Vender casa: 7 vantagens de contratar um profissional!

Vender casa pode ser um processo complicado. Não é fácil, na maioria das vezes, uma pessoa afastar-se do sítio onde esteve durante muitos anos. É difícil, ou pode ser difícil, encontrar um comprador no momento certo e com os valores esperados. Mas pode descomplicar a venda da sua casa. Como? Contando com a ajuda de um profissional do ramo imobiliário.

Aliás, não ser auxiliado por um profissional no momento de vender casa é a falha número um neste processo, avisa a Home Staging Factory.

7 vantagens de apostar num profissional na hora de vender a sua casa

1. Sabe o que está a fazer

O/a profissional sabe como vender a sua casa. Seria um erro não aproveitar isso.

Se essa é a sua profissão, está por dentro de tudo: conhece o contexto do mercado, sabe avaliar a zona geográfica do imóvel, a acessibilidade, os valores daquela área e daquele período, etc..

2. Não se engana nos preços

Além dos tópicos referidos no ponto anterior, é claro que o/a profissional tem uma noção (muito) melhor do preço da casa.

De acordo com a revista Forbes, quem parte de forma isolada para o processo de venda, muitas vezes, apresenta um valor desadequado, quase sempre acima do preço real.

Assim se afastam eventuais interessados.

3. Sabe…vender

Se quer vender a casa, entregue as chaves a quem está habituado a vender. Na Vidór, os profissionais conhecem as regras de apresentação do imóvel e do diálogo com o potencial comprador.

O que dizer, como dizer? O que mostrar, como mostrar? Quem e quando devo permitir visitas à casa? Como ficará o contrato?

Deixe as respostas a estas perguntas para quem sabe.

4. Dedicação exclusiva

Caso não recorra a um/uma profissional, sublinha a Investopedia, terá uma dificuldade (entre várias): conciliar horários.

O/a profissional do sector imobiliário não vai pensar em “dar uma fugida” pela casa ao final da tarde, depois do trabalho – vender casas é o seu trabalho.

Assim, obviamente, o/a profissional vai dedicar-se exclusivamente ao processo, procurando compradores, divulgando o negócio, acelerando burocracias…

5. Vender casa é desligar

Se a pessoa que viveu na casa tratasse do processo de venda, iria, mesmo que involuntariamente, confrontar-se com emoções.

As recordações, a nostalgia, a saudade já existente… São bonitas, mas dispensáveis neste contexto.

Para o/a profissional, “desligar-se” da casa não é um problema. Porque nunca viveu naquele lugar.

Será imparcial, neutro e direto, nos momentos de avaliar e de apresentar o imóvel antes de o vender.

6. A imagem conta

Como se sabe, nos dias que correm é na internet que a grande maioria das pessoas interessadas em comprar casa vê o espaço pela primeira vez.

Por isso, é fundamental apresentar imagens de qualidade, que incentivem uma visita.

O/a profissional vai tratar disso; ou vai contratar alguém que trate disso.

Não há uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão, lembra o jornal Huffington Post.

7. O futuro fica “arrumado”

O processo de mudança de proprietário(a) de uma casa não fica fechado com a venda.

No futuro podem surgir imprevistos, no próprio imóvel, ou no meio dos papéis que foram assinados.

Espera-se sempre que isso não aconteça, mas, caso surjam, o/a profissional saberá como reagir de imediato.

Ao analisar esta lista, poderá verificar, ou confirmar: é aconselhável ter ao lado alguém profissional, quando quiser vender a sua casa.

Ficará mais bem acompanhado, mais bem informado e evitará falhas que poderiam ser graves e irreversíveis.

Não tenha medo em contratar alguém experiente da área para vender a casa. Não o faça sozinho, deixe esse trabalho connosco!

Na Vidór temos uma equipa de profissionais dispostos a fazer todo o trabalho de casa, garantindo um acompanhamento personalizado de início a fim. Aproveite mais o seu tempo livre, enquanto trabalhamos por si… e para si!

