Não tem climatização em casa? Saiba como manter a casa fresca no verão!

Durante o período do verão existem muitas casas que por diversos factores como a exposição solar, construção ou localização fazem com que as mesmas se tornem muitos quentes, por esse motivo hoje vamos dar 5 dicas para que possa manter a casa fresca durante o verão.

  • Evite o contacto direto com o sol

Durante as horas de maior calor, evite os contacto do sol com o interior da habitação e por isso feche todas as janelas e persianas. Procure, apenas, manter as mesmas abertas nas primeiras horas da manhã (até perto das 10 horas) e ao fim do dia, a partir das 19 horas quando o sol perde a força do calor e ajuda a circular o ar e refrescar o interior.

  • Procure pontos para corrente de ar

Este é dos truques mais antigos, mas o que efetivamente pode resultar melhor, na sequência da dica anterior, ao fim do dia quando abrir as janelas, procure pontos estratégicos para a fazer correr o ar, por exemplo abrir duas janelas em pontos opostos da habitação.

  • Evite a utilização do forno e outros equipamentos electrónicos

Durante o verão e sobretudo nos dias mais quentes, evite a utilização do forno, caso pretenda manter uma temperatura agradável no interior da casa. Isto porque, o forno trabalha com temperaturas muito elevadas e que naturalmente fazem com que a habitação também aqueça. Outro ponto importante são os equipamentos eletrónicos como a televisão e computador que aquecem naturalmente com a sua utilização e transmitem calor.

  • Usufrua da natureza

A natureza, nomeadamente plantas e flores nos interiores podem trazer benefícios, tais como no verão que ajudam a refrescar o interior, uma vez que ajudam a humedecer o ar. É necessário escolher as plantas adequadas, como as Cróton, Palmeira-Leque, Suculentas ou Peperômia, visto que nem todas se adaptam aos interiores.

  • Cores claras

As cores claras, sobretudo o branco, retém menos luz e menos calor e por isso durante o verão esta é uma cor que deve ser predominante em oposição aos tons mais escuros e/ou coloridos que retém a luz e o calor. Procure utilizá-la na decoração, pintura exterior e interior ou até mesmo nas roupas.

Estes são os nossos truques favoritos, na ausência de ar condicionado ou ventoinha, para manter a casa fresca durante os dias mais quentes. Qual o seu?

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Não tem climatização em casa? Saiba como manter a casa fresca no verão!”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/nao-tem-climatizacao-em-casa-saiba-como-manter-a-casa-fresca-no-verao

Chegou a hora da limpeza de verão: 10 dicas imperdíveis

Vamos preparar a casa para uma das estações mais desejadas do ano? Dias bem compridos, noites quentes e a pedirem um bom jantar entre amigos e muitas tardes de sol para desfrutarmos do nosso lar. Parecem-lhe bons planos? Então, para que se sinta verdadeiramente confortável ao ponto de nem lhe apetecer muito sair de casa, venha daí e conheça as 10 dicas imperdíveis de limpezas de verão que não deve deixar de fazer. 

1. Vidros e janelas 

Bem sabemos que esta é daquelas coisas que fica sempre para ‘amanhã’. Mas do ‘amanhã’ antes da chegada do verão não pode passar! E por vários motivos. A começar, claro, pelo facto da casa se tornar bem mais fresca e com sensação de limpeza. Depois para deixar entrar o máximo de claridade e sol – o que todos pretendemos nesta estação do ano! E, finalmente, para que a sua casa esteja na sua máxima performance quando receber os seus amigos e família nos convívios veranis! 

2. Têxteis de casa

Quando falamos de têxteis de casa estamos a falar de tudo o que é têxtil mais pesado ou fixo. Diga-se: tapetes grandes, cortinas, capas de sofás, protetores de colchão…enfim, tudo o que se lembrar que é feito de tecido e que há muito que não coloca a lavar. Pode não se aperceber, mas estes itens acumulam uma quantidade de pó e ácaros que nem imagina, o que pode ser invisível aos olhos, mas muito prejudicial para a saúde! Se tiver tapetes de muito grandes dimensões, pode sempre equacionar contratar os serviços de limpeza ao domicílio, que o deixam como novo.

3. Colchões

Sim, é verdade! Os colchões também podem (e devem) ser limpos. E a chegada do verão é um excelente pretexto para o fazer! O ideal é que o lave com uma daquelas máquinas a vapor, o deixe levantado a arejar pelo menos 12 horas e depois o vire para o lado oposto ao que utilizou na estação do inverno. Na impossibilidade de utilizar esta técnica, aspire-o muito bem e esfregue-o com uma escova ligeiramente humedecida. Depois é só deixar secar (idealmente ao ar livre). 

4. Arrumação geral ao quarto

Não há mais desculpas para adiar esta tarefa: é hora de se atirar de cabeça ao seu quarto e fazer uma limpeza e arrumação em profundidade! Comece por destralhar: roupa que já não quer ou não usa, acessórios que não são utilizados há muito tempo, peças em pior estado que não sabe o que fazer com elas. Descarte o que não é essencial. Vai sentir-se mais leve e o quarto vai respirar muito melhor também! Se quiser apostar num twist diferente, pode também experimentar uma decoração diferente ou mudar alguns móveis de sítio – se o espaço o permitir, claro. 

