igualmente, o período de março a junho é bastante favorável para vender casa.

Em relação ao dia, o estudo revela ainda que o sábado é o melhor dia da semana para iniciar a promoção e a colocação de anúncios de venda, havendo nos sites do grupo um aumento de 20% dos visitantes, quando comparando com outros dias da semana.

Atente a dicas extras importantes para quem tem casa para vender.

Vender na primavera

A primavera é mesmo a melhor altura para vender a casa. Isto acontece, porque nesta época do ano, os dias são mais longos, o que significa que existe mais disponibilidade das pessoas, quer em procurar casa, quer para vender.

Vender no outono

O outono é mais uma das melhores épocas para vender casa, pela temperatura amena e pela sensação de mudança que essa época impõe no ritmo de vida das pessoas.

Evitar os meses de verão

Esta é uma época a evitar para quem pretende vender casa. Tal deve-se ao facto de muitas pessoas se ausentarem da cidade para irem de férias e a compra de casa não ser propriamente uma prioridade.

Evitar a época de festividades

É pouco provável que as pessoas procurem imóveis para comprar num período tão agitado e movimentado como é a época de final do ano. As preocupações são outras, nomeadamente prendas de Natal, jantares natalícios, festas de passagem de ano.

Fatores que influenciam a venda da casa

Além da época do ano, há outros fatores a influenciar positiva ou negativamente a venda de uma casa. Atente aos conselhos.

Características do imóvel

A tipologia do imóvel vai refletir-se no valor do mesmo. No caso dos apartamentos, o andar também conta, dado que os pisos superiores tendem a ser mais caros, porque representam maior segurança e privacidade e menos barulho proveniente da rua.

Neste campo, ter ou não garagem, a dimensão do imóvel, o número de casas de banho, ter varanda ou terraço, ar condicionado ou aquecimento central são características que vão influenciar o valor da venda e, consequentemente, a facilidade ou não com que será vendido.

Iluminação

Quanto mais iluminação natural, mais valorizado será o imóvel, não só pelo conforto que proporciona, mas também pela poupança energética que permite.

Estado de conservação

Vender um apartamento em bom estado e vender um apartamento que notoriamente apresenta sinais de degradação e precisa de obras são dois fatores completamente distintos que vão influenciar o processo de venda.

Se a casa tem sinais de humidade, se precisa de uma nova pintura, se é necessário fazer obras na cozinha ou casa de banho, então saiba que é melhor resolver primeiro estes problemas, para conseguir que a casa fique mais valorizada.

Sim, deve fazer um investimento para depois conseguir o devido retorno e mais ainda.

Localização

Neste fator incluem-se características como local, segurança, serviços ou bons acessos. Quanto mais existirem, então, melhor. É sinal de que o seu imóvel reúne boas características que vão agradar aos potenciais compradores.

Áreas de lazer

À semelhança do fator anterior, a existência de serviços e áreas de lazer são características que vão aumentar o valor do imóvel para venda.

As pessoas gostam de ter disponível perto de casa opções que permitam descontrair depois de um dia rotineiro e atarefado, como jardins, praia, parques infantis, espaços desportivos, teatros, supermercados e até centros comerciais.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Melhor altura para vender a casa: saiba qual é para vender a sua”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/melhor-altura-para-vender-a-casa/

O que esperar do imobiliário em 2020

O imobiliário voltou a dar que falar em 2019 e tudo aponta para que 2020 seja outro ano quente para o setor. Depois de anos marcados pela aposta na reabilitação, a construção nova está agora ao rubro, com projetos sobretudo orientados para a classe média portuguesa. Mas, tanto do lado dos profissionais como do Governo, a expetativa é que esta oferta seja ainda insuficiente para a procura de casas que existe, havendo, por isso, espaço para mais investimento em promoção imobiliária destinado a venda ou arrendamento. Por outro lado, o segmento de alta gama continua a dar sinais de forte dinamismo.

No meio de tudo isto, as projeções do mercado imobiliário apontam para que os preços das casas continuem a subir, ainda que de forma mais contida, evitando-se assim, no entender dos especialistas, uma bolha imobiliária em 2020.

E a previsão para o mercado imobiliário não é apenas animadora no mercado residencial. Também no segmento de escritórios e imobiliário comercial é antecipada uma evolução positiva, com os investidores a mostrarem ainda apetite por novas tendências, como o coliving, residências de estudantes ou coworking. O turismo continua a atraiar as atenções dos investidores, sobretudo em hotelaria e restauração, sendo o futuro do alojamento local um pouco mais incerto pelo novo enquadramento legal e fiscal.

