Como cuidar do nosso jardim interior na primavera?

Desde os nutrientes à rega, passando pela exposição solar até à temperatura – todos os detalhes contam na hora de ver as nossas plantas prosperar.

Assim como mudam as estações, mudam as necessidades das plantas que habitam connosco. Desde os nutrientes à rega, passando pela exposição solar até à temperatura – todos os detalhes contam na hora de ver o nosso jardim interior prosperar na primavera. Apresentamos agora um guia com os principais cuidados a ter na época de maior crescimento das plantas, que dão vida às nossas casas. 

Dá nova casa e nutrientes às tuas plantas

Replantar as plantas na primavera, a chamada “Growing Season”, ajudará a prepará-las para o crescimento e vê-las prosperar. Replantar nem sempre significa mudar de vaso, mas renovar o substrato e seus nutrientes.

As plantas devem ser mudadas a cada 12-18 meses, quando estão reunidas algumas variáveis específicas: as raízes saem pelo furo de drenagem do vaso ou empurram a planta para fora do vaso; a velocidade de crescimento da planta é baixa; o solo está a secar muito rápido; o solo está encharcado há muito tempo. A primavera é o momento ideal para fazê-lo.

Igualmente importante é considerar a fertilização das nossas plantas. Em ambiente natural, as plantas regeneram os seus nutrientes de forma contínua. Nas nossas casas, em vasos, os seus nutrientes esgotam-se e precisamos de lhes dar uma “ajuda extra”. A utilização de fertilizante ou adubo é por isso muito importante, embora deva ser moderada.

Ajusta a rega e a humidade

À medida que o número de horas de luz e a intensidade da luz aumentam, as tuas plantas deverão consumir água mais rapidamente e, como resultado, precisarão de ser regadas mais frequentemente. Experimenta regar logo pela manhã, quando a temperatura é mais fresca e a intensidade do sol mais baixa.

O aumento da frequência de rega deverá acontecer de forma gradual e na medida do necessário. Regra geral, devemos regar as nossas plantas quando o substrato está praticamente seco. É mais importante regar profundamente (deixando toda a água escorrer pelos furos do vaso) do que frequentemente. O excesso de água leva ao apodrecimento das raízes e é uma das maiores causas de insucesso para os plant lovers.

As plantas de interior são na sua maioria tropicais. Durante esta estação, juntamos as plantas que precisam de níveis de humidade mais elevados num lugar comum e recorremos a um humidificador que ajuda a criar o seu ambiente natural. Existem outros truques para aumento dos níveis de humidade, embora este seja o mais eficaz.

Revisita o seu lugar ao sol e a temperatura

Até agora, nos meses mais frios, a luz incidente do sol era mais fraca. Na primavera, é importante revisitar onde colocar as nossas plantas. A maioria não é adequada a luz forte e direta, uma vez que esta luz queima as suas folhas.

Não tens a certeza se a luz é demasiado forte? Um truque simples é colocares a tua mão no lugar ao sol durante alguns segundos. Se estiver muito quente para ti, estará também para as tuas plantas.

Nesta altura, gostamos de abrirmos as janelas do atelier para deixar entrar o ar primaveril. Contudo, é importante lembrar que as plantas de interior preferem temperaturas acima dos 18º e ressentem-se com correntes de ar frio.

Apara, poda e limpa as tuas plantas

Corta as folhas mortas pelo caule e limpa frequentemente todas as folhas para que possam desfrutar da luz mais forte da primavera.

Como ritual de primavera, chegamos mesmo a levar algumas das nossas plantas a desfrutar de um duche ocasional. Depois, é importante que as suas folhas sequem bem para não deixar acumular água.

As plantas adoram a primavera e é neste período que vais notá-las ainda mais bonitas. Aproveita para viver o seu crescimento de forma presente e desenvolver uma rotina diária de cuidado através delas.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Como cuidar do nosso jardim interior na primavera?” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2021/04/07/46850-como-cuidar-do-nosso-jardim-interior-na-primavera

Relva natural vs. artificial: vantagens e desvantagens de cada uma.

Todos nós gostamos de ter um jardim bem cuidado, onde podemos passar bons momentos a relaxar e a desfrutar da natureza. Se procura criar um relvado no seu jardim, mas não sabe qual a melhor opção para a sua casa, deixamos-lhe aqui algumas vantagens e desvantagens das opções de relva natural e das opções de relva sintética.

A opção mais em conta para se ter um relvado ainda é a de semear a relva e esperar que ela cresça, o que geralmente demora no mínimo seis semanas.

Vantagens: 

• Tem um menor custo quando comparado às outras opções; 

• Poderá criar uma mistura de relva mais adequada ao local onde vai semear; 

• A relva natural vai ajudar a arrefecer o seu jardim durante o verão.

