6 truques para transformar facilmente um quarto de bebé num quarto de criança

À medida que vão crescendo, as crianças vão também desenvolvendo novos gostos. E é fácil transformar os espaços com apenas algumas mudanças.

Todos nós sabemos a dedicação e o tempo que é investido na montagem de um quarto de bebé, ainda assim, este tem um prazo de validade muito curto. Os bebés crescem de dia para dia, começam a andar, a falar, ganham uma certa independência, passam pela fase de introdução de alimentos e, de repente, a poltrona de dar de mamar já não faz sentido.

À medida que vão crescendo, as crianças vão também desenvolvendo o seu gosto e começam a preferir cores mais vivas, ao contrário das cores mais suaves de um quarto de bebé. Mostramos-te alguns truques que te ajudarão, seguramente, a transformar um quarto de bebé num quarto de criança.

1. Substituir o berço por uma cama de criança

Caso o berço do bebé tenha grades de proteção removíveis, podemos simplesmente retirar uma proteção lateral, permitindo à criança ter liberdade para sair e entrar na cama quando quiser e assim conseguimos que o berço tenha uma maior durabilidade. Caso não seja este o caso, recomendamos que compres uma cama própria para crianças, que se carateriza por ser baixa e em que podemos usar o colchão e a roupa de cama que já tínhamos.

Se quisermos fazer um investimento a longo prazo, pensando já na fase adolescente, aconselhamos a comprar uma cama de tamanho normal. Neste caso, convém adicionarmos uma proteção nas laterais e um banco para ajudar a criança a entrar e sair da cama por conta própria.

2. Adaptar o trocador/muda-fraldas

À medida que o bebé vai crescendo vai deixando as fraldas de lado, pelo que o trocador deixa de fazer sentido. Desta forma, podemos aproveitar da melhor maneira este espaço. Sugerimos que utilizes este espaço como arrumação para os livros e brinquedos da criança. É importante utilizar um móvel baixo ou caixas, de modo a que a criança tenha acesso fácil e não dependa de ninguém de cada vez que queira brincar com o seu brinquedo preferido.

Levar também em conta que agora temos de ter os cremes, loções, pomadas, tesouras, fora do alcance da criança. Recomendamos que os guardes fora do quarto da criança, assim tens a certeza de que a criança fica em segurança no seu quarto.

3. Criar espaço para muita diversão

Ter espaço suficiente para brincar é incrível. E existir espaço disponível no quarto da criança também ajuda a manter o resto da casa mais arrumada e com menos brinquedos espalhados.

Este é o lugar perfeito para uma tenda, uma casa de bonecas, mini cozinhas ou uma mini mesa e cadeiras. Pergunta à tua criança de que é que ela gosta. É importante que elas também tenham um papel ativo na reformulação do seu quarto, permitindo-nos, assim, conhecer mais a fundo quais são os seus gostos e preferências.

4. Reorganizar

Nesta fase de crescimento, as crianças começam a ficar muito orgulhosas de tudo e do que conseguem fazer por conta própria. Por isso, temos de ter em consideração onde e como guardamos as coisas, nomeadamente a roupa.

Quando a criança começa a ficar mais independente, provavelmente vai querer vestir-se sozinha e abdicar da ajuda de um adulto. De modo a que a criança comece a criar os próprios conjuntos, reorganiza as roupas para que estas sejam apropriadas à estação atual e de modo a que estejam nas prateleiras inferiores e nas gavetas de baixo, ficando assim de fácil acesso.

5. Decoração

A tendência nos dias de hoje é ter um quarto de bebé o mais neutro possível em relação ao género, permitindo que não surja a necessidade de ter de alterar a decoração muito cedo.

Mas se tiveres algum orçamento reservado para alterar alguns detalhes, ótimo. Pode ser um bom momento para alegrar o quarto das crianças e pintar as paredes (ou apenas uma parede) com uma cor mais alegre. Basta escolher uma que acrescente alguma personalidade ao quarto. Não esquecer de perguntar qual a cor de que elas mais gostam e se estão de acordo com a cor que escolherem.

As paredes escuras deixam o quarto muito pesado, sendo que a criança precisa de um quarto luminoso pois é mais relaxante e reconfortante. A madeira clara, a cor branca ou os tons pastel são excelentes alternativas. Também existe a possibilidade de utilizarmos papel de parede, tornando o quarto mais divertido. Ter em atenção para não utilizarmos nenhum que tenha padrões ou desenhos muito grandes, pois isto não facilita a concentração da criança nas diversas atividades, comprometendo o seu desenvolvimento.

É importante referir que a decoração do quarto deve ser modificada de acordo com a idade da criança, adaptando-se sempre à mesma. Muda os quadros para outros com temas mais maduros/adultos. Adiciona mais texturas e padrões ao quarto, ao adquirir almofadas de tamanhos diferentes, tapetes e mantas coloridos.

