As vantagens de pré-aprovar um crédito à habitação antes de ter a casa escolhida

A análise prévia do perfil financeiro permite ajustar a procura de casa, em termos de valor, tipologia, localização, por exemplo. Explicamos os detalhes.

Começar pelo crédito à habitação quando se quer comprar casa pode parecer algo estranho, mas na verdade pode ser uma estratégia muito inteligente para quem não quer perder tempo. Mas como se consegue pré-aprovar um empréstimo junto do banco sem ter uma casa escolhida e nem sequer ideia de quanto se irá gastar na compra do imóvel? E porque é boa opção fazê-lo? Explicamos tudo, com a ajuda de especialistas.

A pré-aprovação do crédito à habitação consiste em analisar o perfil financeiro do cliente, avaliar os seus rendimentos, despesas e nível de risco associado, e em função disso calcular um valor de empréstimo para o qual pode obter aprovação. O resultado deste procedimento é, portanto, um teto máximo, que reflete o valor de financiamento que a instituição de crédito pode financiar, mediante determinadas condições.

A utilidade desta análise prévia

  • Definir um intervalo de preços para a pesquisa de casas 

Convém recordar que, atualmente, a generalidade das instituições de crédito concede um valor de financiamento máximo de até 90% do valor do imóvel, pelo que ao saber quanto pode obter de empréstimo, o cliente passa também a ter noção do valor da compra a que poderá chegar, evitando perder tempo com opções de casas que não estão dentro da sua atual capacidade financeira. Assim ao começar a procura de imóveis, o potencial comprador já pode definir um intervalo de valores realista, para o qual sabe que pode aprovar o financiamento necessário para concretizar o negócio.

  • Definir o tipo de casa que pode comprar 

De igual forma, conhecer antecipadamente o montante de financiamento que se pode obter antes de se começar à procura de casa pode ajudar a definir outros critérios de pesquisa e seleção de imóveis, como a localização, a tipologia, os metros quadrados (m2), os acabamentos, por exemplo. Saber até que valores se pode ir é uma excelente estratégia para não perder tempo com imóveis que depois não pode comprar ou que podem gerar frustração durante o processo de compra.

  • Dar uma resposta mais imediata

Muitos negócios não se concretizam, porque os compradores, quando encontram uma casa que gostam, não se podem comprometer de imediato e precisam de obter primeiro a aprovação do valor do crédito à habitação. Nesse intervalo de tempo surge outro comprador interessado que passa à frente. Ter uma pré-aprovação garante que, respeitadas as condições aprovadas (como o valor de compra da casa), se consegue um empréstimo até àquele valor, portanto, se encontrar a casa certa, ao preço certo, só é preciso fechar o negócio.

  • Agilizar o processo de crédito

Tratar do processo empréstimo, numa altura em que já só pensa em tratar da mudança de casa, por ser algo stressante. Ao se ter a pré-aprovação do empréstimo, está-se a tornar o processo mais simples e célere no final, e até se poderá mudar de casa mais cedo.

“No fim de contas, pré-aprovar o crédito à habitação pode ser uma forma de tornar a compra de casa mais focada e eficaz, sabendo desde o começo com o que pode contar e que tipo de casa pode comprar. Sem perdas de tempo, nem expectativas desajustadas”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“As vantagens de pré-aprovar um crédito à habitação antes de ter a casa escolhida”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/09/17/44629-as-vantagens-de-pre-aprovar-um-credito-a-habitacao-antes-de-ter-a-casa

Comprar casa em Portugal – tudo o que é preciso saber

Guia das principais etapas a cumprir no âmbito de um processo standard de compra e venda de um imóvel habitacional no país, para diferentes usos.

A compra de um imóvel em Portugal – seja um apartamento, uma casa, quinta ou terreno – é um processo que se reveste de alguma complexidade e implica o cumprimento de vários requisitos legais. Antes de mergulhar nesta aventura e para que tudo corra bem, sem chatices e problemas, durante e depois de se fechar negócio, que façam perder tempo e dinheiro, o melhor é mesmo estar bem informado.

Neste artigo, apresentamos as principais etapas que deverão ser cumpridas no âmbito de um processo standard** de compra e venda de um imóvel em Portugal, por parte de um particular, sendo dirigido a qualquer interessado na aquisição de um imóvel no país, quer seja para efeitos de arrendamento, investimento (arrendamento de longa duração, alojamento local), férias ou uso habitacional, entre outros.

Entidades Não Residentes em Portugal – Obtenção do Número de Identificação

Um dos primeiros passos no processo de compra e venda de um imóvel em Portugal, para as entidades que não tenham residência fiscal em Portugal, é a obtenção do Número de Identificação Fiscal (“NIF”) junto da Autoridade Tributária e Aduaneira. O NIF é o número administrativo que identifica cada pessoa singular em Portugal perante a Autoridade Tributária e Aduaneira, sendo necessário para todos os contratos celebrados no âmbito da aquisição de um imóvel em Portugal.

No caso das pessoas singulares, caso o comprador seja casado será necessário solicitar o NIF de ambos os cônjuges ainda que o imóvel seja apenas adquirido por um deles.