5. Limpeza a fundo da cozinha

Outra das áreas onde mais tralha acumulamos é mesmo a cozinha. E nada como o pretexto da chegada do verão para fazer uma mega limpeza! Afinal, não anda a namorar aquele serviço especial de verão? Imponha a si mesmo uma regra: antes de comprar, tem mesmo de fazer uma grande seleção ao que já tem e que não usa ou se encontra em mau estado. Aproveite e retire tudo de dentro dos móveis para os limpar e deixar tudo fresco e cheiroso. 

6. Área exterior

Se possui em casa um terraço, varanda ou outra área exterior, agora é a hora de lhe fazer uma limpeza. Bem grande! Afinal, é agora que começa a época dos convívios e não vai querer jantares e almoços no meio de teias de aranha e poeiradas acumuladas das outras estações, pois não? Uma excelente solução para a limpeza deste tipo de áreas é a utilização das máquinas de pressão de água, um investimento excelente para quem possui uma área exterior em casa. E serve para limpar tudo: das paredes ao chão e até mesmo mobiliário exterior (regulando a intensidade e força).

7. Paredes interiores 

Pense um pouco: há quanto tempo não lava as paredes de sua casa? E falamos de todas, não só dos azulejos da casa de banho e cozinha! Aproveite a chegada do bom tempo para limpar, literalmente, a casa de cima até baixo. Paredes incluídas! No caso dos azulejos, pode utilizar uma esponja e um produto próprio; para as restantes, uma vassoura com um pano macio poderá ser suficiente. 

8.  Candeeiros 

Quando começar a limpar os candeeiros vai ficar surpreendido tal é a quantidade de pó e sujidade. A verdade é que a luz atrai poeirada e todos os dias ligamos os candeeiros…só que como ficam localizados bem acima das nossas cabeças, muitas vezes não temos noção da sujidade que acumulam. Com a ajuda de um pano húmido, limpe todos os candeeiros lá de casa e verá a diferença; até na luz!

9. Despensa e lavandaria

Vamos então à despensa e lavandaria: ambos são locais que acabam por acumular bastantes produtos (a despensa produtos alimentares e a lavandaria produtos de limpeza) e que precisam ser limpos e revisto pelo menos duas vezes ao ano. A chegada do verão é uma altura ótima para isso. Passe tudo a pente fino: validades, estado de conservação…e aproveite para retirar tudo das prateleiras e armários, limpar, organizar e deitar fora o que já não interessa. 

10. Móveis fora do sítio 

Por fim, mas não menos importante…há quanto tempo não arrasta as cómodas do quarto para limpar por trás? E o aparador da sala? O mesmo se aplica aos móveis da entrada. E claro que esta tarefa não é algo que tenha de fazer todas as vezes que faz limpeza em casa. Mas nas limpezas de boas vindas ao verão é um dos essenciais para que a casa fique verdadeiramente livre de poeirada de outras estações e se respire um ar verdadeiramente limpo. 

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Aprenda a organizar o seu orçamento para uma remodelação

Todos temos um determinado de plano de tornar a nossa casa mais agradável e moderna com pequenas ou grandes remodelações. No entanto, os planos são longos e o orçamento é curto, o que leva a que as alterações fiquem na gaveta. Mas não tem de ser assim! Aprenda a organizar o seu orçamento e vai ver que com planeamento e alguma imaginação, tudo é possível! 

Defina o seu orçamento máximo (e conte com desvios) 

Como dizem os ingleses ‘first things, first’ (primeiras coisas em primeiro lugar). E é mesmo assim que deve pensar antes de avançar para uma alteração em sua casa. O ponto fulcral para aprender a organizar o seu orçamento para uma remodelação passa por definir, de forma bem realista, o valor total que está disposto / tem disponível para gastar. E ao fazê-lo, faça bem as contas e não queira dar um passo maior do que a perna. Além disso, deve também sempre considerar uma determinada percentagem (entre 10 a 25% do valor total) para eventuais derrapagens orçamentais, muito comuns neste tipo de área de atuação. 

Comece por definir o que quer alterar

Para que as coisas corram sobre rodas e não se sinta perdido no meio de tantas ideias e planos, passe tudo para o papel. E de forma organizada! Escreva exatamente tudo o que pretende alterar, e vá do geral para o particular, percorrendo as várias divisórias da casa. No fundo, construa uma espécie de check list com as várias tarefas associadas à remodelação que tanto deseja (ex: pintar a casa por dentro, pintar uma divisória, substituir os móveis da cozinha, instalar sistema de ventilação na casa, etc). 

Consulte o mercado 

Uma vez bem definidas todas as alterações que gostaria de ver implementadas, está na hora de ouvir o mercado. E com isto queremos dizer que deve pegar nas suas pretensões e pedir vários orçamentos. Nunca se fique pelo primeiro orçamento – que pode ser até o que depois vai escolher! Mas antes de avançar com a adjudicação da proposta, deve consultar pelo menos três diferentes orçamentos para que seja possível comparar. Quando solicitar as cotações, peça para que sejam o mais detalhados possível para que facilmente consiga perceber onde é que pode cortar caso o valor ultrapasse o seu orçamento global. 

Faça pesquisas das várias possibilidades de material

Uma outra forma de conseguir organizar melhor o seu orçamento e poupar no resultado final passa por fazer várias pesquisas ao nível de material. No caso das cerâmicas, por exemplo, existe uma diferenciação entre cerâmica de 1ª – mais premium e sem qualquer falha – e de 2ª – igualmente boa, mas que pode eventualmente ter um ou outro defeito que dificilmente se identifica a olho nu. E a nível de preço a diferença ainda é bastante! Estude bem as alternativas de material e ainda que não escolha o nível mais baixo dos materiais – que esse sim, geralmente significa um corte também de qualidade – mas não precisa também escolher o topo de gama. Um equilíbrio será o ideal. 