No entanto, existem outras nuvens, que se tornaram mais negras nos últimos dias, a ensombrar o crescimento do imobiliário e que resultam de medidas no âmbito do Orçamento do Estado para 2020 (OE20). Por iniciativa do Governo ou dos partidos, a Assembleia da República discute agora, por exemplo, alterações aos regimes dos vistos gold e dos Residentes Não Habituais que o setor diz poderem vir a ser propulsores de eventual uma crise imobiliária, afetando o próprio desempenho da economia nacional. As notícias imobiliárias que vão chegar nos próximos tempos vão ser (ainda mais) importantes.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“O que esperar do imobiliário em 2020″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/economia/2020/01/28/42233-o-que-esperar-do-imobiliario-em-2020

9 dicas para poupar na mudança de casa

A ida de um lar para outro pode revelar-se exigente, stressante, confusa e dispendiosa. Ajudamos-te nesta tarefa.

Mudar de casa pode ter tanto de excitante como de assustador. Seja porque se vai mudar de emprego, estudar para outra cidade ou simplesmente iniciar uma nova vida, a mudança de lar pode revelar-se exigente, stressante, confusa e dispendiosa. Por mais simplista que seja a decoração, a mudança de casa exige paciência, tempo e algumas estratégias para que tudo corra pelo melhor. 

Algumas despesas na mudança de casa são incontornáveis, mas existem outras que se podem suprimir. Se pretende simplificar todo este processo e poupar dinheiro, toma nota das dicas e coloca-as em prática. 

1. Organização antecipada 

Esta é uma das dicas mais importantes, por várias razões. Se está “à porta” com a mudança de casa, deve organizar todas as ações num calendário ou cronograma, isto permite ter tudo pronto a ser transportado, nos timings ideais, por forma a facilitar todo o processo e evitar imprevistos. Deve arrumar e empacotar, com antecedência, tudo o que quer levar para a nova casa. 

Com a calendarização de todos os passos que tem que se dar, organiza-te melhor quer a nível de tempo, quer financeiramente. Isto porque pode planear tudo com mais calma, evitando falhas. Idealmente, deve planear todas as possibilidades e todos os passos a dar, um a dois meses antes. 

Este tempo ajuda-te a ver a possibilidade de contratar uma empresa de mudanças e comparar vários preços. Ou pedir ajuda a familiares com antecedência. 

2. Fazer listas para a mudança de casa 

Uma sugestão para que a chegada à casa nova corra melhor é fazer o empacotamento das coisas, divisão por divisão. Depois, colocar etiquetas de identificação em todas as caixas, descrevendo os objetos que têm. 

Começa por empacotar as coisas que menos precisa para o dia a dia e, por último, transporta os objetos que necessita diariamente. Para organizar todas as caixas, sugerimos que as numere e que faça uma lista, inventariando tudo o que está em cada caixa e a divisão a que se destinam. Assim, é menos provável que alguma coisa fique esquecida. Além disso, quando chegar à nova casa saberá onde encontrar tudo o que precisa e torna-se mais fácil voltar a organizar e arrumar. 

3. Poupar no empacotamento 

Também neste item pode poupar muito dinheiro. É certo que existem, no mercado, empresas que tratam do embalamento dos pertences, mas este serviço tem um custo associado. Também existem caixas de papelão à venda, mas o seu custo unitário também é considerável. Se tiver que comprar dezenas, fica dispendioso. Uma solução para poupar é fazer tu mesmo. Pode envolver a família e amigos, para agilizar este processo. Quanto às caixas, comprar ou então pedir em lojas ou a amigos. 

Os objetos mais frágeis podem ser envolvidos em lençóis, toalhas, panos, cobertores, jornais ou folhetos de supermercado, em vez de despender dinheiro em rolos de plástico bolha, por exemplo. Para os livros, nada melhor que malas de viagem, assim evita-se que a caixa rasgue com o peso, durante o transporte. 

Evita colocar muitos objetos pesados, juntos na mesma caixa, ou empilhar muitas caixas com conteúdo pesado. Os objetos mais importantes e de valor podem ser os últimos a ser levados e vão consigo na deslocação para a nova morada. 