Auditoria legal e técnica ao Imóvel

Devido ao avultado investimento que a compra de um imóvel implica, é recomendável a realização de uma auditoria legal e técnica ao imóvel – levantamento e análise de todas as informações e dados relativos ao imóvel – antes da celebração e assinatura de qualquer acordo, de forma a que o comprador possa avaliar corretamente a propriedade que pretende adquirir e diminuir ao máximo os riscos do processo.

Será esta a fase na qual o comprador poderá confirmar, por exemplo, quais os ónus e encargos que incidem sobre o imóvel, se o uso do lugar da garagem é exclusivo ao proprietário do apartamento, se está incluído aquando da transmissão do imóvel, entre outros.

Contrato promessa de compra e venda

Antes da assinatura da escritura pública de compra e venda, e com o propósito de vincular as partes ao negócio futuro, é recomendável a celebração de um acordo denominado contrato promessa de compra e venda, por via do qual cada uma das partes irá estabelecer os termos e as condições para a compra e venda, comprometendo-se, nos termos do mesmo, à celebração do futuro negócio, no qual a propriedade será transferida para o comprador.

Num contrato promessa de compra e venda dever-se-ão estabelecer as condições do negócio, como por exemplo:

  • Identificação do vendedor e do comprador
  • Identificação do Imóvel
  • Preço da compra e venda
  • Descrição dos termos e condições de pagamento
  • Prazo para a realização da escritura pública

Este tipo de acordo não é obrigatório; contudo, este é um procedimento comum quando o comprador tem necessidade de recorrer ao crédito bancário ou, por qualquer outro motivo, o contrato definitivo não possa ser imediatamente outorgado.

O contrato promessa de compra e venda deverá ser sempre cuidadosamente revisto por um profissional habilitado já que na nossa prática profissional por vezes encontramos situações em que a redação desadequada deste tipo de contrato resultou na perda do valor do sinal dado pelo comprador, o qual, em alguns casos, poderá chegar aos 30% do valor total do imóvel.

Registo Provisório do Contrato Promessa de Compra e Venda

Quando há lugar à assinatura de um contrato promessa de compra e venda o registo do mesmo poderá ser requerido junto da Conservatória do Registo Predial por forma a salvaguardar a posição do promitente-comprador como futuro proprietário do imóvel, perante terceiros.

Assim, caso o vendedor pretenda vender o imóvel a outra entidade que não o promitente-comprador, este último poderá fazer valer o seu direito e, mediante o recurso à via judicial, obrigar o comprador a cumprir o acordo assumido num primeiro momento e a transmitir a propriedade do imóvel para o promitente-comprador.

Escritura Pública de Compra e Venda / Contrato de Compra e Venda

O contrato definitivo de compra e venda é preparado e outorgado pelas partes perante um notário, advogado ou solicitador, que, conforme o caso, será a entidade que irá certificar que a compra e venda decorre nos termos acordados, verificando o pagamento do preço, certificando a identidade das partes, os documentos referentes à propriedade e o pagamento das obrigações fiscais, sendo ainda a responsável pela realização do registo da aquisição em nome do novo proprietário junto da Conservatória do Registo Predial.

Registo Definitivo da Aquisição

Uma vez celebrada a escritura pública ou contrato definitivo, o registo da aquisição deve ser apresentado na Conservatória do Registo Predial.

Impostos sobre o Património

Os principais impostos devidos pela aquisição e titularidade de um imóvel são:

1) Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (“IMT”) – Este imposto é devido apenas uma vez no momento da aquisição da propriedade. A taxa de IMT varia entre 0% a 8%, de acordo com o valor de aquisição ou valor patrimonial tributário, a taxa a aplicar (de 1 a 8%), a sua localização e a sua finalidade.

2) Imposto de Selo (“IS”) – Este imposto é liquidado no momento de aquisição da propriedade. O valor da taxa é 0,8%, independentemente do valor da aquisição.

3) Imposto Municipal sobre Imóveis (“IMI”) – Este imposto é devido todos os anos pelo contribuinte que seja proprietário do prédio a 31 de dezembro do ano a que diz respeito o imposto, tendo uma taxa entre 0.3% a 0,45% do valor patrimonial tributável do imóvel.

Para que sejam observadas todas as especificidades das diferentes etapas do processo de compra e venda – preparação da escritura pública de compra e venda, pagamento de impostos, registo junto da Conservatória do Registo Predial, etc. – é recomendável que as partes, tanto o comprador como o vendedor, se encontrem devidamente assessoradas por um profissional independente e com competência na área de direito imobiliário.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Comprar casa em Portugal – tudo o que é preciso saber”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/09/16/44612-comprar-casa-em-portugal-tudo-o-que-e-preciso-saber

12 extras que valorizam a sua casa (e muito)

Conheça 12 extras que valorizam a sua casa e que podem dar um toque fundamental à sua decoração! Curioso? Continue a ler.

Aparentemente pode não parecer, mas a verdade é que estes extras que valorizam a sua casa podem transformar por completo uma divisão ou uma casa inteira. Ou, pelo menos, transmitir todo um ambiente e sentimento de casa completa, que sem eles seria difícil.