Desvantagens: 

• Pode ser necessário voltar a semear certas áreas do seu relvado até ter tudo totalmente coberto; 

• Demora bastante tempo até estar pronta a ser usada; 

• Precisa de rega frequente, especialmente enquanto a relva não nasce; 

• Precisa de manutenção frequente para se manter em excelentes condições; 

• Não elimina as ervas daninhas no jardim; 

• O terreno precisa de ser preparado para maiores hipóteses de sucesso; 

• Pode secar ou perder o viço consoante a estação e o cuidado.

Relva natural em tapete

A relva em tapete nada mais é que relva natural que já se encontra desenvolvida o suficiente para ser implantada num jardim, diminuindo o tempo até ter um relvado bonito.

Vantagens: 

• A sua aplicação é rápida, pelo que em cerca de um dia terá um relvado no jardim; 

• A instalação dos tapetes permite um resultado uniforme; 

• Após a instalação, a relva tem um crescimento e implantação rápida; 

• Elimina grande parte dos infestantes no jardim; 

• Tem uma maior taxa de sucesso, quando comparado à sementeira.

Desvantagens: 

• Necessita de manutenção e rega frequentes; 

• Terá menos variedade de misturas de sementes para se adaptar ao clima em que vive; 

• Tem um custo mais elevado que o método de sementeira; 

• Requer preparação do terreno, para garantir que a relva fica uniforme; 

• Pode secar ou perder a aparência viçosa ao longo do ano.

Relva artificial

Atualmente, cada vez mais pessoas estão a optar por colocar relva artificial nos seus jardins, uma vez que existem já modelos bastante realistas no mercado.

Vantagens: 

• Não tem gastos em manutenção, pelo que poupará água e não precisará de ferramentas como o corta-relva; 

• É mais económica a longo prazo que um tapete de relva natural; 

• É muito resistente ao clima, seja ele frio ou quente; 

• É muito fácil de instalar; tem uma elevada durabilidade; 

• Mantém-se sempre com boa aparência, não importa qual é a estação.

Desvantagens: 

• A relva artificial aquece ligeiramente o ambiente em que se encontra, ao contrário das relvas naturais; 

• Se não for bem instalada, fica com uma aparência pouco atrativa; 

• Requer um terreno bem preparado, livre de pedras e afins; 

• É a de mais cara aplicação dos três tipos, representando um investimento inicial maior.

Qual escolher?

A escolha irá depender dos seus gostos e do tipo de projeto que tem em mente. Geralmente, a relva natural é usada em jardins maiores, sendo que a artificial apenas é usada em apontamentos. Mas a verdade é que essa tendência tem estado a mudar. Em caso de dúvida, o melhor é sempre consultar um profissional qualificado, que saberá explicar-lhe quais são as suas opções e o que é que se adequa melhor à área que tem a cobrir e ao clima em que se encontra, para melhores hipóteses de ter sucesso e conseguir um relvado de sonho no seu jardim.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitissimo. “Relva natural vs. artificial: vantagens e desvantagens de cada uma.” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/relva-natural-vs-artificial-vantagens-e-desvantagens-de-cada-uma

10 Ideias para dividir ambientes.

À procura de ideias para dividir ambientes que não impliquem uma parede? Espaços open space são cada vez mais desejados, contudo isso não significa que não haja necessidade de os dividir, criando diferentes zonas e ambientes. A pensar nisso criamos uma lista com 10 ideias para dividir ambientes de forma natural e fluida.

1. Estantes

Além de divisores de espaços por excelência, as estantes têm ainda outra vantagem: muita arrumação. Para uma separação mais fluida, recomendamos-lhe a não atafulhar a estante de coisas, deixe espaços livres e verá que também a divisão vai respirar melhor.

2. Mobília

De entre todas as peças de mobília, o sofá é aquele que melhor consegue cortar um ambiente, definindo um novo. Em espaços grandes, sofás de canto funcionam muito bem sem precisarem de estar encostados a uma parede.

3. Biombos

Não, os biombos não saíram de moda e continuam a ser uma ideia de decoração criativa na hora de separar espaços. Além disso, uma vez que os há em diferentes materiais (madeira, tecido, papel, etc.) são bastante versáteis e facilmente encontrará uma opção que combine com a sua decoração.

Além disso, são um divisor de espaços barato e que não requer qualquer trabalho, seja de instalação ou manutenção!

4. Painéis

De inspiração japonesa, também os painéis são muito versáteis. Existem inclusive opções que lhe permitem ir subindo e baixando, seja automática ou manualmente (como uma cortina) e que pode facilmente adaptar às suas necessidades. 

Ainda relativamente aos painéis, saiba que tem ao seu dispor opções em tecido, mas também de materiais mais coesos que permitem filtrar e isolar a luz. 

No sentido oposto, poderá considerar os painéis transparentes. Com eles, conseguirá obter a divisão que pretende, sem com isso limitar a expansão da luz solar no espaço.

5. Cortinas

Uma alternativa aos painéis são as cortinas. Fáceis de instalar são também muito simples de manter e de cuidar. Com as cortinas como divisor, sempre que quiser esconder algo, só tem de as fechar!

