Como saber se a sua casa precisa de uma pintura?

De um modo geral, costuma ser recomendado que renove a pintura da sua casa a cada 3 ou 4 anos. No entanto, existem certos fatores, como o clima, os hábitos da família e o uso dado às paredes que podem deteriorar ainda mais a pintura da sua casa. Por isso, deixamos-lhe aqui algumas dicas para saber se já é necessário renovar a pintura da sua casa ou se esse processo pode ser adiado.

Preste atenção aos seus hábitos

Os integrantes da casa e os seus hábitos são determinantes para que a pintura dure mais ou menos tempo. Por exemplo, se há fumadores em casa, existe a possibilidade de a tinta se estragar mais facilmente. O fumo do tabaco faz com que as paredes se sujem mais rapidamente, já que a nicotina gera manchas nas paredes e nos tetos.

Por outro lado, se tem crianças pequenas ou animais de estimação, é normal que se criem mais manchas e sujidade, até porque algumas crianças gostam de pintar as paredes. Nestes casos, aposte numa tinta lavável, que serve para atenuar muitos destes problemas. Se, no entanto, as manchas forem muito grandes, o melhor mesmo é pintar.

Pó e arranhões na parede

O pó adere com facilidade às paredes e tetos. É claro que estes podem (e devem) ser lavados, mas se vivermos num local em que a poeira esteja muito presente, é natural que a tinta se vá desgastando aos poucos e perca a sua cor original. Para além disso, ao mover móveis podemos fazer arranhões na parede, que são difíceis de lidar. Por último, nas zonas onde existem móveis, poderemos também notar que, ao retirar o mobiliário, a tinta apresenta uma tonalidade diferente. Por isso, nestes três casos, uma boa solução será uma renovação da pintura.

Considere os fatores ambientais

O sol pode afetar o interior da nossa casa. Apesar de todos nós gostarmos de casas luminosas, nos locais onde o sol incide mais é provável que a tinta se desgaste mais rapidamente. De novo, para ver este efeito apenas temos de retirar móveis para ver as diferenças de tonalidade e os danos causados pelo sol.

A humidade também pode ser um problema a ter em conta. É importante que se estude o porquê de essa humidade aparecer para resolver a causa, que pode ser desde infiltrações externas de água ou um cano a verter. Assim, a presença de um profissional para averiguar o problema é muito recomendada. Depois de resolvido o problema, poderá então pintar a divisão. Lembre-se que, nos locais com mais humidade, como a cozinha ou casa de banho, o ideal é apostar em tintas próprias e mais resistentes!

Avalie o exterior da casa

Ainda que o interior da residência seja mais importante, também é necessário dar uma nova pintura no exterior da casa de vez em quando. Se, no entanto, reparar que houve uma mudança de cor no exterior da casa, ou se nessas paredes podemos notar a libertação de pó branco, pode ter a certeza de que algo está errado.

Existem muitas razões para isto acontecer. Pode ser que a tinta utilizada na fachada não seja tinta apta ao exterior, que deve ser mais resistente ao clima e suas mudanças. Se pintou há pouco tempo e já nota estes problemas, pode dever-se a uma tinta de baixa qualidade ou a uma tinta que já estava aberta e cujo prazo de validade já tenha expirado.

Por que razão preciso de pintar a casa ao fim de um tempo?

Seja a cada 3 ou 4 anos ou na altura em que mais achar oportuna, a pintura da casa é sempre uma boa ideia. Para começar, consegue melhorar o aspeto estético do seu lar. Também é uma forma de mudar a decoração e o estilo da casa sem ter de gastar muito, trazendo novas cores para o interior da residência. Para além disso, existem diversos tipos de tinta no mercado adequados às diferentes necessidades da família, como tintas laváveis ou tintas antibacterianas para quem tem crianças pequenas ou animais de estimação.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Como saber se a sua casa precisa de uma pintura?” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/como-saber-se-a-sua-casa-precisa-de-uma-pintura

Defeitos nas obras em casa? Como se deve atuar?

Explicamos com fundamento jurídico como proceder no âmbito de um contrato de empreitada, recordando responsabilidades de empreiteiros e donos das obras.

A construção de uma casa ou a realização de obras num imóvel pode ser um processo desafiante, complexo e, por vezes, frustrante quando a execução dos trabalhos não decorre conforme o previsto. Tanto os proprietários, como os empreiteiros, deverão estar conscientes das suas responsabilidades e sobre como agir caso sejam encontrados defeitos na obra, por forma a que esta seja concluída com sucesso e nos termos acordados.

O contrato de empreitada é uma modalidade do contrato de prestação de serviço pelo qual uma das partes se obriga em relação à outra a realizar certa obra mediante um preço. Embora não existam requisitos especiais de forma, à semelhança do que acontece na maioria dos contratos de elevado valor económico, é fortemente aconselhável a celebração de um acordo por escrito no qual sejam acordados os elementos essenciais, tais como o objeto dos trabalhos, os materiais a serem utilizados, os prazos, preço, inspeções e vistorias a realizar, etc…

A lei estabelece que o empreiteiro deverá executar a obra em conformidade com o que foi convencionado, podendo o dono da obra fiscalizar, à sua custa, a execução dos trabalhos, desde que não perturbe o andamento da empreitada.