Peça ajuda a profissionais 

Acredite no que lhe vamos dizer: às vezes, com o intuito de poupar uns euros, acabamos por decidir fazer nós próprios. E se em algumas tarefas isto corre bem, outras há em que depois acaba por gastar ainda mais do que se tivesse contratado. Porquê? Porque o trabalho fica mal-executado e é necessário contratar. Aí sim tem o seu custo, do seu material, acrescido da contratação profissional. Por isso, quando forem trabalhos mais especializados, prefira contratar serviços especificamente criados para tal.

Escolha épocas menos concorridas para fazer as alterações

Uma forma de conseguir ter mais poder de negociação com empresas especializadas passa por escolher alturas menos concorridas ao nível de obras e remodelações. Afinal, falamos da lei da oferta e da procura que é mesmo assim: em alturas mais procuradas, os preços tendem a ficar inflacionados; em alturas mais paradas, existem mais oportunidades de promoções e preços especiais. 

Reutilize mobiliário 

Finalmente, uma forma de conseguir baixar o valor global do seu orçamento de remodelação, pode passar pela realização de mobiliário. Com imaginação, material próprio e algum talento, conseguem fazer-se verdadeiros milagres. E tanto pode tentar aproveitar mobiliário que já tenha em sua casa, como explorar casas que vendem este tipo de artigos em segunda mão e onde muitas vezes se encontram verdadeiras pechinchas! 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Aprenda a organizar o seu orçamento para uma remodelação”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/aprenda-a-organizar-o-seu-orcamento-para-uma-remodelacao

Conselhos e ideias para organizar a sua lavandaria (pequena)

Ter uma lavandaria em casa tornou-se já um essencial nos lares modernos, uma vez que facilita o dia-a-dia no que a tratar da roupa diz respeito. E não se preocupe, mesmo que não tenha muito espaço em casa, pode ter sempre uma zona de lavandaria pequena, especialmente se souber jogar com aquilo que tem. Veja as nossas ideias para otimizar ao máximo o espaço da sua lavandaria mini e mantê-la organizada:

Otimize o espaço que tem disponível

Apesar de se costumar ter a máquina de lavar na cozinha ou na casa de banho, qualquer espaço da sua casa, por mais pequenos que seja, pode ser usado para criar uma lavandaria pequena. Deverá pensar bem em tudo aquilo que é necessário neste espaço: um local para as máquinas de lavar e secar, e um local para cestos, detergentes, ferro de passar e roupas prontas a arrumar. Estes elementos deverão ser dispostos da forma mais prática possível na sua lavandaria.

Máquinas escondidas

Se não gosta de ter a máquina de lavar à vista, aproveite algum armário antigo ou mande fazer um à medida. Dessa forma, poderá esconder os eletrodomésticos quando não os está a usar e pode até criar um espaço para arrumação de detergentes e produtos de uso comum. Pode também aproveitar o espaço vertical da sua casa e colocar as máquinas umas por cima das outras, cobrindo-as com um armário ou com portas de correr, que lhe permitem poupar algum espaço na divisão.

Cestos práticos

Um local próprio para colocar cestos da roupa é uma grande ajuda para a sua lavandaria mini. Pode colocar cestos dentro de armários e instalar um sistema que lhes permita deslizar com facilidade assim que os abrir. Para que tudo seja ainda mais prático, procure ter um cesto para a roupa branca e de cor e outro para a roupa preta. Se quiser, pode incluir também um cesto para toalhas. Em alternativa aos tradicionais cestos da roupa, use cestos pequenos, e atribua cada um a um membro da família.

Detergentes organizados

Procure ter os detergentes que usa organizados e sempre à mão colocando-os em armários ou prateleiras próprias para eles. Existem também pequenos carrinhos deslizantes, que não ocupam muito espaço e podem ser colocados entre a máquina de secar e a máquina de lavar roupa, e que lhe permitirão poupar muito espaço na sua lavandaria. Pode também guardar estes produtos em baldes pendurados por baixo de uma prateleira que tenha no espaço ou criar um móvel à medida por baixo das máquinas e que sirva como plataforma para estas.

Tábua de passar

Este item ocupa muito espaço em casa, mesmo quando está dobrado, e espaço é coisa preciosa numa lavandaria pequena. Felizmente, existem soluções para este problema. A melhor opção é apostar numa tábua de passar a roupa que esteja embutida numa parede ou num dos armários da sua lavandaria. Quando não estiver a ser usada, basta arrumar a tábua e ganhará mais algum espaço na divisão.

Um varal

Se não seca as roupas ao ar livre e não tem máquina de secar, vai precisar de um varal onde as possa pendurar. Aproveite uma escada antiga que tenha por casa e pendure-a no teto para criar um varal faça você mesmo, ou compre um varal extensível que pode ser fixo a uma das paredes e que só é aberto quando precisar de o utilizar, permitindo-lhe ter mais espaço de manobra no espaço.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Conselhos e ideias para organizar a sua lavandaria (pequena)”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/conselhos-e-ideias-para-organizar-a-sua-lavandaria-pequena

Banheira ou poliban: qual a melhor escolha?

Haverá uma resposta única para qual destes equipamentos ter na sua casa de banho? Banheira ou poliban? Veja o que descobrimos.

