Prestação da casa desce em agosto para Euribor a 3 e 6 meses – e há novo um mínimo histórico

Os créditos associados à Euribor a três meses verão a prestação baixar 2,73%. Os encargos mensais baixam cerca de 8,5 euros, fixando-se nos 301,65 euros.

Agosto traz boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. A maioria das famílias vai sentir um alívio com os encargos da prestação, nomeadamente os clientes com crédito à habitação indexado às taxas Euribor a três e a seis meses, que vão cair 2,73% e 0,72%, respetivamente. A Euribor a três meses regista, de resto, aquela que é a maior queda em quase oito anos, atingindo um mínimo histórico. Já nos créditos a 12 meses os encargos ficam quase inalterados.

Um cliente com um empréstimo no valor de 100 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a três meses com um spread de 1%, verá a prestação baixar 2,73%, segundo os cálculos feitos pelo jornal ECO. Na prática, os encargos mensais baixam cerca de 8,5 euros face à prestação fixada há três meses, para se fixarem nos 301,65 euros.

No caso de um financiamento nas mesmas condições, mas indexado à taxa Euribor a seis meses, o cliente passará a pagar 305,99 euros de prestação da casa, isto é, menos 72 cêntimos. Relativamente à Euribor a 12 meses, e perante o mesmo cenário, o valor da prestação fica quase inalterado (+0,1%), próximo dos 309 euros.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Prestação da casa desce em agosto para Euribor a 3 e 6 meses – e há novo um mínimo histórico”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/08/04/44183-prestacao-da-casa-desce-em-agosto-para-euribor-a-3-e-6-meses-e-ha-novo-minimo

Pandemia abranda crédito da casa no 2º trimestre: bancos emprestaram 833 milhões em junho

Foram concedidos 2.494 milhões de euros no segundo trimestre de 2020 – em plena pandemia –, menos que no período homólogo (2.577 milhões).

O negócio do crédito à habitação esteve ao rubro durante o início do ano, tendo a concessão abrandado a partir de abril, mês já marcado pela pandemia da Covid-19. Em junho, os bancos emprestaram 833 milhões de euros para a compra de casa, ligeiramente mais que em maio (830 milhões) e em abril (831 milhões), segundo dados do Banco de Portugal (BdP). Um montante, portanto, bem inferior ao registado em janeiro (977 milhões), fevereiro (919 milhões) e março (952 milhões).

Trata-se, também, de um valor inferior ao verificado no período homólogo, já que em junho de 2019 os bancos concederam 848 milhões de euros em crédito à habitação. O ano passado fica, no entanto, marcado por um número record, visto que em dezembro foram concedidos 1.113 milhões de euros para a compra de casa, sendo preciso recuar mais de 11 anos, até julho de 2008, para encontrar um montante mensal superior (1.205 milhões de euros).

Em termos semestrais, os bancos emprestaram este ano, entre janeiro e junho, 5.342 milhões de euros para a compra de casa, mais 8,4% que os 4.926 milhões financiados nos mesmos seis meses de 2019. 

De referir, ainda, que o valor concedido pelos bancos no primeiro trimestre do ano (2.848 milhões de euros) é bem superior (+21%) ao emprestado nos mesmos três meses de 2019. Ou seja, até março, o crédito à habitação ainda não refletia o impacto da pandemia. O mesmo não se pode dizer dos dados relativos ao segundo trimestre de 2020, que já sentiu os danos colaterais da Covid-19: foram emprestados 2.494 milhões de euros, menos que no período homólogo (2.577 milhões de euros).

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Pandemia abranda crédito da casa no 2º trimestre: bancos emprestaram 833 milhões em junho”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/08/04/44180-pandemia-abranda-credito-da-casa-no-segundo-trimestre-bancos-emprestaram-833

Quer saber como organizar a arrecadação de casa? Nós temos a solução!

Acabaram as desculpas para ter uma arrecadação cheia de tralha, desarrumada e desorganizada. Afinal, este espaço é bem mais precioso do que imagina e basta um pouco de dedicação, imaginação e critério seletivo para transformar a sua arrecadação numa área verdadeiramente útil e esteticamente agradável. E nós vamos ajudá-lo! 