Outra vantagem é que na decoração do espaço tem à sua disposição um sem fim de tecidos à escolha, seja quanto aos padrões, seja quanto às texturas.

6. Plantas

Para quem adora plantas, esta é a desculpa ideal para ter (ainda) mais em casa. Crie uma divisória de plantas e encha o espaço de verde. Para um efeito irregular, opte por plantas de diferentes tamanhos para dar um maior dinamismo ao espaço. E, claro, pode sempre pendurar vasos no teto!

7. Paredes de destaque

Outra forma de marcar um espaço num open space é criar uma parede de destaque. Nesse sentido, pode optar por pintá-la, mas poderá também usar outros recursos como aplicar papel de parede ou dedicar uma parede exclusiva para pendurar os seus quadros e/ou fotografias.

8. Pintar o teto e/ou o chão

Da mesma forma que pode pintar uma parede, pode estender a pintura até ao teto ou até ao chão – ou ambos! Verá como vai conseguir dar mais vida ao espaço e até recriar a sensação de uma divisão à parte, apesar de permanecer no mesmo espaço.

9. Do teto ao chão

Cordas, fios metalizados, troços de madeira, … enfim: tudo é válido na hora de criar uma instalação que funcione como divisória. Da mesma forma, também não tem de se limitar a linhas retas do teto ao chão: crie diferentes padrões, misture distintos materiais, etc. Como sempre, não tem de haver limites para a sua criatividade!

10. Divisória funcional

Junte à estética funcionalidade. Ou seja, se vai dividir o interior, dê um objetivo (e sentido) prático à divisão.

Por exemplo, por que não aproveitar a divisória para colocar a televisão? Painéis de madeira são, nesse sentido, uma excelente opção.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “10 Ideias para dividir ambientes.” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/10-ideias-para-dividir-ambientes

Ideias de decoração para varandas e terraços: tendências para a primavera/verão.

É possível tornar estes espaços ainda mais cómodos, seja através da decoração ou de pequenos detalhes.

Com a chegada dos dias mais quentes, é natural que sintas vontade de passar mais tempo no exterior da tua casa, seja na varanda ou no terraço – tão importantes durante a pandemia, sobretudo por causa do confinamento. A verdade é que é possível tornar estes espaços ainda mais cómodos, seja através da decoração ou de pequenos detalhes que, às vezes, fazem toda a diferença.

Criar espaços diferentes

Antes de começares a decorar, pensa no que vais fazer no espaço: precisas apenas de um sítio para te sentares ou queres criar também uma área de refeições? Geralmente, é possível criar espaços diferentes na varanda e no terraço para tirar o máximo proveito do espaço que temos e assim podermos passar mais tempo de qualidade no exterior da casa. Dependendo do tamanho da varanda ou do terraço, adapta as escolhas decorativas e o mobiliário aos usos que pretendes tirar do espaço.

A cor como decoração

A cor é um elemento muito importante na decoração, já que ajuda a tornar todo o espaço mais coeso e nos transmite diversas sensações segundo o tom que escolhemos. Assim, utiliza uma cor de que gostas na tua varanda ou terraço, que complemente bem os elementos decorativos que aí vais ter. O branco é uma opção que nunca falha, fazendo brilhar a mobília e as plantas, mas podes escolher qualquer outra cor que seja do teu agrado, das mais convencionais às mais arriscadas.

Mobília adequada

Uma boa forma de decorar uma varanda ou terraço é recorrer a mobiliário de exterior, que é mais resistente aos elementos e assim pode ser usado por muitos anos. A mobília não tem de combinar entre si, mas recomenda-se alguma harmonia entre as diferentes peças, para resultados mais satisfatórios. Atualmente, consegues encontrar mobiliário de exterior em segunda mão ou em lojas de decoração, pelo que não será difícil decorar a varanda de forma bela e prática.

Conforto no exterior

Uma decoração que privilegie o conforto é fundamental em qualquer parte da casa. Assim, aposta em elementos como almofadas coloridas, uma ou outra manta colocada num local estratégico e quem sabe, até um tapete, especialmente se a varanda ou terraço forem fechados e o tempo estiver um pouco mais frio. Adapta também os tecidos destes elementos à estação do ano: no inverno, privilegie tecidos mais grossos; no verão, podes optar por tecidos mais leves e finos para decorar o espaço.

Um toque verde

Não podíamos deixar de referir as plantas como forma de decoração, especialmente num local tão ligado ao exterior como a varanda ou o terraço. Escolhe espécies adequadas às condições de luminosidade do local, para garantir plantas viçosas. Se não tiveres muita experiência com plantas (ou se não tens muito tempo para cuidar delas) escolhe espécies de mais fáceis cuidados, como suculentas e cactus. Coloca as plantas em vasos de diferentes alturas e conseguirás assim criar um local apelativo e que traz a natureza para a tua casa.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Ideias de decoração para varandas e terraços: tendências para a primavera/verão.” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/04/05/46823-ideias-de-decoracao-para-varandas-e-terracos-tendencias-para-a-primavera-verao

Consultorias e projetos para o lar que pode fazer à distância.

