4 tipos de piso que pode pôr sem tirar o atual

Seja por questões estéticas, seja pelo desgaste do piso, chega sempre uma altura em que precisamos de trocar o chão da nossa casa. Muitas vezes, nem realizamos estas obras, já que estas implicam muito tempo, dinheiro e sujidade. Mas sabia que pode ter um piso novo sem necessidade de grandes obras e de forma rápida e fácil? Deixamos-lhe aqui uma pequena lista de pisos que podem ser colocados por cima do que já existe, para que possa tirar as suas conclusões!

Primeiro passo: Avaliar o estado do solo

Seja qual for o tipo de piso que quer colocar na sua casa, é necessário realizar primeiro uma avaliação do estado do pavimento que já tem. Veja se existem partes soltas ou desníveis, já que é muito importante que a base esteja perfeitamente nivelada, para que o novo solo possa ser colocado corretamente. Pode também ser necessário ajustar a altura das portas ao colocar o novo piso, já que a sobreposição dos materiais irá aumentar a altura do solo alguns milímetros. Um profissional qualificado pode ajudar nesta etapa.

Se não quer trocar, restaure

Se tem um piso em madeira, pode sempre restaurar o que tem antes de colocar o novo material por cima, o que vai ajudar a valorizar a sua casa e a deixar a divisão com ar de nova. Pode conseguir bons resultados lixando e colocando camadas de verniz ou de resina à base de água.

1. Piso Vinílico

Os pisos vinílicos são uma boa escolha, já que imitam na perfeição outros materiais, como a madeira, e são rápidos de colocar, já que são colados por cima do pavimento existente através de uma cola ou adesivo que já vem no rolo. Existem também modelos de clique, que se encaixam uns nos outros. O vinil tem uma espessura muito pequena, de 3 mm, e está disponível em vários modelos e cores que podem ser aplicadas em superfícies de mármore, cimento, granito, porcelana e cerâmica. Pode também ser colocado em casas de banhos e cozinhas, já que são resistentes à humidade.

2. Linóleo

O linóleo é feito principalmente à base de óleo de linhaça, que é depois misturado com outros materiais, como pedra. Devido à sua composição, é um revestimento natural e biodegradável, que pode ser encontrado em rolos, tábuas ou peças de encaixe, que depois são coladas ao piso existente. A sua espessura é mínima, estando entre os 2 e os 4 milímetros.

3. Laminado

Também conhecido como soalho flutuante, este revestimento consiste em pequenas tábuas que cobrem o pavimento mediante um sistema de encaixe. Pode ser colocado por cima de cerâmica, pedra, madeira, azulejos ou porcelana, sem qualquer problema. Apenas deve evitar a sua aplicação em carpete. A sua espessura costuma ser de entre 7 a 12 mm.

4. Resina Epóxi

A resina é uma boa forma de dar um novo visual ao seu lar de forma rápida, já que se pode aplicar em cima de pisos já existentes. No entanto, não se recomenda a sua colocação por cima de pisos de madeira, já que, com o tempo, pode estragar o piso. A resina permite que tenha um acabamento sem juntas e liso, sendo muito fácil de limpar. É também impermeável, antideslizante e resiste muito bem aos efeitos do sol. A aplicação da resina deve ser feita por um profissional qualificado.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo.“4 tipos de piso que pode pôr sem tirar o atual”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/4-tipos-de-piso-que-pode-por-sem-tirar-o-atual

Ideias e dicas para remodelar a sua casa antiga

O encanto e magia das casas antigas inigualáveis. As madeiras, a traça exterior, a história que respiram….No entanto, sabemos bem também que é necessário garantir uma correta e constante manutenção dos espaços, evitando que haja grandes problemas e degradações. 

Se vive numa casa antiga ou pretende comprar uma, mas não sabe bem por onde começar no que toca a sua remodelação, não procure mais – este artigo é mesmo para si! Conheça os principais passos a ter em conta e inspire-se ainda com algumas sugestões de ‘faça você mesmo’ que temos para partilhar. 

Necessidades

O primeiro passo no que toca a remodelação de uma casa antiga é mesmo o de levantamento das necessidades. É preciso ter a clara noção que a reabilitação de uma casa antiga requer cuidados especiais, não só pelas suas características funcionais e construtivas, como pela manutenção da sua estética. Com isto em mente, deve ser realizada uma avaliação pormenorizada e especializada do estado do imóvel, onde devem ser incluídas eventuais estados de degradação, falhas de resolução obrigatória, áreas de intervenção mais urgente e respetivas soluções. 

Para que este passo seja dado sem falhas não deve deixar de solicitar a ajuda de especialistas na área. Só assim terá a certeza das reais necessidades de reabilitação da casa, bem como será mais fácil priorizar os trabalhos a desenvolver. 

Tipos de obras 

Existem diversos tipos de obras no que toca a remodelação de casas antigas, tipos esses que estão inclusivamente tipificados pela legislação portuguesa: 

Obras de pequena reorganização espacial: neste caso, falamos de alterações que não mexem com a localização, o número de compartimentos em mais do que um, a forma ou dimensão das escadas, a dimensão do corredor interior, o número de habitações ou o número de pisos. Podemos dizer que são os tipos de obra mais ‘simples’;

Obras de grande reorganização espacial: estas sim já aportam mudanças substanciais do imóvel e praticamente todas elas necessitam de autorizações especiais para serem efetuadas; 

Obras de ampliação: o terceiro tipo resulta no aumento da área de implantação, da área total de construção, da altura da fachada ou do volume de uma edificação existente;

Obras de reconstrução: finalmente, estes tipos de obras são aquelas que resultam de uma demolição total ou parcial da edificação em que é necessário reconstruir a sua estrutura e fachada.