Cabe ainda ao dono da obra verificar, antes de aceitar a obra, se ela se encontra nas condições convencionadas e sem vícios, ou seja, se o empreiteiro cumpriu integralmente o acordado. Contudo, importa ter em conta que caso a empreitada tenha por objeto a construção, modificação ou reparação de edifícios ou outros imóveis destinados por sua natureza a longa duração, que perante os defeitos no imóvel que se manifestem no prazo de cinco anos, o dono da obra deve denunciar ao empreiteiro as anomalias no prazo de um ano, a contar da data em que as tenha detetado.

Quando se considera que existiu um cumprimento defeituoso da obrigação por parte do empreiteiro?

Considera-se que há cumprimento defeituoso quando a prestação efetuada apresenta vícios, defeitos ou irregularidades, causadoras de danos ou que desvalorizam, impedem ou dificultam o fim a que a prestação se destina. Nestes casos, caberá ao empreiteiro ilidir a presunção de que cumprimento defeituoso, gerador de responsabilidade civil e da obrigação de indemnizar, procede de culpa sua.

Concluindo-se então que houve um comprimento defeituoso por parte do empreiteiro, o dono da obra dispõe deverá:

• Em primeiro lugar, o dono da obra deve exigir que o defeito seja eliminado pelo próprio empreiteiro se este puder ser suprimido;

• Apenas quando os defeitos não puderem ser eliminados poderá o dono da obra exigir por parte empreiteiro a realização de uma nova obra;

•Por fim, na hipótese de não serem eliminados os defeitos ou construída de novo a obra, dono da obra terá o direito de exigir a redução do preço ou, em alternativa, a resolução do contrato.

Relativamente à forma como o dono da obra poderá fazer valer os seus direitos, recorrer à via judicial continua a ser inevitável na maioria dos casos – obtendo a condenação do empreiteiro na eliminação dos defeitos, o dono da obra poderá, em caso de incumprimento da sentença, requerer, em subsequente execução, o cumprimento da obrigação por terceiro à custa do empreiteiro.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Defeitos nas obras em casa? Como se deve atuar?” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/construcao/2021/03/26/46740-defeitos-nas-obras-em-casa-como-se-deve-atuar

DIY: Decoração com materiais reciclados

Se também a si, esta nova vaga de confinamento, deu vontade de redecorar a casa, então vai gostar das nossas sugestões de decoração com materiais reciclados. 

Novas molduras

Sabe aquela parede de quadros que sempre quis fazer? Pois bem, chegou a hora de arregaçar as mangas! E nada de desculpas porque não tem molduras suficientes. A nossa sugestão é usar cartão para fazer as molduras. Desta forma, não só pode fazer molduras de diferentes tamanhos, como optar por umas mais grossas ou mais finas. Além disso, pinte-as ao seu gosto.

Se não gosta da ideia de usar cartão, considere antes usar umas pranchetas para pendurar os seus quadros e/ou fotografias na parede.

Vasos para as suas flores

Em vez de reciclar as garrafas de vidro, por que não usá-las como jarras? Ainda mais, a com a chegada da primavera dá mesmo vontade de ter flores, sejam elas frescas ou secas, espalhadas por toda a casa. 

Comece por as secar bem e depois decore-as. Quanto à decoração, temos várias ideias:

• Pintar as garrafas a seu gosto – pode optar por apenas um tom de tinta ou vários;

• Deixar uma vela derreter e aproveitar a cera que se vai juntando na garrafa para decoração. Também aqui, misturar velas de diferentes cores vai contribuir para um efeito final muito engraçado;

• Se quer dar alguma textura, pode sempre colar e depois pintar por cima. Neste caso, pode usar (por exemplo) a areia da praia, previamente lavada e misturá-la com a tinta;

• Forrar o vidro com tecido ao seu gosto.

Uma alternativa às de vidro, será usar garrafas de plástico para colocar as suas plantas. Para isso, corte-as ao meio e depois use a extremidade como vaso. Claro que antes deverá pintá-las e decorá-las a seu gosto. Pode até aproveitar para escrever o nome de cada planta. Uma dica muito útil caso esteja a começar a criar a sua horta caseira. Ou pode ser criativo, desenhando carinhas, escrevendo mensagens positivas, etc. Ou, (por que não?) tricotar vasos para as suas plantas usando as lãs de velhos cachecóis e camisolas de inverno?

Hora de mudar os têxteis

E já que falamos em tricotar, se gosta de costurar, por que não aproveitar para mudar os cortinados da sala ou as fronhas das almofadas? E quem diz isso, diz também fazer novas toalhas.

Use velhos lençóis e roupas que já não usa, de modo a reaproveitar o tecido. E não tenha receio em misturar diferentes tipos de tecidos. Verá como nas almofadas, por exemplo, o resultado compensa o risco!

Novos candeeiros

Para criar abajures, pode sempre reaproveitar velhas latas de comida. Limpe-as bem e seque-as logo. Caso contrário, podem ficar com ferrugem. Se bem que numa decoração urbana, um pouco de ferrugem complementa bem o ambiente. Depois, na extremidade, faça um buraquinho para passar o fio.

Se não gosta da cor original da lata, pode sempre pintá-la numa ao seu gosto. Antes de pintar, pode lixar bem a lata para remover o brilho. Deste modo, o efeito final será mais uniforme.

Além das latas, deixamos-lhe outras ideias de decoração com materiais reciclados para as lâmpadas:

 • Usar o ralador de queijo;

• Usar o escorredor da massa;

• Dar novo uso à fita-cola.

Sim, leu bem! Estamos a sugerir-lhe que use fita-cola para decorar a casa. Mas antes, deixe-nos esclarecer: deverá usar a colorida e não a transparente. 