Com todas as tecnologias existentes atualmente, torna-se cada vez mais comum o trabalho remoto, em que o profissional trabalha a partir da sua casa, não precisando de se deslocar para junto do cliente. Este tipo de trabalho é efetuado por alguns jornalistas, escritores, consultores e até contabilistas. Mas sabia que também é possível iniciar alguns trabalhos relacionados com o setor da construção e renovações de forma totalmente remota (ou mesmo completá-los totalmente remotamente)? Veja aqui quais as nossas ideias:

Trabalhos de Arquitetura

Já é possível contactar um arquiteto de forma telemática (ou seja, recorrendo a novas tecnologias como o telefone ou o e-mail), sendo que este pode realizar o serviço contratado de forma totalmente remota. Caso precise da planta de uma casa, de um estudo de gestão de resíduos da construção ou de qualquer outra coisa, poderá marcar uma reunião virtual com o arquiteto da sua escolha, que começará a trabalhar no seu projeto e marcará uma nova reunião virtual assim que o serviço estiver pronto, para que possam discutir alterações ou limar algumas arestas.

Decoração de interiores

O início de um projeto de decoração de interiores pode também ser realizado de forma remota, realizando-se o trabalho quando o cliente estiver satisfeito com os esboços apresentados pelo designer. Estes contactos iniciais podem ser feitos através de reuniões virtuais, evitando assim deslocações desnecessárias. Existem também empresas totalmente virtuais, geralmente a um preço mais reduzido, que lhe apresentam o seu projeto e uma lista dos locais onde pode adquirir os itens nele apresentados, devendo ser você a comprar tudo e a colocá-lo no seu lar de acordo com o plano que lhe foi dado.

Trabalhos de engenharia

Muitos trabalhos de engenharia relacionada à construção podem ser feitos de forma total ou parcialmente remota, especialmente se o serviço em si se tratar da realização de um projeto, como o de drenagem de esgotos ou de abastecimento de água. Um bom engenheiro saberá tirar as suas dúvidas e criar um projeto que vá de acordo aos trâmites legais exigidos da construção, podendo marcar reuniões virtuais consigo para discutir alguns pormenores e ajustar alguns pontos do plano antes de o poder submeter para aprovação camarária ou das demais autoridades competentes.

Serviços de jardinagem

Um jardineiro, por muito bom que seja, não pode tratar das suas plantas de forma remota, mas conseguirá criar um projeto de jardim dessa forma! Assim, quer se trate de uma empresa de jardinagem ou de um arquiteto paisagista, a conceção do jardim e das melhores espécies para serem colocadas nele podem ser feitas de forma remota, com algumas reuniões virtuais para se discutirem alguns pontos e para obter a aprovação do cliente. Assim que o projeto for aprovado, o profissional terá de deixar de trabalhar de forma remota e transformar o projeto que criou em realidade.

Domótica e automatismos

As casas estão cada vez mais modernas e torna-se muito comum a instalação de algum tipo de automatismo nestas. Quer queira ter aquecedores controlados remotamente a partir do telemóvel ou persianas que se fecham e abrem a determinadas horas, é possível contratar um profissional e começar os trabalhos de forma remota. Um bom profissional fará um projeto, em conjunto consigo, que lhe permita perceber quais as melhores soluções para o seu espaço e como elas vão ser implementadas, e isto é algo que pode ser feito de forma completamente remota, sendo depois o trabalho em si feito de forma presencial.

Segurança contra incêndios

Antes de se realizar a instalação dos sistemas de segurança contra incêndios, seja qual for o local, é necessário realizar um plano de segurança, onde estão descriminados os locais onde estão os equipamentos de segurança e qual a rota de fuga a ser seguida em caso de incêndio. No caso de já ter equipamentos e não ter um plano de segurança em marcha, saiba que este é obrigatório, pelo que terá de contratar um profissional para o fazer. Este serviço pode ser realizado remotamente, desde que o profissional tenha acesso a dados como a planta do edifício para o qual realiza o projeto.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Consultorias e projetos para o lar que pode fazer à distância.” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/consultorias-e-projetos-para-o-lar-que-pode-fazer-a-distancia

Manutenção da casa: Cuidados a ter (sempre) em conta!

Quando se é proprietário, são muitos os cuidados de manutenção da casa a ter em conta. Muitas vezes, temos de admitir, são tarefas maçadoras, mas muito importantes para a preservação e conservação do imóvel. Aliás, para manter o valor de mercado do imóvel, uma boa manutenção é mesmo essencial!

Tendo isto em conta, resumimos alguns cuidados para manter a casa que deverá considerar. Para facilitar, reunimos vários conselhos em função de cada área ou funcionalidade a tratar. 