Comece por destralhar

Para conseguir organizar a arrecadação de casa – e manter essa arrumação por muito tempo – não há volta a dar; o primeiro passo é mesmo o de destralhar. É impressionante a quantidade de objetos e itens desnecessários que acumulamos ao longo do tempo. Sempre com a ideia de que ‘um dia pode dar jeito’, a verdade é que a nossa despensa se torna um verdadeiro espaço de acumulação de tralha ao invés de guardar objetos úteis. Faça uma grande seleção e guarde apenas aquilo que realmente usa. Caso guarde também mercearias e alimentação, aproveite para verificar a validade de todos os produtos e descartar o que já não estiver em boas condições de uso. 

Trace o seu objetivo

O segundo passo é o de definir o que quer exatamente para o seu espaço: pretende um local onde guarda a sua mercearia, bebidas e afins ou esta é-lhe também útil para armazenar loiças, tachos e panelas e até mesmo uma área de higiene e limpeza? É muito importante definir este objetivo à partida para que possa, desde logo ‘dividir’ por secções o espaço que tem disponível! Desta forma consegue também perceber com antecipação a quantidade de espaço que vai ter para armazenar e organizar os diferentes itens que possui. 

Categorize

Cada coisa no seu lugar; neste caso, cada categoria na sua devida secção! Esta dica, além de o ajudar a organizar a arrecadação de casa, é um dos segredos para conseguir manter essa organização a médio / longo prazo. Antes de começar a arrumar as coisas propriamente no seu lugar, categorize tudo o que tem e faça ‘montinhos’ com todos os itens. Isto vai permitir ter uma visão do espaço que necessita para cada área (mercearia, limpeza, acessórios de cozinha, pequenos eletrodomésticos, entre outros) e eventualmente até reajustar o seu plano inicial de divisão de áreas na arrecadação. 

Não tenha medo de apostar em acessórios de arrumação

Acredite: se há coisa que nunca é demais são bons acessórios e auxiliares de arrumação e organização. Cestos, pequenas caixas, frascos de vidro, organizadores de gaveta…tudo o que o ajudar a manter cada coisa no seu lugar é bem-vindo! E neste tipo de espaço, quanto menos ‘encavalitadas’ estiverem as coisas, mais probabilidade de manter a organização por mais tempo. É importante que consiga ver tudo o que tem em todas as prateleiras e, não menos essencial, que saiba onde está e chegue a ela sem interferir com outros itens. 

Aproveite para limpar

Já que está numa de arrumar e organizar não deixe a coisa pela metade e limpe também! Aposte numa limpeza bem a fundo, não só do espaço em si (das paredes ao chão, passando pelas prateleiras e/ ou estantes de arrumação), como dos próprios itens a organizar e arrumar. Quando tudo está limpinho parece que até ficamos com outra motivação para manter a arrumação. 

Use e abuse de etiquetas

Se há local onde pode – e deve – usar etiquetas é na arrecadação. Tudo o que guardar em frascos e caixas de arrumação deve ser imediatamente etiquetado – no caso de itens alimentícios devem conter não só o nome do alimento em si como a data de validade; no caso de acessórios e outros itens pode também etiquetar recorrendo a classificações como ‘acessórios para bolos e sobremesas’, ‘material para churrasco’, ‘limpeza cozinha’, ‘limpeza casa de banho’, entre outros.

Aposte em arrumação vertical 

No caso da sua arrecadação ter uma área pequena – ou mesmo que não tenha pode usar esta dica – um truque que o ajuda a aumentar a capacidade de arrumação e organização é o de recorrer a organização vertical. Painéis de arrumação, prateleiras por cima do umbral da porta ou até mesmo cestos presos à parede são algumas das alternativas que resultam bem a nível estético e que a nível funcional fazem também a diferença. 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Quer saber como organizar a arrecadação de casa? Nós temos a solução!”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/quer-saber-como-organizar-a-arrecadacao-de-casa-nos-temos-a-solucao

Mudar de casa durante a pandemia

Sabemos que a mudança de casa nunca é um processo fácil, e que nos deixa muitas vezes sob um enorme stress, entre contratar um serviço de mudanças a embalar tudo é importante que exista um planeamento prévio. Ainda para mais, se esta mudança se realizar durante a pandemia. É por esse motivo, que vamos dar-te algumas dicas para ajudar a realizar esta mudança.