Além de tudo, acredite que numa eventual avaliação, estes pormenores fazem com que o valor estimado seja superior. Venha descobrir os 12 indispensáveis!

Os 12 extras que valorizam a sua casa e a tornam bem mais acolhedora

1 Closets

Não é uma grande novidade perceber que os closets são uma verdadeira mais valia e são um dos extras que valorizam a sua casa, sem qualquer dúvida. Quem não gosta de ver a sua roupa e acessórios bem alinhados e organizados, com tudo à vista e por ordem?

Existem diferentes tipos de closets, dos típicos walk in (que, já por si, são verdadeiras divisões), a espaços mais humildes, mas igualmente bem projetados. Seja qual for, um ou mais closets em casa podem ser um bom empurrão na hora de avaliar para cima a sua casa.

2 Alpendre com deck

Se tem uma pequena área exterior lá por casa, saiba que construir o seu próprio alpendre vai tornar a sua casa mais valiosa! Aposte num soalho de deck compósito, uam vez que a durabilidade deste material é excelente e fica muito bem esteticamente, um teto de ripas de madeira (claras ou escuras, escolha o que prefere) e um pequeno conjunto de mobiliário.

Este elemento pode valer-lhe uns bons milhares de euros de valorização. Vale a pena!

3 Piscina

Claro que só em casos específicos é que esta extra é possível. Mas, se por acaso tem um jardim, equacione a possibilidade de instalar uma piscina. Além dos infindáveis momentos de diversão que proporciona, este elemento vai valorizar imenso a sua casa.

4 Varandas

Não é propriamente algo que possa acrescentar à sua casa, mas se vier de raiz é de facto um dos extras que valorizam a sua casa. Na impossibilidade de ter uma moradia e de acabar por optar por um apartamento, procure um que possua pelo menos uma varanda.

Além de super prático para colocar roupa a estender, ter plantas e apanhar algum sol, a verdade é que a varanda valoriza sempre uma casa.

5 Eletrodomésticos em aço inoxidável

Se perder algum tempo a ver um ou outro programa de decoração ou aqueles em que os famosos mostram as suas casas, rapidamente vai perceber que há alguns pontos em comum. Um deles são os eletrodomésticos em aço inoxidável.

Sinal de classe e de luxo, estes eletrodomésticos em tons de cinza vão dar um boost à valorização da sua casa.

6 Aquecimento

É óbvio que uma casa que possua um sistema de aquecimento integrado vai estar mais valorizada do que aquela que ainda tenha de recorrer a ventiladores e aquecedores de mão e portáteis.

Se a sua casa tem um sistema de aquecimento a gás natural, está de parabéns: a sua casa está bem valorizada!

7 Espaços verdes

Sejam 5, 10 ou 50 metros quadrados, o importante é ter algum espaço verde. Hoje em dia, com os níveis de poluição a aumentar, com os apartamentos a encher as cidades e a falta de árvores a ser cada vez mais latente, é muito valorizado o facto de uma casa possuir um pouquinho de ‘pulmão’!

Claro que esta área deve estar devidamente cuidada e tratada. Não vale ter um matagal por tratar e contar que esse espaço conte como um dos extras que valorizam a sua casa.

8 Mármores e pedras a substituir MDF’s

É bastante comum atualmente as casas terem trocado as bancadas de cozinha em mármore e pedra pelo famoso ‘mdf’ revestido ou os móveis de contraplacado substituírem os de madeira maciça.

Claro está que tudo o que for material maciço e verdadeiro vai acabar por valorizar muito mais a sua casa do que compósitos e contraplacados. As bancas da cozinha em pedra ou mármore são um claríssimo exemplo disso.

9 Madeira maciça no soalho

Esqueça os parquets e laminados para o chão. Se procura extras que valorizam a sua casa, invista num material de qualidade e duradouro! Se for o caso de estar numa casa mais antiga e conseguir aproveitar o soalho original, melhor ainda.

10 Aproveitamento de sótão ou cave

Havendo a possibilidade de aproveitar o sótão ou a cave de sua casa, faça-o, para o bem da sua avaliação. Casas com esta característica extra têm por norma uma avaliação bem mais positiva do que outras com as mesmas dimensões, mas sem um aproveitamento do sótão ou cave.

Já para não falar do facto de dar imenso jeito para arrumação, quarto de brinquedos, escritório ou ginásio lá em casa.

11 Boa classificação energética

Uma casa eficiente do ponto de vista energético é sinónimo de uma casa com maior valorização. Isso porque o facto de ter uma boa classificação energética vai significar que a fatura do final do mês vai ficar mais leve.

Janelas duplas, vidros duplos, painéis solares e afins são sempre extras que valorizam a sua casa.

12 Casa com funcionalidades inteligentes

Já ouviu certamente falar em domótica, certo? A tecnologia para tornar as casas inteligentes tem vindo a crescer e é, como é lógico, bem valorizada no mercado.

Uma casa com características e tecnologias inteligentes (estores elétricos, música por comando de voz, aspiração central, entre outros), são sem dúvida extras que valorizam a sua casa.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“12 extras que valorizam a sua casa (e muito)”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/extras-que-valorizam-a-sua-casa/

Tudo o que precisa saber sobre iluminação LED

Amiga do ambiente e longo prazo mais barato, a iluminação LED apresenta inúmeras vantagens. Aprenda mais sobre as lâmpadas LED, como as comprar, instalar e também as suas desvantagens. 