Licenças

Tendo em conta o tipo de obras, pode ou não ser necessário obter determinadas licenças, sob risco de incorrer em multas muito avultadas e até mesmo na obrigação de destruir tudo o que tenha feito até ao momento e não esteja licenciado. De forma resumida e global, o pensamento deve ser o seguinte: tudo o que envolve alterações de fachada, exteriores ou de elementos estruturais, exige um pedido prévio de licença. No caso de falarmos de obras interiores (incluindo algumas demolições que não alterem a fachada exterior), só é necessária uma informação à entidade reguladora. No entanto, para que não sobrem dúvidas, antes de iniciar a remodelação, marque uma reunião nos serviços camarários da sua residência para que não tenha surpresas desagradáveis.

Apoios

Uma outra pergunta fulcral: existem apoios para este tipo de reabilitação? E a resposta vai animá-lo: existem sim. Novamente, os serviços camarários podem ser uma excelente fonte onde recorrer e informar-se de tudo a que se pode candidatar. Na impossibilidade de obter informação concreta, pode também equacionar a contratação de ajuda de um consultor na área e lembre-se: o que investir nos seus honorários pode ser bem inferior ao que poupa nos apoios e fundos que conseguir para as suas obras de remodelação. 

A título de exemplo, foi recentemente lançado o Programa Casa Eficiente 2020, uma iniciativa e uma medida do XXI Governo Constitucional da República Portuguesa que visa conceder empréstimos em condições favoráveis a operações que promovam a melhoria do desempenho ambiental dos edifícios de habitação particular, com especial enfoque na eficiência energética e hídrica, bem como na gestão dos resíduos urbanos. Entre os vários programas existentes encontra-se também o IFRRU 2020, que consiste num instrumento financeiro de apoio à reabilitação urbana para pessoas singulares ou coletivas e entidades públicas ou privadas, incluindo condomínios.

Custos

Os custos constituem um capítulo bem importante na hora de remodelar a sua casa antiga – afinal, é necessário ter bem presente quanto temos disponível para gastar e quanto precisamos para completar todas as nossas ideias de alterações e recuperações. Na hora de escolher a empresa para avançar com a obra, deve ter em conta os preços praticados. Existe até uma portaria publicada pelo Governo Constitucional onde são definidos os custos-padrão de obras de reabilitação, que serve de ‘guia’ para avaliar com maior rigor os diferentes orçamentos que receber. A título de exemplo, a instalação de um painel fotovoltaicos pode custa cerca de 40 euros o metro quadrado, a instalação de um sistema de aquecimento centralizado ou de arrefecimento ronda os 300 euros e obras gerais em interiores com alteração de divisórias poderá ter um custo de 200 euros o metro quadrado.

Ideias DYI? 

Nem todas as remodelações na sua casa antiga exigem demolições e alterações estruturais. Se a sua habitação não tiver nenhum problema de fundo e estiver apenas à procura de lhe dar uma nova roupagem e um upgrade, existem várias sugestões de DYI (faça você mesmo) que conseguem dar esse ‘tchanan’ que procura sem que gaste muito dinheiro ou implique alterações profundas. Para fazer uma obra visualmente apelativa olhe à sua volta e analise que peças ou móveis poderia reaproveitar e dar uma nova vida. Não faltam vídeos de tutoriais na internet verdadeiramente inspiradores e fáceis de implementar! 

Uma pintura geral de todas as divisórias, a substituição do piso ou a simples modificação da posição do mobiliário podem também ser uma excelente forma de remodelar a sua casa antiga.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo.“Ideias e dicas para remodelar a sua casa antiga”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/ideias-e-dicas-para-remodelar-a-sua-casa-antiga

Remodelar a casa em tempos de Covid-19? Há 5 aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra

Número de pedidos de remodelação de apartamentos subiu com o confinamento, conclui a GesConsult.

Melhorar a habitabilidade da casa ajuda a prolongar a sua conservação. Uma conclusão a que muitas pessoas terão chegado com o confinamento, já que viveram e trabalharam “fechados” durante os últimos tempos – algumas assim continuam –, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas há aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra, sendo necessário pensar em todos os prós e contras, para se ter a certeza de que o investimento é canalizado para as áreas certas.

“A pandemia fez com que passássemos mais tempo em casa, reparando em pormenores aos quais não dávamos atenção quando saíamos para trabalhar. Esta nova perceção das habitações já está a ter impacto no mercado, com o número de pedidos de remodelação de apartamentos a subir, evidenciando uma preocupação das famílias em ter espaços mais confortáveis”, diz, em comunicado, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, empresa especialista em gestão e fiscalização de obras que foi fundada em 2014.

Esta pode ser a altura ideial, portanto, “para refletir se a habitação ainda serve os propósitos da família”, explica a GesConsult. “Se a casa tem um quarto que não está a ser utilizado, pode ser transformado, por exemplo, numa nova sala de estar, ou até num escritório. Por outro lado, se a família precisar de mais espaço pode ser uma boa altura para investir num novo imóvel, já que os preços têm estagnado e até descido ligeiramente em algumas zonas do país”, lê-se no documento.

Estes são, segundo Nuno Garcia, os cinco aspetos a ter em conta por quem está a pensar remodelar a casa:

1 – Isolamento acústico

Se ouve a vizinha a cozinhar e acorda durante a noite com o bebé do andar de cima a chorar, está na hora de repensar o isolamento acústico da casa. Apesar de ser um aspeto tido em conta na construção nova, em prédios mais antigos o barulho pode ser
um problema, trazendo grandes transtornos no dia a dia. Para garantir o descanso de todos, pode ser necessário aplicar novas soluções de isolamento em paredes, pavimentos ou tetos.

2 – Isolamento térmico/eficiência energética

Não só pelo conforto, mas também pela conta mensal de energia, melhorar o isolamento térmico deve estar entre as prioridades. Investir em boas janelas, painéis solares ou sistemas de climatização de alto rendimento pode parecer um grande rombo no orçamento, mas, ao final de alguns meses, é compensatório, já que se poupará
e se estará a contribuir para um mundo mais sustentável.

3 – Iluminação

Se te sente mais irritado, com a vista cansada ou dores de cabeça, o problema pode estar na iluminação da casa. A intensidade e a cor da luz interferem diretamente no bem-estar e produtividade, pelo que devem ser adequadas a cada espaço. Deve verificar-se a disposição da iluminação, mas também a qualidade, optando por lâmpadas de baixo consumo (LED), que tragam maior conforto e tenham um impacto positivo na conta da luz.