4. Aproveita para deitar algumas coisas fora 

Ao longo da nossa vida vamos acumulando coisas que nem sempre são necessárias e fundamentais. Durante o processo de embalamento, aproveita para fazer uma limpeza aos armários e fazer uma seleção daquilo que já não usa ou não precisa de levar contigo. Pode vender, doar a instituições mais tarde ou dar a conhecidos. 

Assim, irá para a nova morada com o essencial e até com novas ideias de decoração. Caso não vá utilizar um armário ou sofá, contacta a tua Junta de Freguesia para saber se podem fazer a recolha do mesmo, em vez de o deixar simplesmente ao abandono. 

5. Faz o que puderes sozinho ou pede ajuda a familiares e amigos 

Se a nova morada for próxima, aproveita para ir levando coisas que não são necessárias diariamente. Podem ser mais viagens, mas se fizer aos poucos, vai ver que custa menos. 

Transporta tudo o que puder no carro e, para móveis e eletrodomésticos de maior volume e mais pesados, pede ajuda a amigos e familiares que tenham uma carrinha. 

6. Negoceia a mudança 

No caso de ter que recorrer inevitavelmente a uma empresa de mudanças é importante que tomes nota dos seguintes pontos a seguir: 

  • Pede orçamento em diferentes empresas e escolha o que melhor se adapta ao seu objetivo/ orçamento; 
  • Mesmo depois de ter os vários orçamentos, negoceie. Negociando com cada uma delas é sempre possível baixar um pouco o preço; 
  • Ao contratando uma empresa, tente levar tudo de uma só vez, isto é, reduza ao máximo o número de viagens. Pois quanto mais tempo demorar e quanto mais quilómetros a transportadora fizer, mais paga. Tente utilizar a transportadora para objetos que realmente não consegue transportar sozinho; 
  • Se o trabalho de embalamento for feito por si e não pelos funcionários da empresa também terá uma poupança substancial. 

7. Não te esqueça da limpeza na mudança de casa 

Mesmo casas novas acumulam pó e têm necessidade de uma limpeza. Se quer poupar dinheiro e prescindir de uma empresa de limpeza, faz tu mesmo. Terá então de reservar esse tempo e colocar no cronograma. Lembra-te que esta etapa poderá ter de ser logo no início, depois de começar a acumular coisas na nova morada, terá mais dificuldade em fazer uma limpeza mais profunda. 

Caso não seja possível e a casa precisar de uma limpeza profunda e/ou algumas reparações, informa-te sobre os melhores preços de empresas no mercado. Tudo pode ser uma boa oportunidade de poupar.  

8. Especial atenção ao frigorífico 

Quando a mudança de casa está prestes a acontecer, não encha a despensa. O ideal é consumir os alimentos que existem e esvaziar armários e frigorífico uns dias antes da mudança de casa, evitando desperdício e poupando tempo e dinheiro. Até porque, o frigorífico para ser transportado tem que estar descongelado e limpo e estar desligado algumas horas antes de ser transportado. 

9. Atualização de serviços com a mudança de casa 

Por último, mas não menos importante, não esqueça de alterar a morada dos serviços contratados. 

  • Se pretender poupar ainda mais dinheiro, nos últimos tempos antes da mudança de casa corta nos serviços que não são essenciais, nomeadamente, televisão, internet e telefone. Mantém o telemóvel e o pacote de dados para estares contactável e atualizado. Ao cancelar antecipadamente estes serviços também evita esquecer-te de anual algum deles, caso deixe tudo para a última da hora. 

É importante também informar-te, junto da tua empresa de telecomunicações, se o teu pacote de internet e televisão funciona na nova residência. Caso tenha um serviço no qual ainda decorre o período de fidelização, pede nova instalação e atualiza os dados para a nova morada para que não seja prejudicado. 

  • Certifica-te também que, quando mudar, tem os serviços mínimos de água, gás e eletricidade ativos, na sua nova morada. 

Por último não te esqueças que: 

  • Deve atualizar a morada fiscal nas Finanças; 
  • Tem que atualizar também os dados na Segurança Social, carta de condução e nas empresas com assinaturas mensais, como ginásio, por exemplo; 
  • Avisa ainda os bancos e as seguradoras da mudança de residência. 

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“9 dicas para poupar na mudança de casa”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/01/08/42025-9-dicas-para-poupar-na-mudanca-de-casa

Dicas para que a venda de uma casa não seja um fracasso

Existem 11 fatores que tornam um imóvel invendável e que interessam saber para se fazerem transações de sucesso.