Água e canalização

Muitos danos numa casa são causados devido a problemas relacionados, como a fugas no telhado ou infiltrações. Como é melhor prevenir do que remediar, lembre-se sempre de:

• Certificar que as calhas estão desentupidas, para evitar problemas de escoamento;

• Igualmente importante é confirmar que a caixa de escoamento está direcionada para longe. Quando estão demasiado encostadas às paredes, por exemplo, acabam por danificá-las;

• Se tiver uma bomba na fossa, certifique-se que o flutuador funciona e que ativa automaticamente a bomba;

• Cuidar dos canos, limpando-os e desentupindo-os com regularidade. Para isso, aconselhamos-lhe também a usar filtros nos ralos dos lavatórios e do lava-loiça;

• Fazer uma manutenção de autoclismo regular;

• Inspecionar fugas de água ou problemas de ferrugem no sistema de aquecimento da água. Isto é válido para pequenos problemas como uma torneira, como para algo mais complexo, como um cano roto. Não adie este tipo de conserto, pois facilmente se transformam em problemas maiores – e mais dispendiosos! Já para não falar do gasto extra na conta da água;

E muito importante, a melhor altura para fazer alguns destes trabalhos de revisão será antes do outono/inverno. Deste modo, estará preparado para a época das chuvas e os danos serão menores – ou inexistentes.

Chão, paredes e teto

Para um bom trabalho de manutenção da casa é essencial cuidar da sua estrutura. Isto não significa apenas pintar as paredes. Além da parte estética, pintar a casa inclui também a reparação de fissuras, assim como a limpeza das paredes. Por isso, é considerado um serviço de manutenção tão importante, que deverá levar a cabo (pelo menos) uma vez por ano.

Também o chão e as paredes merecem ser cuidados. Para uma boa manutenção, use os produtos próprios para a sua limpeza e em função das características do chão poderá ter alguns cuidados extra. Por exemplo, um chão de madeira deverá ser envernizado pelo menos uma vez por ano.

Cuidar do telhado

Quanto ao telhado, aconselhamos-lhe a contratar uma empresa que todos os anos faça um diagnóstico do estado do telhado. Esse tipo de diagnóstico é ideal para fazer uma avaliação completa ao estado das telhas e das calhas, mas também para prevenir futuros problemas como a chaminé, infiltrações, etc.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Manutenção da casa: Cuidados a ter (sempre) em conta” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/manutencao-da-casa-cuidados-a-ter-sempre-em-conta

Defeitos nas obras em casa? Como se deve atuar?

Explicamos com fundamento jurídico como proceder no âmbito de um contrato de empreitada, recordando responsabilidades de empreiteiros e donos das obras.

A construção de uma casa ou a realização de obras num imóvel pode ser um processo desafiante, complexo e, por vezes, frustrante quando a execução dos trabalhos não decorre conforme o previsto. Tanto os proprietários, como os empreiteiros, deverão estar conscientes das suas responsabilidades e sobre como agir caso sejam encontrados defeitos na obra, por forma a que esta seja concluída com sucesso e nos termos acordados.

O contrato de empreitada é uma modalidade do contrato de prestação de serviço pelo qual uma das partes se obriga em relação à outra a realizar certa obra mediante um preço. Embora não existam requisitos especiais de forma, à semelhança do que acontece na maioria dos contratos de elevado valor económico, é fortemente aconselhável a celebração de um acordo por escrito no qual sejam acordados os elementos essenciais, tais como o objeto dos trabalhos, os materiais a serem utilizados, os prazos, preço, inspeções e vistorias a realizar, etc…

A lei estabelece que o empreiteiro deverá executar a obra em conformidade com o que foi convencionado, podendo o dono da obra fiscalizar, à sua custa, a execução dos trabalhos, desde que não perturbe o andamento da empreitada.

Cabe ainda ao dono da obra verificar, antes de aceitar a obra, se ela se encontra nas condições convencionadas e sem vícios, ou seja, se o empreiteiro cumpriu integralmente o acordado. Contudo, importa ter em conta que caso a empreitada tenha por objeto a construção, modificação ou reparação de edifícios ou outros imóveis destinados por sua natureza a longa duração, que perante os defeitos no imóvel que se manifestem no prazo de cinco anos, o dono da obra deve denunciar ao empreiteiro as anomalias no prazo de um ano, a contar da data em que as tenha detetado.

Quando se considera que existiu um cumprimento defeituoso da obrigação por parte do empreiteiro?

Considera-se que há cumprimento defeituoso quando a prestação efetuada apresenta vícios, defeitos ou irregularidades, causadoras de danos ou que desvalorizam, impedem ou dificultam o fim a que a prestação se destina. Nestes casos, caberá ao empreiteiro ilidir a presunção de que cumprimento defeituoso, gerador de responsabilidade civil e da obrigação de indemnizar, procede de culpa sua.