A ideia é usá-la na parede criando desenhos ao seu gosto. E quando dizemos ao seu gosto, referimo-nos a desenhos definidos, quer a algo mais abstrato. Para facilitar, recomendamos-lhe desenhos com linhas geométricas, nos quais é mais fácil trabalhar com linhas retas – isto é, com a fita-cola. Deixe-se inspirar nas versões desenhadas dos origamis.

DIY de exterior com paletes

Se tem jardim ou uma varanda, aproveite para redecorar com materiais reciclados usando paletes. Há um sem fim de ideias de decoração com paletes fáceis de executar e que são perfeitas para o exterior! Deixamos-lhe aqui algumas dicas:

• Canteiros para as suas flores usando uma palete na vertical;

• Usar uma palete como mesa de apoio;

• Colocar umas almofadas no interior das paletes para fazer uns sofás de exterior;

• Usar duas correntes (uma em cada extremidade) e prendê-las na parede para transformar uma palete num banco ou numa mesa.

Mais arrumação com as novas estantes

Para terminar, propomos-lhe reciclar móveis! Se aquela velha cômoda já não tem salvação, então, hora de reciclar as gavetas e dar-lhes uma nova funcionalidade. Comece por lixar bem as gavetas e pinte-as a seu gosto. Pode, por exemplo, optar por uma cor exterior diferente do interior.  Depois, pendure as gavetas na vertical numa parede à sua escolha e, voilá, aqui tem a sua nova estante.

Outra alternativa é usar velhas caixas de fruta, sejam elas de madeira ou de plástico, para conseguir o mesmo efeito.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Qual o melhor pavimento para a cozinha?” A geração que está a chegar e vai mudar o mercado”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/diy-decoracao-com-materiais-reciclados

Qual o melhor pavimento para a cozinha?

Escolher o melhor pavimento para a cozinha é de uma grande responsabilidade. Afinal, esta não só é uma das divisões mais usadas da casa, como também uma das que mais facilmente se suja. Além da funcionalidade, convenhamos, é também importante o fator estético. 

Seguidamente, apresentamos-lhe algumas das melhores opções de pavimentos para a cozinha, indicando-lhe as principais vantagens e desvantagens de cada material, assim como os respetivos preços.

1. Tijoleira ou mosaico na cozinha

Começamos, então, pelo tipo de pavimento de cozinha mais comum: a tijoleira ou mosaico.

Além de muito resistentes e com uma longa vida, as cozinhas de tijoleira são muito fáceis de limpar.

Além disso, atualmente, tem ao seu dispor um sem fim de revestimentos e cores, sendo fácil encontrar algo que se adapte bem ao estilo e decoração da sua cozinha. Inclusive pode brincar, misturando diferentes mosaicos e criando padrões diversos para dar mais vida ao chão da cozinha. Esta variedade traduz-se também em preços muitos díspares. E, claro, por norma, quanto mais barata, mais frágil. Ou seja, corre o risco de se quebrar com mais facilidade.

Se optar por uma cozinha de mosaico ou tijoleira, deixamos-lhe duas dicas:

Opte por materiais antiderrapantes e, a pensar no futuro, compre sempre a mais, caso precise de fazer alguma substituição. Assim não corre o risco de ficar sem material, caso este seja descontinuado 

Preços da tijoleira na cozinha:

Como já referimos, os preços podem variar muito em função do material escolhido, mas conte com cerca de 9€ por m2.

2. Chão de PVC na cozinha

Sobretudo nas obras mais recentes, cozinhas de PVC são cada vez mais usadas. Inicialmente o PVC era usado sobretudo em cozinhas de espaços públicos, pois este é um material muito barato e fácil de instalar. Além disso, é bastante durável e fácil de manter, assegurando que um espaço se encontra limpo com facilidade.

Outra vantagem do PVC é o facto de funcionar como isolador acústico, sendo perfeito para cozinhas de prédios – os seus vizinhos de baixo vão certamente agradecer.

Preços do PVC na cozinha:

Quanto ao preço, este ronda os 13€ por placa de PVC – falamos de pavimento vinílico retro.

3. Chão da cozinha de linóleo 

Desta lista de pavimentos para cozinha, o linóleo é possivelmente o revestimento mais natural. Inventado nos anos 60, resulta da mistura de óleo de linhaça, goma, resina com cortiça moída. Além de um pavimento bonito, um chão de linóleo é antiderrapante e também muito fácil de limpar. 

Por ser muito higiénico, tem ainda outra vantagem: é ideal para quem tem alergias, pois limpa-se muito bem.

Preços do linóleo na cozinha:

Os preços podem variar bastante e o melhor será sempre consultar um profissional. Assegure-se que contrata mão de obra especializada, caso contrário corre o risco de o linóleo apodrecer.

4. Cozinhas com chão de madeira

Pavimentos de madeira na cozinha são outra opção popular, sobretudo em casas mais antigas que querem manter um aspeto rústico ou preservar os seus traços naturais. 

Existem no mercado vários tipos de madeira e, se for esta a sua opção, assegure-se que escolha uma resistente à humidade e que seja fácil de higienizar. Nesse sentido, tenha em conta que um chão de madeira na cozinha requer um trabalho de limpeza e de manutenção constante, sendo comuns os trabalhos de afagar, polir e envernizar a madeira.

Aliás, para o preservar melhor, aconselhamos-lhe a impermeabilizar a superfície. Outros cuidados que pode considerar são colocar antiderrapantes nas pernas das caieiras e das mesas, para evitar os riscos no chão de madeira.