4 – Cozinha 

É um dos espaços onde mais tempo passamos e agora, com as limitações dos restaurantes, é normal que se faça cada vez menos refeições na rua e se cozinhe cada vez mais em família. Por isso, esta é uma divisão onde se deve apostar, otimizando o espaço, mas também os equipamentos, que devem ter uma boa classificação energética para garantir menores consumos.

5 – Tecnologia

Aproveita para tornar a casa mais inteligente. Integrar um sistema de gestão técnica centralizada sem necessidade de contacto, que permita controlar iluminação, estores, climatização ou as portas através do telemóvel, vai deixar a habitação preparada para eventuais situações como a recente pandemia, diminuindo as possibilidades de contágio, mas também facilitar o dia a dia: enquanto estás no trabalho pode preparar a casa para a chegada. Este sistema pode também trazer vantagens nos consumos.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Remodelar a casa em tempos de Covid-19? Há 5 aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/especiais/covid-19/2020/06/02/43543-remodelar-a-casa-em-tempos-de-covid-19-ha-5-aspetos-a-ter-em-conta-antes-de-por-maos-a

Remodelar a casa de banho: razões para fazer e dicas úteis

Precisa de remodelar a casa de banho e está sem ideias? Fomos procurar alguns aspetos que deve ter em conta na altura de planear as obras aí em casa.

Chegou a hora de remodelar a casa de banho, mas ainda não sabe bem como? Decidimos meter mãos à obra e fazer uma pesquisa por si.

Deixamos algumas dicas fundamentais nas quais deve pensar antes de fazer a remodelação dos seus sonhos.

5 boas razões para remodelar a casa de banho

Quer remodelar a casa de banho, mas não vê isso como uma prioridade? Temos 5 boas razões para remodelar a casa de banho, nas quais ainda não tinha pensado e que serão um excelente argumento a seu favor.

1. Fora de moda

Sente que a sua casa de banho está completamente fora de moda? Os azulejos que há uns anos eram o grito da moda, de repente tornaram-se feios e deprimentes? Os armários já se queixam do passar dos anos?

Nada como dar um novo ar, mudar os azulejos, os armários e mesmo o chuveiro que ainda tem uma daquela cortinas que não lembram a ninguém, certo?

2. Falta de espaço para arrumação

Na altura em que decorou a sua casa de banho nem pensou na arrumação, certo? A verdade é que, cada vez mais, se usam diferentes tipos de produtos para a pele, para o cabelo e entre loções de limpeza, amaciadores, cremes de dia, cremes de noite, gel de banho, esfoliantes, espuma de barbear… Não há onde arrumar tanto produto.

Organize os seus produtos colocando armários novos e com espaço de arrumação inteligente e prático, e a sua casa de banho fica logo mais agradável.

3. Chegaram as crianças

É um facto. Os filhos nascem e obrigam-nos a uma série de mudanças por toda a casa para que o espaço fique cada vez mais funcional e prático. A casa de banho não é exceção.

Na nossa lista de razões para remodelar a casa de banho, os filhos são um excelente motivo. Naturalmente, logo após o nascimento é necessário fazer adaptações para facilitar o trabalho aos pais, o que por si só já não é simples.

4. Pequenos estragos com grande visibilidade

Pelo espaço que é, pela humidade que aí se concentra, a casa de banho vai sofrendo pequenos estragos que precisam de ser arranjados. Mas, andar com um remendo aqui e outro ali é suficiente? Até que já não tenha paciência, certo?

Seja a madeira partida, uma rachadela numa das louças, um suporte de luz que há tanto tempo deixou de funcionar… Quando estes pequenos estragos se tornam um monstro na casa de banho, está na hora de a remodelar.

5. Poupança de água

Quantas vezes deu consigo a fazer as contas ao disparatado desperdício de água que faz diariamente na sua casa de banho? É certo que vamos para o duche e queremos logo água quente, principalmente nos dias gelados de inverno, mas isso significa desperdiçar diariamente litros de água potável, só porque está fria.

Eventualmente, a solução poderá passar por encher garrafões de água ou mesmo um balde e reutilizar essa água para outro fim, mas, na verdade, ao fim de uns dias vai ficar cansado e vai deixar de o fazer.

Por que não fazer uma ligação da água utilizada no banho diretamente para o reservatório da sanita? O planeta e o seu bolso agradecem.

Remodelar a casa de banho: o que ter em conta

Se está a pensar em remodelar a casa de banho há três aspetos que deve ter em conta mesmo antes de começar o planeamento.

Manutenção

É importante optar por acabamentos que são não só fáceis de limpar, mas também de manter como novos. Desta forma não só economiza dinheiro e tempo na manutenção, como também faz com que a sua casa de banho dure mais tempo sem remodelação.

Eficiência energética

A eficiência energética é cada vez mais importante na venda de uma casa e também, naturalmente, do ponto de vista ambiental. Planeie uma casa de banho com leds, janelas isoladas, piso aquecido radiante, reaproveitamento da água do duche para a sanita, entre outras coisas.

As ideias são várias, desde que as tenha em conta logo na fase do planeamento. Que tal pedir ajuda especializada no assunto? Pode parecer um investimento extra, mas no futuro pode revelar-se em economia.

Luminosidade

Toda a gente procura espaços com bastante luminosidade e abertos. Quanto mais luz tiver a sua casa de banho, melhor. E se vai investir em remodelar a casa de banho, então o melhor é que o faça de forma planeada.

Não queira de forma nenhuma uma casa de banho escura e sombria. Invista em espelhos, pois eles refletem muita luminosidade e dão um ar moderno ao espaço.