Qual escolher: banheira ou poliban? Se a banheira lhe confere um conforto superior, o poliban é uma excelente forma de rentabilizar tempo e dinheiro.

Quer vá criar uma casa de banho de raiz ou reformulá-la, mais cedo ou mais tarde irá confrontar-se com a dúvida se deve optar por uma banheira ou poliban. E escolher entre um dos dois pode não ser tarefa fácil, até porque não existe uma resposta igual para todos os casos.

Tudo depende de si, dos seus hábitos e preferências, bem como se tem um estilo de vida mais apressado e prático ou se privilegia momentos de relaxamento.

Além disso, há outra questão preponderante: a sua casa de banho tem espaço de sobra ou, pelo contrário, precisa de fazê-lo render ao máximo? Só depois de responder a estas perguntas conseguirá escolher entre a banheira ou poliban.

Para ajudar a tomar uma decisão, damos-lhe a conhecer as principais vantagens e desvantagens associadas a ambos.

Escolher a banheira

As principais vantagens

Fácil de limpar

Por norma, as banheiras são bastante fáceis de limpar. Sem frisos, frinchas, dobradiças e roldanas, basta um pano húmido e um produto próprio de limpeza de loiças de casa de banho e o serviço fica pronto em poucos minutos.

Ideal para quem tem crianças

As banheiras são um verdadeiro plus para quem tem bebés e crianças pequenas em casa. Pode dar-lhes banho diretamente na banheira, enchendo um pouquinho e colocando lá os brinquedos para os pequenos se distraírem, ou então utilizá-la para “encaixar” uma banheira própria para bebés.

Momentos de pausa e relaxamento

Uma das grandes vantagens de ter uma banheira é que ela pode tornar-se verdadeiramente num santuário de relaxamento, onde pode desfrutar do “seu momento”. Se tem crianças pequenas, reserve esses minutos para si, depois de os por na cama. Encha-a de água bem quente, coloque umas bolinhas de espuma ou sais e relaxe.

A banheira torna-se uma verdadeira amiga dos momentos de paz e sossego numa altura em que a correria do dia a dia não nos permite relaxar verdadeiramente.

Claro que, por motivos até de sustentabilidade, esta não deve ser uma prática recorrente, mas nada impede que, de quando em vez, não se possa fazê-lo. E depois até pode reaproveitar essa água para outros usos (como o autoclismo, por exemplo).

As principais desvantagens

Maior exigência de espaço

Já no que respeita às desvantagens da banheira, a exigência de espaço é realmente uma delas.

As banheiras são bastante mais volumosas do que um poliban standard e muitas delas têm acabamentos arredondados que acabam por ocupar ainda mais espaço. Se gosta de banheiras com pés, então aí terá mesmo de ter uma casa de banho de maiores dimensões.

Banho mais demorado

A banheira é excelente para momentos mais relaxantes, mas se procura sempre formas de rentabilizar ao máximo o seu tempo, este pode não ser o elemento ideal para si. Por mais que tente, vai sempre demorar mais a tomar um banho de banheira do que no poliban de chuveiro.

Sobre o poliban

As principais vantagens

Segurança

Os duches ou poliban acabam por ser mais seguros do que as banheiras por oferecerem uma maior acessibilidade. São assim a opção ideal para pessoas com limitações físicas ou com mobilidade reduzida, como no caso das pessoas idosas.

Poderá até colocar uma cadeira dentro do poliban para que o momento do banho seja mais confortável e menos exigente.

Espaço otimizado

Os poliban atuais são facilmente adaptáveis a qualquer espaço. Disponíveis em várias formas e dimensões, é possível instalar um duche em qualquer casa de banho, por mais pequena que seja, permitindo otimizar ao máximo o espaço. Além disso, conseguem oferecer amplitude visual.

Poupança de tempo e água

Não há como bater o poliban nesta corrida. Estes são realmente a forma mais eficiente, rápida e económica de tomar o seu banho diário.

A quantidade de água consumida é, incomparavelmente, mais baixa do que na banheira e, em termos de tempo, consegue despachar o banho em 5 a 8 minutos. Desta forma irá poupar água e ser mais amigo do ambiente.

As principais dificuldades

Dificuldade em adaptar a crianças

No caso de ter crianças lá por casa e só dispor de poliban, é bem possível que as suas costas reclamem. Provavelmente terá de agachar-se para ficar ao nível da criança e, enquanto ela for mais pequena, ter uma banheira de tamanho mini para conseguir encher e dar-lhe o banho.

Mais exigência na limpeza

Sobretudo nos casos dos poliban tipo “cabine de duche”, compostos por vários painéis de PVC, plástico, roldanas e ranhuras, a limpeza torna-se bastante exigente, sobretudo para chegar a todos os cantos.

E sendo um equipamento que contacta com água diretamente é muito importante garantir a sua higienização frequentemente.

Banheria ou Poliban? Ou ambos?

Se quisermos colocar as coisas de forma um pouco mais abstrata, podemos comparar a banheira e o poliban a duas formas diferentes de ver a vida: a primeira é mais pausada e para quem gosta de pormenores, a segunda mais prática e célere.

A verdade é que são ambas diferentes e complementares. Se a sua casa de banho não tiver restrições de espaço ou se tiver mais do que um WC, talvez o melhor seja mesmo ter ambos.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Banheira ou poliban: qual a melhor escolha?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/banheira-poliban/

Remodelar a casa em tempos de Covid-19? Há 5 aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra

Número de pedidos de remodelação de apartamentos subiu com o confinamento, conclui a GesConsult.