Preços da madeira na cozinha:

Dependendo do tipo de madeira que escolher, os preços podem variar. Para o chão da cozinha, recomendamos-lhe usar, por exemplo, madeira maciça carvalho, cujo preço ronda os 69€ por m2.

5. Pavimento de pedra na cozinha

Tal como a madeira, também uma cozinha de pedra tem sempre um aspeto mais charmoso. E a verdade é que, no que toca a durabilidade e conservação, nada supera a pedra natural. Desde a água/humidade, gordura, solventes ou restos de comida, não há nada que a pedra não consiga resistir. 

Se for esta a sua preferência, saiba que pode optar por vários tipos de pedra, aproveitando as suas características naturais para dar mais ambiente à sua cozinha. Do granito ao mármore, existem várias opções à sua escolha. Recorde-se de se informar sobre as características de cada material para que posteriormente possa atuar em conformidade na hora de o limpar, mas também para uma manutenção mais cuidadosa.

Preços da pedra natural na cozinha:

Neste caso, o preço varia muito em função do tipo de pedra e também do tamanho de cada bloco. Será melhor consultar os preços junto de um fornecedor. Mas para que tenha uma ideia, um pavimento de mármore para uma cozinha de 50 m2, pode rondar os 2500€.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Qual o melhor pavimento para a cozinha?” A geração que está a chegar e vai mudar o mercado”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/qual-o-melhor-pavimento-para-a-cozinha

Calcular o custo da reconstrução de imóveis à distância de um clique: há um simulador e é gratuito!

O simulador permite calcular o valor que custaria erguer de raiz, depois de totalmente destruído, um imóvel ou fração com um padrão equivalente.

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) disponibilizou a partir desta segunda-feira (15 de março de 2021) um simulador para o cálculo de custo de reconstrução de imóveis. O SCRIM, uma ferramenta acessível de forma digital e gratuita, “tem como objetivo apoiar os tomadores de seguro na determinação do capital a segurar nas apólices de seguros de Incêndio e Elementos da Natureza e de Multirriscos de habitação, e que corresponde ao custo de reconstrução de imóveis”, refere a associação, em comunicado.

Tendo por base informações introduzidas pelo utilizador – correspondentes à área, qualidade, localização, arquitetura e outros elementos caracterizadores do imóvel – é calculado no momento um valor de referência do custo de reconstrução da habitação, ou seja, o valor que custaria erguer de raiz, depois de totalmente destruído, um imóvel ou fração com um padrão equivalente, explica a APS, adiantando que o valor obtido poderá e deverá ser sempre objeto de ajustamento por parte do tomador do seguro no caso da fração ou imóvel apresentar características específicas face a uma habitação padrão equivalente.

“É uma ferramenta transparente e de fácil utilização, concebida para ajudar o tomador do seguro a realizar, a partir de um nível de informação relativamente simples, a projeção do valor de reconstrução do imóvel, isto é, o valor do capital seguro”, lê-se no documento. A APS lembra ainda que os resultados obtidos através do simulador “são meramente indicativos”, pelo que os “tomadores não estão obrigados a aceitá-los, cabendo-lhes sempre a responsabilidade de indicar o valor, em concreto, pelo qual pretendem segurar o seu imóvel”. 

De referir, ainda, que o simulador foi desenvolvido com base numa fundamentação metodológica produzida de forma totalmente independente pela FUNDEC, Associação para a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitetura, ligada ao Instituto Superior Técnico. 

“Uma necessidade há muito identificada”

De acordo com José Galamba de Oliveira, presidente da APS, “a disponibilização deste simulador vem responder a uma preocupação partilhada também pelo setor segurador, na medida em que o fim da publicação anual das Portarias com o valor de construção para o cálculo da renda condicionada, as quais serviam de referência, ainda que não vinculativa, para o cálculo do capital a segurar nas apólices de seguros de Incêndio e Elementos da Natureza e de Multirriscos de habitação, tornou premente a criação de um instrumento que servisse de referência para o referido cálculo”.

“O simulador do custo de reconstrução de imóveis permite apoiar o tomador de seguro na definição do valor a segurar, colmatando uma necessidade há muito identificada dos consumidores de seguros. O montante do capital a segurar, no contexto de um seguro de imóvel, deverá ser alvo de particular atenção, na medida em que um valor desfasado do valor de reconstrução, poderá resultar numa indemnização insuficiente para a recuperação do imóvel”, afirma José Galamba de Oliveira, citado na nota.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News. “Calcular o custo da reconstrução de imóveis à distância de um clique: há um simulador e é gratuito”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/03/15/46612-calcular-o-custo-da-reconstrucao-de-imoveis-a-distancia-de-um-clique-ha-um-simulador

5 boas razões para pintar o teto com uma cor de destaque.

Tetos tradicionais são… brancos, certo? E também pouco interessantes, não concorda? Se é bem verdade que o branco não tem de ser propriamente uma cor maçadora, também não é menos verdade que existem muito boas razões para pintar o teto com uma cor de destaque e, assim, quebrar a monotonia de uma divisão, dando-lhe mais dinamismo. Se não acredita ou precisa de coragem, aqui ficam cinco bons motivos para colorir o teto!

1. Para dar destaque

Pintar os tetos é uma forma de chamar a atenção para o que se passa “lá em cima”. E isto é válido para dar maior visibilidade àquele candeeiro (lindo!) que comprou, mas também para evidenciar os trabalhos de reboco no teto ou destacar as vigas – caso existam. Seja como for, um teto colorido chamará sempre a atenção e, graças à pintura, será um eterno ponto de destaque em qualquer divisão. 