A visita da nova casa

Atualmente as visitas a imóveis também têm algumas limitações impostas pelas exigências e cuidados contra a propagação do coronavírus. Apesar de atualmente existir uma parte das visitas que são realizadas virtualmente, quando o visitante tem realmente interesse no imóvel este passará a uma visita presencial. 

Nas visitas presenciais os consultores imobiliários encontram-se previamente prevenidos com um kit composto por luvas, gel desinfectante e proteção para os sapatos, que apesar de tudo deverás sempre levar a tua máscara. Aqui a comunicação entre consultor imobiliário e visitante também se realiza sempre em ambiente aberto – na rua – e com a distância social recomendada de aproximadamente 2 metros. Assim sendo, a visita ao interior do imóvel realiza-se apenas pelo visitante.

Durante a mudança

Para a mudança de imóvel pode contratar um profissional que o ajude neste processo, sem receios uma vez que estes profissionais também adaptaram a forma como operam e muitas vezes a nível económico acaba por compensar mais do que realizar toda a mudança sozinho. No entanto é importante que evite ao máximo qualquer contato físico que possa eventualmente existir, tal como o habitualmente cumprimento com um aperto de mão. 

Certifique-se ainda que todos os intervenientes utilizam o material adequado como as máscaras, luvas e fazem-se acompanhar de um produto desinfectante como o álcool gel. Sendo que deve sempre disponibilizar um sabonete e pano para os profissionais poderem lavar as mãos.

Após a mudança

Finalmente quando todos os seus pertences encontram-se no imóvel novo, desinfecte todas as superfícies que habitualmente são tocadas com uma maior frequência tais como os interruptores da luz, torneiras ou maçanetas. 

Também deve ter um cuidado extra com as suas caixas onde tem todos os seus pertences. Recomendamos que após a mudança desinfecte todas as caixas com álcool e as deixe repousar durante pelo menos 24 horas e no dia seguinte com luvas comece a desembalar todos os artigos. 

Por fim e se assim pretender um cuidado extra, desinfecte também todos os objetos de forma individual, de forma a garantir um ambiente limpo.

Estes são alguns dos cuidados essenciais para um ambiente interior limpo e desinfectado de forma evitar o contágio e propagação do novo coronavírus, durante a mudança de casa. Lembre-se sempre, que se em caso algum sentir algum sintoma deste vírus é importante que adie a mudança de casa durante alguns dias de modo a garantir a segurança de todos os intervenientes. 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“Mudar de casa durante a pandemia”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://projetos.habitissimo.pt/projeto/mudar-de-casa-durante-a-pandemia

O que é a FINE e qual a sua importância no crédito à habitação?

Trata-se de um documento que é entregue obrigatoriamente pelo banco ao cliente. Especialistas explicam o que é e porque é tão importante.

A Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE) é um documento pré-contratual de caráter informativo onde estão especificadas as condições financeiras e as despesas imputadas ao cliente nos produtos bancários ou financeiros, nomeadamente no crédito habitação ou outros créditos com garantia hipotecária.

A apresentação da FINE é obrigatória em todas as simulações de crédito habitação, com informação organizada de forma idêntica por todas as instituições financeiras.

As FINE’s apresentam as condições financeiras do crédito habitação, nomeadamente características do crédito, comissões aplicadas e condições de bonificação, caso existam. Neste documento também encontras os planos financeiros do empréstimo, os quais apresentam a evolução do empréstimo durante o prazo de financiamento, parcela de capital e juros de cada prestação, seguros, comissões e outros custos. 

Na secção dos planos financeiros, encontras o plano financeiro do crédito e o mesmo plano com acréscimo de TAN para o máximo valor registado nos últimos 20 anos. O plano com acréscimo de TAN apenas é apresentado nos créditos habitação com modalidade de taxa variável. 

Em suma, “a FINE ajuda-te a comparar as diversas ofertas do mercado e tomar uma decisão informada”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“O que é a FINE e qual a sua importância no crédito à habitação?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/28/44108-o-que-e-a-fine-e-qual-a-sua-importancia-no-credito-a-habitacao

Avaliação das casas volta a subir em junho e atinge recorde: está nos 1.115 euros por m2

Valor mediano a que os bancos estão a avaliar os imóveis para efeitos de concessão de crédito subiu um euro em junho, revela o INE.