Afinal o que é isso da iluminação LED?

Para começar LED é a sigla de light-emitting diode. Em português seria algo como Díodo Emissor de Luz. A iluminação LED carateriza-se por ser mais barata – a longo prazo; ao mesmo tempo que apresentam uma vida mais longa. Além disso, atualmente é possível comprar vários tipos de lâmpadas LED, de diferentes cores, formas e robustez.

Quais as principais vantagens das lâmpadas LED?

Como referimos anteriormente, a iluminação LED apresenta maior custo benefício a longo prazo, uma vez que as lâmpadas duram mais tempo. Também são mais robustas do que as lâmpadas incandescentes, sendo mais resistente aos choques e quebrando-se com menos facilidade.

Outra vantagem das lâmpadas LED é que se adaptam facilmente a ambientes húmidos e secos, uma vez que podem ser executadas com baixa tensão.

As lâmpadas LED são mesmo amigas do ambiente?

Sim, é verdade. Se optar por usar luzes LED estará a ir por um caminho mais sustentável e amigo do planeta. Isto acontece, porque são lâmpadas recicláveis. Além disso, não emitem raios infravermelhos, nem ultravioleta e o calor produzido é mínimo.

Onde devo usar as luzes LED?

Devido às suas características, encontrará quer opções de iluminação LED de interior, quer lâmpadas LED para exterior. 

Aliás, se está a pensar em apostar numa iluminação LED no exterior, saiba que este tipo de lâmpada se adapta bem a locais húmidos e também debaixo da água. Nesse sentido, são uma excelente opção para usar nas piscinas. No fundo, tudo se resume às necessidades de cada divisão.

O que é isso da temperatura de cor nas lâmpadas LED?

Excelente pergunta! Basicamente, a temperatura da cor ajuda-lhe a escolher e a comprar a lâmpada LED mais apropriada. Isto, porque aconselhamos-lhe a escolher a lâmpada em função de cada espaço. Ora veja:

Lâmpadas mais amarelas: São de luz quente, logo este tipo é ideal para espaços mais íntimos, cujo objetivo seja relaxar, por relaxar

Luz branca fria: Além de darem uma sensação de limpeza, também estimulam a concentração e a leitura. Por essa razão, é muito usada em escritórios e em ambientes de estudo.

De um modo geral, a regra é: quanto mais fria/branca for, mais luminosa e forte é a luz. Na dúvida, faça o teste na loja antes de fazer a compra.

Além da temperatura de cor, que mais devo ter em conta hora de comprar lâmpadas LED?

A popularidade deste tipo de lâmpada, faz com que haja uma grande diversidade e opções. Mas tendo em conta o que custam, não se deixe ir por impulsos! Por isso, na hora de comprar lâmpadas LED tenha em conta os seguintes factores:

POTÊNCIA: Normalmente nas caixas, os fabricantes informam na caixa o quanto irá poupar, comparando os watts das lâmpadas LED com as incandescentes. 

FLUXO LUMINOSO ou LUMEN: Diz respeito à quantidade de luz emitida pela lâmpada a 360 graus. Logo, quanto mais alto o valor, mais luz a lâmpada emite.

TENSÃO: Antes de comprar lâmpadas LED ou investir numa iluminação LED, confira que a instalação é compatível. Isto, porque este tipo de lâmpada existe apenas nas voltagens de 12 V, 110 V, 220 V e bivolt. Se decidir avançar com a instalação LED, procure um eletricista profissional que lhe possa ajudar com a tarefa.

Como tratar de uma instalação LED?

Neste caso, não se trata apenas de ser ou não um trabalho complexo! Como a tecnologia LED é bastante recente, é importante assegurar-se que acabar a contratar mão de obra verdadeiramente especializada.

Além disso, pode levar a instalação das luzes LED a outro nível – quer esteja a pensar em investir em luzes LED no interior ou exterior da casa. Falamos de, por exemplo, encastrar luzes LED no tecto ou até no chão. Outra opção é ainda incorporar o LED nos armários ou espelhos do espaço.

Então, são tudo vantagens?! A iluminação LED não tem desvantagens?

Claro que nem tudo são apenas coisas boas, também o LED tem desvantagens. 

Para começar, lembre-se que a energia LED é ainda uma tecnologia recente, logo ainda existem falhas relacionadas com a qualidade das lâmpadas, prestação de serviço, instalações elétricas sem capacidade, etc.

Além disso, apenas compensam a longo prazo. Isto, porque se comparar com as lâmpadas comuns, aos preços das LED, estas últimas são mais caras. Ainda assim, acredite: a longo prazo acabam por compensar – e muito!

Outro problema diz respeito à qualidade da luz, que ainda pode deixar a desejar. Contudo, siga a dica que lhe demos antes e na hora de comprar lâmpadas LED, tenha sempre em conta a temperatura da luz, assim como as suas necessidades/do espaço.

Como vê, são muitas as opções com a vantagem que acabará poupando a longo prazo e ainda faz escolhas amigas do ambiente.