Além disso, é um elemento de decoração muito original e que, sem dúvida, irá surpreender qualquer convidado.

2. O teto também é um elemento de decoração

Quando começamos a planear a decoração de um espaço, além dos objetos e itens decorativos, a cor é outro elemento fundamental. Nesse sentido, escolha cores que combinem ou opte por fazer contraste, de modo a destacar os pontos fortes de uma divisão. 

Logo, da mesma maneira que dá importância às cores das paredes, do sofá ou das cortinas, porque é que o teto é tantas vezes ignorado? Não cometa mais esse erro e valorize o espaço, dando também destaque ao teto. Por isso, avance sem medos!

3. Criar ambientes

Tetos coloridos são ótimos para fazer jogos de luz, podendo também ajudar a tirar maior partido da luz natural. Um teto colorido tanto pode contribuir para uma atmosfera mais vibrante (sobretudo se preferir cores vivas); como para balançar uma decoração mais sóbria. O mesmo é também válido se quiser criar ambientes mais intimistas. Nesse caso, recomendamos-lhe cores mais escuras e sóbrias.

Note que estes conselhos são válidos para espaços pessoais; mas também para espaços comerciais e empresarias: não desvalorize o poder da cor no modo como pode influenciar o seu estado de espírito.

4. Criar e delimitar espaços

Sobretudo agora em que os open spaces são uma tendência e uma preferência, pintar o teto é uma excelente forma para delimitar os espaços numa divisão, sem ter de recorrer a paredes ou estantes. 

Dica: Se dentro de uma divisão, pretende criar um espaço, opte por pintar o teto, a parede e o chão correspondentes intensificando, assim, a sensação de um espaço próprio e exclusivo. Opte por cores vivas e verá como obterá um efeito muito dinâmico e acolhedor!

5. Aumentar o espaço

Pegando um pouco na ideia anterior, imagine agora um corredor de paredes brancas com o teto e as portas pintadas numa cor forte. Conseguiu imaginar? Verá como a tinta contribuirá para dar uma sensação de continuidade ao espaço, contribuindo para a sensação de que este é muito maior – em comprimento e em altura!

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Como remodelar a casa sem gastar muito dinheiro?

Mudar a aparência da cozinha, renovar a casa de banho ou aplicar um novo pavimento. Há trabalhos que podem realizar-se sem necessidade de grandes obras.

Mudar a aparência de uma casa sem ter de fazer grandes obras é possível. Existem diferentes tipos de trabalhos que podem ser realizados evitando-se a formação de detritos e poeira. A vantagem é que podes continuar a viver na casa durante a construção sem muitos inconvenientes. Além disso, consegues um novo visual, por pouco dinheiro.

Este tipo de intervenção pode ser efetuado quando não existam problemas que afetem as instalações ou a instabilidade dos revestimentos e se pretenda apenas dar uma imagem renovada às divisões da casa.

Mudar a aparência da cozinha

Transformar a cozinha e torná-la mais funcional às vezes não exige muito trabalho. Mesmo sem mudar todos os móveis e sem mexer nas instalações, muito se pode fazer para mudar o layout interno. Por exemplo, para acrescentar uma península a uma cozinha linear, basta trocar a bancada e substituí-la por uma em forma de L. Para completar a transformação, podes pintar os azulejos e as portas dos armários com tintas adequadas aos materiais.

Remodelar a casa de banho

A casa de banho é um dos espaços que mais evidencia a passagem do tempo. Para renovar uma casa de banho com vários anos sem grandes intervenções, podes substituir sanitas e torneiras desatualizadas e pouco funcionais. Desta forma, poderás instalar novos produtos com melhores características e esteticamente mais agradáveis. A manutenção de todas as ligações existentes não exigirá qualquer demolição, trata-se de uma intervenção que requer apenas trabalho de canalizador.

Um pavimento novo

Existem várias soluções para renovar o pavimento sem ter de o demolir – mantém-se o revestimento antigo e aplica-se o novo por cima. Isso é possível graças às espessuras reduzidas. Isso pode ser feito aplicando cimento resinoso sobre o chão existente, criando uma superfície contínua e contemporânea. Como alternativa, porcelanato ultrafino pode ser colocado no piso antigo, criando superfícies decorativas elegantes. Se quiseres tornar o trabalho mais fácil e menos definitivo, podes optar por instalar pisos laminados de qualidade ou laminados de PVC. É uma boa ideia para tornar até mesmo uma casa arrendada mais acolhedora com a possibilidade de poder desmontar e reaproveitar o piso após o término do contrato.

Renovar as portas dos quartos

As portas interiores influenciam muito o estilo de uma casa. Portas de madeira pesadas e antiquadas podem prejudicar o ambiente. Se forem portas de qualidade e em bom estado, basta pintá-las para clarear o efeito geral e dar um aspeto fresco. Se, pelo contrário, é um modelo de porta comum, a aplicação de caixilhos decorativos irá adicionar um detalhe que os tornará mais chiques.

Soluções com placas de gesso cartonado

A versatilidade deste material permite criar um número infinito de formas e pode ser usado para mascarar defeitos, criar divisórias, móveis personalizados ou elegantes tetos falsos. Resumindo, com o uso da placa de gesso cartonado podes transformar um ambiente sem qualquer demolição.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News. “Como remodelar a casa sem gastar muito dinheiro”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2021/03/12/46570-como-remodelar-a-casa-sem-gastar-muito-dinheiro

Dicas para transformar (e modernizar) os rodapés de casa.