Os bancos voltaram a aumentar o valor da avaliação bancária realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação. Em junho, o valor mediano de avaliação bancária subiu um euro, para 1.115 euros por metro quadrado (m2), face ao mês anterior, ultrapassando o recorde que tinha atingido em maio, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O número de avaliações, contudo, caiu 27,5% face ao mesmo mês do ano passado.

“O valor mediano de avaliação bancária foi 1.115 euros em junho, mais um euro que o observado no mês precedente. Este valor representou uma desaceleração em termos homólogos, tendo a taxa de variação passado de 8,9% em maio para 8,3% em junho”, lê-se ainda na nota divulgada pelo gabinete público de estatística.

A nível regional, o maior aumento face ao mês anterior registou-se no Alentejo (3,9%), e a única redução foi observada na Área Metropolitana de Lisboa (-0,5%). A taxa de variação homóloga mais elevada para o conjunto das avaliações verificou-se na Região Autónoma dos Açores (12,9%) e a menor no Alentejo (5,8%), sublinha ainda o INE.

No mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 1.209 euros por m2, aumentando 8,4% relativamente ao mês homólogo. O valor mais elevado foi registado no Algarve (1.519 euros por m2) e o mais baixo no Alentejo (867 euros por m2).

O valor mediano da avaliação bancária das moradias foi de 971 euros por m2 em junho, o que representa um acréscimo de 9,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Neste caso, os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1.612 euros por m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1.483 euros por m2), tendo o Centro registado o valor mais baixo (844 euros por m2).

O número de avaliações bancárias, segundo o INE, diminuiu de forma acentuada, ascendendo a cerca de 16 mil em junho, menos 27,5% do que no mesmo período do ano passado.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Avaliação das casas volta a subir em junho e atinge recorde: está nos 1.115 euros por m2″. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/07/28/44110-avaliacao-das-casas-volta-a-subir-e-atinge-recorde-esta-nos-1-115-euros-por-metro

Pandemia por COVID-19: qual o impacto no mercado imobiliário?

O Governo decretou algumas medidas durante o Estado de Emergência. Mas agora que estamos em período pós-confinamento, qual o impacto no mercado imobiliário?

Em altura de pandemia devido à doença COVID-19, foram criadas inúmeras medidas de proteção aos cidadãos, quer ao nível dos serviços, deslocações, emprego e área social. Mas qual o seu impacto no mercado imobiliário agora que o período de desconfinamento se desenrola, ainda que a diferentes ritmos em determinadas zonas do país?

Para o Governo, a prioridade era

“conter a pandemia, salvar vidas e assegurar que as cadeias de abastecimento fundamentais de bens e serviços essenciais continuam a ser asseguradas.”

Como tal, proteger a habitação era, igualmente, uma prioridade.

Impacto da pandemia no mercado imobiliário

A compra de uma casa é, provavelmente, o maior investimento que cada pessoa ou família fará ao longo da vida, pelo que é natural que este assunto seja alvo de preocupação por parte dos portugueses. Não só pelas repercussões que a pandemia possa ter nas condições dos créditos habitação, como também pela perda de rendimento decorrente das situações de layoff e de desemprego que se tem registado nos últimos meses.

Mas como será, afinal, o mercado imobiliário pós-pandemia? As pessoas procuram diferentes tipos de habitação? As casas ficarão mais baratas? Tome nota do que já se sabe.

Novas necessidades de habitação

Semanas e semanas fechados em casa levou muitos portugueses a repensarem na sua casa de sonho, que permita dar resposta às necessidades e estilos de vida emergentes: nomeadamente ter mais qualidade e mais espaço, inclusivamente exterior, para aproveitar ao máximo o tempo passado em casa, seja por obrigação, seja por vontade.

Ter apartamentos com varandas amplas ou terraços, casas com jardim para relaxar e viver ao ar livre e até a possibilidade de ter um espaço específico para criar um home office são requisitos que praticamente toda a gente coloca na checklist para a casa perfeita.

Mas estas novas características consideradas fundamentais não se refletem só na casa: também os escritórios poderão ter de se adaptar à nova realidade que vivemos e que nos foi imposta.