Ao colocar uma casa à venda no mercado, é necessário ter em conta alguns elementos do próprio imóvel que podem influenciar o resultado final da operação. A localização e o preço inicial são os principais fatores para atrair os interessados, mas para que a venda seja um êxito também influencia o estado de conservação da casa ou se houve um acontecimento sinistro na casa, entre outros.

Os agentes imobiliários dos EUA prepararam uma lista dos fatores que tornam uma casa invendável. Desde um preço inicial inadequado, até um local indesejável, maus cheiros ou uma decoração antiga.

Uma má localização. Ter a casa perto de um aeroporto, de uma linha de alta tensão, numa rua com muito tráfego ou junto a uma discoteca pode causar problemas ao vendê-la. “A localização é um fator crítico”, dizem agentes imobiliários. “Uma má localização só pode ser corrigida diminuindo o preço”, avisam.

Um preço irrealista. Quando uma casa não é vendida, é provavelmente porque o preço é muito alto. “A casa que não é vendida é aquela que não tem o preço certo”, resumem vários agentes norte-americanos.

Maus cheiros. Parece pouco, mas os cheiros desagradáveis são uma das razões mais comuns para uma transação de venda falhar. E não são apenas os maus cheiros dos canos ou se os vendedores fumam continuamente em casa, o cuidado com os animais de estimação também influencia.

Falta de luz natural. Ter mais luz natural artificial é outro fator-chave para o sucesso ou falhanço de uma venda, tornando a casa mais ou menos desejável, a par do preço inicial. “A falta de luz pode afastar os compradores”.

Uma morte em casa. No momento da venda, o conhecimento de um evento sinistro na casa pode influenciar o seu preço final, especialmente se tiver sido violento.

Má arquitetura. Existem fatores arquitetónicos de origem, ou de reformas, que influenciam o momento da apresentação da casa e que não podem ser alterados, além da localização, como tetos baixos, colunas em más situações ou uma distribuição incorreta.

Humidades. Existem problemas estruturais que podem afetar a operação. Ter mofo ou humidade na casa pode reverter a venda.

Manutenção ou problemas estruturais. Uma casa negligenciada em termos de reparos que nunca foram reformados pode perder muito valor no mercado.

Decoração desatualizada. Uma casa mal decorada pode perder o poder de atração no mercado, especialmente em cozinhas e casas de banho. O proprietário deve ter em mente que deve colocar a casa à venda como um produto comercial. “Ajustar os pequenos detalhes de uma casa, mesmo que seja preciso investir em algumas atualizações, pode realmente aumentar o valor de uma casa”. Para isso pode, por exemplo, recorrer ao home staging.

Uma casa desarrumada. É preciso colocar a casa no palco para vendê-la. Quando se trata de mostrar a casa ou fazer fotografias, não pode haver roupas no chão ou outros elementos desorganizados. É um trabalho de ordem e organização, como qualquer outro.

Vendedores que não cooperam. Se o proprietário da casa contrata um agente imobiliário, mas este não ajuda no processo de venda, pode ser um obstáculo ao sucesso da operação. “Tornar difícil o trabalho de mostrar propriedades pode fazer com que a venda falhe.”

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Dicas para que a venda de uma casa não seja um fracasso”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2019/11/25/41606-dicas-para-que-a-venta-de-uma-casa-nao-seja-um-fracasso

Como posso valorizar o meu imóvel no mercado?

Sabe que fatores influenciam a avaliação do seu imóvel? Confira tudo neste artigo. Contamos-lhe como aumentar o valor do seu imóvel no mercado.

Um bom projeto de renovação ou melhoramento do seu imóvel poderá começar ainda antes da intenção de venda surgir, tanto pelo fator estético, quer para melhorar a função da sua casa para o momento que nela habita, quer para aumentar a sua valorização no futuro.

Perceber quais os pontos fortes e fracos do seu imóvel é primeiro e mais importante passo para a valorização do mesmo.

Para além do estado do mercado e da relação procura/oferta, a localização, o terreno em que está inserido, a data, tipo e qualidade da construção, os seus acabamentos, a conservação, a tipologia e disposição, os equipamentos e comodidades que oferece, tal como, a zona circundante, podem ser pontos que favorecem ou não o valor do seu imóvel no mercado.