Há algumas dicas que pode seguir para criar um espaço com luminosidade, como adicionar janelas e claraboias, usar iluminação para diferentes fins no espaço e optar por acabamentos e superfícies leves e que reflitam a luz.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Remodelar a casa de banho: razões para fazer e dicas úteis”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/remodelar-a-casa-de-banho/

Revestir o chão da casa, divisão a divisão

Na hora de escolher o revestimento do chão de nossa casa, a dúvida é quase sempre a mesma: qual a melhor opção para a cozinha? E para a sala? E no caso das áreas exteriores, qual a melhor solução? E acontece que não existe uma resposta única para cada pergunta. Tudo depende dos seus gostos pessoais, orçamento disponível e, claro está, características e necessidades de cada espaço. 

Hoje em dia por exemplo, já existem habitações com um único tipo de piso por toda a casa, desde que o mesmo garanta as condições necessárias às especificidades de alguns espaços (ex: humidade na cozinha e casa de banho, conforto no quarto, resistência na sala). Vamos descobrir diferentes alternativas que o poderão ajudar nestas decisões? 

Cozinha

A cozinha é uma divisão bem complexa em termos de necessidades de revestimento, ou não fosse ela um dos espaços com maior circulação e passagem em qualquer casa, acrescida do facto de lidar constantemente com água e humidade. Como tal, é importante fazer uma análise correta e detalhada às necessidades do espaço e só depois avançar para a escolha propriamente dita. Regra geral, para revestir as cozinhas é aconselhada a utilização de cerâmica/ porcelana ou então de pavimento à base de resina epóxi. 

No caso da cerâmica / porcelanato, tem a grande vantagem de haver uma variedade enorme de opções de cores, texturas ou mesmo imitação de outro tipo de material – já existe cerâmica a imitar madeira. A cerâmica é muito fácil de manter e limpar e o seu preço pode começar nos 6€ até aos 20€ por metro quadrado. 

Já o piso de resina epóxi, opção mais moderna e recente, é uma das soluções mais utilizadas hoje em dia em pisos de superfícies comerciais e cozinhas industriais pelo facto de ser dos materiais mais higiénicos e antibacterianos que pode encontrar. Pode estar em contacto com água que não se deteriora e atualmente já existem também várias opções de cores e acabamentos (mate, brilhante ou semi mate). Em termos de preço, este tipo de revestimento ronda os 25€a 35€ por metro quadrado.

Casa de banho

Na casa de banho surgem algumas das questões comuns com a cozinha, nomeadamente a questão da grande percentagem de humidade que circula diariamente. Além disso, no caso da casa de banho, falamos de um local onde tratamos da nossa higiene pessoal e onde manipulamos toalhas e artigos que entram em contacto direto com a nossa pele, pelo que a questão antibacteriana, higiénica e de fácil limpeza também devem ser tidas em conta. Por isso mesmo, sugerimos que equacione a colocação de piso cerâmico ou vinílico.

O pavimento cerâmico é uma das escolhas mais comuns no que toca aos pavimentos de casa de banho e cozinha. Sendo este um material resistente e impermeável, torna-se super indicado para estes tipos de ambientes. Quanto custa a aplicação? Aproximadamente 13€ a 15€ por metro quadrado. 

No caso do pavimento vinílico, estamos perante um revestimento igualmente indicado para casas de banho uma vez que é duradouro e ao mesmo tempo mais confortável ao toque do que a cerâmica. Tenha apenas em conta a necessidade de garantir que escolhe uma variedade com propriedades anti humidade e aquando da aplicação garanta que a superfície fica completamente nivelada e limpa – caso contrário pode ganhar fissuras ou bolhas. Cerca de 30€ por metro quadrado é o que deve contar para este piso. 

Quartos

Conforto, conforto, conforto! É esta a palavra de ordem quando falamos de escolher um piso para a zona dos quartos. Afinal, é aqui que queremos descansar no final de um dia estressante, tirar os sapatos e sentir com os nossos pés um pavimento suave e confortável. E é por isso que as escolhas mais certeiras para revestir os quartos passam por madeira maciça (taco) ou então pavimento laminado. 

No caso da madeira maciça, o investimento é consideravelmente maior – existem algumas opções que podem ascender aos 80€ por metro quadrado! Mas o efeito final fica, de facto, muito impactante. Além disso, deve garantir a correta manutenção desta madeira, aplicando o verniz ou protetor de x em x tempo – consoante indicações do fabricante. 

Já o pavimento flutuante tem um custo bem menor e a sua aplicação também é muito simples – o chamado sistema por ‘click’. Muito confortável e com várias opções de cores e padrões a imitar madeira, caso opte por esta solução procure uma que tenha grossura suficiente para garantir a mínima qualidade e durabilidade. Para este último tipo de pavimento, espere desembolsar aproximadamente 15€ a 20€ por metro quadrado. 

Sala e zonas sociais

Tal como os quartos, as salas e zonas sociais pretendem-se confortáveis. Mas além de confortáveis, necessitam também ser bastante resistentes – são as divisões de maior passagem e circulação e onde se arrastam cadeiras, mesas, onde o aspirador passa mais vezes e onde animais e crianças (caso as tenha) gostam de passar grande parte do seu tempo. Assim, para estas zonas não deve mesmo negligenciar a qualidade do piso selecionado. Experimente uma solução de taco ou de réguas de madeira laminada de boa qualidade. 

O taco será uma das soluções mais intemporais de sempre e a verdade é que nunca desilude! Além de mais barato do que a madeira maciça (aproximadamente 20€ a 25€ por metro quadrado), é mais fácil de solucionar problemas localizados caso apareçam – basta substituir o taco dessa zona. Compre sempre em excesso para ficar com stock do mesmo tipo de piso no caso de ser necessário substituir alguma zona.   

Se não estiver disposto ou sem possibilidade de investir tanto, pesquise pelas diferentes opções de réguas de madeira laminada. Quanto mais grossas, melhor! E para esta opção consegue boas alternativas por pouco mais de 10€ o metro quadrado. 

Área exterior e varandas

As áreas exteriores das casas – varandas incluídas – são geralmente espaços que estão muito sujeitos a muitas agressões atmosféricas e a bastante sujidade. Assim, deve procurar um tipo de revestimento que seja simultaneamente resistente e fácil de limpar e manter. Sugerimos o piso deck ou então o chão cerâmico próprio para outdoor. 