Melhorar a habitabilidade da casa ajuda a prolongar a sua conservação. Uma conclusão a que muitas pessoas terão chegado com o confinamento, já que viveram e trabalharam “fechados” durante os últimos tempos – algumas assim continuam –, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas há aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra, sendo necessário pensar em todos os prós e contras, para se ter a certeza de que o investimento é canalizado para as áreas certas.

“A pandemia fez com que passássemos mais tempo em casa, reparando em pormenores aos quais não dávamos atenção quando saíamos para trabalhar. Esta nova perceção das habitações já está a ter impacto no mercado, com o número de pedidos de remodelação de apartamentos a subir, evidenciando uma preocupação das famílias em ter espaços mais confortáveis”, diz, em comunicado, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, empresa especialista em gestão e fiscalização de obras que foi fundada em 2014.

Esta pode ser a altura ideial, portanto, “para refletir se a habitação ainda serve os propósitos da família”, explica a GesConsult. “Se a casa tem um quarto que não está a ser utilizado, pode ser transformado, por exemplo, numa nova sala de estar, ou até num escritório. Por outro lado, se a família precisar de mais espaço pode ser uma boa altura para investir num novo imóvel, já que os preços têm estagnado e até descido ligeiramente em algumas zonas do país”, lê-se no documento.

Estes são, segundo Nuno Garcia, os cinco aspetos a ter em conta por quem está a pensar remodelar a casa:

1 – Isolamento acústico

Se ouve a vizinha a cozinhar e acorda durante a noite com o bebé do andar de cima a chorar, está na hora de repensar o isolamento acústico da casa. Apesar de ser um aspeto tido em conta na construção nova, em prédios mais antigos o barulho pode ser
um problema, trazendo grandes transtornos no dia a dia. Para garantir o descanso de todos, pode ser necessário aplicar novas soluções de isolamento em paredes, pavimentos ou tetos.

2 – Isolamento térmico/eficiência energética

Não só pelo conforto, mas também pela conta mensal de energia, melhorar o isolamento térmico deve estar entre as prioridades. Investir em boas janelas, painéis solares ou sistemas de climatização de alto rendimento pode parecer um grande rombo no orçamento, mas, ao final de alguns meses, é compensatório, já que se poupará
e se estará a contribuir para um mundo mais sustentável.

3 – Iluminação

Se te sente mais irritado, com a vista cansada ou dores de cabeça, o problema pode estar na iluminação da casa. A intensidade e a cor da luz interferem diretamente no bem-estar e produtividade, pelo que devem ser adequadas a cada espaço. Deve verificar-se a disposição da iluminação, mas também a qualidade, optando por lâmpadas de baixo consumo (LED), que tragam maior conforto e tenham um impacto positivo na conta da luz.

4 – Cozinha 

É um dos espaços onde mais tempo passamos e agora, com as limitações dos restaurantes, é normal que se faça cada vez menos refeições na rua e se cozinhe cada vez mais em família. Por isso, esta é uma divisão onde se deve apostar, otimizando o espaço, mas também os equipamentos, que devem ter uma boa classificação energética para garantir menores consumos.

5 – Tecnologia

Aproveita para tornar a casa mais inteligente. Integrar um sistema de gestão técnica centralizada sem necessidade de contacto, que permita controlar iluminação, estores, climatização ou as portas através do telemóvel, vai deixar a habitação preparada para eventuais situações como a recente pandemia, diminuindo as possibilidades de contágio, mas também facilitar o dia a dia: enquanto estás no trabalho pode preparar a casa para a chegada. Este sistema pode também trazer vantagens nos consumos.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Remodelar a casa em tempos de Covid-19? Há 5 aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/especiais/covid-19/2020/06/02/43543-remodelar-a-casa-em-tempos-de-covid-19-ha-5-aspetos-a-ter-em-conta-antes-de-por-maos-a

7 passos para renegociar contratos e créditos em tempos de crise

Neste artigo deixamos-lhe algumas estratégias para que possa renegociar contratos e créditos, o que pode dar muito jeito numa altura de pandemia.

A palavra crise vem do grego krisis e pode ser traduzida como um “momento de decisão”, “de mudança súbita” e de escolhas. A crise provocada pela COVID-19 é um desses momentos que obriga a uma nova reorganização não só das rotinas quotidianas, mas também das nossas finanças. Renegociar contratos e créditos é uma das faces dessa reorganização.

Deixamos-lhe algumas dicas e estratégias que podem ser úteis para renegociar não só os seus contratos de telecomunicações, eletricidade e gás, como também os seus créditos.

Como renegociar contratos e créditos?

Mesmo que não esteja a ser diretamente afetado pela pandemia, pode vê-la como uma oportunidade para poupar dinheiro e ganhar alguma folga financeira.

Para isso pode renegociar contratos e créditos e cortar nas gorduras do orçamento familiar. Ou seja, naquelas despesas que podem estar a mais, como serviços que paga e não utiliza. Ou então aproveitar bem outras oportunidades que possam surgir, quer sejam melhores ofertas, descontos ou promoções.

1. Conheça bem os seus contratos e créditos

Para saber como pode renegociar contratos e créditos, o primeiro passo é conhecer bem quais são os seus e quanto pesam no seu orçamento. Para isso, tenha à mão lápis e papel e comece por fazer uma lista dessas despesas.