Ter um espelho adequado à sua altura é muito importante para a sua interação e para reconhecerem a sua própria imagem, fundamental no seu correto desenvolvimento. Acrescenta também um gráfico de crescimento para que os teus filhos possam acompanhar a sua altura.

O principal ponto a ter em conta no momento de fazer um investimento na decoração é considerar a longevidade das peças decorativas. Adquire peças neutras e clássicas de modo a que não seja necessário substituir por outras num curto espaço de tempo e que possam ter mais que um propósito.

Faz o mesmo para os itens de banho, como por exemplo, as toalhas com capuz. Deixe que a criança seja responsável por recolher o que precisa para a hora de banho, fazendo com que a se torne mais autónoma, algo muito importante para o seu desenvolvimento.

6. Segurança

Num ambiente com elementos ao alcance da criança, não nos podemos descurar com a segurança. Por isso, é importante ter em consideração o seguinte:

  • Evitar móveis ou outros elementos com quinas;
  • Não usar quadros com vidro, preferir o acrílico:
  • Fixar os objetos e móveis à parede com fita dupla face (evitar os pregos);
  • Esconder e proteger as tomadas.

No geral, uma transformação de sucesso de um quarto de bebé para um quarto de criança passa por permitir à criança independência num lugar que seja seguro e que lhe permita um correto desenvolvimento da personalidade e competências. Portanto, tem a certeza de que o quarto novo permite à criança brincar à vontade, sem ser necessário pedir ajuda a um adulto. Além disso, confirma também que se sente confortável em deixar a criança sozinha, o que significa colocar os riscos fora de alcance, removendo qualquer tentação de trepar móveis ou objetos.

As crianças normalmente são muito curiosas e destemidas, portanto permite que elas usufruam de um espaço em que se sintam seguras e, em seguida, respira fundo e aproveita. Esta fase passa num instante.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“6 truques para transformar facilmente um quarto de bebé num quarto de criança”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/espacos/2020/07/06/43866-truques-para-transformar-facilmente-um-quarto-de-bebe-num-quarto-de-de-crianca

10 dicas para manter a casa segura: os riscos mais comuns e como evitá-los

A casa, como tudo em geral, necessita de alguns cuidados regulares e de algumas manutenção, para evitar danos no futuro.

Um curto circuito pode originar um incêndio, que pode causar danos às pessoas que se encontram em casa, aos eletrodomésticos, ao mobiliário ou à própria habitação. A juntar ao risco de incêndio, surgem também as inundações, os acidentes pessoais ou outros. A lista de riscos do lar é enorme, mas há sempre formas de evitar este tipo de situações desagradáveis. O importante é estar atento e prevenir, não deixando a proteção da casa para segundo plano. 

A casa, como tudo em geral, necessita de alguns cuidados regulares e de algumas manutenção, para evitar riscos desnecessários. A pensar num lar mais protegido e seguro, a Zurich Portugal preparou uma lista de 10 dicas fundamentais que agora reproduzimos na íntegra. 

10 riscos e 10 dicas para uma casa segura

  • Para te proteger de riscos elétricos, evita utilizar tomadas ou extensões danificadas, procurando substituí-las assim que possível. Assegura-te de que as tomadas e extensões não entram em contacto direto com a água. Caso necessite de efetuar mais do que uma ligação elétrica, opta por adquirir uma extensão com o número de entradas necessárias e não pela sobreposição de extensões;
  • Para prevenir avarias nos eletrodomésticos, efetua uma limpeza e manutenção regulares, mantém-nos longe de fontes de calor ou de humidade, especialmente na cozinha e casa de banho e quando tiver de te ausentar por longos períodos de tempo desliga-os sempre que possível. Quando for de férias, não é aconselhável deixar os equipamentos em stand-by. Para garantir um maior ciclo de vida dos eletrodomésticos consulta o manual de instruções. Em caso de avaria, o melhor será contactar um técnico especializado;
  • Em relação ao risco de incêndio, o recomendável é que guarde sempre os produtos inflamáveis longe de fontes de calor, que vigie o fogão sempre que estiver ligado e, no caso de cheirar a gás, deves fechar rapidamente a válvula de segurança e contactar um técnico especializado. Agenda verificações periódicas do sistema elétrico da tua habitação, de forma a identificar eventuais anomalias;
  • No caso do risco de danos por água, como o entupimento de canos, a recomendação passa por utilizar um filtro no lavatório da cozinha e na casa de banho, de modo a prevenir que restos de sujidade se acumulem nos canos, como restos de comida ou cabelos. Aproveite também para limpar os canos com produtos indicados para esse fim;
  • Para o risco de danificação do mobiliário, durante as limpezas ou mudanças, verifica se o mobiliário fixo – aparafusado e encastrado – se encontra bem montado, de forma a prevenir quedas e danificações.
  • Para evitar quedas ou acidentes dentro de casa, mantém-na sempre arrumada e livre de objetos no chão, incluindo cabos de extensões elétricas. Opta por aplicar tapetes antiderrapantes nas diversas divisões da casa e tem especial cuidado com o chão molhado na casa de banho e cozinha;
  • No caso de ter um jardim, faz uma manutenção regular do espaço de modo a reduzir o risco de deterioração e a danificação dos arbustos, sebes, árvores, mobiliário de exterior ou outros componentes;
  • Importante também é a prevenção do risco de roubo. Para maior segurança da tua habitação e da tua família, não abra a porta de casa ou do prédio a quem não conhece e, sempre que estiver fora ou dentro de casa, fecha a porta à chave. No caso de ir de férias ou de te ausentar por um longo período, informa as autoridades de segurança e os teus vizinhos, para que possam estar atentos a movimentações suspeitas;
  • Para te precaver relativamente ao risco de tempestades, mantém-te atento às previsões meteorológicas e segue as recomendações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e da Proteção Civil;
  • Para te proteger de todos os riscos já enumerados, é recomendável contar com um seguro multirrisco para a habitação que garanta a proteção da tua casa, dos teus bens e, claro, da