No primeiro caso, espere gastar cerca de 30€ o metro quadrado, sendo que tem a grande vantagem de não necessitar de manutenção ou tratamento depois de colocado. 

Já o piso cerâmico é outra das soluções indicadas para uma zona exterior uma vez que é muito resistente e fácil de limpar. Para este caso deve apenas ter atenção para o facto de escolher um tipo de piso cerâmico especialmente indicado para áreas exteriores. Conte gastar entre 9€ a 25€ por metro quadrado. 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo.“Revestir o chão da casa, divisão a divisão”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/revestir-o-chao-da-casa-divisao-a-divisao

10 ideias para renovar a sua cozinha, por menos de 100€

Vai parecer mentira, mas com pouco mais de 100€, pode dar um bom acabamento à sua cozinha, sem a necessidade de a deitar abaixo ou pedir um empréstimo. Reformas rápidas, simples e, acima de tudo, eficazes que a tornará muito mais atraente em tempo recorde… Estreie a cozinha seguindo estas 10 ideias low cost que lhe propomos e vai ver como vai querer mostrá-la no Instagram…

1. Mude as portas

Se a sua cozinha não é muito antiga e a sua estrutura está bem, aproveite para fazer uma mudança apenas às portas. Uma opção rápida seria trocá-las por outras novas. Mas isso faria com que ultrapassássemos o orçamento estabelecido. Sendo assim, arrancamos com o plano B, graças à pintura para móveis. Normalmente, precisará de uma pré-limpeza, uma demão de primário e depois várias passagens com a tinta escolhida. Os esmaltes para móveis podem aplicar-se sobre a melanina, aglomerados ou até mesmo madeira maciça. Então como limpo a cozinha? Da maneira de sempre, esses esmaltes são facilmente laváveis. Siga as recomendações do fabricante e tudo irá correr bem.

2. Retire os puxadores antigos

Os puxadores são outra das coisas que fazem com que uma cozinha fique envelhecida e ultrapassada. Repare no tamanho dos antigos e, na medida do possível, escolha outros que se apliquem no mesmo sítio. Se não corresponderem, não há problema, mas terá um pouco mais de trabalho. Terá que comprar massa para cobrir os antigos buracos, aplicá-la, deixá-la secar e depois passar uma lixa macia. Agora que já não há vestígios dos velhos, pode colocar os seus novos puxadores. Atenção, estão na moda os de tipo cocho ou maçaneta clássicos, mas cada um tem o seu próprio gosto. 

3. Piso novo (sobre o velho)

Se o pavimento da sua cozinha está bem nivelado, está com sorte, porque pode estrear um novo pavimento sem ter que levantar o velho. Tem pavimentos laminados, vinílicos ou de cerâmica de poucos milímetros de espessura (pensados exatamente para não ter que rebaixar as portas). Procure sempre uma alta resistência à humidade, manchas ou aos golpes e com garantia abrangente para que dure muitos anos, nas melhores condições. O microcimento é uma solução ainda mais rápida e eficaz que cobre o chão velho e deixa uma superfície perfeita, sem juntas e totalmente impermeável, mas vai fazer ultrapassar o orçamento; sendo assim, fica em “standby” para o futuro. De momento, com estes pisos de “só colar” estamos bem.

4. Paredes com outro aspeto

A pintura é fácil de aplicar, económica e muito eficaz. Para fazer uma transformação rápida à sua cozinha, basta pintá-la de uma cor diferente. O ideal é que seja pintura resistente ao dia a dia da cozinha (humidade, gordura), mas nunca é de mais aplicar, primeiro, uma capa isoladora para evitar problemas de humidade ou manchas. As paredes em tons pastel estão a apoderar-se das cozinhas, mas também ficaria muito bem uma parede com tinta de ardósia, onde pode deixar a lista de compras ou recaditos…

5. Os azulejos também

Sim, hoje temos no mercado esmaltes especiais para azulejos que funcionam às mil maravilhas. Basta escolher a cor que mais gosta e que fica melhor na sua cozinha… e começar a pintar. O branco é sempre um acerto, porque tudo vai ficar maior, mais limpo, mais luminoso. Mas também pode apostar noutra cor, se quiser uma mudança radical. Depois de pintar, pode pedir que se aplique um protetor para que a pintura resista melhor (há de efeito mate ou lacado). Em caso de dúvida, peça ajuda a um profissional!

6. Uma bancada com os três “B”

Já sabe, bom, bonito e barato… A área frontal da cozinha é a que mais sofre. Na área da confeção é onde se concentra toda a gordura e é difícil mantê-la, sempre, em perfeitas condições. Uma forma simples de a renovar, sem gastar muito, é instalando uma nova bancada de aço ou sintético, mesmo com vidro fosco ou serigrafado. Quantos mais centímetros, mais caro, por isso limite-se a apenas os 60-80cm que tenha a sua placa de cozinhar e pronto!

7. Ilumina melhor

“O que é que fez à cozinha que parece tão grande?” Com toda a certeza, vai ser o primeiro comentário que vai ouvir se melhorar a iluminação da sua cozinha. Considere alterar as suas velhas lâmpadas por LEDs e notará que iluminam mais e gastam menos. Aproveite para instalar lâminas ou réguas de tomadas acima das prateleiras ou na borda dos móveis e tudo ficará muito melhor e com aparência de mais espaçoso.

8. A torneira também merece uma reforma

Parece bem ir pelo vintage, mas uma torneira cheia de calcário e a perder todo o esmalte não é nada atraente. Pois não? Aproveite que está a reformar a cozinha e troque-a por uma nova, que seja muito mais resistente e estética. Se optar por um modelo com o dispositivo de poupança de água, sem perceber vai também reduzir o seu consumo E, com isso, nestes tempos, conta e muito! 

9. Algumas prateleiras ou calhas

A Ikea tem a culpa de que agora todos nós nos tenhamos apaixonado pelas cozinhas com frentes abertas. Mas cuidado, porque na prática, não são simples de manter, nem muito menos de limpar com tanta “tralha”. A nossa recomendação, se gosta de ter a louça exposta, é que instale uma ou duas prateleiras e uma calha onde colocar alguns utensílios e objetos de pouco uso (não muitos). Dessa forma, a maior parte dos utensílios de cozinha estarão guardados e cá fora estão apenas aquelas coisas que quer mostrar.