Este conteúdo é uma reprodução de Excellent Oportunity, “Vender casa: 7 vantagens de contratar um profissional!“. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.eo-imov.pt/blog/2017/06/06/vender-casa-vantagens-profissional/

Como escolher a casa onde vai morar – Parte 2 de 2

Oportunidade de Negócio

Leilões – Por vezes, comprar em leilões pode constituir uma boa oportunidade de negócio e beneficiar de grandes descontos. Para os bancos é vantajoso desfazerem-se destas casas penhoradas e conseguirem recuperar parte do crédito malparado. Como tal, até oferecem vantagens na concessão de crédito, isentam de despesas com avaliação de imóvel, comissão de estudo, dispensam de registos provisórios e ainda oferecem spreads mais interessantes.

A maioria das casas em leilão situa-se nas zonas periféricas de Lisboa e do Porto, e as empresas de leilões de imóveis disponibilizam imagens na Internet, pelo que se torna fácil perceber se existe alguma habitação que se adeque às suas necessidades, pedir informações e agendar visitas.

Antes do leilão existem alguns requisitos que deve cumprir. É obrigatório ter um montante para sinalizar a casa. Não precisa de pagar a casa a pronto, mas tem de ter o crédito garantido. Convém ainda que visite a casa primeiro e que saiba à partida qual o valor que quer oferecer. Tome atenção que, na maioria das leiloeiras, o contrato de compra e venda é efetuado assim que termina o leilão. Caso desista da compra do imóvel, pode correr o risco de perder o valor do sinal.

Recuperação de imóveis

Apostar na compra de imóveis a precisar de obras pode constituir uma solução rentável. Tudo depende do preço de venda, do estado de conservação e da localização. Se a habitação se situar no centro da cidade ou perto das praias, campo, zonas verdes, comércio e transportes. Se for uma casa com boas áreas, boa exposição solar… Se o dinheiro que despender com a reabilitação mais o preço da casa, forem inferiores ao valor comercial da mesma, então sim vale a pena investir no imóvel.

Este conteúdo é uma reprodução do Saldo Positivo, “Como escolher a casa onde vai morar“. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:http://saldopositivo.cgd.pt/como-escolher-a-casa-onde-vai-morar/

Como escolher a casa onde vai morar – Parte 1 de 2

Está a pensar em comprar casa? Há uma série de questões a que deve responder antes de o fazer.

Se vai comprar casa, há vários fatores a ponderar. Não é só escolher a casa e o local, é também negociar o preço, escolher o banco onde vai contrair o empréstimo, entre outros.

PONDERE BEM SOBRE:

A casa onde vai morar deve ser entendida como um investimento. É lógico que o preço é o elemento que mais pesará na sua decisão, mas lembre-se que existem outros fatores a ter em conta, como a localização e os acessos. Existem zonas onde a avaliação da habitação por metro quadrado é maior do que noutras. Por exemplo, uma casa no centro de Lisboa é mais valorizada do que numa zona periférica. Além disso, deve pensar nas questões de acessibilidade, proximidade de escolas e transportes e pontos de comércio.

O estado de conservação da casa também é um fator importante. Verifique a exposição ao sol, o isolamento das paredes, o ano de construção, o estado da canalização, etc. É provável que pague um spread maior se o banco subavaliar a sua casa em relação ao preço a que vai comprá-la. Pense ainda se a casa que irá comprar pode ou não ser valorizada, caso queira vender, ou arrendar.

NÃO SE ESQUEÇA…

Crédito Habitação – Peça e estude várias propostas, avalie o spread, os encargos com comissões e outros custos associados, tais como avaliação do imóvel, abertura de processo, comissão de dossier, etc. Além da prestação mensal, some também o valor dos seguros obrigatórios, nomeadamente o seguro de vida e seguro contra incêndios. Mas lembre-se que não é obrigatório subscrever a esses seguros junto do banco que lhe irá conceder o crédito, verifique noutras seguradoras se lhe oferecem condições mais vantajosas.

Coeficiente de Esforço – Quando contrai um empréstimo à habitação, tem de ter em conta o seu coeficiente de esforço, que é medido pela prestação mensal da casa sobre o rendimento que aufere todos os meses e o seu nível de endividamento até então. Pode até acontecer que o seu nível de endividamento aumente, mas que o seu coeficiente de esforço diminua, tudo irá depender dos juros que pague e do prazo dos seus créditos. Contudo, o banco tem em conta todos estes fatores ao atribuir o financiamento.