O rodapé ideal deve não só cobrir as lacunas entre o piso e as paredes, mas também melhorar o estilo do ambiente como um todo.

Os rodapés existem para assegurar a transição da parede para o teto. A sua função é estética, mas também de proteção. Ao longo da história, os rodapés foram marcando a sua presença desde as construções mais antigas sem nunca, no entanto, passarem de moda. Seja em construções destinadas ao comércio, serviços ou em residências, eles são ainda bastante comuns. São apresentados em variados formatos, cores e materiais, sendo também muito mais do que um simples objeto decorativo.

Regra geral, os rodapés possuem 3 funções:

1 – Função de proteção: protegem as paredes de eventuais choques, sujidade ou mesmo danos de água ou humidade;

2 – Funções de acabamento: oferecem um melhor acabamento no encontro das paredes com o chão. O rodapé dá um acabamento uniforme na união de dois materiais, que compõem parede e chão e que são, tipicamente diferentes. Alguns modelos de rodapés permitem também esconder a fiação elétrica da residência, que é embutida em sulcos internos existente no rodapé;

3 – Função estética: esta função assume vital importância atualmente. Funciona como uma moldura do espaço, destacando tanto o piso como a parede, dependendo da sua função e do tipo de material aplicado.

O uso de rodapés entre paredes e pisos não é obrigatório, porém, sem a sua aplicação, as paredes poderão apresentar-se mais vulneráveis e propensas a problemas tais como humidade, necessitando de manutenção com maior frequência devido aos embates ocasionais, potenciais manchas ou esquinas danificadas.

Os rodapés apresentam uma variedade extensa quanto a estilos, tamanhos ou materiais. Estes podem ser de poliestireno, PVC, MDF, cerâmica, pedra ou madeira. Desta forma, é possível combinar diferentes tipos de materiais com o objetivo de criar ambientes únicos, tendo em consideração o estilo da mobília e o espaço onde irá ser aplicado. Afinal, o rodapé ideal deve não só cobrir as lacunas entre o piso e as paredes, mas também melhorar o estilo do ambiente como um todo, assumindo um papel primordial nesse sentido.

Tipos de rodapés

Existem muitos tipos de rodapés, desde os mais clássicos, de aspeto mais trabalhado, aos mais modernos, com linhas mais simples, retos ou até mesmo de presença minimalista, ou reduzida. Assim, são três os principais tipos de rodapés existentes: rodapé convencional, embutido e invertido.

Rodapé convencional – é o tipo mais comum e mais utilizado por ser de mais fácil instalação e apresentar menor custo. Nessa opção o rodapé é sobreposto à parede, ficando saliente em relação à mesma, sendo esta a opção que permite maior latitude ao nível da decoração;

Rodapé embutido – é um tipo de rodapé que fica totalmente nivelado com a parede, não apresentando qualquer tipo de saliência. A vantagem desse tipo de rodapé em relação ao rodapé convencional é que não há acumulação de sujidade na parte superior deste;

Rodapé invertido – Por fim, o rodapé invertido é o que apresenta maior custo e exige uma instalação mais minuciosa e especializada.

Esse tipo de rodapé é aplicado recorrendo à instalação de uma cantoneira metálica que é embutida dentro da parede, criando uma reentrância entre piso e parede. Este tipo de rodapé é bastante utilizado quando se deseja um efeito de que a parede está elevada em relação ao piso.

Como tirar maior partido da função decorativa do rodapé?

O rodapé deve combinar com o piso? Não existe uma regra universal e cada caso é um caso, dependendo do objetivo do projeto. Em alguns casos, o material do piso pode ser utilizado no rodapé, como é o caso das cerâmicas. Não é necessário que o rodapé siga o padrão do piso, mas é importante que ele esteja em harmonia com as portas e os batentes.

Caso se pretenda a sensação de alongamento da parede, é interessante utilizar um rodapé da mesma cor da parede. O efeito contrário, porém, acontecerá caso se utilize um rodapé da mesma cor do piso. Por outro lado, se a intenção for destacar somente o rodapé, poder-se-á utilizar um acabamento diferente ao nível da cor das paredes e dos pisos. Portanto, a escolha depende da intenção do projeto.

Como escolher o acabamento mais adequado para os rodapés?

A escolha correta do rodapé, conforme já foi referido, poderá ser determinante para o aspeto do ambiente e para a durabilidade do acabamento. Rodapés de MDF, madeira, cimento são indicados para ser aplicada uma pintura posteriormente, mas exigem tintas diferentes, embora os de madeira natural, já possuem um acabamento em verniz.

Os rodapés em poliestireno, um derivado de plástico, é extremamente durável, muito resistente à humidade, sendo indicado para áreas da casa mais húmidas tais como cozinhas ou casas de banho. Está disponível no mercado com ou sem frisos, em várias alturas, e é facilmente encontrado na cor branca ou em tons de madeira. É um produto ecológico e de aplicação fácil e prática, recorrendo apenas a uma cola especial.

Existem ainda os rodapés em PVC, também desenvolvidos para áreas igualmente molhadas e/ou húmidas, possuindo cavidade interna e, assim como o de poliestireno, possibilita a passagem de fiação. Tanto o rodapé de PVC quando o de poliestireno tem um custo benefício melhor que o de madeira ou MDF, sendo a sua durabilidade maior e o aspeto bastante similar.