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Crédito à habitação travado pela pandemia: empréstimos caem para mínimos do verão passado

O valor emprestado para a compra de casa em maio (792 milhões) fica aquém do valor concedido em abril e é o mais baixo desde agosto de 2019.

O empréstimos para a compra de casa em Portugal continuam a abrandar e a sentir os efeitos negativos da pandemia da Covid-19. Segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), em maio, a banca concedeu 792 milhões de euros de crédito à habitação, menos 14% que em igual mês do ano anterior. O valor financiado para a compra de casa fica aquém do valor concedido em abril (831 milhões de euros) e é o mais baixo desde agosto de 2019.

No total, e desde o início do ano, os bancos deram 4.471 milhões de euros de crédito à habitação, acima dos 4.078 milhões de euros emprestados nos primeiros cinco meses de 2019, o que se deve aos empréstimos concedidos no primeiro trimestre deste ano, que atingiram o valor máximo desde a crise financeira de 2008.

Ainda segundo o BdP, e no que diz respeito ao crédito ao consumo, foram concedidos 232 milhões de euros em financiamento, durante o mês de maio, um valor que está acima dos 168 milhões de euros de abril, mas que continua a contrastar com os 435 milhões de euros emprestados em igual mês do ano passado.

Já nos empréstimos às famílias com outros fins, o valor concedido em maio foi de 157 milhões de euros, também neste caso acima dos 140 milhões de euros de abril, mas abaixo dos 178 milhões de euros emprestados em igual período do ano anterior.

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As 5 etapas a seguir para ter um quarto moderno

Gostava de conseguir transformar o seu cantinho de descanso num quarto moderno e cheio de pinta? Saiba que o consegue recorrendo a 5 simples etapas, simples e fáceis de implementar. Preparado para seguir este nosso guia? 

1. Cores

Um dos passos mais importantes para conseguir um quarto moderno recorrendo a uma etapa simples e não muito dispendiosa passa por analisar bem a palete cromática atual do seu quarto. E ao contrário do que possa pensar, um quarto moderno não pede múltiplas e berrantes cores. Atualmente, um quarto bem atual quer-se bem iluminado. E uma das formas de conseguir esse objetivo passa pelas cores que coloca nas paredes e nos mobiliários. Procure cores neutras – brancos, beges, cremes, azuis neutros – para a grande maioria do ambientes e deixe as cores mais arriscadas para investir num ou outro pormenor, seja na parede, numa peça decorativa ou até mesmo num pequeno item de mobiliário. 

2. Mobiliário

Os quartos modernos vêm-se na sua capacidade de conciliar os itens e manter a simplicidade e os espaços arejados. Não precisa de ter uma cama “xpto” para conseguir um quarto cheio de modernidade – na verdade, até com um conjunto de paletes o vai conseguir, quando bem aplicadas! Pode também querer apostar em restaurar uma ou outra peça de mobiliário antigo. Aqui, o que conta é não esquecer que menos é mais e que os espaços devem ficar amplos, bem iluminados, arejados, funcionais e, sempre, mas sempre, arrumados e organizados. 

3.Têxteis

Os toques finais é que fazem geralmente a diferença num cenário decorativo. E os quartos modernos não são exceção! Os têxteis são exemplos perfeitos desse pormenor que muitas vezes está em falta e não percebemos qual é e em que pode – e deve apostar. Almofadas em quantidade na cama, sobreposição de mantas e cobertas e cortinados de boa qualidade são alguns dos têxteis em que vai certamente ganhar pontos para conseguir criar o seu quarto moderno de sonho. Tenha apenas em atenção o panorama geral do ambiente e não exagere em padrões e temas diferentes e terá tudo para conseguir um excelente resultado final. 