Além do valor do coeficiente de esforço, que serve para avaliar a capacidade de cumprimento do empréstimo, o banco também tem em consideração as garantias que o cliente oferece em caso de incumprimento, ou seja, aquilo que as instituições financeiras contabilizam como “colateral”, quando avaliam o risco de crédito. Geralmente, é a própria casa a servir de colateral, ou outros bens que o cliente já possua antes de contrair o crédito habitação, como uma carteira de investimentos.

Outros custos – Escritura, registos, impostos, ao Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) e ainda as despesas com a mobília e o recheio da casa.

Este conteúdo é uma reprodução do Saldo Positivo, “Como escolher a casa onde vai morar“. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: http://saldopositivo.cgd.pt/como-escolher-a-casa-onde-vai-morar/

Descubra as tendências de decoração para 2019 – Parte 5 de 5

A idade do ouro

O cobre já era. Agora é a vez do ouro, que pode ser visto em acabamentos em metais – como em torneiras, puxadores ou maçanetas dos armários –, mas também em detalhes e conjugado com outros materiais, como a madeira. Da mesma forma, tudo indica que a influência da Art Deco vai estar em destaque em 2019, inspirando peças de mobiliário, acessórios e até tecidos. Não é por acaso que as formas redondas e materiais como o veludo ou o mármore estão de volta.

Tetos decorados

As imagens de pavimentos pintados são muito populares no Pinterest (e uma forma inteligente para evitar ter de remover os pisos antigos ou polir madeiras). Mas, e os tetos? Uma das tendências deste 2019, que não deixará ninguém indiferente, é precisamente dar “ao céu que nos protege” o destaque merecido, colocando-lhe cor, papel de parede, espelhos ou até molduras…  Alguém tem coragem?

Cores ousadas ou tons pastel?

Ambos. O rosa quarzto e o millennial pink têm estado em todas as páginas de revistas de decoração nos últimos dois anos, por isso de investiu nestas paletas não desespere e tente retocar tudo recorrendo aos tons blush, que, combinados com cinzentos, são uma tendência. As cores ousadas, padrões ricos e texturas, sem dúvida. O verde, uma cor sofisticada e provocante, dá aos espaços um certo refinamento e é um cenário fabuloso para construir ambientes onde reinam os materiais naturais e o regresso à Natureza.

Este conteúdo é uma reprodução do U melhor que único, “Descubra quais as tendências do momento e encontre ideias para dar uma nova vida ao seu lar, doce lar”.  Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: http://melhorqueunico.sabado.pt/descubra-as-tendencias-de-decoracao-para-2019/

Descubra as tendências de decoração para 2019 – Parte 4 de 5

A cor do ano: Living Coral

Há 20 anos que os membros do Pantone Color Institute se reúnem para fazer uma análise das atuais e futuras tendências e decidem uma cor como mote para o ano seguinte, que acaba por influenciar todas as áreas: decoração, moda, design e beleza. Depois do Ultra Violet, em 2018, do Greenery, em 2017, e do Rose Quartz, em 2016, a cor Pantone deste ano é o Living Coral ou, em português, Coral Vivo, uma cor que vem dar mais leveza e luminosidade ao novo ano. A fazer lembrar as cores vibrantes de Miami Beach, permite fazer diversas combinações dentro da mesma paleta. Também é possível usá-la em paredes ou em peças mais marcantes como um sofá ou como contraste a tons mais escuros, como o azul marinho, o preto e o cinza. Outra opção é investir em pequenos objetos ou numa peça-chave para a sala de estar, para dar o toque final numa decoração.  

Flower power

Flores, especialmente com grandes desenhos, ganham um lugar de destaque em papéis de parede ou têxteis, enchendo de vida e personalidade qualquer espaço da sua casa. Por sua vez, o tartan ou xadrez, que regressou em força ao mundo da moda, também chegou à decoração e pode ser usado em roupas de cama, almofadas, corredores de mesa ou papéis de parede. A par dos motivos florais é um dos padrões da moda deste ano.

Este conteúdo é uma reprodução do U melhor que único, “Descubra quais as tendências do momento e encontre ideias para dar uma nova vida ao seu lar, doce lar”.  Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: http://melhorqueunico.sabado.pt/descubra-as-tendencias-de-decoracao-para-2019/

Descubra as tendências de decoração para 2019 – Parte 3 de 5

Peças interativas

A customização é um desafio crescente e cada vez mais presente para o design. Hoje em dia, marcas bem famosas e de prestígio têm apostado em soluções com alguma característica interativa e é nesse caminho que seguem as tendências de decoração para 2019.