Aponte todos os créditos que tem ativos como o crédito habitação, crédito automóvel, cartões de crédito. Faça o mesmo para os contratos que tem para telecomunicações, luz e gás.

2. Faça contas a quanto quer ou precisa reduzir

Depois de ter identificado e mapeado estas despesas, está na altura de fazer contas. Como? Some o valor mensal dessas despesas e divida-o pelo seu rendimento mensal.

Esta conta dar-lhe-á uma ideia da percentagem que estas despesas representam no seu orçamento, ou seja, a sua taxa de esforço. A partir deste valor pode estabelecer uma meta para reduzir essa taxa, que, no caso dos créditos, não deve ultrapassar os 30%.

3. Tome a iniciativa

Agora que já sabe qual é o seu alvo e onde quer cortar custos, é tempo de tomar a iniciativa e contactar o banco e/ou operadores com os quais tem contratos de prestação de serviços.

Este é o momento certo para negociar, porque a pretexto da crise pode encontrar uma maior recetividade por parte destas entidades para rever as condições dos seus contratos.

4. Avalie as alternativas

Após ou enquanto sonda o seu banco ou prestador de serviços não perde nada em procurar outras alternativas. Pode até utilizá-las como argumento quando abordar as entidades de quem já é cliente.

O objetivo dessas pesquisas é conhecer não só os preços de outros serviços de telecomunicações, eletricidade ou gás, bem como novos pacotes e ofertas mais baratos, ou até mesmo promoções e descontos para novas adesões, por exemplo.

Assim, terá sempre uma referência realista para negociar e sabe exatamente até onde pode ir.

5. Leia e compreenda bem todas as propostas

Depois da abordagem que fizer, quer ao seu banco ou operador atual, quer à concorrência, está na altura de analisar todas as propostas em cima da mesa. Nesse momento deve munir-se de toda a informação e lê-la com muita calma e atenção.

No caso dos bancos, sempre que houver a simulação de um crédito, deve ser disponibilizada ao cliente a FINE – Ficha de Informação Normalizada Europeia. É neste documento que se encontram todas as condições do empréstimo, desde as taxas de juros, às comissões e outros encargos.

Questione sempre o banco ou operador de serviços em causa, no caso de ter alguma dúvida.

6. Renegoceie os contratos de prestação de serviços

Feita a pesquisa de mercado e reunida toda a informação, estará nas melhores condições para negociar.

É então altura de voltar a contactar o seu operador de telecomunicações e/ou de energia para chegar a um compromisso que lhe seja mais vantajoso. Se encontrou melhores condições num concorrente e o seu operador atual não está disposto a oferecer o mesmo, então pode optar por mudar.

Pode ainda chegar à conclusão de que afinal não precisa de tudo aquilo que contratou inicialmente e que está na hora de rever as condições de modo a pagar só pelos serviços que efetivamente utiliza, isto no caso das telecomunicações.

7. Renegoceie os créditos

Já no que diz respeito aos créditos, tomar uma decisão pode ser mais difícil. Neste caso não basta considerar apenas o valor da prestação mensal, mas também das comissões e outros custos que poderá ter que suportar.

Um fator que pode ajudar nesta tarefa é prestar muita atenção ao MTIC – Montante Total Imputado ao Consumidor. Este montante corresponde ao valor global que pagará durante todo o período do empréstimo, incluindo juros, comissões, impostos e outros encargos. Deve assim avaliar bem o MTIC, para perceber se a mudança de facto pode compensar.

Estratégias para renegociar créditos

Moratórias

Devido às dificuldades económicas trazidas pela pandemia, o governo criou uma moratória legal para o crédito à habitação. Os clientes bancários podem assim suspender temporariamente o pagamento dos seus empréstimos para a compra de casa, desde que sejam respeitadas algumas condições, nomeadamente a prova de quebra de rendimentos por causa da COVID-19.

Além da moratória legal, os bancos criaram as suas próprias soluções que incluem não só moratórias no crédito à habitação, mas também no crédito ao consumo. No caso das moratórias privadas, os critérios de atribuição são mais alargados e podem ser solicitados por clientes que não se encontrem abrangidos pela moratória legal.

Renegociar o spread e outros encargos

Se não quiser recorrer à moratória, há outros aspetos que podem ser negociados com o seu banco, como a redução do spread do crédito habitação e de outras despesas que lhe estejam associadas, em particular aquelas que envolvem o seguro de vida. Pode também ponderar transferir o crédito para outro banco se as condições forem mais favoráveis.

Equacione consolidar créditos

Outra possibilidade que pode ser interessante equacionar, especialmente se tiver mais do que um crédito de curto prazo, é a consolidação de créditos.

Consolidar significa juntar todos os seus diferentes créditos num só e com uma única prestação.

Se tiver um crédito habitação, ao consolidar vai poder “estender” o período de pagamento dos seus créditos de curto prazo devido a esse crédito de maior duração.

Estratégias para renegociar contratos

No caso dos serviços pode também ser mais fácil renegociar contratos nesta altura em que essas empresas tentam ser mais flexíveis e adaptar-se à nova realidade. Para aproveitar promoções, descontos ou mesmo alterar o seu pacote de serviços, nada melhor que comprar preços.

Por exemplo, no caso da energia, pode obter uma comparação rápida dos preços praticados pelos diferentes operadores através do site da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

E como fazer com o período de fidelização?