Concluindo-se então que houve um comprimento defeituoso por parte do empreiteiro, o dono da obra dispõe deverá:

• Em primeiro lugar, o dono da obra deve exigir que o defeito seja eliminado pelo próprio empreiteiro se este puder ser suprimido;

• Apenas quando os defeitos não puderem ser eliminados poderá o dono da obra exigir por parte empreiteiro a realização de uma nova obra;

•Por fim, na hipótese de não serem eliminados os defeitos ou construída de novo a obra, dono da obra terá o direito de exigir a redução do preço ou, em alternativa, a resolução do contrato.

Relativamente à forma como o dono da obra poderá fazer valer os seus direitos, recorrer à via judicial continua a ser inevitável na maioria dos casos – obtendo a condenação do empreiteiro na eliminação dos defeitos, o dono da obra poderá, em caso de incumprimento da sentença, requerer, em subsequente execução, o cumprimento da obrigação por terceiro à custa do empreiteiro.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Defeitos nas obras em casa? Como se deve atuar?” Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/construcao/2021/03/26/46740-defeitos-nas-obras-em-casa-como-se-deve-atuar

Como preparar o jardim para a primavera: 6 truques infalíveis.

As plantas precisam de determinados nutrientes, por exemplo, e se os tiverem na quantidade certa, ficarão fortes e brilhantes.

Se quisermos desfrutar dos primeiros raios de sol da primavera no jardim, não temos escolha senão começar a trabalhar nele desde já. Mas o esforço valerá a pena, não só porque poderemos ficar horas e horas no jardim quando as temperaturas começarem a subir, mas porque ficará muito mais bonito. Como preparar afinal um espaço de fazer inveja ao vizinho?

Tens relva? Está na hora de deixá-lo no ponto

Passado o frio mais intenso, é hora de verificar o estado da relva, verificar se o inverno causou estragos e consertá-la, espalhando sementes nas áreas descobertas. Claro, também será preciso remover ervas daninhas, folhas e toda aquela sujidade que possa ter-se acumulado.

Preparar o solo

Já te perguntaste porque é que existem jardins que são verdadeiros oásis e o teu não? A verdade é há poucos segredos: colocando novas plantas ou não, lembra-te que é preciso preparar bem o solo. As plantas precisam de determinados nutrientes – e se os tiverem na quantidade certa, ficarão fortes e brilhantes. Mas não basta adicionar um bom substrato, é preciso arejar também o solo para que fique oxigenado e remover raízes, ervas daninhas e resíduos.

Um jardim muito colorido

Quem não gosta de um jardim cheio de flores quando chega a primavera. Se tens uma visão de longo prazo, planta bulbos de tulipas ou narcisos no outono, e com bom tempo o teu jardim vai transformar-se numa explosão de cores. Mas há outras espécies que também florescem na primavera ou que podes plantar agora para ter flores até ao verão: alfazema, malmequeres, margaridas, dálias, gladíolos. Procura combinações de cores que sejam marcantes, o efeito será incrível.

Não te esqueças de regar

Não há melhor momento do que agora para pensar na rega automática do jardim. Deves fazer isso antes de plantar ou preparar o terreno, assim não terás problemas e as tuas plantas e árvores terão a água de que precisam durante a primavera e o verão, sem que tenhas de te preocupar com isso.

Verificar a mobília

Precisas de alguns sofás novos? Estás a pensar colocar uma pérgola para aproveitar ao máximo o jardim nos dias mais quentes? Não deixes para depois, uma vez que, quando decidires comprar aquele móvel ou acessórios, podes ter de esperar semanas porque há uma grande procura. Lembra-te que atualmente os jardins são apreciados e mais usados ​​do que nunca e todos querem que sejam perfeitos.

Acessórios

Pensa também naqueles detalhes que o tornam mais confortável, agradável, e também mais prático: uma boa iluminação, um churrasco, um mosquiteiro, umas espreguiçadeiras confortáveis ​. A lista pode ser muito longa.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista. “Como preparar o jardim para a primavera: 6 truques infalíveis.” A geração que está a chegar e vai mudar o mercado”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2021/03/24/46708-como-preparar-o-jardim-para-a-primavera-6-truques-infaliveis

DIY: Decoração com materiais reciclados

Se também a si, esta nova vaga de confinamento, deu vontade de redecorar a casa, então vai gostar das nossas sugestões de decoração com materiais reciclados. 

Novas molduras

Sabe aquela parede de quadros que sempre quis fazer? Pois bem, chegou a hora de arregaçar as mangas! E nada de desculpas porque não tem molduras suficientes. A nossa sugestão é usar cartão para fazer as molduras. Desta forma, não só pode fazer molduras de diferentes tamanhos, como optar por umas mais grossas ou mais finas. Além disso, pinte-as ao seu gosto.

Se não gosta da ideia de usar cartão, considere antes usar umas pranchetas para pendurar os seus quadros e/ou fotografias na parede.