4.Decoração 

Ao nível da decoração, os quartos modernos não podem coisas em demasia. Lembre-se: aposte na qualidade ao invés da quantidade. E pense sempre no espaço que tem antes de comprar uma peça pela qual se apaixonou. Uma das coisas que ‘mata’ de imediato o estilo moderno num quarto é um espaço carregado de bibelots e peças decorativas que só estão aí colocadas para ganhar pó e nada mais. Faça uma análise precisa do seu espaço, inspire-se em revistas e publicações da especialidade e, na dúvida, não hesite em pedir ajuda a quem sabe – no final não se vai arrepender. Ah, e claro, nunca se esqueça dos apontamentos verdes! 

5.Organização

Organização, tal como já tínhamos referido, é mesmo uma das palavras de ordem nos quartos modernos – daquelas que não pode mesmo abdicar! Em qualquer ambiente moderno que encontre nas suas pesquisas, vai perceber que nada está fora do sítio, nada parece desequilibrado e tudo está impecavelmente arrumado. E não o é assim por acaso – um quarto moderno quer-se assim mesmo! Com mobiliário simples e funcional, muito espaço de arrumação e sem tralha acumulada, o mobiliário presente nestes espaços está sempre carregado de acessórios de organização para que cada coisa fique no seu lugar. E não, não precisa estar tudo escondido, desde que devidamente arrumado e organizado. Afinal, ter um quarto moderno pode ser bem fácil! 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“As 5 etapas a seguir para ter um quarto moderno”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/as-5-etapas-a-seguir-para-ter-um-quarto-moderno

Preço das casas sobe 0,5% em Portugal no segundo trimestre de 2020 – em plena pandemia da Covid-19

Coimbra foi a cidade onde os imóveis ficaram mais caros em pleno confinamento (3,9%), segundo o índice de preços do idealista.

Os preços das casas em Portugal subiram 0,5% no segundo trimestre de 2020 face ao trimestre anterior, fixando-se em 2.070 euros por metro quadrado (m2). Em termos anuais, ou seja, face aos primeiros três meses do ano passado, o aumento foi de 7,1%. Nas duas principais cidades do país, em pleno surto da Covid-19, os preços registaram quebras, nomeadamente de 1,2% em Lisboa e 0,6% no Porto, mas Coimbra destacou-se em sentido contrário: foi a cidade onde os valores mais subiram durante a pandemia (3,9%). Em causa estão os dados do índice de preços do idealista.

Regiões

As regiões que assistiram a um aumento de preços em termos trimestrais foram o Norte (2,8%) e o Algarve (1,9%). Por outro lado, desceram no Alentejo (-1,6%), Região Autónoma da Madeira (-0,6%), e Área Metropolitana de Lisboa (-0,3%) e Centro (-0,2%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 2.997 euros por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.295 euros por m2), Norte (1.765 euros por m2) e Região Autónoma da Madeira (1.557 euros por m2). Do lado oposto da tabela, Alentejo (1.031 euros por m2) e Centro (1.038 euros por m2) assumem-se como as regiões mais baratas.

Distritos

Dos distritos analisados, os maiores aumentos a tiveram lugar no Porto (3,4%), Braga (2,6%), Setúbal (2,4%), Aveiro (2,2%), Faro (1,9%) e Viseu (1,7%). No caso de Coimbra a subida foi de 0,7%.

Por outro lado, desceram em Beja (-3%), Leiria (-1,2%), Guarda (-0,9%), Santarém (-0,6%), Ilha da Madeira (-0,6%). Em Évora (-0,2%) e Lisboa (-0,1%) os preços mantiveram-se praticamente estáveis.

De referir que o ranking dos distritos mais caros continua a ser liderado por Lisboa (3.317 euros por m2), seguido por Faro (2.295 euros por m2) e Porto (2.073 euros por m2). Os preços mais económicos encontram-se na Guarda (641 euros por m2), Portalegre (645 euros por m2), Castelo Branco (696 euros por m2) e Bragança (751 euros por m2).

Cidades capitais de distrito

Os preços aumentaram em 14 capitais de distrito, com Coimbra (3,9%) a liderar a lista. Seguem-se Viseu (3,7%), Braga (3,1%), Évora (3%) e Vila Real (2,5%). Já no Porto e Faro as subidas foram de 1,6% e 1%, respetivamente.

Por outro lado, foi em Santarém que os preços mais desceram: 5,2%. Seguem-se Beja (3,2%) e Lisboa, onde a descida foi de 1%.

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa, 4.664 euros por m2. Porto (2.876 euros por m2) e Faro (1.911 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Guarda (637 euros por m2), Castelo Branco (731 euros por m2) e Bragança (753 euros por m2).

Tendo em conta a subida do preço da habitação nos últimos 12 meses, Coimbra (15,2%) lidera a lista, seguida por Viana do Castelo (13,9%) e Évora (13%).

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Preço das casas sobe 0,5% em Portugal no segundo trimestre de 2020 – em plena pandemia da Covid-19″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/06/29/43789-preco-das-casas-sobe-0-5-em-portugal-no-segundo-trimestre-de-2020-em-plena-pandemia

Avaliação bancária das casas sobe em maio para novo recorde de 1.114 euros/m2

Número de avaliações para efeitos de crédito à habitação caiu 21% face ao mesmo mês do ano passado, mas o valor atribuído pelos bancos subiu novamente.