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Tudo o que precisa saber sobre iluminação LED”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/tudo-o-que-precisa-saber-sobre-iluminacao-led

Quando pedir a avaliação da casa que se quer comprar?

Especialistas consideram que há dois momentos chave e explicam como proceder.

Quando se está à procura de casa para comprar, uma avaliação servirá para se saber se o preço está alinhado com o mercado, se o vendedor está a pedir muito dinheiro ou até se está em causa uma grande oportunidade de negócio. O resultado do estudo feito pelo técnico avaliador pode servir de base para negociar melhor o preço de fecho da transação. Por outro lado, também é fundamental para se pedir um crédito à habitação.

Então quando se deve pedir uma avaliação do imóvel? Há dois momentos chave.

  • Quando se está a negociar o preço com o vendedor. Pode servir como ajuda para ajustar o preço, caso a casa esteja à venda por um valor acima do que é apresentado na avaliação. Mas deve ter-se em conta que, na eventualidade de não se efetivar a compra do imóvel, há que assumir esse custo.  
  • Quando é necessário pedir um empréstimo para a compra de casa e já se tem o crédito habitação aprovado em alguma entidade. Este é o momento mais recomendado, uma vez que o cliente já sabe qual a casa que quer adquirir e sabe que o seu empréstimo é viável.

“Um cliente tem liberdade para solicitar uma avaliação de qualquer imóvel, mesmo que não a vá comprar, sempre que tenha autorização do proprietário para permitir que o técnico avaliador aceda à mesma”.

No relatório de avaliação é apresentado o valor de mercado do imóvel e também o valor de referência para os seguros. “É importante saber que o valor de mercado indicado na avaliação será o ponto de referência dos bancos para o montante final concedido no crédito habitação”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Quando pedir a avaliação da casa que se quer comprar?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/09/16/44605-quando-pedir-a-avaliacao-da-casa-que-se-quer-comprar

Conheça 7 coisas para ter em casa que atraem boas energias

Chega a casa e sente o ambiente pesado? Será que tem objetos que impedem que a energia flua? Estas são 7 coisas para ter em casa que atraem boas energias.

Há diversas coisas para ter em casa que atraem boas energias e, se seguir as nossas dicas, vai perceber que o ambiente em casa fica instantaneamente mais agradável, leve e tranquilo.

Sem nos darmos conta, levamos connosco para casa más energias que vamos absorvendo ao longo do dia, seja no local de trabalho, nos transportes, no supermercado, ou mesmo na rua. Outras vezes, também o nosso dia corre menos bem e carregamos essa energia para casa.

O ambiente em casa parece-lhe estar carregado e parece que as coisas não andam para a frente? Experimente seguir as nossas dicas sobre coisas para ter em casa que atraem boas energias. 

Confira se as pequenas coisas podem fazer a diferença na sua casa e na sua vida.

Coisas para ter em casa que atraem boas energias

1 Flores e plantas naturais

As flores frescas e as plantas naturais são um excelente elemento para afastar as más energias. Traga a natureza para sua casa. Não se preocupe se acha que não sabe que tipo de plantas deve ter em casa e que cuidados exigem porque há plantas para todos os tipos, necessidades e até para as pessoas que não são as melhores jardineiras. É apenas uma questão de se informar e escolher bem.

Entre as plantas naturais não podemos esquecer o bambu, que atrai prosperidade, sucesso e também força pela união dos dois elementos água e madeira. Também o aloé vera é excelente para purificar o ar e transformar as energias negativas em boas energias.

2 Fontes e jardins

A água é vista, em muitas culturas e religiões, como estando diretamente ligada às emoções, pelo que se tem espaço num jardim para colocar uma fonte, não hesite.

Se não tem espaço para um jardim, pode sempre optar por comprar uma fonte portátil que facilmente coloca num espaço no interior da casa que queira mais tranquilo, ou então criar o seu próprio jardim interior.

Ainda em relação ao jardim, pode sempre criar um jardim zen que ajuda a relaxar.

3 Velas brancas

As velas brancas ficam muito bem na decoração da casa e, para além disso, são uma das coisas para ter em casa que atraem boas energias. Assim, se gosta de velas em casa, opte sempre pelo branco que é a cor da luz.

4 Luz natural

E por falar em luz, nada como uma boa quantidade de luz natural para transformar energias negativas em boas energias. Se tem janelas, abra-as e corra as cortinas e estores.

Deixe a luz entrar e a casa arejar. Permita que a sua casa respire, renove o ar e deixe que a energia má se transforme.

5 Sal grosso

O sal é conhecido pelas suas características de absorção de más energias. Coloque um pouco de sal grosso num copo com água e ponha em todas as divisões onde sente que precisa de renovar energias.

As más energias são absorvidas pelo sal e ficará surpreendido com a sujidade que pode aparecer na água. No dia seguinte, deite o conteúdo do copo na sanita e faça uma descarga. Renove o copo com água e sal.

6 Cristais

Estes objetos são conhecidos por atraírem boas energias, pelo que entram nesta lista de coisas para ter em casa. Cristais como a selenita ou mesmo candeeiros de sal, que pode encontrar em lojas esotéricas, são excelentes aliados na absorção das más energias.