10. O ponto natural

As plantas dão sempre calor e aroma a qualquer espaço, logo há que aproveitar esses benefícios e adicioná-los à cozinha. Se em vez de plantas decorativas, escolher aromáticas ou comestíveis, terá um 2×1 em toda a regra. Por isso, aposte nas plantas!

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo “10 ideias para renovar a sua cozinha, por menos de 100€”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/10-ideias-para-renovar-a-sua-cozinha-por-menos-de-100e

A ordem a seguir na hora de reformar o seu novo lar

Na hora de remodelar uma casa a ordem que segue altera o resultado final, especialmente se não pudermos desenvolver uma reforma integral. No caso de querermos ir reformando pouco a pouco a nossa casa, nós podemos definir e planear várias fases para que o resultado final seja o que queremos. Ora, estas fases, para não acabarem por ser um caos absoluto devem estar bem delineadas. Neste artigo queremos ajudar um pouco a definir a ordem de prioridades.

Comece pela cozinha ou casa de banho

Se escolhemos a casa de banho primeiro, a segunda divisão a reformar será a cozinha, e vice-versa. Estas costumam ser divisões independentes, o que é bom para que possamos trabalhar nelas sem interferir no resto da casa. Primeiro tem que derrubar, colocar suportes e pontos de luz e, em seguida, placas. O mobiliário aplica-se no fim, já que assim os móveis ficam mais protegidos.

Atenção, pois existem cozinhas que se integram noutras divisões, como a sala de estar ou a sala de jantar. Neste caso, sim, estaríamos a entrar em outras salas, sobretudo se a nossa intenção for unificar o pavimento. Além disso, se removermos divisórias, podemos encontrar instalações e serviços que serão afetados. O que é que implica isso? Que, se quisermos fazer uma cozinha aberta, provavelmente é muito mais rentável enfrentar a reforma conjunta destas duas divisões!

O pavimento do resto da casa

Após reformar essas duas divisões, já podemos pensar no pavimento da nossa casa. Neste caso, também podemos fazê-lo pouco a pouco, mas talvez seja mais interessante unificar o pavimento de toda a casa e colocá-lo de uma só vez. Ao comprar tudo de uma só vez, talvez possa encontrar preços mais económicos. Além disso, se a sua intenção for colocar o mesmo piso em toda a casa, talvez quando quiser comprar mais material, não o consiga encontrar. Por isso, pondere bem o que quer fazer antes de começar.

Carpintaria

Tanto as portas como os armários deveríamos deixá-los para depois de colocar o piso. Tem que ter em conta que a altura do chão pode afetar diretamente a carpintaria, especialmente quando aplicamos o novo pavimento sobre o antigo. Ou procura pisos com uma espessura mínima, como pode ser o microcimento ou a resina epóxi ou espera para colocar a carpintaria e ver as medidas exatas, caso tenha que fazer pequenos ajustes.

No caso das janelas, também acontece algo semelhante, sobretudo com as janelas de varanda. É melhor deixá-las para depois de colocar o piso.

Pintura

A pintura e outros acabamentos nas suas paredes, como o papel de parede, deve deixá-los para o fim. Se pintamos no início, na primeira fase, ao terminar as obras teríamos que voltar a pintar. O nosso papel de parede, esse tão bonito que escolhemos com tanto carinho, pode ser também afetado e prejudicado. É verdade que, em toda a obra, no fim, há sempre pequenos retoques, e talvez o eletricista e o carpinteiro tenham que dar os últimos retoques. Não obstante, estes ajustes não representam um perigo para a nossa pintura.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo “A ordem a seguir na hora de reformar o seu novo lar”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/a-ordem-a-seguir-na-hora-de-reformar-o-seu-novo-lar

Quanto se gasta afinal para remodelar a cozinha?

É a divisão preferida para fazer obras!

O estudo “Houzz y el Hogar 2019” revela que, atualmente, o gasto médio com a remodelação de uma cozinha se situa nos 8.000 euros, frente aos 5.000 de há um par de anos. Mas afinal, o que é que as pessoas gostam (tanto) de mudar nesta divisão da casa?

Renovar a bancada: a grande prioridade

Na remodelação da cozinha, uma das coisas mais importantes é a renovação da bancada. Além disso, trocar os armários e colocar um novo lava-louça também está entre as prioridades de muitos indivíduos. No geral, e no que diz respeito à bancada, a maioria reconhece a preferência por materiais sintéticos – como quartzo compacto – , porque são mais resistentes e fáceis de manter.

Armários novos e gavetas extraíveis

A ideia de maximizar o espaço é outro tema fundamental. Na cozinha, as prioridades incluem a instalação de mais armários para existir mais espaço de armazenamento. E para tirar o máximo proveito da cozinha, muitos reconhecem que o que mais gostam são as gavetas extraíveis. Além disso, os organizadores de panelas e frigideiras, temperos e bandejas de talheres são outros favoritos.

Abrir a cozinha para o resto da casa

Abrir a cozinha e expandi-la continua a ser uma prioridade a hora de reabilitar. Entre os millennials, por exemplo, 25% reconhecem que sua remodelação tem como principal objetivo a expansão da cozinha. Mais de 40% dos indivíduos que fizeram reformas no ano passado decidiram que era hora de abrir a cozinha para a sala, de acordo com o estudo sobre tendências na cozinha da Houzz Espanha.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista “Quanto se gasta afinal para remodelar a cozinha?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2019/10/08/41112-gastamos-cada-vez-mais-na-remodelacao-da-cozinha-a-divisao-preferida-para-fazer-obras

7 formas de mudar o chão…sem fazer obras!