Com a pandemia, o teletrabalho provou ser uma ferramenta eficaz e menos sorvedora de recursos, nomeadamente ao nível da redução da pegada ecológica, menos tempo passado no trânsito, menos carros a circularem na rua e, como tal, menos confusão e poluição, principalmente nas cidades. Nesse sentido, alguns postos de trabalho poderão mesmo tornar-se definitivamente virtuais, pelo que os escritórios poderão ser mais pequenos no futuro.

Por outro lado, poderá verificar-se a tendência na aposta de espaços de coworking, quer para as empresas que criem horários de trabalho alternados, quer para os que preferem continuar a ter uma rotina fora de casa.

Mercado imobiliário em crescimento após confinamento

De acordo com o portal Confidencial Imobiliário, as vendas de casa crescem pelo segundo mês consecutivo e os preços voltam a resistir, após o período de confinamento. Assim, as vendas no setor, que registou quebras a rondar os 50% durante fevereiro, março e abril, têm vindo a recuperar desde maio: “o mercado imobiliário manteve um padrão de elevada resiliência”.

Para tal, poderão ter contribuído as taxas de desconto, “que se situaram em cerca de 8%, ou os preços de venda que, por exemplo no caso de Lisboa, se posicionaram em torno dos 6 mil euros/m2 no segmento de novos e de 3.400/m2 nos usados, em linha com o padrão pré COVID-19”.

De acordo com a mesma fonte, o mês de junho continua a mostrar a boa saúde do mercado imobiliário residencial, altura em que as “vendas de habitação voltam a crescer e os preços confirmam o seu registo de estabilidade.”

APEMIP: “Casas devem ficar mais baratas, mas será apenas um acerto” diz APEMIP

Sobre o impacto no mercado imobiliário, a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) acredita que as casas vão ficar mais baratas devido à COVID-19. Porém esse decréscimo não deverá ser significativo, antecipando-se, antes “um acerto de preços e não uma desvalorização semelhante à crise de há 12 anos.”

Tal fator deve-se ao facto de não haver “excesso de casas à venda, nem há pressão sobre os créditos à habitação”, defende Luís Lima, presidente da associação.

Portugal continua a ser atrativo

Apesar de não se verificarem muitas das expetativas criadas, principalmente, para quem procura casa, visto que o valor das casas e das rendas se tem mantido relativamente estável e não sofreu um decréscimo acentuado, o setor imobiliário em Portugal continua a ser atrativo por vários motivos.

Em primeiro lugar, o país tem um clima agradável, é seguro e pacífico, pelo que o investimento estrangeiro deverá manter-se nos níveis a que estamos habituados. Até porque, ainda que as viagens não estejam repostas a 100% e não haja previsão de quando tal acontecerá, a possibilidade de comprar e vender imóveis à distância é hoje uma forte realidade.

Desde visitar casas online, através de fotografias e vídeos que se criam com elevada qualidade, ao facto de os notários e as agências imobiliárias passarem a ter acesso direto à informação predial dos imóveis, atualmente, existem novas formas de adaptação a esta realidade e ajudam a manter a boa saúde do setor.

Além disso, o que pode ser menos positivo para os portugueses, para os estrangeiros é um fator atrativo: os preços do imobiliário em Portugal são altamente competitivos face ao de outros países europeus.

Medidas criadas durante o estado de emergência

No decreto-lei que procedeu à execução da declaração do estado de emergência pedida pelo Presidente da República, o artigo 10º fazia referência aos “Efeitos sobre contratos de arrendamento e outras formas de exploração de imóveis”.

Nesse sentido, o Governo proibiu a

“resolução, denúncia ou outra forma de extinção de contratos de arrendamento” habitacional ou comercial. Na prática, verificava-se, assim, a suspensão dos prazos dos contratos de arrendamento ou das suas renovações, protegendo os inquilinos e “garantindo o seu direito à habitação”.

Logo, ninguém podia ser despejado, nem nenhum contrato de arrendamento poderia terminar enquanto vigorava o estado de emergência, nem mesmo quem tinha o parque de campismo como morada de residência, ainda que este fosse um dos locais obrigados a encerrar durante o confinamento.