O valor médio de avaliação bancária subiu três euros, para 1.114 euros por metro quadrado (m2) em maio deste ano face ao mês anterior, ultrapassando o recorde que tinha atingido em abril, segundo mostram os dados revelados esta segunda-feira, dia 29 de junho de 2020, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor de 1.111 euros por m2 registado em abril era o mais alto desde pelo menos janeiro de 2011, a primeira data da série estatística do instituto.

De acordo com o Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação do INE, os 1.114 euros por metro quadrado de maio representam uma subida de 0,3% relativamente a abril e um aumento de 8,9% face ao mesmo mês do ano anterior.

Dadas as “circunstâncias excecionais” decorrentes da pandemia da Covid-19, o número de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 19 mil, menos 21% que no mesmo período do mês do ano anterior.

Alentejo é onde se estão a valorizar mais as casas na pandemia

A nível regional, a maior subida face ao mês anterior registou-se no Alentejo (3,1%), tendo a única descida acontecido na Região Autónoma da Madeira (-0,5%).

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o valor mediano das avaliações cresceu 8,9%, destacando-se a Área Metropolitana de Lisboa (11,2%) com a taxa de variação homóloga mais elevada para o conjunto das avaliações e o Alentejo (2,5%) com a menor.

Em maio, o valor médio de avaliação dos apartamentos foi de 1.212 euros/m2, aumentando 9,4% relativamente ao mês homólogo de 2019, tendo o valor mais elevado sido observado na Área Metropolitana de Lisboa (1.485 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (864 euros/m2).

Face a abril, o valor para apartamentos subiu 0,2%, com a Região Autónoma dos Açores a apresentar a maior subida (4,4%) e a da Madeira a maior descida (-1,6%).

Já em termos homólogos, a Região Autónoma dos Açores apresentou o crescimento “mais expressivo” (15,6%) e a da Madeira o mais baixo (7,1%).

O valor mediano da avaliação para apartamentos T2 desceu um euro, para 1.234 euros/m2, tendo os T3 subido um euro, para 1.094 euros/m2. No seu conjunto, estas tipologias representaram 80,7% das avaliações de apartamentos realizadas em maio.

Quanto às moradias, o valor médio de avaliação bancária subiu 8,0% em termos homólogos, para 953 euros/m2, com os valores mais elevados a observarem-se no Algarve (1.612 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1.485 euros/m2), enquanto o Alentejo registou o valor mais baixo (805 euros/m2).

Comparativamente com abril, o Alentejo apresentou o maior aumento (5,5%) e a Madeira o mais baixo (0,3%), enquanto em termos homólogos o Algarve apresentou o maior crescimento (17,2%) e a única descida ocorreu no Alentejo (-0,2%).

Comparando com o mês anterior, os valores das moradias T2, T3 e T4, tipologias responsáveis por 57,4% das avaliações, atingiram os 813 euros/m2, 849 euros/m2 e 961 euros/m2, correspondendo a aumentos de três euros, 15 euros e 32 euros, respetivamente.

Numa análise por regiões NUTS III, em maio o INE destaca a Área Metropolitana de Lisboa, o Algarve e o Alentejo litoral pelos valores de avaliação superiores à média nacional (36%, 33% e 2%, respetivamente), enquanto as regiões da Beira Baixa e das Terras de Trás-os-Montes foram as que apresentaram os valores mais baixos em relação à mediana do país (-40% ambas).

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Avaliação bancária das casas sobe em maio para novo recorde de 1.114 euros/m2″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/06/29/43798-avaliacao-bancaria-das-casas-sobe-em-maio-para-novo-recorde-de-1-114-euros-m2

Tendências de decoração de verão: prepare a casa para os dias quentes

Se está a planear uma mudança em casa, atente primeiro a este artigo. Revelamos as principais tendências de decoração de verão. Tome nota.

Cada vez mais a decoração é uma história de tendências e interpretação da mesma. Mas com tanta informação, é natural que se sinta perdido e que não saiba, de facto, o estilo a seguir. Por isso, partilhamos consigo as principais tendências de decoração de verão, para aproveitar os próximos tempos a tornar a sua casa num local mais confortável, útil e trendy.

O verão de 2020 vai ser assim: leveza, conforto, praticabilidade, sustentabilidade e tecnologia. No fundo, o que estas tendências de decoração de verão nos revelam é que a casa é um local mais para ser vivido do que exibido e, nesse sentido, temos sugestões que permitem ter tudo o que precisa no lar, para facilitar todas as tarefas.

Assim, pretende-se privilegiar não só o lazer, como dotar a casa de todos os materiais e equipamentos para poder tirar o máximo de proveito do tempo que passa em casa, enquanto tudo isso reflete um cuidado adicional com o impacto das tendências a adoptar.

8 Tendências de decoração de verão para registar

As mudanças devem ser feitas para nos facilitar a vida e aproveitarmos ainda mais o nosso tempo em casa. Por isso, confira as tendências de decoração de verão e aponte as suas preferidas.