Em muitos casos existe um período de fidelização durante o qual o cliente se compromete a pagar uma determinada mensalidade. No entanto, dada a pandemia, podem existir, mais uma vez, oportunidades como descontos por determinado período, o que lhe pode render uma boa poupança durante esse tempo.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“7 passos para renegociar contratos e créditos em tempos de crise”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/renegociar-contratos-e-creditos/

Eficiência energética de uma casa: o que é e como aumentar

O certificado de eficiência energética de uma casa é hoje um requisito obrigatório e considerado um item de valorização. Saiba como ter uma casa eficiente.

A eficiência energética é uma temática da qual não se pode mesmo escapar. Seja para garantir o maior conforto à casa onde vive ou, no caso de se encontrar em situação de compra ou venda de casa, garantir o melhor nível de eficiência possível, deve ser um objetivo pretendido por todos.

Hoje, qualquer casa exige um certificado energético para que possa ser vendida ou comprada. E claro está: quanto mais eficiente energeticamente for uma casa, mais valorizada fica (e com mais interesse para o mercado!).

Vai comprar ou vender casa? Conheça a importância da eficiência energética!

Um certificado energético consiste, nada mais nada menos, do que um documento que avalia a eficácia energética de um imóvel numa escala de A+ a F (sendo A muito eficiente e F pouco eficiente).

É emitido por técnicos autorizados pela Agência para a Energia (ADENE) e possui informação sobre as características de consumo energético relativas a climatização e águas quentes sanitárias.

Neste certificado é possível também consultar medidas de melhoria para reduzir o consumo aconselhadas pelo técnico (ex: instalação de vidros duplos) e tem a validade de 10 anos para edifícios de habitação e pequenos edifícios de comércio e serviços.

Este documento tem de ser apresentado sempre que seja assinado um contrato de compra e venda, locação financeira ou arrendamento, pois caso contrário habilita-se a uma multa entre 250 e 3740 euros!

Como aumentar a eficiência energética?

Posto isto, a questão que se impõe é: “o que poderei eu fazer para aumentar a eficiência energética de minha casa?” Nós vamos dar-lhe umas dicas.

1. Painéis solares

Os painéis solares, e/ou um sistema geotermal, são soluções que permitem usar a temperatura do solo de modo a reduzir a energia utilizada para aquecer ou arrefecer a casa tornando-se, por isso, numa opção ótima para tornar a sua casa mais eficiente.

2. Prefira lâmpadas LED

Outro passo obrigatório para uma casa com maior eficiência energética é trocar todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas LED!

Apesar de serem um pouco mais caras, no final de contas a poupança é muito maior, tal como a durabilidade, o que faz desta uma opção bem mais amiga do ambiente.

3. Eletrodomésticos de baixo consumo

Vá fazendo este passo aos poucos. À medida que possa, tente substituir os seus eletrodomésticos antigos por equipamentos que tenham, no mínimo, classe A de eficiência (alguns já possuem classificação de A++!).

Esta é uma das medidas que mais o vai fazer poupar na fatura da eletricidade e rapidamente receberá o retorno do investimento através da redução do consumo de energia.

4. Isolamento térmico

O isolamento térmico é absolutamente fundamental para garantir um bom nível de eficiência energética. Verifique a existência de isolamento nas paredes, sobretudo nas exteriores, e do telhado. E, caso não exista, este é daqueles tópicos onde deve mesmo investir e insistir.

Até porque a médio longo prazo o ganho é bem maior do que o investimento. Já para não falar do facto de a casa ficar imediatamente muito mais valorizada sob o ponto de vista do mercado imobiliário.

5. Sistemas de aproveitamento de água

Seja através de reservatórios gerais ou de pequenos apontamentos como sanitas com lavatório integrado, esta é uma das medidas que ajuda bastante a aumentar o nível de eficiência energética de sua casa.

Por que não tirar partido das águas das chuvas na rega do jardim ou nas descargas das sanitas, por exemplo?

6. Adaptadores de torneiras

Existem à venda em várias lojas da especialidade uma espécie de adaptadores para torneiras e chuveiros que permitem uma poupança de água que pode ir até aos 40%!

O que acontece é que a pressão aumenta e a sensação de quantidade de água é maior.

7. Faça uma revisão às janelas e portas

As janelas e as portas são uma das grandes fontes de perda de calor numa casa! Caso não tenha janelas ou vidros duplos e não possa de momento investir nestes equipamentos, procure, pelo menos, calafetá-las muito bem com fita própria para o efeito.

8. Tire partido das áreas exteriores (caso as tenha)

Caso tenha a vantagem de ter uma área exterior lá por casa, aproveite para fazer uso dela e criar sombras nas áreas da casa mais expostas ao sol durante o Verão, deixando livre as zonas que não apanham tanta luz direta.

Esta pequena tática vai fazer com que a casa fique mais amena no verão e menos fria no inverno.

9. Piso radiante

A aplicação de piso radiante é uma excelente forma de aumentar os níveis de eficiência energética da sua casa. Ao conseguir manter a temperatura no solo, vai evitar gastos adicionais com eletrodomésticos de combate ao calor ou ao frio.

10. Verifique a sua caldeira

Há quanto tempo não substitui ou faz uma revisão à caldeira de casa? Sabia que pode estar a gastar muito mais energia do que seria expectável? Verifique o estado de funcionamento da caldeira chamando um técnico e, se necessário, substitua-a por uma versão mais eficiente.

Se está a ler esta lista e ficou assustado, não se preocupe e comece a pouco e pouco! Pequenos gestos podem fazer toda a diferença sem ter de gastar muito dinheiro de um momento para o outro.

