Braga, Amadora e Gaia a “todo o vapor”: preço das casas dispara mais de 20%

O preço mediano da habitação em Portugal fixou-se nos 1.054 euros por m2, no último trimestre do ano passado.

O preço das casas voltou a acelerar no último trimestre do ano passado. As subidas não se ficaram por Lisboa e Porto, tendo alcançado as cidades periféricas das grandes áreas metropolitanas. Braga, Amadora e Vila Nova de Gaia deram um “salto”, registando aumentos superiores a 20%, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quarta-feira, 29 de janeiro. O preço mediano das casas no país fixou-se nos 1.054 euros por metro quadrado (m2), um valor que, de resto, se distancia da campeã das cidades mais caras, Lisboa. Na capital, o preço por m2 supera os 3.200 euros.

Nos últimos três meses de 2019, o preço mediano das habitações em Portugal registou uma subida de 2,22% face ao trimestre anterior e de 7,1% relativamente ao trimestre homólogo. “Face ao período homólogo, todas as cidades com mais de 100 mil habitantes registaram aumento dos preços. Para além de Braga, verificaram-se variações expressivas na Amadora (+22,1%), Vila Nova de Gaia (+20,3%) e Porto (+18,2%) “, sinaliza o INE. Ainda assim, e apesar da cidade de Braga ter registado a maior subida entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, continuou a ser a mais barata, com o preço do m2 a fixar-se nos 923 euros por m2.

Lisboa manteve-se, sem surpresa, na liderança das cidades mais caras para comprar casa. Na capital, os preços continuam a subir e a afastar-se (cada vez mais) dos valores medianos nacionais – no último trimestre fixaram-se nos 3.205 euros por m2, uma subida homóloga de 11,4%. A seguir a Lisboa, e no Top 10, aparecem Cascais (2.529 euros por m2), Oeiras (2.211 euros por m2), Loulé (2.089 euros por m2), Albufeira (1.894 euros por m2), Lagos (1.875 euros por m2), Tavira (1.804 euros por m2), Porto (1.802 euros por m2), Odivelas (1.718 euros por m2), Lagoa (1.662 euros por m2).

Mais a norte, no Porto, o cenário é semelhante. Os preços dispararam mais de 18% e fixaram-se nos 1.802 euros por m2.

Freguesias de Santo António (Lisboa) e Foz (Porto) sobressaem

Os dados revelados pelo INE permitem concluir que duas das 24 freguesias de Lisboa registaram preços medianos de venda de alojamentos superiores a 4.500 euros por m2, nomeadamente a freguesia de Santo António (4.889 euros por m2) – que inclui a Avenida da Liberdade e áreas adjacentes – e Misericórdia (4.574 euros por m2) – que inclui a área do Bairro Alto e do Cais do Sodré.

No Porto, a União de freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registou o preço mediano mais elevado (2.414 euros por m2), entre as sete freguesias da cidade. A freguesia do Bonfim destacou-se, tal como no trimestre anterior, por apresentar, simultaneamente, um preço mediano (1.839 euros por m2) acima do valor da cidade do Porto (1.802 euros por m2) e uma taxa de variação homóloga (+39,4%) superior à observada na cidade (+18,2%)

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