De quando em quando coloque a selenita à janela um dia e uma noite para a energizar, recebendo boas energias do sol e da lua.

7 Limpar e destralhar

Não é um objeto, mas faz parte da lista de coisas para ter em casa que atraem energias, uma vez que é um passo essencial para a organização da mente (e da casa em si).

Limpar a casa e eliminar tudo aquilo de que não precisa ou que está estragado ou partido, mas nem por isso deitou fora, é fundamental para que as boas energias fluam. Ter apenas as peças de mobiliário necessárias também é importante para que a casa não esteja cheia de coisas.

A organização da casa significa, também, a organização da sua mente e, estando tudo no seu lugar, é mais fácil estar bem. Daí a importância da limpeza de tudo o que não é essencial.

Siga estas dicas simples e confirme se a sua casa não parece mais leve. Lembre-se que a sua casa é o seu espaço, onde chega depois de dias cheios de trabalho e agitados, devendo ser, por isso, o sítio ideal para descansar e relaxar.

Ou seja, escolha algumas destas coisas para ter em casa que atraem boas energias e sinta-se ainda melhor no conforto da sua casa.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Conheça 7 coisas para ter em casa que atraem boas energias”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/coisas-para-ter-em-casa-que-atraem-boas-energias/

Pandemia mantém Euribor em mínimos e dispara poupanças das famílias com o crédito da casa

Poupança das famílias em Portugal com créditos à habitação chega aos 195,3 milhões de euros.

A crise pandémica está a ter um reverso positivo para as muitas famílias portuguesas que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. Isto porque as taxas Euribor – as mais usadas em Portugal para efeitos de concessão de crédito à habitação – continuam em queda, tendo atingido na semana passada mínimos históricos. O resultado deste cenário é uma redução na prestação da casa, sendo que a poupança das famílias em Portugal com créditos à habitação chega aos 195,3 milhões de euros.

Em causa estão cálculos do Expresso, que escreve que a redução das taxas provocada pela pandemia significa uma poupança na mensalidade a pagar ao banco, seja imediata, para quem continua a pagar, seja daqui a uns meses, para quem está a beneficiar de uma moratória.

Segundo a publicação, a descida das taxas Euribor deve manter-se ao longo de 2021, sendo expetável que apenas comecem a subir mais no final do próximo ano. A Euribor a três meses de continuar negativa pelo menos até 2026, ou seja, 11 anos depois de ter caído abaixo da linha de água, escreve o jornal, apoiando-se em “contas” dos mercados.

A poupança das famílias em juros, os já referidos 195,3 milhões de euros, reparte-se da seguinte forma: 26,8 milhões de euros este ano e 168,5 milhões de euros em 2021. Feitas as contas, cada família vai poupar, em média, 113,1 euros no espaço de dois anos. As contas têm por base os futuros ICE sobre a Euribor a três meses, que representam cerca de 40% dos contratos de crédito à habitação com taxa variável em Portugal.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Pandemia mantém Euribor em mínimos e dispara poupanças das famílias com o crédito da casa”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/09/14/44589-pandemia-mantem-euribor-em-minimos-e-faz-disparar-poupancas-das-familias-com-o

Tendências de decoração para o outono: uma oportunidade para repensar o exterior

É hora de renovar a casa e dar as boas-vindas à nova estação do ano.

O outono está aí à porta. E o melhor será mesmo deixar de lado a nostalgia de verão e começar a preparar a casa para a nova estação do ano. Não serão necessárias grandes obras ou mudanças, mas qualquer pormenor ou detalhe pode fazer a diferença, sobretudo agora, em tempos de pandemia, que passamos naturalmente mais tempo em casa. 

Deixamos-te algumas dicas de decoração que podes facilmente pôr em prática. 

Aquecer a casa

Com o tempo mais frio apetece sempre ligar o aquecimento, pegar numa manta e ver um filme ou uma série. Por isso, se tiveres uma lareira em casa, começa a tirar proveito dela. Se não tiveres, não te preocupes: existem inúmeras soluções de aquecimento que podes ter em casa, como salamandras ou até mesmo aquecedores elétricos que imitam recuperadores de calor. A escolha é tua.

Decorar com frutos de outono

Uma decoração de casa feita com elementos naturais nunca sai de moda, e não há melhor maneira de receber o outono do que usar os seus frutos para acolher a estação na tua casa. Coloca alguns frutos secos, como nozes, em pequenas jarras e espalha-as pela casa, ou coloca alguns cestos com pinhas em locais estratégicos. Podes também usar algumas abóboras para decorar o espaço, pintando-as com chalk paint, forrando-as com o teu papel preferido, ou deixando-as ao natural.

Plantas ideais para esta estação

Todas as estações do ano são boas para ter plantas dentro de casa. Mas se queres dar um toque outonal ao espaço, e garantir que as plantas vão resistir também ao tempo mais frio, escolha espécies como heras, crisântemos, lavanda e hibisco. Todas elas são bonitas e conseguem suportar temperaturas mais baixas, pelo que são também perfeitas para ter no inverno.