De nada serve ter uma sala maravilhosa, uma cozinha espetacular ou um hall de entrada convidativo se o piso da sua casa não se encontra em excelentes condições. Fazer uma remodelação nem sempre soa bem nestes casos, mas por vezes pode ser necessário. No entanto, existem soluções que passam por colocar piso novo por cima do antigo, para evitar a necessidade de obras. Por isso, hoje concentramo-nos nos pisos que podem ser instalados sem ter que tirar um único bocado de chão. Consegue imaginar? Estes são alguns dos materiais preferidos para mudar o chão de sua casa sem obras. Tome nota.

1.O piso vinílico, um grande imitador

Existe um antes e um depois no que refere a pisos de madeira desde que os vinílicos entraram no mercado. Ao princípio, só ofereciam a versão adesiva (com colas especiais ou incorporando a sua própria cola), mas agora também existem os com sistema click. Conseguirá encontrar acabamentos de maior ou menor realismo e com mais ou menos garantia. O preço pode variar segundo a qualidade, mas existem autênticas maravilhas por menos de 30€ ao metro. Em troca, o vinílico oferece um pavimento muito duradouro (ideal quando existem crianças ou animais domésticos) que é resistente à humidade e aos fungos.

A sua grande vantagem face a muitos pisos laminados é que o pode utilizar em cozinhas e casas de banho e que graças à sua espessura fina muitas vezes não é necessário retirar quadros ou portas. Para isso, é primordial que o instale sobre um piso sem irregularidades ou, caso não seja possível, se aplique um impressão niveladora para que fique perfeito e que se mantenha no sítio durante muitos anos.

2. O plano B: os laminados

Com uma aparência muito similar ao piso anterior, os laminados são perfeitos em apartamentos, casas ou inclusive em locais comerciais. É perfeito sempre que tenha problemas de humidade, ou caso queira um acabamento parecido ao que pode oferecer um piso flutuante. Desde um AC3 a um AC5, a variedade é extensa em qualidades e preços. A sua grossura vai desde os 6mm aos 12mm. São fáceis de instalar (a sua maioria conta com sistema click, depois de instalar uma capa de isolante e anti humidade), económicos e muito duradouros. Tenha em atenção que nem todos são adaptados para casas de banho ou cozinhas por isso conheça o produto antes de tomar a decisão final.. 

O seu preço económico e fácil instalação tornou-os favoritos durante muito tempo. mas hoje em dia, os laminados são menos usados. O nosso conselho é que avalie as necessidades de sua casa e que escolha o piso que melhor se adapte ao seu estilo de vida.

3. O (cada vez mais polivalente) microcimento 

O microcimento é um material totalmente em alta que está a ganhar muitos adeptos. Adequado para estabelecimentos, hotéis, zonas exteriores ou interiores, é um material capaz de mudar a aparência de qualquer espaço em poucas horas e com alta resistência ao desgaste. A sua aplicação requer ajuda profissional, mas em dois dias terá um piso novo sem ter que retirar nenhuma tábua do chão. E se o preocupa a manutenção não tenha medo. Ao ser um material sem juntas, é totalmente impermeável e mantém-se em ótimas condições apenas com água e sabão neutro. 

4. A cerâmica de sempre…

A cerâmica é um material formidável em todos os pontos de vista. É resistente, fácil de limpar e com um variedade interminável, esta tendência vintage volta agora com muita força. No entanto a ideia de ter que levantar o chão antigo já não tem tanta piada. Mas verá que com os modelos novos, os chamados modelos de lingueta, esse problema acabou. 

Instalam-se sobre o piso de sua casa, sem complicação e apenas terá que unir umas placas com outras através de um sistema de lingueta. Dependendo do fabricante, poderá necessitar de um suporte montado com perfis de PVC ou com uns já incorporados. Essencialmente, os modelos em lingueta cortam-se como qualquer outro azulejo, mas na hora de instalar não há que colocar cimento-cola nem, em muitos casos, novas juntas.

5. Uma lavagem de cara com a pintura adequada

É certo que não é qualquer piso que nos vai permitir renovar simplesmente com uma pintura de mão, mas, se está em boas condições, é uma forma muito económica de “lavar a cara” e aguentar uns quantos anos mais. Dependendo do material de base sobre o qual quer pintar, terá que usar um tipo de tinta ou outro. O nosso conselho é que se assegure que escolhe a tinta corretamente na loja, ou que consulte diretamente com um bom profissional. Normalmente recomendamos pinturas tipo epóxi, que trazem uma camada niveladora (para ocultar as juntas e criar o efeito de pavimento contínuo). 

Lembre-se que se vai pintar sobre cimento tem que deixar as juntas de dilatação, para que a pintura não se levante. Sobre pisos antigos de madeira o resultado é espetacular, sobretudo se a técnica é a correta e se usa um material de primeira qualidade. Por isso, não compre qualquer tinta. O investimento maior vai compensar na qualidade final. 

6. O mais económico, o piso de PVC

Impermeáveis, antideslizantes, silenciosos e com uns desenhos engraçados. Imitam todo o tipo de acabamentos e formas e podem ser instalados em poucas horas. Pode-se encontrar em rolos ou inclusive em telhas. A sua grande vantagem é o preço e a sua simples e rápida instalação. O seu principal problema é que se estragam com facilidade e são sensíveis a arranhões ou riscos. Mas se forem cuidadosos, pode dar um resultado estupendo até que possa investir em algo de maior durabilidade. 

Uma opção mais interessante para casas alugadas ou residências de férias. 

7. Perfeitos para exteriores…os pisos de telha de resina.

Agora que temos o verão mesmo aí à espreita, voltam a aparecer na mira os terraços, balcões ou pátios. Uma forma estupenda de os remodelar sem muita confusão é instalar um chão de telha de resina. São muito resistentes e fáceis de instalar, sem necessitar de quase nenhuma manutenção. 

São pisos para todo o terreno (resistentes à humidade, à água e até aos raios UV). Para além disso, não há problemas com bichos nem coisas desagradáveis, porque são antifúngicos. São também antideslizantes e muito rápidos de instalar graças ao sistema click ou de lingueta. Dê uma volta pela lista de cores e acabamentos e verá do que estamos a falar: existe uma variedade imensa por onde escolher. Uma opção muito versátil para interiores e exteriores. 