Além disso, questões relacionadas com contas bancárias, créditos, aquisição de imóveis e realização de escrituras, entre outros temas de interesse e associados a estes serviços, puderam continuar a ser desenvolvidos e tratados.

Este conteúdo é uma reprodução do E-Konomista.“Pandemia por COVID-19: qual o impacto no mercado imobiliário?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.e-konomista.pt/impacto-no-mercado-imobiliario/

Leasing imobiliário: o que é e como funciona?

Modalidade de financiamento para a compra de casa tem vantagens, mas também inconvenientes. Explicamos tudo com a ajuda de especialistas..

Muitas famílias procuram sair do mercado de arrendamento, optando pela aquisição de um imóvel, o que por vezes se torna menos oneroso na taxa de esforço mensal do agregado familiar. A questão é, no entanto, como conseguir o montante necessário para dar entrada para o crédito à habitação e pagar despesas e impostos inerentes à compra de uma casa, quando o cliente não tem poupanças suficientes, havendo como solução apenas o financiamento a 100% do valor de compra do imóvel.

As opções passam por escolher entre um arrendamento com opção de compra e a aquisição de um imóvel dos bancos, os quais não exigem tanto valor de entrada por parte dos clientes, chegando mesmo a 100% de financiamento.

“Nos casos em que não haja praticamente nenhum capital para fazer face a este tipo de negócio, uma das alternativas de financiamento existentes no mercado é o Leasing Imobiliário”.

Nesta modalidade de financiamento a médio/longo prazo, é possível incluir os custos do processo e impostos (ex: IMT; escritura; etc), pelo que os clientes poderão não só obter o financiamento a 100% como incluir as despesas no financiamento (desde que a avaliação do imóvel suporte todo o montante), não havendo lugar ao pagamento de imposto de selo.

Na verdade, no Leasing Imobiliário o locador cobra uma renda ao locatário (cliente), o qual fica com a opção de compra do imóvel no final do contrato por um valor pré-definido (valor residual).

Contudo, o Leasing Imobiliário aplica-se sobretudo a imóveis dos bancos, pelo que a escolha fica limitada. O prazo de financiamento na modalidade de leasing imobiliário não ultrapassa os 30 anos, nem os 75 anos de idade dos locatários. 

“Esta como outras questões podem ser clarificadas com a ajuda de um intermediário de crédito, o qual efetuará um enquadramento das necessidades do cliente com as alternativas existentes no mercado”.

Este conteúdo é uma reprodução do Idealista News.“Leasing imobiliário: o que é e como funciona?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2020/07/21/44050-leasing-imobiliario-o-que-e-e-como-funciona

E se já é a hora de remodelar a sua casa de banho?

Fique atento aos sinais – eles vão dizer-lhe se é ou não altura de remodelar a sua casa de banho. Questões estéticas à parte, existem algumas questões que deve ter em conta e ter noção de que algumas delas são indícios claros da necessidade de fazer uma atualização desta divisória. Afinal, ela é das que tem uma utilização mais intensiva e com a mistura de água e humidade, há que a manter nas suas condições plenas para que se sinta também confortável a utilizá-la.

Paredes ou teto com humidade

Se a sua casa de banho, seja nas paredes ou no teto, começa a apresentar aquelas típicas manchinhas pretas ou acinzentadas de bolor e humidade que já não saem com nenhum produto – por mais milagroso que prometa ser – é porque está de facto na hora de remodelar a sua casa de banho. Este espaço está sujeito a humidades numa lógica diária e nem sempre é fácil arejar a divisória, pelo que acaba por ser um dos tipos de desgaste mais comuns associados à remodelação das casas de banho. 

Chão partido ou com manchas impossíveis de remover

Sim, também o chão precisa de manutenção e de remodelação! Existem mil e uma alternativas de pavimento de casa de banho – das cerâmicas aos laminados ou vinis. E cada um tem as suas particularidades, pontos fortes e pontos fracos. É necessário, assim, ter esta questão em mente e estar atento a sinais de grandes desgaste que indicam que está na hora de trocar: chão levantado, com fissuras ou partido ou até com manchas tão profundas que se tornam impossíveis de remover são alguns deles. 