Elementos naturais

O verde vai entrar na decoração de 2019 através da utilização de muita plantas, no sentido de promover o contacto com a natureza. Aposte em plantas frondosas, naturais ou artificiais e não se esqueça de dar uns toques de verde à sua casa que não necessariamente as plantas per si.

Uma parede de verde suave, por exemplo, consegue criar uma atmosfera mais fresca e envolvente. O mesmo pode acontecer com tons pastel de azul e rosa, imprimindo suavidade e ao mesmo tempo sofisticação, sem esquecer o contacto com a mãe natura.

Acessórios de decoração

Tudo o que dê um toque extra de conforto e aconchego é permitido, especialmente se for com padrões texturados e com cores bens quentes.

Especial crianças

No quarto dos mais pequenos, as tendências de decoração para 2019 ditam que é obrigatório ter uns elementos da natureza presentes. Desenhos de animais, estampados de árvores e folhas e utilização de materiais crus são alguns dos exemplos.

Este conteúdo é uma reprodução do E-konomista com base na famosa feira ‘Maison & Objet 2018’, um evento internacional de referência que dita os últimos gritos em termos decorativos.  Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:https://www.e-konomista.pt/artigo/tendencias-de-decoracao/

Descubra as tendências de decoração para 2019 – Parte 2 de 5

Formas

Em 2019 vamos começar a deixar um pouco de lado as linhas retas que tanto sucesso nos fizeram nos últimos anos, para dar lugar às inspirações e influências escandinavas e nórdicas, mais minimalistas.

As retas vão então ser gradualmente substituídas pelas curvas, presentes em vários detalhes da sua decoração de interior em 2019. Círculos e moldes ovais são os mais comuns e podem estar presentes nos sofás, candeeiros, espelhos e até mobiliário.

Tecidos

Textura, muita textura! É esta a palavra de ordem nas tendências de decoração para 2019 no que respeita o campo têxtil. Veludo, crochet e outros texturados são mais do que bem-vindos no ano que vem e podem ser utilizados em pequenas peças decorativas ou em têxtil de grande dimensão.

Perfeitamente imperfeitos

Há que aceitar as nossas imperfeições – esta ideia está a ser transposta para o mundo da decoração e é uma das principais tendências de decoração para 2019! Vasos um pouco tortos, acabamentos aparentemente imperfeitos e oxidados ou peças com marca de dedos no processo de moldagem são alguns dos exemplos de peças que imperam no leque de objetos tendência para este ano.

Utilização do vidro de forma inesperada

Com bordas arredondadas, acabamentos fumados, zonas tingidas ou até partes caneladas, as peças de vidro são um verdadeiro must para 2019 em termos decorativos. Os espelhos trazem um aporte bem positivo e até um pouco retro para a decoração de qualquer casa.

Este conteúdo é uma reprodução do E-konomista com base na famosa feira ‘Maison & Objet 2018’, um evento internacional de referência que dita os últimos gritos em termos decorativos.  Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:https://www.e-konomista.pt/artigo/tendencias-de-decoracao/

Descubra as tendências de decoração para 2019 – Parte 1 de 5

Cores

Em termos de palete de cores, as tendências de decoração para 2019 vai reger-se por tons que nos remetem à terra e a natureza. Exemplos de cores são tons quentes de bege, diferentes tonalidades de verdes, vermelhos e laranjas, criando assim uma atmosfera mais aconchegante e relaxante.

Outra cor em destaque é o vermelho, que pode aparecer em pequenos pormenores e que pode ser utilizado nas suas várias tonalidades até chegar ao tom beringela. Alaranjados e amarelos também são bem aceites, desde que usados sem chamar muito a atenção e em pequenos pontos da decoração.

Uma das novidades de 2019 é o dourado, que será imensamente utilizado em adornos, espelhos, pés de mesas e cadeiras, poltronas e sofás, conferindo um extra de sofisticação e brilho. Até os talheres se querem em linhas minimalistas e dourados!

Bem diferentes, mas ainda pertencentes às cores da moda para 2019 está o azul marinho, amarelo açafrão, vinho e verde petróleo.