Já sabe com que material vai forrar o seu antigo piso? 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo “7 formas de mudar o chão…sem fazer obras!”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/7-formas-de-mudar-o-chao-sem-fazer-obras

Obras na casa de banho? Estas dicas valem ouro

Está a pensar fazer obras na casa de banho? Então este texto é para ser lido até ao fim. Para uma boa remodelação desta divisão da casa, é necessário apostar em revestimentos e equipamentos sanitários de qualidade e que se adaptem ao conforto desejado. Afinal de contas, não há nada melhor que, por exemplo, um bom banho para relaxar, num tempo que é só teu…

Damos-te algumas dicas que podem ser muito úteis para dar uma segunda vida à casa de banho. Ora vê: 

Iluminação

A iluminação da casa de banho deve refletir uma luz o mais próximo do natural possível. Quando esta divisão é interior e não tem janelas para entrada da luz natural, esta característica torna-se muito difícil de concretizar. Hoje em dia, com o desenvolvimento da tecnologia de iluminação em LED, esta tarefa torna-se muito mais fácil. Existem já várias sugestões adaptáveis a todos os gostos, é só uma questão de escolha. 

Há que ter em atenção dois aspetos importantes: 

  • Iluminação geral: deve ser clara, o mais aproximado possível da luz natural e bem difundida pela divisão. 
  • Iluminação localizada: normalmente colocada na zona do lavatório, pode ser colocada por cima do espelho ou lateralmente, com uma projeção que não faça sombras ou reflexos.

Revestimentos

Para renovar a casa de banho deve começar pelas paredes e chão. Existe uma ampla oferta de materiais e texturas disponíveis e a um preço muito diversificado.

Pode optar por uma tinta. Esta deve ser adequada ao ambiente húmido e deve ter uma função antifúngica. Esta opção permite dar largas à imaginação, uma vez que a escolha de cores é quase infinita.

Também pode aplicar “papel” de parede. Existem várias cores e padrões em vinil ou material plastificado, resistente à água.

Painéis decorativos em PVC são outra solução. São aplicados por cima dos revestimentos existentes (estes são tapados com uma massa de regularização) com uma cola especial para ambientes húmidos. Há painéis coloridos, imitação de madeira, pedra, etc. Já existem no mercado empresas especializadas em trabalhar este material de forma personalizada, o que permite ter um padrão decorativo único e próprio. 

A solução mais tradicional é o revestimento com cerâmicos. Também oferece padrões e texturas para todos os gostos e todos os preços. Revestimento cerâmico, por cima do existente ou retirando o antigo.

Pode ainda optar por revestimentos de madeira. Embora não seja uma opção económica, a madeira cria um ambiente mais quente e acolhedor. Tem de se ter em consideração a aplicação de madeiras com tratamento especial para humidades e contacto permanente com a água.

Arrumação

Quando se trata de espaço para arrumação, este parece nunca ser suficiente. Sugerimos que avalies o espaço existente na casa de banho. Existem divisões mais amplas que permitem a instalação de móveis de arrumação. Hoje em dia, existem opções para todos os gostos e tamanhos. Agora, se o espaço é mais compacto e não consegue instalar um móvel de arrumação, avalia se existe algum espaço “morto”, que não seja de passagem. Por vezes, a simples instalação de prateleiras permite criar espaços de arrumação complementares, que podem ficar à vista ou ser preenchidos com caixas de arrumação decorativas. Estantes feitas por medida também podem ser uma solução.

Loiças sanitárias

As loiças de casa de banho podem custar várias centenas de euros e é fácil a pessoa deixar-se levar por linhas mais originais ou extravagantes, pelo que tem atenção ao orçamento face às tuas necessidades. 

Tem em consideração as características existentes na casa de banho, nomeadamente o posicionamento das torneiras, saídas de água e esgotos. Por vezes, e devido à antiguidade da habitação, o posicionamento destes pontos pode não ser compatível com as loiças sanitárias atualmente disponíveis no mercado. Se esse for o caso, sugerimos que contacte um especialista para ter uma melhor avaliação da solução a executar.

Rede de águas

Nunca é demais salientar a necessidade de verificar se a tubagem e as ligações do sistema de águas da casa de banho estão em boas condições, pois atendendo à utilização continua desta divisão, é extremamente importante que esteja sempre em pleno funcionamento.

No momento em que decidir avançar com a remodelação da casa de banho, considera a avaliação da canalização por um especialista. Caso seja necessário mudá-la, este é um fator importante a considerar, pois implica a abertura de roços e colocação de tubagens novas.

Substituir a banheira por uma base de duche

Hoje em dia, devido ao ritmo mais acelerado das nossas rotinas, as banheiras tornaram-se quase obsoletas na sua função. Ainda te lembra da última vez que tomaste um banho de imersão? São cada vez mais as famílias que optam por substituir as banheiras por soluções de duche mais adaptadas à rotina diária. Se esta é uma opção que está a considerar, tem em atenção estes aspetos: 

  • O revestimento das paredes: a banheira está instalada por cima dos revestimentos existentes ou, ao ser retirada, vai encontrar uma parede de cimento e tijolo? Se a resposta for a segunda, tem de perceber que material de revestimento vai escolher para preencher o espaço antes ocupado pela banheira. Para encontrar a solução, vê a o ponto acima “Revestimentos”. 
  • A torneira: as torneiras de banheira são instaladas logo acima da banheira (a uma altura aproximada de 65-70 cm). Se vai optar por uma base de duche, a torneira tem de ser reposicionada, para lhe permitir uma utilização adequada (a cerca de 120-140 cm). Reflete sobre o tipo de resguardo que vai colocar na base de duche. Se optar por um resguardo fixo, não te esqueça de simular a entrada e saída do mesmo, para conferir se não existe nenhum obstáculo no caminho, como por exemplo, uma sanita ou um bidé.

Lembra-te: na dúvida, fala sempre com um profissional.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News “Obras na casa de banho? Estas dicas valem ouro”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/espacos/2019/02/05/38678-vais-fazer-obras-na-casas-de-banho-estas-dicas-valem-ouro