Vasos para as suas flores

Em vez de reciclar as garrafas de vidro, por que não usá-las como jarras? Ainda mais, a com a chegada da primavera dá mesmo vontade de ter flores, sejam elas frescas ou secas, espalhadas por toda a casa. 

Comece por as secar bem e depois decore-as. Quanto à decoração, temos várias ideias:

• Pintar as garrafas a seu gosto – pode optar por apenas um tom de tinta ou vários;

• Deixar uma vela derreter e aproveitar a cera que se vai juntando na garrafa para decoração. Também aqui, misturar velas de diferentes cores vai contribuir para um efeito final muito engraçado;

• Se quer dar alguma textura, pode sempre colar e depois pintar por cima. Neste caso, pode usar (por exemplo) a areia da praia, previamente lavada e misturá-la com a tinta;

• Forrar o vidro com tecido ao seu gosto.

Uma alternativa às de vidro, será usar garrafas de plástico para colocar as suas plantas. Para isso, corte-as ao meio e depois use a extremidade como vaso. Claro que antes deverá pintá-las e decorá-las a seu gosto. Pode até aproveitar para escrever o nome de cada planta. Uma dica muito útil caso esteja a começar a criar a sua horta caseira. Ou pode ser criativo, desenhando carinhas, escrevendo mensagens positivas, etc. Ou, (por que não?) tricotar vasos para as suas plantas usando as lãs de velhos cachecóis e camisolas de inverno?

Hora de mudar os têxteis

E já que falamos em tricotar, se gosta de costurar, por que não aproveitar para mudar os cortinados da sala ou as fronhas das almofadas? E quem diz isso, diz também fazer novas toalhas.

Use velhos lençóis e roupas que já não usa, de modo a reaproveitar o tecido. E não tenha receio em misturar diferentes tipos de tecidos. Verá como nas almofadas, por exemplo, o resultado compensa o risco!

Novos candeeiros

Para criar abajures, pode sempre reaproveitar velhas latas de comida. Limpe-as bem e seque-as logo. Caso contrário, podem ficar com ferrugem. Se bem que numa decoração urbana, um pouco de ferrugem complementa bem o ambiente. Depois, na extremidade, faça um buraquinho para passar o fio.

Se não gosta da cor original da lata, pode sempre pintá-la numa ao seu gosto. Antes de pintar, pode lixar bem a lata para remover o brilho. Deste modo, o efeito final será mais uniforme.

Além das latas, deixamos-lhe outras ideias de decoração com materiais reciclados para as lâmpadas:

 • Usar o ralador de queijo;

• Usar o escorredor da massa;

• Dar novo uso à fita-cola.

Sim, leu bem! Estamos a sugerir-lhe que use fita-cola para decorar a casa. Mas antes, deixe-nos esclarecer: deverá usar a colorida e não a transparente. 

A ideia é usá-la na parede criando desenhos ao seu gosto. E quando dizemos ao seu gosto, referimo-nos a desenhos definidos, quer a algo mais abstrato. Para facilitar, recomendamos-lhe desenhos com linhas geométricas, nos quais é mais fácil trabalhar com linhas retas – isto é, com a fita-cola. Deixe-se inspirar nas versões desenhadas dos origamis.

DIY de exterior com paletes

Se tem jardim ou uma varanda, aproveite para redecorar com materiais reciclados usando paletes. Há um sem fim de ideias de decoração com paletes fáceis de executar e que são perfeitas para o exterior! Deixamos-lhe aqui algumas dicas:

• Canteiros para as suas flores usando uma palete na vertical;

• Usar uma palete como mesa de apoio;

• Colocar umas almofadas no interior das paletes para fazer uns sofás de exterior;

• Usar duas correntes (uma em cada extremidade) e prendê-las na parede para transformar uma palete num banco ou numa mesa.

Mais arrumação com as novas estantes

Para terminar, propomos-lhe reciclar móveis! Se aquela velha cômoda já não tem salvação, então, hora de reciclar as gavetas e dar-lhes uma nova funcionalidade. Comece por lixar bem as gavetas e pinte-as a seu gosto. Pode, por exemplo, optar por uma cor exterior diferente do interior.  Depois, pendure as gavetas na vertical numa parede à sua escolha e, voilá, aqui tem a sua nova estante.

Outra alternativa é usar velhas caixas de fruta, sejam elas de madeira ou de plástico, para conseguir o mesmo efeito.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Qual o melhor pavimento para a cozinha?” A geração que está a chegar e vai mudar o mercado”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/diy-decoracao-com-materiais-reciclados

Qual o melhor pavimento para a cozinha?

Escolher o melhor pavimento para a cozinha é de uma grande responsabilidade. Afinal, esta não só é uma das divisões mais usadas da casa, como também uma das que mais facilmente se suja. Além da funcionalidade, convenhamos, é também importante o fator estético. 