Criar um spa nórdico na casa de banho

Com o frio, tomar banho pode-se tornar um pouco mais difícil, mas há solução. Aposta em aquecedores para a casa de banho, para que o possas ligar minutos antes de entrar na banheira, ou instala um aquecedor de toalhas. A sensação de uma toalha quentinha depois de um banho é maravilhosa. Para dar um toque de spa nórdico à tua casa de banho, por exemplo, aposta em elementos em madeira.

Pensar no exterior da casa

A varanda ou terraço vai ficar um pouco mais frio, mas existem formas de poder desfrutar deles todo o ano. Cria um espaço mais aconchegante com plantas e mantas e têxteis quentinhos. Se a temperatura baixar muito, podes sempre colocar um cogumelo de aquecimento a gás ou um aquecedor tradicional no espaço. A palavra de ordem é conforto.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Tendências de decoração para o outono: uma oportunidade para repensar o exterior”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/decoracao/conselhos/2020/09/10/44558-tendencias-de-decoracao-o-outono-2020-uma-oportunidade-para-repensar-o-exterior

Quais as condições especiais de crédito à habitação para pessoas com deficiência?

Regime prevê taxa de juro bonificada nos empréstimos para a compra de casa por parte de pessoas com necessidades especiais. Explicamos o que fazer.

As regras aplicáveis aos empréstimos para a compra de casa para pessoas com necessidades especiais preveem a aplicação de uma taxa de juro bonificada, desde que preenchidas as condições de acesso ao regime. Neste âmbito, são considerados deficientes os indivíduos com grau de incapacidade superior ou igual a 60%. E o que é necessário fazer para se poder beneficiar deste regime no âmbito de um crédito à habitação? Explicamos agora neste artigo com o apoio de especialistas.

“A comprovação da deficiência é feita através de um atestado médico de incapacidade multiuso”, detalhando que “este atestado consiste num documento oficial, no qual consta o grau de incapacidade de uma pessoa, calculado com base na Tabela Nacional de Incapacidades”.

A bonificação na taxa de juro consiste na diferença entre a taxa de referência para o cálculo das bonificações (TRCB) e 65% da taxa de referência do Banco Central Europeu (taxa REPO). Na eventualidade da taxa de juro contratada ser inferior à TRCB, o cálculo da bonificação tem por base a diferença entre a taxa de juro contratada e 65% da taxa REPO.

Mas para se aceder ao regime de crédito para a compra de casas para pessoas com necessidades especiais é ainda necessário cumprir outros requisitos:  

  • Montante de financiamento não pode exceder o montante legalmente definido (190.000 euros – valor atualizado de acordo com o Índice Preços Consumidor) 
  • Prazo do empréstimo deverá ser inferior a 50 anos 
  • O montante financiado não pode exceder 90% do valor da avaliação da habitação ou do custo das obras (LTV: Loan-to-Value)  
  • O imóvel a adquirir não pode ser propriedade de ascendentes ou descendentes do interessado 
  • Ninguém no agregado familiar pode possuir outro empréstimo em regime bonificado 
  • Necessidade de constituição de hipoteca sobre o imóvel financiado, não podendo o mesmo ser alienado durante pelo menos 5 anos, excepto em situações excecionais (desemprego; morte do titular; alteração da dimensão do agregado; ou alteração de local de emprego) 

O empréstimo deverá ter como finalidade: 

  1. Aquisição, ampliação, construção e realização de obras de conservação ou beneficiação de habitação própria permanente (incluindo a aquisição de garagem individual ou de lugar de parqueamento em garagem coletiva); 
  2. Aquisição de terreno e construção de imóvel destinado a habitação própria permanente (incluindo a construção de garagem individual); 
  3. Realização de obras de conservação ordinária, extraordinária ou de beneficiação em partes comuns dos edifícios destinadas ao cumprimento das normas técnicas, exigidas por lei, para melhoria da acessibilidade aos edifícios habitacionais, por parte de proprietários de frações autónomas, que constituam a sua habitação própria permanente, e cuja responsabilidade seja dos condóminos. 

Por último, os especialistas destacam que “apesar das instituições de crédito não serem obrigadas a conceder este tipo de crédito, o cliente tem direito à conversão do seu empréstimo para o novo regime, nos casos em que o grau de incapacidade foi atribuído posteriormente à celebração do contrato de crédito habitação”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Quais as condições especiais de crédito à habitação para pessoas com deficiência?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/09/08/44519-quais-as-condicoes-especiais-de-credito-habitacao-para-pessoas-com-deficiencia

11 erros de decoração da casa que deve conhecer (e evitar)

Sabemos que não é por mal, mas existem alguns erros de decoração da casa mais comuns que deve mesmo evitar, para que a divisão fique como pretende.

Seja por inexperiência, desconhecimento ou simplesmente porque o “bichinho da decoração” não nasceu connosco, existem alguns erros de decoração da casa mais comuns que devemos evitar a todo o custo e que vão ter grande impacto no ambiente final do nosso lar.

Erros de decoração da casa: os mais comuns

  1. Não planear

Alerta vermelho, vermelho, vermelho! Não adianta querer implementar um determinado tipo de decoração simplesmente porque viu algures e gostou. É necessário todo um trabalho de planeamento de investigação para verificar se no caso específico da sua casa vai ficar bem.