Caso um ou mais dos indicadores referenciados não estejam a seu favor, atente aos pormenores, ao interior da sua habitação, evitando que a carência de obras de manutenção, por exemplo, baixe o valor da sua propriedade.

Pequenas remodelações no seu imóvel podem fazer com que o valor do mesmo aumente, porque efetivamente os pormenores fazem a diferença.

É fundamental perceber quanto pode investir nestas mudanças para a sua valorização, permitindo um negócio de venda que lhe seja mais compensador.

Na escolha dos materiais a substituir, pense em todos os detalhes, como a durabilidade dos mesmos e o que é mais procurado no mercado. Alguns exemplos:

Cozinha

Aposte em bancadas de cozinha de material durável. Uma ótima opção são as de quartzo, sendo as escuras resistentes a manchas, cortes e conferem uma aparência elegante. A cozinha permite um retorno sobre o investimento que lhe é destinado, pelo que vale a pena o seu esforço e a sua atenção.

Casas de banho

São das áreas comuns mais utilizadas quer pelos residentes, quer pelas visitas, por isso, merecem um investimento em materiais que suportem o uso e desgaste ao longo dos anos.

Por norma, as suas dimensões não são tão grandes quanto as restantes divisões da habitação, portanto, tenha particular atenção para a sua organização e praticidade.

A iluminação é bastante importante e, na falta de iluminação natural, aposte na interior sem receios.

Pavimentos

Tenha presente que os pisos de madeira mantêm o seu valor ao longo do tempo, pelo que valem o seu custo, tempo e esforço.

Soluções eficientes

Se na lista de comodidades do seu imóvel incluir equipamentos eletrónicos na cozinha, nas casas de banho, aquecimento central ou outros de classificação energética eficiente, poderá usar essa vantagem junto do potencial comprador. Aparelhos inteligentes e eficientes valorizam o seu imóvel.

O isolamento também deverá ser revisto e a classificação energética ditará igualmente o seu valor no mercado.

Pintura do imóvel

É normal que o uso da habitação leve alguma sujidade às paredes da sua casa. Alguns móveis e quadros deixam marcas.

Viver com crianças pode ser um desafio no que diz respeito ao estado das paredes, que dificilmente estão imaculadas. Esta é uma remodelação que não carece de um orçamento muito alargado e leva à valorização do seu imóvel para o momento da venda

Substituição de móveis, portas e janelas

Se tem móveis antigos, velhos, sem possibilidade ou interesse de remodelação, tal como, se as portas e janelas se encontram deterioradas, o ideal será trocar antes de iniciar as visitas.

Em caso de troca, aproveite e aposte nas soluções modernas. Será certamente uma valorização ao seu imóvel.

Acabamentos

Verifique o estado dos seus rodapés, dos interruptores, iluminação, puxadores de portas, entre outros. Se necessitarem de intervenção, aposte nela. Os acabamentos são aqueles pormenores que fazem a diferença.

Rentabilização do imóvel

Pequenas alterações na planta do seu imóvel podem fazer a diferença total na valorização do mesmo.

Entre a divisão de uma sala ou quarto muito amplo em duas divisões ou, por exemplo, a abertura de uma parede para aumentar uma divisão, podem cativar um público maior.

Se o seu imóvel for pequeno, analise a hipótese de transformá-lo num open space. Seja qual for a sua opção, consulte um técnico especializado de forma a informá-lo das questões legais que possam estar envolvidas e a desenhar-lhe um projeto com um orçamento de acordo com a sua conveniência.

Espaços exteriores

Se tem a vantagem de ter um terraço, um pequeno pátio, jardim ou outras comodidades no exterior, note que estas serão importantes, quer pela aparência com que se apresentam, quer pela segurança que vão conferir aos novos residentes. Tenha especial atenção para piscinas, muros, portões e outros que possam requerer manutenção.

Se tem um orçamento limitado, concentre-se nas reformas consistentes, isto é, reformas mais superficiais em toda a habitação, remetendo-se para a pintura das divisões, troca de rodapés, interruptores e outros pormenores que peçam uma intervenção mais imediata e, ao mesmo tempo, mais simples e económica.

Independentemente das características da sua habitação, um anúncio cuidado e apelativo fará a diferença no destaque e valorização do seu imóvel.

Este conteúdo é uma reprodução do Imovirtual “Como posso valorizar o meu imóvel no mercado?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.imovirtual.com/noticias/guia-para-vender-casa/como-posso-valorizar-o-meu-imovel-no-mercado-id140.html#