Dimensão ideal de um rodapé

O rodapé deve ser escolhido de acordo com a área do ambiente. Há que ter em conta que, ambientes mais pequenos, quando aplicado um rodapé mais alto, podem parecer menores. Um ambiente mais generoso, com um rodapé pequeno também ficará com um aspeto desajustado. De seguida enumera-se algumas alturas padrão aconselháveis, agrupando-as em 3 grupos:

Rodapés pequenos – de 5 a 9cm de altura

Rodapés médios – de 10 a 15cm de altura

Rodapés grandes – de 15 a 25cm de altura

Escolhe o tamanho do rodapé de acordo com o tamanho do teu ambiente. Se a ideia é utilizar o mesmo rodapé para a casa toda, o ideal é que o escolhas considerando a área do conjunto. Em linhas gerais, o tamanho do rodapé escolhido deve seguir o tamanho do imóvel: uma casa pequena pede rodapés baixos, uma casa maior, com ambientes amplos permite utilizar rodapés mais altos.

Como instalar rodapés

As peças de MDF precisam de cola branca e pregos sem cabeça, enquanto os de madeira são fixados com bucha, parafuso e cavilha. Já os de poliestireno expandido só pedem cola ou encaixe, e as de cerâmica levam cimento cola e devem ser aplicados por um profissional ou alguém experiente. Aliás, é sempre melhor contar com mão-de-obra profissional, pois como em tudo, o bom acabamento exige conhecimento.

Como renovar rodapés  

Há muitas alternativas, desde a sua substituição, a sua renovação ou até mesmo aplicação de novos rodapés sobre os existentes, permitindo renovar os espaços sem necessidade de retirar os rodapés antigos. Neste caso, os novos rodapés deverão cobrir na totalidade os existentes, ou seja, o novo rodapé terá forçosamente de ser mais alto e também mais espesso.

No caso de renovação de rodapés de madeira, a renovação não implica necessariamente a sua remoção. Terá de se proceder ao tratamento prévio das superfícies recorrendo a uma lixa e, de seguida, um envernizamento cuidado serão suficientes. No entanto, haverá situações em que a remoção completa e a aplicação de novos rodapés será a melhor opção, uma vez que, a alteração total dos rodapés acabará por criar um “novo” espaço.

Com os produtos certos e o aconselhamento ideal, é possível realizar reformas rápidas e dar uma nova cara aos diferentes elementos que compõem os espaços da casa.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News. “Dicas para transformar (e modernizar) os rodapés de casa.”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2021/03/10/46541-dicas-para-transformar-e-modernizar-os-rodapes-de-casa

O melhor tipo de tinta para cada divisão da casa.

Saber qual é o melhor tipo de tinta para cada divisão da casa é essencial e vai muito além da cor. A escolha certa do tipo de tinta pode poupar-lhe várias dores de cabeça, quer em trabalhos de manutenção futuros, quer na durabilidade e proteção do espaço. Neste artigo, vamos de divisão em divisão e dizemos-lhe qual o melhor tipo de tinta para a casa, tendo em conta estes 5 fatores:

• Rendimento;

• Poder de cobertura;

• Resistência à lavagem;

• Tempo de secagem;

• Durabilidade.

Melhor tipo de tinta para o hall de entrada

Mais do que a porta e o cartão de visita da sua casa, o hall é a porta por onde tudo entra, desde os sapatos sujos, aos guarda-chuvas molhados, às patas do cão cheias de terra… Logo, e apesar de ser uma pintura de interior, é importante escolher para a entrada uma tinta que seja resistente.

A nossa dica é que opte pelas tintas acrílicas, sendo que pode escolher entre os acabamentos:

• Fosco: Apesar de menos resistente à limpeza, disfarça bem as imperfeições;

• Acetinada: Apresenta um brilho discreto;

• Semibrilho: É muito brilhante. Por isso, antes de pintar a parede, esta tem de estar impecável e sem qualquer imperfeição. Caso contrário, este tipo de tinta acabará por as deixar em evidência.

Solúvel em água, as tintas acrílicas podem ser usadas em camadas finas e grossas. Fáceis de aplicar, secam rapidamente e têm um cheiro pouco intenso. Além disso, são muito fáceis de limpar: só precisa de usar um sabão neutro!

Melhor tipo de tinta para a sala

Também aqui lhe recomendamos o uso de tintas acrílicas. Aproveite o facto de existirem tintas de diversas cores para dar o ambiente que procura à sua sala, tornando-a num espaço aconchegante, mas também ideal para receber as visitas. 

E já agora, por que não? conjugar diferentes cores, criando uma parede de destaque ou até recorrer ao papel de parede ou à decoração do teto? Além disso, não se esqueça que pintar a sala se resume às paredes! Estenda a sua criatividade aos tetos, ao chão da sala e até à pintura de móveis!

Melhor tipo de tinta para a cozinha

Como deve imaginar, de todas as divisões da casa, a cozinha é a que mais apresenta desafios na hora de escolher o tipo de tinta. Por um lado, porque há uma diversidade de materiais na cozinha (tampos de madeira, bancas de mármore, etc.); depois, porque devido à sua funcionalidade precisa de algo resistente (também aos cheiros), fácil de higienizar e que lhe permita remover as gorduras facilmente. 

Assim sendo, aconselhamos-lhe a optar pela tinta epóxi. Este tipo de tinta foi criado especialmente para cobrir superfícies, como pisos e azulejos. Bastante resistente, a tinta epóxi pode ser lavada facilmente e tolera bem o uso de produtos químicos. Por esta razão, esta é das tintas mais usadas para pintar cozinhas e casas de banho.