Chão partido ou com manchas impossíveis de remover

Sim, também o chão precisa de manutenção e de remodelação! Existem mil e uma alternativas de pavimento de casa de banho – das cerâmicas aos laminados ou vinis. E cada um tem as suas particularidades, pontos fortes e pontos fracos. É necessário, assim, ter esta questão em mente e estar atento a sinais de grandes desgaste que indicam que está na hora de trocar: chão levantado, com fissuras ou partido ou até com manchas tão profundas que se tornam impossíveis de remover são alguns deles. 

Sanita com fissuras ou com constantes avarias

Ora aqui está um tema que não é imensamente agradável de abordar…mas que, por outro lado, é absolutamente necessário: a sanita. A sanita é outro dos focos de uma casa de banho e é importante que esteja em condições ótimas de utilização e que o seu estado de funcionamento esteja sempre perto dos 100%. A partir do momento em que detetar fissuras na sanita, em que os problemas com entupimentos e afins começam a ser mais regulares e visualmente o seu estado já não está aprazível, não pense mais: é hora de remodelar. 

Lavatório com tinta ou revestimento levantado

O lavatório da casa de banho pode assumir diversas formas, materiais e revestimentos: há quem tenha só o lavatório e umas tábuas, há que opte por armários de até ao chão e com bastante largura, outros preferem mobiliário suspenso…o que importa saber aqui é que todos eles exigem manutenção e substituição em algum momento. Fique atento a sinais como as orlas a levantar, o próprio lavatório a escanar, as portas do armário desengonçadas…todos eles são indicadores de que será melhor começar a pensar em renovar. 

Cheiros intensos e impossíveis de eliminar

Entra na sua casa de banho e por mais que coloque difusor de aromas, por mais que lave, por mais que o perfume e limpe está sempre um odor um pouco desagradável? Pois bem, isso poderá muito provavelmente ser sinal de que é hora de remodelar a sua casa de banho. E de chamar um especialista para verificar o estado das canalizações e das tubagens! Peça sempre ajuda profissional para este tipo de trabalho e não se aventure no DYI, sob pena de depois ter de gastar ainda mais dinheiro – a corrigir as asneiras que cometeu e para a execução do serviço propriamente dito. 

Quando já não existe conforto

Por fim, é também sinal de que é hora de remodelar a sua casa de banho quando, apesar de nenhum dos motivos anteriormente descritos serem tão evidentes, simplesmente já não se sente confortável neste espaço. Ou porque os equipamentos já estão datados, ou porque está mesmo a precisar de uma renovação, ou até porque comprou uma casa e não é aquele tipo de mobiliário e estilo que gosta…este também pode ser – e não poucas vezes o é – um fator determinante para decidir se é hora de remodelar a sua casa de banho. 

Este conteúdo é uma reprodução do Habitíssimo.“E se já é a hora de remodelar a sua casa de banho?”. Pode visualizar o artigo na sua integra através do seguinte link:https://projetos.habitissimo.pt/projeto/e-se-ja-e-a-hora-de-remodelar-a-sua-casa-de-banho

Taxa de juro do empréstimo da casa interrompe queda e começa a subir

Capital médio em dívida disparou, devido às moratórias de crédito concedidas no âmbito da pandemia.

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos à habitação subiu para 0,932% em junho, valor superior em 2,9 pontos base face a maio (0,903%), de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), esta segunda-feira, dia 20 de julho de 2020. Para o destino de financiamento de ‘aquisição de habitação’, considerado o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, “a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu para 0,946% (+2,8 pontos base face a maio)”.

Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para a ‘aquisição de habitação’ “fixou-se em 0,887%”, acrescenta o INE. Tendo em conta a totalidade dos contratos, “o valor médio da prestação vencida subiu um euro, para 228 euros. Deste valor, 42 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 186 euros (82%) a capital amortizado”, salienta. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu para 275 euros.

No mês passado, “o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 116 euros face ao mês anterior, fixando-se nos 54.126 euros. Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 108.460 euros, mais 271 euros que em maio”, refere o INE.

A taxa de juro implícita no crédito à habitação reflete a relação entre os juros totais vencidos no mês de referência e o capital em dívida no início desse mês (antes de amortização). As taxas tinham registado reduções em abril e maio, tendo o INE justificado com a associação a alterações decorrentes do regime de moratória, estabelecido no Decreto-Lei nº10-J/2020.

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