Todas estas cores são geralmente contrastadas com tons de cores mais sóbrias como como o cinza e o preto.

Materiais

Um dos materiais que aparece em grande força nas tendências decoração para 2019 é a madeira, tanto natural como a madeira escura. Uma das grandes orientações para o próximo ano passa por transformar as áreas em espaços de grande conforto e aconchego e a madeira é exímia a cumprir esse objetivo.

Pode utilizá-la de mil e uma maneiras e nas várias divisórias da casa, mas 2019 é o ano ‘rei’ das madeiras nas cozinhas.

Outra grande aposta para a decoração em 2019 é o granilite. Este material não é nada mais do que uma espécie de mistura de mármore, pedras naturais, pigmentos e cimento. E não é apenas nos solos que ele vai ser utilizado. Tampos de mesas, bancadas de WC e de cozinhas podem facilmente ser feitos com este material.

Até porque o granilite é muito durável, muito fácil de limpar e em termos de preço não é nenhum abuso.

Este conteúdo é uma reprodução do E-konomista com base na famosa feira ‘Maison & Objet 2018’, um evento internacional de referência que dita os últimos gritos em termos decorativos.  Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:https://www.e-konomista.pt/artigo/tendencias-de-decoracao/

Obras no prédio? Tire as suas dúvidas connosco!

Há quanto tempo é que o seu prédio não tem obras? Será que é obrigatório fazer obras de tempos em tempos? E se houver vizinhos que não pagam o condomínio, como se deve proceder?

A fachada do seu prédio não é pintada há muitos anos e agora precisa mesmo de ser reparada. Nesta altura surgem dúvidas que gostaria de ver esclarecidas: há alguma regra sobre a obrigatoriedade de execução de obras no prédio? Alguns condóminos não pagam a sua quota, como podemos dividir a despesa das obras do prédio?

Quanto às obras de conservação, seja a pintura da fachada ou qualquer outra reparação, devem ser realizadas uma vez em cada período de oito anos. Poderá recolher mais detalhes no Regime Jurídico da Urbanização e Edificação.

As obras que não entrem em conflito visual (alteração da cor) ou estrutural (aumentar o imóvel) do prédio não necessitam de autorização da câmara municipal. Os condóminos podem avançar, desde logo, com todas essas obras, se o condomínio assim decidir.

Efetivamente a responsabilidade pela conservação do edifício compete ao condomínio, o que significa que o início da obra depende da realização de uma assembleia de condóminos que deve decidir por maioria simples (50% + 1).

As despesas indispensáveis à conservação das partes comuns do edifício são, em regra, pagas pelos proprietários em proporção do valor das respetivas frações, no caso do Fundo de Reserva estar descapitalizado.

Apesar dos custos e dos problemas normalmente associados à palavra obras, a conservação do prédio é fundamental para, inclusivamente, a manutenção da qualidade das habitações de cada um. Todos os condóminos deverão estar cientes de que as obras regulares são mais fáceis de gerir e de suportar de acordo com as poupanças do condomínio ou dos condóminos.

Este conteúdo é uma reprodução da rubrica semanal Deco Alerta, destinada aos consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news.

→ Consulte aqui o artigo sobre as vantagens do contrato de exclusividade na venda de imóveis

Conheça estes 7 magníficos trabalhos de arte urbana em Portugal.

A arte urbana tem deixado de ser vista como vandalismo, para passar a ser vista como uma forma de arte reconhecida a nível mundial. E Portugal não tem ficado para trás. Não só na capital portuguesa, mas um pouco por todo o lado, têm surgido obras extraordinárias de artistas nacionais e internacionais.

Veja estas 7 que escolhemos para si!

Mural dos Gémeos em Picoas, Lisboa (Fotografia: dimitriganzelevitch.blogspot.pt)

Pintura de Costah na Avenida dos Aliados, Porto (Fotografia: www.isupportstreetart.com)

“Take your mask off” de Nomen em Lisboa. (Fotografia: conexaolusofona.org)

“When Children Sleep” de Ella e Pitr em Abrantes (Fotografia: streetartnews.net)

Amália na Calçada em Alfama, de Vhils (Fotografia: lanternavermelha.com)

“O rapaz dos pássaros” de Odeith em Setúbal (Fotografia: ncultura.pt)