Trocar as lâmpadas e substituir tudo por LEDs, fazer o máximo de aproveitamento das águas, evitar fugas de ar nas condutas e tubos e começar a substituir os eletrodomésticos por outros mais eficientes pode ser um bom começo.

E não se esqueça de uma questão importante: está a investir para depois colher muitos frutos, poupar em tempo, dinheiro e o ambiente agradece!

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Viver numa casa mais leve, limpa e feliz? 7 coisas a deitar fora

Mais do que nunca é importante fazer um “detox” à casa. E há várias coisas pouco úteis das quais podemos abdicar.

Mais do que nunca, a casa deve ser um refúgio sagrado. E o confinamento veio mostrar que a casa funciona como uma extensão de nós próprios: o que temos lá dentro, e o que vamos acumulando, tanto podem despoletar sentimentos de felicidade, como de tristeza, mesmo que não saibamos. Daí que fazer um “detox” à casa seja muitas vezes essencial para nos livrarmos do que já não importa e assim viver num espaço mais “mindfulness”. Estes são 7 exemplos perfeitos do que podes deixar do lado de fora da porta desde já.

Heranças que não gostamos

Muitas vezes guardamos mobílias ou objetos da família que, na verdade, não vão ao encontro dos nossos gostos. Não querer ter na sala um armário antigo dos avós não significa que os amemos menos. Se não se encaixar pefeitamente, é melhor deixá-lo de fora ou até doá-lo a quem precise.

Peças com carga emocional negativa

Se tiverem peças que te trazem lembranças dorolosas, sempre que olhas para elas, está na hora de dar-lhes outro rumo. A casa deve ser um espaço de felicidade e conforto, e não um lugar dramático.

Presentes horríveis

Sim, todos nós já recebemos presentes dos quais não gostamos – dos amigos ou da família. Se for mesmo importante, e não puderes desfazer-te desse presente, guarda-o em algum sítio que não te incomode. E não, não te podes sentir culpado se quiseres deixá-los fechados a sete chaves dentro de uma gaveta ou armário.

Coisas partidas

Quem nunca tentou colar um objeto partido em mil pedaços? O melhor é aceitar e deitar fora aquilo que sabemos que não pode mesmo ser arranjado. Era muito bonito, gostávamos muito, mas se nunca mais vão ser o que era, o melhor é livrares-te dele.

Muitos espelhos

Eles são hipnóticos e muito decorativos, mas se és uma daquelas pessoas que sempre que tropeça num começa a analisar a sua imagem negativamente, deves manter apenas o essencial.

Projetos começados, mas não acabados

Há algum tempo começaste a tricotar, a querer aprender a tocar um instrumento ou até a renovar um móvel com dicas maravilhosas que viste no Pinterest. Tudo ficou pela metade e estás sempre a “esbarrar” com essas coisas às quais não deste continuidade ou não pudeste terminar. Se não houver paixão por esses hobbies, ou outros, o melhor mesmo será aceitar e “deixá-los” ir.

Memórias e mais memórias

É muito bom guardar coisas que nos levam a bons momentos, mas também pode ser emocionalmente pesado, se começar a ter o efeito contrário. Mantém apenas aquilo que faz falta e que te transmite boas sensações.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Viver numa casa mais leve, limpa e feliz? 7 coisas a deitar fora”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/espacos/2020/05/29/43514-7-coisas-que-devem-ficar-do-lado-de-fora-da-porta-para-uma-casa-mais-leve-limpa-e-feliz

Cinco ideias para ter a varanda perfeita neste verão

Independentemente do tamanho, há muitas formas de conseguir um espaço confortável e agradável, dos móveis à iluminação, sem esquecer as plantas.

Em tempos de coronavírus, quem tem um terraço ou varanda tem um tesouro, e agora ainda mais, com a chegada do verão. Independentemente do tamanho, com estas cinco ideias poderás dar-lhes mais algum estilo e conseguir um espaço confortável e agradável: dos móveis à iluminação, sem esquecer as plantas.

Se fores um dos sortudos que tem um espaço ao ar livre em casa, certamente que já o valorizaste muito mais nestes tempos de confinamento. Mas se és daqueles que ainda não está a tirar muito partido da varanda ou terraço, deixamos-te algumas ideias para começar desde já esse trabalho de decoração.

  • Plantas. A base de uma boa decoração no terraço ou varanda é ter plantas que proporcionam cor, frescura e também privacidade. Servirão para respirares fundo e apreciar algo diferente do que tens em casa.
  • Mobília. Aqui é o momento de decidir que estilo pretendes dar a esse espaço ao ar livre. Como em casa, também existem designs de qualidade para o mobiliário exterior. Procura cadeiras ou poltronas confortáveis, que resistam ao calor do verão, mas também às intempéries, como a chuva.
  • Têxteis e acessórios. É hora de escolher as cores para adicionar almofadas, vasos ou até tapetes ao ar livre.
  • Iluminação. Também podes utilizar o terraço à noite, criando uma atmosfera agradável usando luzes indiretas ou velas.
  • Outros detalhes. A última ideia, mas não menos importante, foca-se nos pequenos detalhes que tornam a vida no terraço o mais confortável possível, como impedir que os mosquitos venham incomodar-te à noite com luzes especiais ou velas de citronela. Se houver espaço para o churrasco ou para umas colunas para ouvir música, sem incomodar os vizinhos, perfeito.

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