Cores suaves

Na seção das cores, o destaque vai para duas cores facilmente associadas aos dias de sol e calor: o verde e o azul. Ainda para mais, a Pantone elegeu o Classic Blue como o tom para dominar as principais coleções deste ano.

A completar a paleta de cores estão os tons suaves e leves, que prometem trazer equilíbrio e sofisticação a cada espaço. Falamos de bege, off white, cinzento, rosa pálido terracota, amarelo queimado e preto opaco.

Aposta em automatismos

Tudo o que nos possa facilitar a vida em casa é bem-vindo e, nesse sentido, a aposta na robótica é um mercado crescente e com cada vez mais implementação em aspetos de casa, que nos podem fazer poupar tempo e maximizar a eficiência de determinadas tarefas.

Não é por acaso que gigantes da tecnologia, como Amazon e Google, conseguiram disponibilizar os seus assistentes digitais em diversas línguas, sendo, atualmente, presença frequente em muitos lares.

A par disso, a automatização e as inovações do mundo da robótica adaptadas à vida caseira podem tornar os eletrodomésticos mais eficientes, mais económicos e, igualmente, mais seguros.

Eco-friendly

Entre as principais tendências de decoração de verão para este ano, a aposta em materiais crus e naturais incentivam maior ligação com o mundo natural, mas também, e acima de tudo, conferem uma sensação de autenticidade a cada casa.

Nesse sentido, passam a ser comuns materiais como madeira, preferencialmente em tons mais claros, assim como os minerais naturais, nomeadamente mármore ou granito, e também o metal e o vidro quando aplicados em acabamentos ou em elementos decorativos.

O reaproveitamento de peças de decoração, que podem ter segundas e terceiras vidas após diferentes tratamentos é outra característica desta tendência decorativa.

Isto remete-nos para uma ideia de sustentabilidade e, como consequência, temos casas mais amigas do ambiente, preenchida de materiais menos agressivos e mais duradouros.

A natureza em casa

À semelhança do ponto anterior, apostar em detalhes que permitem trazer o mundo natural para dentro de portas é algo a ter também em conta para este verão.

Bambu, cerâmica, palha, vime e outros materiais naturais marcam forte presença, seja em objetos decorativos, seja em utensílios ou até como peças de destaque, nomeadamente uma parede.

Claro que não poderiam faltar as plantas: quantas mais melhor. Desde que cuide bem delas, pois claro.

Tudo à vista

Este conceito tem vindo a ganhar força nas tendências de decoração ao longo dos últimos tempos. Os armários pesados e grandes saem de cena, para dar lugar a estantes, prateleiras, nichos e instalações simples, mas úteis.

Esta questão apela ao lado minimalista em cada um de nós. Afinal, quantas coisas não acumulamos, apenas porque sim e sem lhes darmos uso? Fique com o que realmente gosta e com o que realmente precisa. Para isto, destralhar está na ordem do dia.

Formas geométricas

Esta tendência de decoração poderá não agradar a todas as pessoas, porque é bastante marcante e impactante. Quem é fã da simplicidade, poderá achar mais chocante ter um papel de parede, por exemplo, com folhas de bananeira ou outras plantas estampadas, como aconteceu em anos anteriores.

Este ano, os quadrados, os círculos ou as linhas abstratas são mais um dos protagonistas a considerar quando pensar numa remodelação de casa.

Conforto acima de tudo

Independentemente de qual seja o seu estilo de decoração preferido, o conforto é a palavra de ordem e uma constante a ter presente.

Se há algo que o período de confinamento nos provou é que a nossa casa é para ser vivida ao máximo e, como tal, deve estar apetrechada de tudo o que necessitamos para estarmos bem e nos sentirmos felizes.

Sofás grandes cheios de almofadas, tapetes farfalhudos, espaços exteriores bem decorados e aproveitados: é nisto que deve apostar.

Home office

E se por um lado temos de estar confortáveis, por outro, nos últimos tempos temos vindo a testemunhar que a casa também pode ser sinónimo de trabalho e, nesse sentido, convém haver uma separação notória de espaços.

Criar um home office é, atualmente, prioridade para muitos, que viram no teletrabalho uma forma de conseguir, assim, rentabilizar melhor o tempo, pela poupança em deslocações de e para o trabalho. Uma medida que ajuda também o ambiente, visto que há menos viaturas a circular nas cidades.

Das mais simples às mais arrojadas, estas são as principais tendências de decoração de verão 2020. Quais irá implementar na sua casa?

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Tendências de decoração de verão: prepare a casa para os dias quentes”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/tendencias-decoracao-verao/

Tendências para a sua cozinha

O verão pode ser uma altura maravilhosa para fazer mudanças em casa. Mudanças, por exemplo, como mudar a cozinha. Um lugar que pode ser o coração da nossa casa e que merece todo o mimo que lhe podemos dar. Hoje, vamos falar-lhe das tendências e materiais para remodelar a cozinha e que darão que falar nas revistas de decoração.