Seguidamente, apresentamos-lhe algumas das melhores opções de pavimentos para a cozinha, indicando-lhe as principais vantagens e desvantagens de cada material, assim como os respetivos preços.

1. Tijoleira ou mosaico na cozinha

Começamos, então, pelo tipo de pavimento de cozinha mais comum: a tijoleira ou mosaico.

Além de muito resistentes e com uma longa vida, as cozinhas de tijoleira são muito fáceis de limpar.

Além disso, atualmente, tem ao seu dispor um sem fim de revestimentos e cores, sendo fácil encontrar algo que se adapte bem ao estilo e decoração da sua cozinha. Inclusive pode brincar, misturando diferentes mosaicos e criando padrões diversos para dar mais vida ao chão da cozinha. Esta variedade traduz-se também em preços muitos díspares. E, claro, por norma, quanto mais barata, mais frágil. Ou seja, corre o risco de se quebrar com mais facilidade.

Se optar por uma cozinha de mosaico ou tijoleira, deixamos-lhe duas dicas:

Opte por materiais antiderrapantes e, a pensar no futuro, compre sempre a mais, caso precise de fazer alguma substituição. Assim não corre o risco de ficar sem material, caso este seja descontinuado 

Preços da tijoleira na cozinha:

Como já referimos, os preços podem variar muito em função do material escolhido, mas conte com cerca de 9€ por m2.

2. Chão de PVC na cozinha

Sobretudo nas obras mais recentes, cozinhas de PVC são cada vez mais usadas. Inicialmente o PVC era usado sobretudo em cozinhas de espaços públicos, pois este é um material muito barato e fácil de instalar. Além disso, é bastante durável e fácil de manter, assegurando que um espaço se encontra limpo com facilidade.

Outra vantagem do PVC é o facto de funcionar como isolador acústico, sendo perfeito para cozinhas de prédios – os seus vizinhos de baixo vão certamente agradecer.

Preços do PVC na cozinha:

Quanto ao preço, este ronda os 13€ por placa de PVC – falamos de pavimento vinílico retro.

3. Chão da cozinha de linóleo 

Desta lista de pavimentos para cozinha, o linóleo é possivelmente o revestimento mais natural. Inventado nos anos 60, resulta da mistura de óleo de linhaça, goma, resina com cortiça moída. Além de um pavimento bonito, um chão de linóleo é antiderrapante e também muito fácil de limpar. 

Por ser muito higiénico, tem ainda outra vantagem: é ideal para quem tem alergias, pois limpa-se muito bem.

Preços do linóleo na cozinha:

Os preços podem variar bastante e o melhor será sempre consultar um profissional. Assegure-se que contrata mão de obra especializada, caso contrário corre o risco de o linóleo apodrecer.

4. Cozinhas com chão de madeira

Pavimentos de madeira na cozinha são outra opção popular, sobretudo em casas mais antigas que querem manter um aspeto rústico ou preservar os seus traços naturais. 

Existem no mercado vários tipos de madeira e, se for esta a sua opção, assegure-se que escolha uma resistente à humidade e que seja fácil de higienizar. Nesse sentido, tenha em conta que um chão de madeira na cozinha requer um trabalho de limpeza e de manutenção constante, sendo comuns os trabalhos de afagar, polir e envernizar a madeira.

Aliás, para o preservar melhor, aconselhamos-lhe a impermeabilizar a superfície. Outros cuidados que pode considerar são colocar antiderrapantes nas pernas das caieiras e das mesas, para evitar os riscos no chão de madeira.

Preços da madeira na cozinha:

Dependendo do tipo de madeira que escolher, os preços podem variar. Para o chão da cozinha, recomendamos-lhe usar, por exemplo, madeira maciça carvalho, cujo preço ronda os 69€ por m2.

5. Pavimento de pedra na cozinha

Tal como a madeira, também uma cozinha de pedra tem sempre um aspeto mais charmoso. E a verdade é que, no que toca a durabilidade e conservação, nada supera a pedra natural. Desde a água/humidade, gordura, solventes ou restos de comida, não há nada que a pedra não consiga resistir. 

Se for esta a sua preferência, saiba que pode optar por vários tipos de pedra, aproveitando as suas características naturais para dar mais ambiente à sua cozinha. Do granito ao mármore, existem várias opções à sua escolha. Recorde-se de se informar sobre as características de cada material para que posteriormente possa atuar em conformidade na hora de o limpar, mas também para uma manutenção mais cuidadosa.

Preços da pedra natural na cozinha:

Neste caso, o preço varia muito em função do tipo de pedra e também do tamanho de cada bloco. Será melhor consultar os preços junto de um fornecedor. Mas para que tenha uma ideia, um pavimento de mármore para uma cozinha de 50 m2, pode rondar os 2500€.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo. “Qual o melhor pavimento para a cozinha?” A geração que está a chegar e vai mudar o mercado”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/qual-o-melhor-pavimento-para-a-cozinha