Comprar objetos aleatoriamente para colocar na casa, 99% das vezes não resulta bem e é, por isso, outro dos erros de decoração da casa mais comuns e que deve evitar.

2. Não medir

Quem nunca cometeu este erro que ponha a mão no ar. Viu uma promoção espetacular de um móvel que adorou e o seu instinto foi aproveitar de imediato essa redução.

Eis que quando chega a casa, essa peça não cabe onde a tinha pensado colocar. Sabe porque é que isto acontece? Porque cometeu outro dos erros de decoração da casa mais comuns: não tirou previamente as medidas.

Nota mental: este passo é indispensável! E deve medir não só o espaço como ter em conta cantos, relevos de rodapés e afins. Por vezes, bastam 2 centímetros de diferença para que a peça já não caiba.

3. Objetos e mobiliário com falta de dedicação

Não maltrate os seus itens de casa! Este é sem dúvida um dos grandes erros de decoração da casa mais comuns. Se há coisa que afeta o feng shui dos espaços e mesmo o estado de espírito é chegar a uma casa com mobiliário maltratado.

Uma coisa é o desgaste natural das coisas, outra são sinais bem visíveis de uma gestão irresponsável e desleixada. Trate das suas coisas como trata de si, só isso já vai melhorar muito o resultado final!

4. Não seguir uma linha de decoração

Sim, é verdade que pode (e deve) misturar mais do que um estilo decorativo. O problema é que as pessoas acabam por fazê-lo de forma ad hoc e não pode ser assim. É necessário ter alguns conhecimentos do que liga bem com o quê e o que funciona no espaço a decorar.

Na dúvida, peça a opinião de um especialista! Caso contrário, pode cair no erro de ter uma casa “poluída”.

5. Má escolha das cores

Especialistas no tema referem que:  “ambientes decorados com cores neutras podem ser elegantes, mas, se não houver uma boa composição, podem também deixar os ambientes muito monótonos. O contrário também é válido, ambientes com muita informação de cores tornam-se carregados e não convidativos à permanência”.

É por isso que esta questão é absolutamente fulcral na decoração de uma casa e não deve ser escolhida com leveza.

Faça testes de cor, informe-se com especialistas, peça amostras e só depois de tudo isto deve partir para a pintura propriamente dita. Acredite que vale a pena, para depois não se fartar rapidamente do que tem ou sequer para se arrepender.

6. Itens a mais

Não compre por impulso! Este é um erro de decoração da casa mais comuns e que deve evitar a todo o custo. Uma casa cheia de quinquilharia, de objetos que nem conseguem respirar não vai resultar, nem vai conseguir transmitir o ambiente que pretende com tanta coisa lá dentro.

Mesmo que tenha peças de qualidade nem vão sobressair com tanto para gerir e expor.

7. Esquecer da iluminação

A iluminação é fundamental para o efeito final da decoração, até porque tem o poder de valorizar ou prejudicar o seu ambiente ou anulá-lo.

Pense sempre muito bem na iluminação correta para cada ambiente. Tipo de candeeiro, intensidade da luz, altura do mesmo, tudo. Considere todos os pormenores.

8. Excesso de furos na parede

Tenha cuidado com as suas paredes. É muito comum ir furando as paredes para pendurar quadros ou enfeites e depois retirar. O que acontece é que a parede vai ficando cheia de pequenos buracos e de marcas feias que se notam a olho nu.

Para si pode até passar despercebido, por estar habituado, mas acredite que quando se entra numa casa pela primeira vez ou poucas vezes, esses pormenores saltam logo à vista, e podem ser a “morte do artista”.

Evite fazer muitos furos e, se fizer um indevido, trate de o tapar de seguida e de tratar da parede.

9. Ser descuidado com as plantas

Outro dos grandes erros de decoração da casa mais comuns: ter plantas só porque sim e não ter nenhum cuidado com as mesmas. Para isso é preferível ter plantas artificiais! As plantas naturais exigem cuidado, tempo, dedicação e sim, carinho!

No limite, escolha plantas que exijam o mínio dos cuidados (mas terá sempre de ter algum). Caso contrário, entre uma planta infeliz e maltratada e nada, é preferível optar por outro objeto.

10. Ambientes desorganizados

Não deixe as coisas fora do lugar! Depois de usar, volte a arrumar: este deve ser o lema!

Ter tudo desorganizado vai arruinar toda a decoração de sua casa, além de afetar o seu estado de espírito e mandar embora a vontade de estar em casa e usufruir do espaço.

Além disso, incentive a participação de todos nas tarefas de organização e arrumação.

11. Não garantir espaço de circulação

Esta dica é fundamental! Garanta que entre a disposição dos móveis e itens de decoração lá em casa fica sempre uma margem, margem essa confortável, para a passagem das pessoas. Não vai querer que a sua casa pareça um cubículo desorganizado e sem qualquer graça, pois não?

Até pode ter a sorte de ter divisões bem grandes, mas se o espaço estiver mal distribuído e sem áreas limpas de passagem, vai, garantidamente, parecer bem mais pequeno.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“11 erros de decoração da casa que deve conhecer (e evitar)”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/erros-de-decoracao-casa/