1. Viva o desenho industrial!

Não podemos negar que a estética industrial está na moda. O estilo urbano estende-se desde a sala até à cozinha, unindo muitas vezes diversas divisões. O conceito open space está longe de sair das tendências decorativas.

Uma cozinha industrial procura, antes de mais, materiais que recordem os antigos armazéns nova-iorquinos (em que nasceu o conceito de loft). 

Para ter uma cozinha industrial, sugerimos o uso de cores contemporâneas que imita o cimento e o betão, entre outros artigos com um tom mais escuro e estrutura desgastada que podia ficar perfeito com móveis de madeira ou até negros.

2. Cozinhas escuras, mas elegantes

Os tons escuros no mobiliário da cozinha e nas bancadas são uma tendência absoluta e isso está claro para nós. Uma cozinha negra pode ser a cereja no topo do bolo na sua casa. Se conta com muita luz e um espaço amplo, não descarte esta opção. 

Uma bancada de cozinha também é tendência em 2020, e indicamos que pesquise mais sobre o Silestone, um material fabricado com mais de 90% de quartzo natural, tem uma grande solidez na sua superfície. Um material com grande resistência e durabilidade, precisamente o que procuramos para a nossa casa.

3. Materiais que servem para tudo

As cozinhas atuais são funcionais, como sabemos, mas para além disso, uma cozinha moderna procura materiais versáteis. 

Indicamos o microcimento, é resistente e para uma região com humidade é a escolha perfeita devido a sua impermeabilidade. Além desta vantagens, o microcimento é indicado para pisos, bancadas, cadeiras e até mesmo na parede!

O granito também é um material versátil e que conquista os nossos corações – pode ser usado como rodapés, bancadas, acabamentos e se deixar a imaginação livre, pode aplicar como revestimento de pisos e paredes. É um material resistente e há muita variedade de tons.

A madeira! Ah, um material que geralmente é usado em cozinhas clássicas e de estilo rústico – Além da versatilidade nos estilos, também pode ser usado no chão, nas bancadas, nos armários, prateleiras, mesas, cadeiras, entre outros componentes. Os custos da madeira podem ser elevados, mas se couber no seu orçamento, podem trazer um toque natural e torna a cozinha esteticamente linda.

4. Superfícies que brilham

O efeito espelhado também é um acabamento que se procura muito. Um bom exemplo são as cozinhas lacadas. Cozinhas cujo móveis refletem o brilho da luz, dando um efeito moderno e elegante. A durabilidade dos móveis lacados é uma das principais características deste acabamento, assim como o aspeto limpo que se deixa numa cozinha totalmente lacada.  Outro fator importante a saber sobre a lacagem de móveis de cozinha, é que podem ainda ser de variadas cores! Sim, é possível lacar a sua bancada de cozinha com cores vivas, como o vermelho, azul, entre outras. 

Qual destas tendências vai usar na sua cozinha?

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Tendências para a sua cozinha”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/tendencias-para-a-sua-cozinha

Não tem climatização em casa? Saiba como manter a casa fresca no verão!

Durante o período do verão existem muitas casas que por diversos factores como a exposição solar, construção ou localização fazem com que as mesmas se tornem muitos quentes, por esse motivo hoje vamos dar 5 dicas para que possa manter a casa fresca durante o verão.

  • Evite o contacto direto com o sol

Durante as horas de maior calor, evite os contacto do sol com o interior da habitação e por isso feche todas as janelas e persianas. Procure, apenas, manter as mesmas abertas nas primeiras horas da manhã (até perto das 10 horas) e ao fim do dia, a partir das 19 horas quando o sol perde a força do calor e ajuda a circular o ar e refrescar o interior.

  • Procure pontos para corrente de ar

Este é dos truques mais antigos, mas o que efetivamente pode resultar melhor, na sequência da dica anterior, ao fim do dia quando abrir as janelas, procure pontos estratégicos para a fazer correr o ar, por exemplo abrir duas janelas em pontos opostos da habitação.

  • Evite a utilização do forno e outros equipamentos electrónicos

Durante o verão e sobretudo nos dias mais quentes, evite a utilização do forno, caso pretenda manter uma temperatura agradável no interior da casa. Isto porque, o forno trabalha com temperaturas muito elevadas e que naturalmente fazem com que a habitação também aqueça. Outro ponto importante são os equipamentos eletrónicos como a televisão e computador que aquecem naturalmente com a sua utilização e transmitem calor.

  • Usufrua da natureza

A natureza, nomeadamente plantas e flores nos interiores podem trazer benefícios, tais como no verão que ajudam a refrescar o interior, uma vez que ajudam a humedecer o ar. É necessário escolher as plantas adequadas, como as Cróton, Palmeira-Leque, Suculentas ou Peperômia, visto que nem todas se adaptam aos interiores.