Melhor tipo de tinta para a casa de banho

Devido à humidade, a casa de banho é uma divisão propícia para o aparecimento de fungos e de manchas de humidade. Logo, é importante prevenir. Isso significa investir numa tinta mais potente e resistente, como a epóxi. Não se esqueça que o barato sai caro. Por vezes, vale a pena gastar um pouco mais para poupar a longo prazo!

A nossa dica é que para pintar a casa de banho, opte por tintas anti fungos e anti humidade. Atualmente tem inclusive opções de tintas em acetinado e mate, que são facilmente laváveis e funcionam bem no combate aos fungos e ao bolor na casa de banho.

Melhor tipo de tinta para o quarto

Para pintar o quarto, pode optar por tintas látex. Fáceis de aplicar, este tipo de tinta funciona bem em paredes interiores, pois não estão expostas a agressões do exterior. 

Contudo, se tiver imperfeições na parede, não use tintas brilhantes. Caso contrário, em vez de disfarçar os defeitos, acabará por realçá-los. Aliás, tenha isto sempre em conta: se a divisão que pretende pintar apresenta estragos, como fissuras ou rachas, pintar por cima não vai resolver o problema. Pelo contrário, pode até evidenciá-lo. Assim sendo, confira sempre se não precisa de fazer outros trabalhos de reparação.

Assegure-se também que a tinta para o quarto não apresenta um odor forte e que seca rapidamente.

Melhor tipo de tinta para exteriores

Para a pintura de exterior, é essencial que escolha uma tinta adequada às condições climatéricas do local onde vive. Assim sendo, para o exterior o melhor é comprar tintas 100% acrílicas, pois duram mais e resistem bem ao sol e às chuvas. 

Atualmente, existem mesmo tintas criadas especialmente para ambientes exteriores, podendo até optar por tintas reparadoras – como as tintas Elásticas – que permitem recuperar e reparar fendas nas fachadas exteriores.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo.“O melhor tipo de tinta para cada divisão da casa″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:

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4 tipos de piso que pode pôr sem tirar o atual

Seja por questões estéticas, seja pelo desgaste do piso, chega sempre uma altura em que precisamos de trocar o chão da nossa casa. Muitas vezes, nem realizamos estas obras, já que estas implicam muito tempo, dinheiro e sujidade. Mas sabia que pode ter um piso novo sem necessidade de grandes obras e de forma rápida e fácil? Deixamos-lhe aqui uma pequena lista de pisos que podem ser colocados por cima do que já existe, para que possa tirar as suas conclusões!

Primeiro passo: Avaliar o estado do solo

Seja qual for o tipo de piso que quer colocar na sua casa, é necessário realizar primeiro uma avaliação do estado do pavimento que já tem. Veja se existem partes soltas ou desníveis, já que é muito importante que a base esteja perfeitamente nivelada, para que o novo solo possa ser colocado corretamente. Pode também ser necessário ajustar a altura das portas ao colocar o novo piso, já que a sobreposição dos materiais irá aumentar a altura do solo alguns milímetros. Um profissional qualificado pode ajudar nesta etapa.

Se não quer trocar, restaure

Se tem um piso em madeira, pode sempre restaurar o que tem antes de colocar o novo material por cima, o que vai ajudar a valorizar a sua casa e a deixar a divisão com ar de nova. Pode conseguir bons resultados lixando e colocando camadas de verniz ou de resina à base de água.

1. Piso Vinílico

Os pisos vinílicos são uma boa escolha, já que imitam na perfeição outros materiais, como a madeira, e são rápidos de colocar, já que são colados por cima do pavimento existente através de uma cola ou adesivo que já vem no rolo. Existem também modelos de clique, que se encaixam uns nos outros. O vinil tem uma espessura muito pequena, de 3 mm, e está disponível em vários modelos e cores que podem ser aplicadas em superfícies de mármore, cimento, granito, porcelana e cerâmica. Pode também ser colocado em casas de banhos e cozinhas, já que são resistentes à humidade.

2. Linóleo

O linóleo é feito principalmente à base de óleo de linhaça, que é depois misturado com outros materiais, como pedra. Devido à sua composição, é um revestimento natural e biodegradável, que pode ser encontrado em rolos, tábuas ou peças de encaixe, que depois são coladas ao piso existente. A sua espessura é mínima, estando entre os 2 e os 4 milímetros.

3. Laminado

Também conhecido como soalho flutuante, este revestimento consiste em pequenas tábuas que cobrem o pavimento mediante um sistema de encaixe. Pode ser colocado por cima de cerâmica, pedra, madeira, azulejos ou porcelana, sem qualquer problema. Apenas deve evitar a sua aplicação em carpete. A sua espessura costuma ser de entre 7 a 12 mm.

4. Resina Epóxi

A resina é uma boa forma de dar um novo visual ao seu lar de forma rápida, já que se pode aplicar em cima de pisos já existentes. No entanto, não se recomenda a sua colocação por cima de pisos de madeira, já que, com o tempo, pode estragar o piso. A resina permite que tenha um acabamento sem juntas e liso, sendo muito fácil de limpar. É também impermeável, antideslizante e resiste muito bem aos efeitos do sol. A aplicação da resina deve ser feita por um profissional qualificado.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo.“4 tipos de piso que pode pôr sem tirar o atual”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/4-tipos-de-piso-que-pode-por-sem-tirar-o-atual