  • Cores claras

As cores claras, sobretudo o branco, retém menos luz e menos calor e por isso durante o verão esta é uma cor que deve ser predominante em oposição aos tons mais escuros e/ou coloridos que retém a luz e o calor. Procure utilizá-la na decoração, pintura exterior e interior ou até mesmo nas roupas.

Estes são os nossos truques favoritos, na ausência de ar condicionado ou ventoinha, para manter a casa fresca durante os dias mais quentes. Qual o seu?

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Não tem climatização em casa? Saiba como manter a casa fresca no verão!”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/nao-tem-climatizacao-em-casa-saiba-como-manter-a-casa-fresca-no-verao

Preços das casas subiram mais de 10% até março, o mês marcado pela chegada da pandemia

Vendidos 43.532 imóveis no primeiro trimestre no valor de 6,8 mil milhões, o que correspondeu a taxas de variação homóloga de -0,7% e +10,4%, respetivamente.

Os preços das casas à venda subiram 10,3% em Portugal no primeiro trimestre de 2020 face ao mesmo período do ano passado. Uma boa notícia, portanto, para as imobiliárias, sendo que os números já contemplam o mês de março, marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 a Portugal. E mais: nos primeiros três meses do ano, foram vendidos 43.532 imóveis, (apenas) -0,7% que nos mesmos três meses de 2019. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (23 de junho de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“No primeiro trimestre de 2020, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 10,3% em termos homólogos, mais 1,4% que no trimestre anterior. Neste período, os preços das habitações existentes aumentaram a um ritmo superior ao das habitações novas, 10,6% e 8,9%, respetivamente. Em relação ao trimestre anterior, o IPHab cresceu 4,9% (0,7% no quatro trimestre de 2019). O aumento dos preços foi observado em ambas as categorias de habitações tendo sido mais expressivo no caso das novas (6%) por comparação com as existentes (4,7%)”, lê-se no boletim do INE.

No que diz respeito à venda de casas (moradias e apartamentos), os números mostram que abrandaram em março, por causa da pandemia do novo coronavírus, sendo que o balanço trimestral é ainda muito positivo: entre janeiro e março de 2020 “transacionaram-se 43.532 alojamentos, no valor de 6,8 mil milhões de euros, o que correspondeu a taxas de variação homóloga de -0,7% e +10,4%, respetivamente”. 

O INE refere, no entanto, que “enquanto em janeiro e fevereiro de 2020 se observaram aumentos homólogos do número de transações (9,4% e 3,5%, respetivamente) e do respetivo valor (21,5% e 13,5%, pela mesma ordem), em março o número de transações e o respetivo valor reduziram-se 14,1% e 3,3% face ao mesmo mês de 2019”. 

“O comportamento das vendas de habitações neste trimestre poderá ter sido condicionado pelas restrições impostas pelo estado de emergência, decretado a 19 de março, no contexto da pandemia Covid-19”, recorda o INE.

Relativamente ao valor de venda dos imóveis, nos primeiros três meses de 2020, totalizou aproximadamente 6,8 mil milhões de euros, dos quais 5,4 mil milhões corresponderam a transações de habitações existentes e 1,4 mil milhões a habitações novas. “Em relação ao mesmo período de 2019, os valores apurados para o primeiro trimestre de 2020 traduziram um aumento de 10,4% para o total, sendo de 15,7% nas habitações novas e de 9,1% nas habitações existentes. Em termos mensais e no que respeita ao valor total, depois de janeiro e fevereiro terem apresentado crescimentos homólogos de 21,5% e 13,5%, respetivamente, em março verificou-se uma redução de 3,3% face ao mesmo mês de 2019”, conclui o INE.

Mais casas vendidas na AML que no ano passado

Em termos geográficos, foram vendidas 15.433 habitações na Área Metropolitana de Lisboa (AML) no primeiro trimestre de 2020, ou seja, 35,5% do total do país (+0,1% face ao mesmo período de 2019). Segundo o INE, a região Norte, com 12.168 vendas, concentrou 27,9% das transações, menos 0,4% que no período homólogo. “O Centro (7.974 transações) foi, a par do Norte, a outra região onde se observou uma redução no respetivo peso relativo (-0,2%)”, conclui o INE, acrescentando que as regiões do Alentejo (6%), do Algarve (8,6%), a Região Autónoma do Açores (1,7%) e a Região Autónoma da Madeira (2%) mantiveram praticamente inalteradas as respetivas quotas relativas Regionais.

“No período em análise, as transações de alojamentos na AML totalizaram 3,2 mil milhões de euros (47,8% do total), o montante mais elevado desta região na série disponível. No Norte, as vendas de habitações fixaram-se nos 1,6 mil milhões de euros, correspondendo a um peso relativo regional de 23,3%. A quota relativa conjunta destas duas regiões foi 71,1%, o registo mais elevado desde o terceiro trimestre de 2018”, adianta o instituto. 

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista.“Preços das casas subiram mais de 10% até março, o mês marcado pela chegada da pandemia”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/06/23/43735-preco-das-casas